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Afogados: homem é agredido e tem carro incendiado no Padre Pedro Pereira 

Por André Luis

Na noite desta sexta-feira (5), por volta da meia-noite, o proprietário do veículo Golf Prata 2010, estava numa lanchonete no bairro Padre Pedro Pereira, em Afogados da Ingazeira, quando segundo a esposa da vítima, começou a ser agredido por um conhecido do bairro.

Ainda segundo informações, o agressor estaria armado com uma faca e a vítima correu para casa deixando o veículo no local. Em seguida dois homens apareceram e deram três tiros no veículo.

A polícia foi acionada e a vítima foi a delegacia prestar queixa, momento que os homens voltaram e tocaram fogo no veículo. As informações são do blog Mais Pajeú.

Outras Notícias

Carlos Evandro critica gestão Duque por projeto para calçar ruas em ano eleitoral

Farol de Notícias Confrontado com o anúncio do governo municipal de que haverá investimento pesado em calçamento de ruas em 2020, o pré-candidato a prefeito Carlos Evandro Pereira de Menezes citou o personagem novelesco Orodico Paraguaçu, durante entrevista à rádio Cultura FM, nesta sexta-feira (1º), dizendo achar “estranho” que Duque só venha tomar essa iniciativa num ano […]

Farol de Notícias

Confrontado com o anúncio do governo municipal de que haverá investimento pesado em calçamento de ruas em 2020, o pré-candidato a prefeito Carlos Evandro Pereira de Menezes citou o personagem novelesco Orodico Paraguaçu, durante entrevista à rádio Cultura FM, nesta sexta-feira (1º), dizendo achar “estranho” que Duque só venha tomar essa iniciativa num ano eleitoral.

Carlos, quando gestor da cidade (2005-2012), ganhou popularidade justamente por ser “o prefeito dos calçamentos com recursos próprios”. Ele concordou que essa é, claramente, uma estratégia política do governo para minar sua aprovação em pesquisas eleitorais..

“Sendo para beneficiar a população… Eu só estranho que veio despertar esse afã pelo calçamento agora, na reta final [do governo]. Contanto que não deixe débito para quem for assumir, ou eu ou outro prefeito… O problema é contrair o débito. É uma estratégia política [de Luciano] com certeza, não tenha a menor dúvida, se você não fez [calçamentos até agora], e está faltando menos de um ano para as eleições… “

E seguiu: “Faltam 11 meses para a eleição, e de repentemente – como diria Odorico Paraguaçu – você inventar [agora] de fazer calçamento. Mas nós estamos atentos a isso, não temos interesse algum de prejudicar, agora a coisa tem que ser feita dentro da legalidade, seguindo os trâmites legais”, analisou.

Em entrevista de rádio esta semana, o secretário de Obra de Serra Talhada, Cristiano Menezes, revelou que a deputada Marília Arraes e o deputado Pastor Eurico, vão ajudar a ‘irrigar’ os cofres do município com recursos das emendas parlamentares. Ele disse ainda que R$ 4 milhões de um empréstimo junto ao Banco do Brasil darão para calçar 60 ruas em Serra Talhada.

Lula rejeita sancionar aumento de deputados

Correio Brasiliense O presidente Lula (PT) deverá evitar sancionar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais, aprovado pelo Congresso na semana passada, segundo integrantes do governo e parlamentares governistas. Lula tem até o dia 16 para sancionar o texto, mas aliados dizem que hoje essa possibilidade está descartada. De acordo com […]

Correio Brasiliense

O presidente Lula (PT) deverá evitar sancionar o projeto de lei que aumenta o número de deputados federais, aprovado pelo Congresso na semana passada, segundo integrantes do governo e parlamentares governistas.

Lula tem até o dia 16 para sancionar o texto, mas aliados dizem que hoje essa possibilidade está descartada. De acordo com os relatos, são discutidos dois cenários: ele não se pronunciar a respeito da proposta, e o Congresso promulgar o texto; ou o veto presidencial à medida.

Lula não descarta vetar a proposta, segundo auxiliares, o que ocorreria em meio à queda de braço com o Legislativo após a derrubada do decreto do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Apesar disso, há um movimento no entorno do petista para que nenhuma decisão seja tomada no calor dos eventos recentes.

Aliados ressaltam a impopularidade do projeto que aumentou o número de deputados e dizem que, por ser iniciativa dos parlamentares, não haveria motivos para que o governo se envolva com o tema —sob o risco de, ao sancionar o texto, ser alvo de críticas pela opinião pública num momento de baixa popularidade.

Pesquisa Datafolha divulgada no último dia 17 mostrou que 76% dos brasileiros são contra o aumento de deputados e apenas 20% são a favor.

O cenário mais provável neste momento é que Lula não sancione nem vete a proposta. Assim, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), terá de promulgar o texto.

Apesar de recomendações pelo veto, há um grupo de auxiliares do presidente que desaconselham esse movimento por causa do risco de acirramento ainda maior na tensão entre Palácio do Planalto e Congresso.

Um auxiliar de Lula disse à reportagem que, ao não se manifestar sobre o projeto, o governo evita ser acusado de interferir numa questão interna da Câmara.

Aliados reconhecem, no entanto, que vetos são prerrogativa do presidente da República, assim como o Legislativo pode derrubá-los. Assim, a avaliação do cenário nos próximos dias pode ser decisiva, ainda segundo esses interlocutores.

O projeto de lei complementar aumenta o número de deputados de 513 para 531, com impacto anual estimado por deputados de cerca de R$ 65 milhões com os custos da criação das novas vagas, incluindo salários, benefícios e estrutura para novos congressistas.

A proposta sofreu críticas até mesmo de parlamentares e foi aprovada por senadores num placar apertado. O texto voltou à Câmara e no mesmo dia foi aprovado a jato por deputados, seguindo para a sanção presidencial.

Aliados de Lula lembram que o governo poderá ser cobrado por sancionar a proposta num momento em que é discutida a revisão de gastos e em que integrantes do Planalto e parlamentares aliados têm reforçado a retórica da luta entre pobres e ricos.

Quem defende que o petista não sancione a proposta afirma que a atitude poderia ser uma sinalização da insatisfação do Planalto com os parlamentares após a derrubada do decreto do IOF e uma demonstração de que o Executivo não ficará inerte nesse embate com os congressistas —mas sem gerar grande crise com o Legislativo.

Um vice-líder do governo, por sua vez, diz que o melhor cenário seria se Lula sancionasse a medida, numa sinalização ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que foi um dos principais articuladores do projeto. Na avaliação desse deputado, o presidente mostraria que atendeu a um pedido caro de Motta.

A tensão com o Congresso aumentou após o Legislativo derrubar do decreto do IOF e o governo entrar com ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para tentar reverter a medida. Nesta quarta (2), na Bahia, Lula defendeu a iniciativa e classificou como “absurda” a decisão de Motta colocar o tema em votação, alegando que houve descumprimento de acordo.

“O erro, na minha opinião, foi o descumprimento de um acordo, que tinha sido feito no domingo [8 de junho] à meia-noite na casa do presidente Hugo Motta. Lá estavam vários ministros, deputados, o ministro [Fernando] Haddad com sua equipe e, quando chega na terça-feira, o presidente da Câmara tomou uma decisão que eu considerei absurda”, acrescentou o petista.

O projeto que aumenta o número de cadeiras na Câmara foi articulado pela Casa em reação a uma determinação do STF para que o número de deputados, que varia de estado para estado, fosse proporcional ao número de habitantes medido pelo Censo de 2022.

Em vez de redistribuir as 513 cadeiras entre os estados e o Distrito Federal, o que levaria parte das unidades federativas a perder representantes, a Câmara decidiu criar mais 18, contemplando aqueles que tiveram aumento populacional. Com isso, evitou-se que a bancada da Paraíba, estado de Motta, diminuísse de tamanho, por exemplo.

Com a mudança aprovada no Congresso, devem ganhar mais vagas na Câmara em 2027 os estados de Pará e Santa Catarina (quatro cada um), Amazonas, Mato Grosso e Rio Grande do Norte (duas cada), Goiás, Ceará, Paraná e Minas Gerais (uma cada).

Mais um acusado de homicídio preso em Serra Talhada

Mais um mandado de prisão foi cumprido pelas polícias Civil e Militar de Serra Talhada. Desta vez o mandado foi contra Neildo Ferreira dos Santos, 30 anos. Ele é acusado de assassinar Wellington Rodrigues de Lima, em crime registrado ano passado no distrito de Varzinha. Neildo estava no Sítio Saquinhos, na zona rural do município […]

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Arte: Caderno 1

Mais um mandado de prisão foi cumprido pelas polícias Civil e Militar de Serra Talhada. Desta vez o mandado foi contra Neildo Ferreira dos Santos, 30 anos. Ele é acusado de assassinar Wellington Rodrigues de Lima, em crime registrado ano passado no distrito de Varzinha. Neildo estava no Sítio Saquinhos, na zona rural do município de Flores, quando foi detido.

Segundo o Caderno 1, este é o segundo acusado de homicídio preso na Capital do Xaxado nos últimos trinta dias. Antes a polícia já havia prendido Josenildo Pereira de Lima, acusado de matar a ex-esposa no mês de maio na Caxixola.

A polícia também chegou a  André de Lima Diniz, acusado de homicídio contra Wellington Pereira, em crime ocorrido no mês de março no Bairro do Alto da Conceição.

Domingo é dia do Nordeste enviar energia e socorrer o Sudeste

do JC Online Domingo é dia de almoço em família, feijoada, missa ou descanso. Mas desde agosto outra rotina se estabeleceu no Brasil. No Nordeste, domingo é dia de enviar eletricidade para o Sudeste. A troca de energia entre regiões é comum. Nosso sistema é único, interligado. Mas, com raras exceções, diariamente o Sudeste, a […]

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do JC Online

Domingo é dia de almoço em família, feijoada, missa ou descanso. Mas desde agosto outra rotina se estabeleceu no Brasil. No Nordeste, domingo é dia de enviar eletricidade para o Sudeste.

A troca de energia entre regiões é comum. Nosso sistema é único, interligado. Mas, com raras exceções, diariamente o Sudeste, a “caixa d’água” do País, sempre sustentou o Nordeste.

Um novo padrão na troca de energia, com a ajuda nordestina sempre programada para os domingos, não traz nada a comemorar. Ele veio por causa do Estado crítico dos reservatórios em Estados como São Paulo, pela falta de água, e tanto o Sudeste quanto o Nordeste compensam a escassez de chuvas com usinas térmicas, uma eletricidade cara e poluente. O custo é mais alto para o Brasil inteiro, não importa onde você mora.

 “É uma questão operacional. A troca de energia entre regiões leva em conta o menor custo em determinado dia ou hora”, explica Selma Akemi Kawana, gerente de planejamento e controle na consultoria Excelência Energética. “O Sudeste tende a importar mais energia por causa da questão hídrica”, comenta.

O Sudeste é ao mesmo tempo o maior produtor e consumidor de energia do Brasil. Concentra mais de 60% da geração de eletricidade e sempre gerou excedente para o Nordeste, onde a produção é abaixo do consumo. Mas a escassez derrubou o nível dos reservatórios do Sudeste a 18%, uma situação crítica e que desde julho derrubou em mais de 10% a geração hidrelétrica. No mesmo período, a produção térmica na região subiu mais de 30%, batendo 42% só no mês passado.

No Nordeste, o recuo médio das hidrelétricas também ficou acima de 10% no ano. A questão é que, para segurar a queda na região e ainda enviar para o Sudeste, as térmicas dispararam tanto que em agosto a alta foi de 142%, um aumento que no mês passado ficou em 62%. “Não diria que é um sinal dos tempos, mas da condição-limite com que trabalha o setor elétrico do Brasil”, explica José Antônio Feijó, diretor do Instituto Ilumina.

Desde o último dia 3 de agosto, em cada domingo, com exceção do dia 5 de outubro, estava programada a produção nordestina de energia acima do consumo, para envio ao Sudeste. Curiosamente, mesmo nesse dia 5 de outubro, quando o envio de eletricidade não estava programado, na prática ele ocorreu.

Serra Talhada: a cidade com o maior número de pré-candidatos do Estado

  Serra Talhada tem a maior concentração de pré-candidatos a prefeito do Estado. Nem Recife, a capital do  estado, tem tantos nomes. Prova disso foi o encontro de Luciano Duque com pré candidatos do seu grupo. Estiveram reunidos André Maio, Marquinhos Godoy, Marcos Oliveira, Márcio Oliveira, Dr Nena, Faeca Melo, Dr Waldir, Sinézio Rodrigues, Thehunnas […]

 

Pela ordem, André Maio, Marquinhos Godoy, Marcos Oliveira, Márcio Oliveira, Dr Nena, Luciano Duque, Faeca Melo, Dr Waldir, Sinézio Rodrigues, Thehunnas Peixoto, Cristiano Menezes, Zé Raimundo, Cibely Almeida Márcia Conrado e Marta Cristina.

Serra Talhada tem a maior concentração de pré-candidatos a prefeito do Estado. Nem Recife, a capital do  estado, tem tantos nomes. Prova disso foi o encontro de Luciano Duque com pré candidatos do seu grupo.

Estiveram reunidos André Maio, Marquinhos Godoy, Marcos Oliveira, Márcio Oliveira, Dr Nena, Faeca Melo, Dr Waldir, Sinézio Rodrigues, Thehunnas Peixoto, Cristiano Menezes,  Zé Raimundo, Cibely Almeida Márcia Conrado e Marta Cristina.

A reunião teve como finalidade a divulgação dos “Mandamentos para ser candidato de Luciano”. Além das regras já conhecidas, como fazer o “L” a cada foto em confraternização, aniversário e velório (neste último caso sem que a família do morto perceba), Duque deixou claras algumas condicionantes principalmente para evitar fogo amigo entre eles e uso da máquina para favorecimento de determinada candidatura.

Luciano explicou como vai ser esse processo de escolha, com base em  pesquisas e avaliação de grupo. Também reforçou a necessidade de união de grupo, evitando dissidências.  O prazo para que ele informe que nome terá a bênção do seu grupo é junho de 2019.

Na oposição, também não faltam nomes. Além de Sebastião Oliveira, que se quiser é candidato natural, brigam pela indicação o seu irmão, advogado Valdemar Oliveira, mais Victor Oliveira, candidato em 2014, Carlos Evandro e outros nomes correndo por fora. Uma via independente, com coordenação de Glewber Mourato e Elysandro, também colocou o bloco na rua.

E ainda não falamos do candidato independente Marquinhos Dantas, que pode aparecer novamente na disputa e o grupo da Direita Serra Talhada, que pode ter um nome para disputar a prefeitura, sendo discutido entre seus pares. Ô viúva desejada…