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Afogados lança edital da Lei Aldir Blanc na próxima sexta-feira

Por André Luis

Será nesta Sexta (23), a partir das 19h, no Cineteatro São José, o lançamento do edital da chamada pública para operacionalizar, no município, a liberação dos recursos da Lei Aldir Blanc, que prevê um auxílio emergencial para a classe artística.

Segundo o Secretário de Cultura e Esportes, Edygar Santos, estão cadastrados e aptos a receber os recursos, 138 agentes culturais, incluindo artistas individuais, espaços e grupos culturais, dentre outras categorias da cadeia produtiva da cultura, especificadas na lei.

O lançamento será realizado pelo Prefeito José Patriota. Os interessados terão acesso, além do edital, às informações sobre a documentação necessária para o acesso ao benefício.

Outras Notícias

Adilson Gomes deputado pelo PSB seria questão de justiça

Por Anchieta Santos Setores do PSB pretendem fazer um “mutirão” para eleger Adilson Gomes, secretário geral do partido, para a Assembleia Legislativa. Ele tem relevantes serviços prestados a todas as campanhas do PSB de 1986 para cá, e fazê-lo deputado seria uma questão de justiça. Adilson visita os sertões do Pajeú e Moxotó neste meio […]

Por Anchieta Santos

Setores do PSB pretendem fazer um “mutirão” para eleger Adilson Gomes, secretário geral do partido, para a Assembleia Legislativa. Ele tem relevantes serviços prestados a todas as campanhas do PSB de 1986 para cá, e fazê-lo deputado seria uma questão de justiça.

Adilson visita os sertões do Pajeú e Moxotó neste meio de semana e concede entrevistas à imprensa. Nesta quarta-feira (25) pela manhã fará uma visita ao Prefeito Ângelo Ferreira em Sertânia. Ás 10hs fala a Rádio Cidade FM em Tabira e á tarde visita antigos companheiros socialistas nas cidades do Pajeú. Amanhã cedinho estará na Rádio Pajeú falando ao programa Rádio Vivo.

Multidão prestigia a última noite de Carnaval em Triunfo

Alegria, emoção e muita diversão marcaram a última noite do carnaval de Triunfo no Pátio de Eventos. Atração mais esperada da noite, o grupo Só Pra Contrariar levou uma verdadeira multidão de foliões ao delírio com o seu ritmo de samba e pagode eletrizante ao cantar os sucessos atuais e mais antigos, em um retrospectiva […]

Alegria, emoção e muita diversão marcaram a última noite do carnaval de Triunfo no Pátio de Eventos.

Atração mais esperada da noite, o grupo Só Pra Contrariar levou uma verdadeira multidão de foliões ao delírio com o seu ritmo de samba e pagode eletrizante ao cantar os sucessos atuais e mais antigos, em um retrospectiva do grupo.

Além da atração nacional, Bandallê, Banda Rossi e Novinho da Paraíba também animaram os foliões no Carnaval dos Caretas 2023. A cidade voltou a realizar um grande carnaval após três anos de pandemia mundial da Covid-19.

O prefeito Luciano Bonfim celebrou o sucesso do evento e garantiu que esse ano bateu recorde de público e animação. A informação é do Baixa Verde Notícias.

Prefeitura solicita mais segurança nas feiras de Arcoverde

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira, e o administrador do Cecora, Paulo Sergio, visitaram o novo comandante do 3°BPM de Arcoverde, Tenente Coronel Clodualdo José da Silva, e solicitaram mais apoio policial no Cecora e nas feiras do bairro São Cristóvão e São Miguel. “Nosso objetivo é maximizar a sensação de segurança e coibir […]

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira, e o administrador do Cecora, Paulo Sergio, visitaram o novo comandante do 3°BPM de Arcoverde, Tenente Coronel Clodualdo José da Silva, e solicitaram mais apoio policial no Cecora e nas feiras do bairro São Cristóvão e São Miguel.

“Nosso objetivo é maximizar a sensação de segurança e coibir possíveis roubos e furtos nos locais de compras como, por exemplo, no Cecora. Nós temos um sistema de monitoramento, com 36 câmeras em todo Centro de Compras, equipe de vigilância dividida por setor, mas é indispensável à presença policial. Temos certeza que o comandante fará o possível para atender, principalmente nas festas de final de ano, visto que nesse período aumenta o número de delitos em locais de grande movimentação”, explicou Paulo Sérgio.

Na oportunidade, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Jussara Pereira, também pediu a intensificação dos trabalhos de policiamento na Avenida Antônio Japiassu, local de grande movimentação comercial.

A desconfiança na energia nuclear

Por Heitor Scalambrini* A desaceleração dos negócios nucleares nas últimas duas décadas tem relação direta com a diminuição da competitividade econômica do setor, do perigo incomensurável que representa para a vida no planeta a liberação de material radioativo das usinas nucleares, e o problema ainda não resolvido de armazenamento dos resíduos produzidos (lixo atômico), altamente […]

Por Heitor Scalambrini*

A desaceleração dos negócios nucleares nas últimas duas décadas tem relação direta com a diminuição da competitividade econômica do setor, do perigo incomensurável que representa para a vida no planeta a liberação de material radioativo das usinas nucleares, e o problema ainda não resolvido de armazenamento dos resíduos produzidos (lixo atômico), altamente tóxicos, e cuja radioatividade perdura por milhares de anos.

Estas são algumas das desvantagens de se adotar uma tecnologia no mínimo polêmica, e desnecessária ao país para produzir energia elétrica.

O pós-Fukushima levou países pertencentes à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), como a Itália, Bélgica, Suíça e Alemanha, a paralisar e mesmo descomissionar dezenas de usinas nucleares que funcionavam em seus territórios. Contrariamente a esta rejeição, governantes de países nada democráticos como China, Rússia e Índia ainda insistem em apoiar a geração nucleoelétrica.

Quando uma tragédia nuclear acontece, as consequências vão para muito além das pessoas. Toda a biodiversidade local é prejudicada diretamente. Pessoas que nem mesmo moram perto do local do desastre podem ser afetadas. Alguns trágicos eventos aconteceram nas últimas 3 décadas. O de Three Mile Island-USA, Chernobyl– Ucrânia e Fukushima-Japão. Este último provocou o deslocamento de mais de 120.000 pessoas que tiveram que abandonar suas casas e deixar suas cidades.

Tais tragédias tiveram ampla repercussão mundial. Todavia, acidentes menores, mas não menos graves, acontecem com certa frequência, e não são divulgados. O mais recente evento foi o vazamento de 1,5 milhão de litros de água radioativa de uma usina nuclear na cidade de Monticello, estado de Minnesota-USA. Mesmo ocorrido em 22 de novembro de 2022, somente 5 meses depois foi comunicado à opinião pública. Sem contar o alerta dos inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica-AIEA em 15 de março de 2023, sobre o desaparecimento na Líbia, de 2,5 toneladas de urânio natural concentrado, também conhecido como yellow cake.

Para reagir e contrapor as preocupações da sociedade quanto à guarda de material radioativo, sua proliferação, e aspectos relacionados à segurança da geração nuclear; uma nova estratégia foi montada pelos defensores da tecnologia, e de seus negócios bilionários.

Um novo modelo de reator mais compacto e com potência inferior (<300 MW) aos tradicionais, estão sendo oferecidos pela indústria nuclear, podendo serem totalmente construídos em uma fábrica e levado ao local de funcionamento. Vários modelos estão em desenvolvimento utilizando distintas rotas tecnológicas. Contudo os problemas que ocorrem nos grandes reatores persistem.

Os Small Modular Reactors (SMRs) ou Pequenos Reatores Modulares em inglês, é a nova tática adotada pelos negócios nucleares, que assim esperam disseminar tais unidades por todo o planeta. Nota-se que o termo nuclear foi omitido, no que deveria ser chamado de Small Modular Nuclear Reactors (SMNRs), ou Pequenos Reatores Nucleares Modulares. A omissão da palavra nuclear é uma tentativa de evitar a rejeição, a repulsa da grande maioria da população mundial, que associa o nuclear com morte, guerra, destruição, desgraça, bomba atômica.

 No Brasil um lobby poderoso reunido na Associação Brasileira para o Desenvolvimento de Atividades Nucleares- ABDAN, agrega os apoiadores das usinas nucleares, propondo promover o desenvolvimento e a aplicação da tecnologia nuclear no Brasil. Em sintonia, e representando interesses das grandes multinacionais do ramo, com interesses em fazer negócios, esta Associação tem obtido “avanços(?)” junto aos poucos que decidem a política energética brasileira. Por exemplo, conseguiram no governo do ex-ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque (o mesmo investigado por entrar ilegalmente no país com joias milionárias não declaradas, destinadas ao ex-presidente), a inclusão no Plano Nacional de Energia-2050 a instalação de 8 GW a 10 GW a partir da nucleoeletricidade.

Decisões sobre um tema tão polêmico e com grande repercussão para as gerações presentes e futuras mereceriam discussões, debates mais amplos e aprofundados com a sociedade. Esta discussão passa necessariamente em decidir que tipo de sociedade queremos. Se desejamos uma sociedade democrática, com justiça ambiental, defensora da paz; ou um país nuclearizado, inclusive possuindo artefatos nucleares, como a bomba tupiniquim, que certamente poderá ser viabilizada com novas instalações nucleares.

O que se espera em sociedades democráticas é que as divergências devam ser tratadas pelo debate, discussões, disponibilização de informações, participação popular. Todavia o terreno desta disputa é muito desigual, pois o poder econômico dos lobistas é muito grande, o que acaba contribuindo para uma assimetria no processo da disputa, na divulgação das propostas, e das discussões sobre as consequências sociais, econômicas, ambientais e tecnológicas, do uso da tecnologia nuclear para produção de energia elétrica.

Todavia decisões monocráticas de um colegiado, o Conselho Nacional de Política Energética – CNPE, tem instituído uma política energética contrária aos interesses da maioria da população. A principal característica deste colegiado, é a falta de representatividade da sociedade organizada, além de um grande déficit de transparência. A sociedade civil não participa das decisões tomadas.

O Ministério de Minas e Energia- MME, também responsável pela política energética sofre há anos, um processo de captura pelo mercado. Utilizado como “moeda de troca” pelos vários governos, não passa de um ministério de 2º escalão, subserviente a grupos que defendem somente seus interesses particulares, e/ou de grandes empresas. Do ponto de vista técnico foi completamente esvaziado.

Outra instituição, com grandes poderes decisórios, é a Agência Nacional de Energia Elétrica-ANEEL. É comum que membros desta agência reguladora tenham seus diretores envolvidos em polêmicas, denúncias gerando grande desconfiança junto à sociedade. O escândalo mais recente, é de um ex-diretor escolhido pelo novo governo secretário executivo do MME, o número dois do ministério, envolvido em vários casos obscuros e ainda não explicados, enquanto era diretor da ANEEL (https://piaui.folha.uol.com.br/cheiro-de-enxofre/).

Existe um clamor da sociedade brasileira de participação social, de uma maior transparência nas políticas públicas. E porque não na área energética? Neste caso é fundamental a criação de espaços democráticos igualitários, de interlocução, de participação cidadã, na formulação e tomada de decisão. Ações no sentido de promover o engajamento da sociedade, para defender seus interesses junto ao Estado brasileiro, fortalecem e garantem nossa democracia.

*Heitor Scalambrini Costa é doutor em Energética – Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Sertânia: em nota, ex-presidente do CEDOCA rebate críticas da nova gestão

“CEDOCA foi entregue melhor do que recebemos há 4 anos”, disse em nota Cícero Paulo Segue nota: O ex-presidente do Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite da cidade de Sertânia, no Sertão do Moxotó, CEDOCA, Cícero Paulo, vem através desse conceituado Blog, desmentir as mentiras levianas e desmedidas do atual prefeito de […]

“CEDOCA foi entregue melhor do que recebemos há 4 anos”, disse em nota Cícero Paulo

Segue nota:

O ex-presidente do Centro de Excelência em Derivados de Carne e Leite da cidade de Sertânia, no Sertão do Moxotó, CEDOCA, Cícero Paulo, vem através desse conceituado Blog, desmentir as mentiras levianas e desmedidas do atual prefeito de Sertânia, que até agora nada fez a não ser achar que ainda está em campanha política e busca a todo custo denegrir a imagem do gestor anterior, fantasiando e criando todos os dias mentiras para justificar sua incompetência. E na ânsia de atingir o ex-prefeito Guga Lins, busca distorcer e mascarar a verdade mais uma vez de uma entidade que lutamos muito para reerguê-la. 

SOBRE OS FATOS: 

Nunca existiu herança maldita, a herança maldita que conhecemos mesmo, foi a que foi deixada pela esposa do atual prefeito há quatro anos, a senhora Cleide Ferreira, quando não tínhamos sequer como pagar salários aos servidores e nem aos prestadores de serviços. Não é demais lembrar que a senhora Cleide Ferreira deixou dívidas, muitas dívidas, tendo hoje bens penhorados e processos na justiça devido a esses desmandos administrativos. 

O CEDOCA quando assumimos, encontramos uma situação caótica. Quase nada funcionava. Câmaras frias em estado precário o que ocasionava frequentes perdas de leite, o que nos custou muito para consertar,mas fizemos;  O Banco de frio, que é o coração da indústria, funcionava precariamente e precisava ser consertada desde a gestão da ex-prefeito Cleide Ferreira, ou seja do governo anterior; Recebemos uma vistoria da ADAGRO Recife notificação sobre a precariedade do prédio, o qual estava fora do padrão exigido, obrigando-nos a fazer adequações  e assim foi feito; 

Outro fato de estarrecer é que naquela oportunidade constatamos que o CEDOCA não tinha registro de funcionamento numa total demonstração de irresponsabilidade da gestão da esposa do atual prefeito; Encontramos débitos no comércio, ninguém em Sertânia vendia mais ao CEDOCA, fizemos tudo para limpar o nome da autarquia suja por eles; 

Quando assumimos o CEDOCA a folha de pagamento estava com três meses de atraso, ou seja, os funcionários estavam todo esse tempo sem receber, sem contar que os produtores de leite estavam com pagamentos atrasados. Ainda a pedido da ADAGRO, construímos de uma sala isolada para lavar as caixas de transporte de leite; Construímos e isolamos uma sala pra receber os materiais de consumo, como: embalagens do leite, material de limpeza, etc. 

Buscamos construir um prédio que onde os funcionários pudessem lavar as notas para poder entrar no laticínio; Construímos uma a área de recepção do leite; Trocamos todas as luminárias internas do laticínio por outras adequadas e exigidas pelas normas da Adagro.  Conseguimos o registro provisório de funcionamento do Cedoca, que antes, na gestão deles funcionava de forma irregular; Construímos um novo prédio, compramos e instalamos novos equipamentos para funcionamento de um novo Banco de frios; 

Hoje, ao contrário do que pregam, mentido para população, coisa que sabem fazer bem, todos os equipamentos do Banco de frios e das duas Câmara frias são novos; O caminhão baú encontrava-se com o baú sem refrigerar, levamos para Recife onde consertamos a refrigeração e levamos para a ADAGRO Para inspeção e liberação. Todos esses consertos foram feitos por exigência da Adagro, que só depois disso,  liberou o certificado de funcionamento do CEDOCA, se não fizéssemos a Adagro fecharia aquela autarquia. Quanto ao caminhão, mandamos fazer o Motor e quando nos foi repassado pela administração de Cleide Ferreira o referido estava seriamente depreciado, com bateria sem funcionar e o moto batido, ao contrário deles, o entregamos em perfeito estado de conservação, melhor, só se for zero. 

Todos sabem que a seca e os constantes atrasos nos pagamentos aos produtores de leite por parte do Governo do Estado foi e vem sendo o responsável pela queda de produção de leite em Sertânia. Vale salientar que esses atrasos só aconteciam em Sertânia (Jabitacá, distrito de Iguaracy, por exemplo, o governo sempre pagava em dia ou atrasava poucos dias), o que nos leva a crer que tudo isso acontecia a pedido do então Deputado de Sertânia que certamente pedia a liberação para aquela localidade e solicitava que segurasse o de Sertânia, tendo inclusive dificultado a liberação recentemente pedindo para liberara somente quando ele assumisse a prefeitura de Sertânia. Isso é fato! 

Quanto ao débito da previdência, já o encontramos da administração da então prefeita Cleide, esposa do atual prefeito. Mas mesmo assim, fizemos o parcelamento e vínhamos pagando em dias, fizemos o parcelamento para tirar as certidões e participar de licitações. E participamos, vencemos a licitação da prefeitura de Sertânia para o  fornecimento de produtos derivados do leite para a merenda escolar, coisa que nunca conseguiram fazer. 

O CEDOCA tem muita a receber financeiramente. Faltam receber do governo do Estado as últimas três quinzenas de 2016 que cobrirá possíveis débitos, pois o valor é de R$ 68.197,14. Sem contar que ainda ficou dinheiro em caixa na conta do Banco do Brasil. 

Está claro que esse negócio de fechar temporariamente o CEDOCA é para prejudicar a atual associação que tinha contrato com o Estado e é responsável por receber o dinheiro do leite pelo Estado, a ASVASERE, associação que é presidida por um sertaniense, e talvez por ser amigo do ex-prefeito Guga Lins esta ânsia toda de prejudica-lo, pois esta é responsável pelo recebimento por parte do Estado e com esse fechamento eles, quando reabrirem colocarão uma outra associação, que pelo que estou sabendo,  não pertence a nenhum sertaniense. 

Esta é a verdade sobre o CEDOCA, não existe e nunca existiu nenhuma maquiagem, o governo Guga Lins, bem como a nossa administração a frente daquela autarquia foi sempre pautada na transparência, não precisamos de mentiras, pois entendemos que para que haja harmonia em uma sociedade e para que o bem seja realmente compartilhado por todos, precisa-se apenas de homens honrados exercendo o poder.

Ascom do diretório municipal do PSDB de Sertânia