Afogados: grupo de oposição visita comunidade da Queimada Grande
Por Nill Júnior
Aconteceu na manhã deste domingo (8) na comunidade de Queimada Grande, zona rural de Afogados da Ingazeira, uma reunião com representantes do grupo Movimento Democrático e moradores da comunidade. O grupo é coordenado por Emídio Vasconcelos, que disputou as últimas eleições em Afogados.
Emídio iniciou fazendo alguns agradecimentos e reforçou os três pilares que sustentaram a sua campanha: A defesa da democracia, a defesa das conquistas sociais e a nova prática política, segundo nota ao blog. “Estou aqui para ratificar o que dizia durante a campanha, eu não disputava apenas o voto e a eleição e sim a política. Quero aqui honrar o meu compromisso de ser o porta voz, desta comunidade”, disse Emídio.
Emídio apresentou o grupo político de oposição denominado Movimento Democrático, que tem em sua formação aliados e pessoas da base de sua campanha. Disse que iria revisitar todas as comunidades rurais e urbanas por onde passou durante a campanha e reafirmou o seu apoio a Lula e Dilma.
Emídio chamou de “injustificável”, o fato de uma das maiores reivindicações da comunidade, que é a recuperação do açude, não ter sido atendida pelo atual prefeito alegando falta de recursos.
Sobre o aumento dos subsídios dos vereadores, prefeito, vice e secretários Emídio disse ser perverso. “O aumentos dos subsídios é perverso e contraditório, isto representa um custo aos cofres públicos de aproximadamente 2,5 milhões, 1% deste valor, recuperaria o açude beneficiando mais de 150 famílias. Ao mesmo tempo o prefeito diz que não tem recursos para outras áreas básicas e amenizar a chaga das salas multisseriadas, por exemplo, isso é contraditório”, disse Emídio.
Estiveram presentes na reunião o PT representado por Jair Almeida (presidente), PSol representado por Fernando Morais (presidente) e Mário Martins (vice presidente), Denis Wenceslau representante da CPT, Gildazio Moura ex- secretário de Saúde de Afogados além de outros membros do movimento, a coordenação da reunião ficou por conta de João Simeão da Comunidade da Queimada Grande. Estava presente também Braz Emygdio, pai de Emídio, 82 anos.
O deputado federal Fernando Rodolfo – PR/PE cumpriu agenda no interior de Pernambuco nesta sexta-feira (29), visitando Salgueiro, no Sertão Central. No município, Rodolfo se reuniu com o prefeito Clebel Cordeiro, secretários municipais e algumas lideranças locais, além de participar da entrega de obras de pavimentação na comunidade indígena e quilombola Conceição das Crioulas, na […]
O deputado federal Fernando Rodolfo – PR/PE cumpriu agenda no interior de Pernambuco nesta sexta-feira (29), visitando Salgueiro, no Sertão Central.
No município, Rodolfo se reuniu com o prefeito Clebel Cordeiro, secretários municipais e algumas lideranças locais, além de participar da entrega de obras de pavimentação na comunidade indígena e quilombola Conceição das Crioulas, na Zona Rural.
O parlamentar destacou a importância de voltar ao Sertão e entender às demandas da população interiorana.
“Eu vim para ser parceiro de Salgueiro e comemorar com vocês a entrega dessa obra”, enfatizou Rodolfo.
O deputado fez questão ainda de colocar seu trabalho em Brasília a favor do município sertanejo.
“Meu mandato está à disposição desse lugar porque sei que aqui tem um prefeito que trabalha pelo povo e se trabalha pelo povo é meu amigo”, finalizou Rodolfo.
Ele esteve acompanhado por alguns assessores, entre eles, o interlocutor do gabinete regional em Garanhuns, Alfredo Gois.
Impacto no orçamento seria de R$ 3 bilhões até o fim de 2026 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu neste domingo (21) os efeitos do Artigo 10 do Projeto de Lei (PL) nº 128/2025, aprovado pelo Congresso Nacional, que permite o pagamento das chamadas emendas de relator (RP 9), conhecidas como […]
Impacto no orçamento seria de R$ 3 bilhões até o fim de 2026
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino suspendeu neste domingo (21) os efeitos do Artigo 10 do Projeto de Lei (PL) nº 128/2025, aprovado pelo Congresso Nacional, que permite o pagamento das chamadas emendas de relator (RP 9), conhecidas como o orçamento secreto.
O trecho revalida os restos a pagar desde 2019, que são as despesas empenhadas não pagas que haviam sido canceladas a partir de lei de 2023.
Esses valores poderão ser quitados até o fim de 2026, inclusive recursos de emendas parlamentares. A estimativa de impacto para os cofres do governo está em torno de R$ 3 bilhões.
A decisão de Dino tem caráter liminar, mas passará por referendo do plenário da Corte. Ela foi tomada em uma ação apresentada por deputados federais e pelo partido Rede Sustentabilidade. Eles afirmam que, do montante aproximado de R$ 1,9 bilhão em restos a pagar de emendas parlamentares inscritos no orçamento desde 2019, cerca de R$ 1 bilhão corresponde a restos a pagar oriundos de RP 9.
O PL foi aprovado no Senado na última quarta-feira (17) e seguiu para sanção presidencial. O prazo para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é 12 de janeiro. Caso o trecho seja vetado por Lula, o ato deve ser comunicado ao ministro relator.
Para Dino, a revalidação de restos a pagar não processados ou já cancelados relativos às emendas de relator é incompatível com o regime jurídico atual. “Com efeito, cuida-se de ressuscitar modalidade de emenda cuja própria existência foi reputada inconstitucional [pelo STF]”, diz Dino, na decisão.
O ministro deu, ainda, prazo de dez dias para que a Presidência da República preste informações sobre a compatibilidade da “ressuscitação” das emendas de relator com a responsabilidade fiscal e com o plano de trabalho homologado pelo plenário do STF.
Entenda
O impasse sobre a liberação das emendas começou em dezembro de 2022, quando o STF entendeu que as emendas chamadas de RP8 (emenda de comissão) e RP9 eram inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte.
No entanto, o PSOL, partido que entrou com a ação contra as emendas, apontou que a decisão continuava em descumprimento. Em agosto do ano passado, Dino determinou a suspensão das emendas e decidiu que os repasses devem seguir critérios de rastreabilidade.
No início deste ano, o STF homologou o plano de trabalho no qual o Congresso se comprometeu a identificar os deputados e senadores responsáveis pelas emendas ao Orçamento e os beneficiários dos repasses. A decisão também liberou o pagamento das emendas que estavam suspensas.
“Em tal Plano de Trabalho, contudo, não há previsão quanto à possibilidade de ‘ressuscitação’ de restos a pagar, o que evidencia que a disciplina ora impugnada extrapola os parâmetros institucionais e as balizas fixadas em conjunto, pelos 3 Poderes, para a superação das inconstitucionalidades então reconhecidas”, diz Dino.
Para o ministro, a aprovação do Artigo 10 do projeto de lei é uma afronta à Constituição. “Verifico indícios de que o projeto de lei complementar impugnado promove violação ao devido processo constitucional orçamentário, à Responsabilidade Fiscal e às cláusulas pétreas [sobre separação dos Poderes e direitos e garantias fundamentais] da Constituição Federal”, diz.
Além de tratar dos restos a pagar, o PL aprovado faz o corte de incentivos fiscais, a principal aposta do governo para equilibrar o Orçamento de 2026. Com potencial de elevar a arrecadação em cerca de R$ 22,4 bilhões no próximo ano, a proposta também aumenta tributos sobre empresas de apostas on-line (bets), fintechs e grandes empresas que remuneram sócios por meio de juros sobre capital próprio (JCP).
Colaboração ativa
Na decisão liminar, o ministro Flávio Dino lembrou que o contexto atual do país é marcado por “graves dificuldades fiscais” e que todos os Poderes da República têm o dever constitucional de “colaborar ativamente” para a preservação do equilíbrio fiscal. Para ele, o pode público não pode criar ou ampliar despesas de caráter abusivo, desproporcional ou dissociado das capacidades fiscais do Estado.
“Tal dever de contenção projeta-se, de modo inequívoco, sobre práticas problemáticas, como a proliferação de ‘penduricalhos remuneratórios’ no âmbito do Poder Judiciário e das funções essenciais à Justiça — Ministério Público, Advocacia Pública e Defensoria Pública —, bem como sobre a concessão reiterada e pouco transparente de benefícios fiscais a determinados setores econômicos, sem avaliação consistente de impacto orçamentário e financeiro”, escreveu.
“A mesma lógica constitucional de contenção deve incidir, com rigor, sobre tentativas de reativação de recursos oriundos de emendas parlamentares à margem do ciclo orçamentário regular. Vale dizer: os três Poderes estão diante do inadiável dever de cumprir os ditames constitucionais da Responsabilidade Fiscal, para que haja fidelidade à ética no exercício dos cargos mais elevados da República”, afirmou Dino. As informações são da Agência Brasil.
O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) afirmou durante evento da Força Sindical no Dia do Trabalho, em São Paulo, que o anúncio do “pacote de bondades” que a presidente Dilma Rousseff anunciou neste domingo (1º) “parece vingança” e “tentativa de sabotar Temer”. Dilma anunciou durante evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) reajustes para […]
O deputado federal Paulinho da Força (SD-SP) afirmou durante evento da Força Sindical no Dia do Trabalho, em São Paulo, que o anúncio do “pacote de bondades” que a presidente Dilma Rousseff anunciou neste domingo (1º) “parece vingança” e “tentativa de sabotar Temer”.
Dilma anunciou durante evento da Central Única dos Trabalhadores (CUT) reajustes para beneficiários do programa Bolsa Família e uma proposta de reajuste na tabela do Imposto de Renda de Pessoa Física, entre outras medidas.
O reajuste na tabela do IR será de 5% e entrará em vigor a partir de 2017. No caso do Bolsa Família, o aumento será aplicado de imediato.
O ato da Força Sindical foi realizado no Campo de Bagatelle, em Santana, na Zona Norte de São Paulo, e teve apresentações de artistas, a maioria cantores sertanejos, sorteio de carros e apartamentos. Às 12h, a Polícia Militar estimou 110 mil pessoas e a organização do evento, 500 mil.
“Esse aumento deveria ter sido feito antes”, disse Paulinho da Força. “Agora parece um pouco de vingança e uma tentativa de sabotar o próximo governo. Então é uma coisa que nós não podemos aceitar. Embora a gente queira a correção da tabela do imposto de renda, é importante lembrar que eles estão nos devendo 72%, e não 5%. Os 5% não cobrem nem a inflação do ano passado.”
A central “pede a mudança da política econômica para o país sair da crise”. O lema escolhido pela Força Sindical neste ano é “Gerar empregos e garantir direitos”. “Temos 11 milhões de desempregados, recessão, crise política que paralisou o país”, diz Paulinho.
O reajuste no pagamento destinado aos beneficiários do programa já estava previsto no plano de governo desenhado pelo vice-presidente da República, Michel Temer, caso o impeachment passe no Senado. No entanto, Dilma resolveu se antecipar a ele e anunciar o aumento.
Em seu discurso, Paulinho também disse que um futuro governo Michel Temer não deve “mexer no direito do trabalhador”.
“Nos reunimos com o furturo presidente Michel Temer e dissemos olha, ‘não mexa nos direitos do trabalhador’. Um dos caras disse que seria ministro e falou em mexer na Previdência e logo nós pusemos uma nota. No outro dia, ele deixou de ser candidato a ministro. Por isso, já derrubamos um, antes mesmo de ele assumir. Por isso, agora, queremos um país que volte a ter emprego”, disse.
O Centro de Educação Comunitária Rural – CECOR realizou um intercâmbio de troca de experiências na última sexta-feira (30), em Salgueiro, Sertão de Pernambuco. O intercâmbio é uma das ações do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), desenvolvido através da Articulação Semiárido Brasileiro – ASA, com financiamento da Fundação Banco do Brasil – FBB. […]
O Centro de Educação Comunitária Rural – CECOR realizou um intercâmbio de troca de experiências na última sexta-feira (30), em Salgueiro, Sertão de Pernambuco. O intercâmbio é uma das ações do Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2), desenvolvido através da Articulação Semiárido Brasileiro – ASA, com financiamento da Fundação Banco do Brasil – FBB.
Vinte e quatro agricultoras e agricultores das comunidades Sítio, Queimadas, Serrote, Pedra Preta, Vila União e Lagoinha, todas situadas em Salgueiro, participaram da atividade que aconteceu numa propriedade rural agroecológica na comunidade de Cipaúba, no referido município.
Na comunidade o grupo pôde conhecer a experiência de uma família que trabalha de forma agroecológica a partir de tecnologias como a cisterna calçadão, o tanque de pedra, o sistema de irrigação por gravidade e os microaspersores. A água acumulada nas tecnologias é usada adequadamente para a produção de alimentos em hortas e pomares.
No município de Salgueiro estão sendo implementadas 65 tecnologias de captação e armazenamento de água, sendo 27 cisternas de enxurrada e 38 cisternas-calçadão. Os reservatórios tem capacidade para 52 mil litros de água destinada à produção de alimentos e criação de pequenos animais.
Os itapetinenses podem realizar cirurgias de catarata e glaucoma completamente de graça. A ação é fruto de uma parceria entre o Governo Municipal, o Governo do Estado e a Clínica Oftalmo PE, com sede na cidade de Garanhuns. A clínica é referência em oftalmologia com uma equipe especializada e aparelhos de última geração. Além disso, […]
Os itapetinenses podem realizar cirurgias de catarata e glaucoma completamente de graça. A ação é fruto de uma parceria entre o Governo Municipal, o Governo do Estado e a Clínica Oftalmo PE, com sede na cidade de Garanhuns. A clínica é referência em oftalmologia com uma equipe especializada e aparelhos de última geração.
Além disso, a prefeitura também disponibiliza transporte gratuito para todos os pacientes que precisam se deslocar até Garanhuns.
Para marcar a consulta na Oftalmo PE é necessário ir ao setor de regulação da Secretaria de Saúde de Itapetim levando o encaminhamento.
Você precisa fazer login para comentar.