Afogados: após dez meses, moradores que perderam casas para enxurrada aguardam ajuda
Por André Luis
Casa do senhor João José nesta quinta-feira (14). Foto: Celso Brandão
Por André Luis
Especial
Em março de 2020, o rompimento de açude na zona rural de Afogados da Ingazeira, provocado pela precipitação de uma forte chuva na madrugada do dia 25, causou grandes danos a bairros de Afogados da Ingazeira.
O mais atingido foi o bairro do Borges que teve casas destruídas com a força das águas. O Riacho do Borges passou sobre a pista seguindo para Vila Pitombeira, O acesso à Afogados da Ingazeira pela PE 292 ficou interditado pelas águas pra quem vinha de Iguaracy. A ponte resistiu e um trecho da pista foi levada pela força da água. O Rio Pajeú chegou a ficar a poucos metros da Rua da Lama. Ele desceu com muita força.
Na ocasião, os mais antigos relataram que a última cheia com essas proporções aconteceu há 60 anos, em 1960, quanto não havia a Barragem de Brotas. Cerca de 80 pessoas, foram levados para o PETI, na área central da cidade. Não houve mortes ou feridos. Mas o nível de apreensão foi alto.
Nesta quinta-feira (14), dez meses após o ocorrido, moradores do Borges relataram ao repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, que ainda sofrem com as perdas de suas residências.
Falando ao repórter, o senhor José João, o Zé Pacu, disse que ainda não recebeu nenhuma ajuda para a reconstrução de sua casa. “Houve promessa de ajuda pela ex-secretária de Assistência Social, Joana D’Arc Freitas, mas nada foi resolvido”, relatou.
Ainda segundo Zé Pacu, que teve a sua casa totalmente destruída, a grande maioria dos moradores afetados, continuam fora de suas casas, que não foram reconstruídas. Outros moradores disseram ainda que estão morando de aluguel e sem ajuda da Secretaria de Assistência Social do município.
Em conversa com as redações do blog e da Rádio Pajeú, a nova secretária de Assistência Social, Madalena Leite, informou que o problema estará sendo pautado em reunião de monitoramento que acontece nesta sexta-feira (15) com toda a equipe do prefeito Alessandro Palmeira. “Vamos buscar soluções para este problema”, garantiu.
O prefeito eleito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB) esteve no Debate das Dez da Rádio Pajeú desta 3ª feira (11). Inicialmente o socialista agradeceu a votação significativa que obteve, uma vez que segundo ele, estava enfrentando um candidato que foi prefeito 14 anos e mais 08 de pessoas ligadas a oposição. “A gente trabalhava desde […]
O prefeito eleito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB) esteve no Debate das Dez da Rádio Pajeú desta 3ª feira (11). Inicialmente o socialista agradeceu a votação significativa que obteve, uma vez que segundo ele, estava enfrentando um candidato que foi prefeito 14 anos e mais 08 de pessoas ligadas a oposição. “A gente trabalhava desde o início com avaliações do quadro político. A oposição tentou colar alguns problemas a nós, mas a população soube separar isso”, disse.
Anchieta declarou que a expectativa era de ter 8 mil votos e esses números foram superiores. Aproveitou para agradecer a população essa votação expressiva, a militância que participou durante os 45 dias de campanha e disse estar pronto para os próximos quatro anos ajudando a melhorar a qualidade de vida do povo.
Sobre as parcerias
“Os municípios já viviam em dificuldades extremas e o quadro se aprofundou, mas temos aspectos positivos quando Eduardo fez a reforma tributária com a redistribuição do ICMS e Carnaíba saiu de 400 mil reais por ano, indo para mais de 2,5 milhões de reais.Vamos mostrar a população o que pode ser feito e o que não pode. Iremos juntar esforços, buscar apoio junto aos governos federal e estadual para trabalhar. Já iniciamos o contato com o governo do estado que tem os recursos do FEM e eles sendo bem distribuídos ajudarão a avançar no município”, disse Patriota.
Anchieta disse que nunca deixou de reconhecer as ações que foram feitas graças aos governos Lula e Dilma e vai continuar buscando parcerias com os governos.
Transição:
Nós estamos formalizando a equipe de transição e já na próxima 5ª feira vamos ter a primeira reunião para termos um quadro geral das dificuldades, ver a folha de pagamento, contratos firmados com a prefeitura e a partir de janeiro colocar a nossa marca de gestão.
Prioridade:
Anchieta disse que Carnaíba teve dificuldades na área de saúde, irá procurar o Governo do Estado, o deputado Danilo Cabral vai ajudar com emendas. Vão destinar recursos para o custeio do hospital Dr. Zé Dantas que teve no passado realizando cirurgias de médio e grande porte, evitando transferências para Afogados e outros centros. Anchieta declarou que a população vai contar um médico cirurgião para atender, Dr. Robério que trabalhou 7 anos conosco.
Fábrica de cimento
Anchieta prometeu resolver o problema dos moradores de Santa Rosa nos seis primeiros meses de sua gestão. Apesar de a oposição tentar denegrir sua imagem com comentários infundados.
Sobre Everaldo e Zé Ivan
Perguntado pelo blogueiro Júnior Finfa, Anchieta disse que em relação ao secretariado, vai ver quem preenche os critérios e não tem nenhuma definição sobre que vai para qualquer pasta. É preciso conhecer a real situação do município, vamos precisar de gente que durma tarde e acorde cedo para pegar na batalha.
Estrada de Ibitiranga
“Eu prometi e o governador também prometeu o asfalto da estrada que liga Afogados a Ibitiranga, e posteriormente para Silvestre na Paraíba. A obra já foi licitada e no próximo ano, se deus quiser, vai ter início”, frisou.
Água
Anchieta afirmou que vai trabalhar incansavelmente para universalizar a água na zona rural. Já começamos por 05 comunidades próximas a Ibitiranga e Curral Velho.
Sobre estadual
Já adiantou que votará em José Patriota, atual prefeito de Afogados da Ingazeira pelo seu apoio quando disputou uma vaga na Assembleia Legislativa. Patriota foi leal comigo e nada mais justo do que retribuir esse gesto, declarou Anchieta.
Câmara de Vereadores
Perguntado sobre se teria ou não intervenção na escolha da Mesa Diretora da Câmara – Anchieta teve o filho Victor eleito vereador – Patriota afirmou que não haverá de sua parte intromissão, mas não negou que irá nortear a Casa, afirmando que todos do grupo tem condições de presidir a Casa.
Publicado em 18 de setembro de 2024 Em abril de 1993, há 31 anos, eu saí da Rádio Pajeú doido pra não sair, mas sem outra opção por ainda não ter um arrimo que me garantisse salário e sustentabilidade mínima. Tinha que ajudar em casa, sem papai há pouco mais de três anos e com […]
Em abril de 1993, há 31 anos, eu saí da Rádio Pajeú doido pra não sair, mas sem outra opção por ainda não ter um arrimo que me garantisse salário e sustentabilidade mínima.
Tinha que ajudar em casa, sem papai há pouco mais de três anos e com uma porta que se abria na recém inaugurada Transertaneja FM. Pouco tempo depois, era enorme a vontade de voltar. E qual era a solução?
No meio dessa história, já tinha a relação de amizade com o padre João Acioly, apresentado a mim por padre Luizinho, dois daqueles personagens que apareceram em minha vida como anjos, me dando a possibilidade de ser gente, de ter identidade, um caminho a trilhar.
Pois João e Patriota, contemporâneos que cresceram meninos pobres e ganharam uma chance na cidade, bolaram o plano que me devolveria à Pajeú, conseguindo um emprego entre o final de 93 e início de 94 no Sindicato dos trabalhadores Rurais de Afogados da Ingazeira.
Trabalhei como funcionário do Sindicato e servindo a Patriota, que era assessor regional da FETAPE, cortando essa região e estado pregando a educação e formação sindical. Patriota com 33 anos e eu com 19 pra 20. Dada a consciência e formação política dele, parecia ter muito mais. Impressionante como algumas pessoas chave chegaram na hora certa na minha vida, me ajudando na formação e construção de quem eu sou: padre Luizinho, Anchieta Santos, Monsenhor João Acioly, Dom Francisco, Patriota.
Lembro das reuniões com lideranças comunitárias, em Afogados, Triunfo, São José do Egito, tantas outras cidades, o Congresso da FETAPE no Centro de Convenções. Das viagens no Gol quadrado branco comendo poeira por essas comunidades e de Patriota falando em organização sindical, política, comunitária. E dele lendo os relatórios desses encontros que eu preparava numa máquina de datilografar lá pela terceira sala adentro do STR. E da minha preocupação com a impressão dele daqueles documentos. Como não lembro de ter levado bronca àquela época de alguém tão preparado e exigente, acho que ele gostou.
Cheguei a, com ele, fazer até dobradinha no programa do Sindicato. Ele tinha uma caligrafia muito bonita e, de punho, fazia a produção do programa.
Lá também conheci Madalena Leite Patriota, a esposa, que atuava no Sindicato e era alguém a quem eu também respondia. Confesso, tinha mais medo dela que dele, mas não por qualquer outra coisa: ela ficava mais tempo comigo e, com razão, me corrigia mais firmemente nas minhas saídas de trilho, normais para um rapaz de 20 anos àquela época. Isso me fez também nutrir muito amor e respeito por ela, até hoje. E admirar a mesma firmeza que apresenta agora, na maior provação que alguém pode ter em relação a um companheiro de vida: deixá-lo partir para poupar a dor.
Voltando ao plano, pra dar certo, eu tinha que voltar à Pajeú, e voltei, para completar o que havia sido bem arquitetado entre João, Patriota e Anchieta Santos, cúmplice do crime perfeito, a ponto de gravar uma chamada de minha volta em uma cobertura dos Jogos Escolares, fechando o texto com as informações daquela jornada e o parágrafo final: “…e a volta de Nill Júnior, o Repórter Revelação da Seleção do Povo!” – com o trecho de “O Portão”, de Roberto Carlos: “eu voltei, agora pra ficar/porque aqui, aqui é o meu lugar…”
Só que estava muito longe de aquela ser a última missão de Patriota na minha vida. Pelo contrário, quantas vezes o ouvi sobre os passos que eu tinha que dar, e quantas vezes também opinei e, quando chamado, o auxiliava pessoal e profissionalmente.
Sempre digo que a melhor forma de pagar a confiança que alguém deposita é honrá-la. No caso de Patriota, tenho certeza e provas concretas do orgulho e respeito que ele sentia. Aprendi tanto com ele a enfrentar qualquer um na defesa das minhas convicções, que algumas poucas vezes até nós dois nos estranhamos, como no vídeo que virou meme quando o meme nem existia. Nunca guardamos um arranhão. A amizade e pontos comuns que nos uniam eram muito maiores que isso.
Uma das maiores provas é que Patriota sempre me defendeu e eu a ele. Quando fui escolhido para a ASSERPE, Patriota foi perguntado por um magnata da TV do estado se ele me conhecia, dada a missão que eu enfrentaria, rara para alguém de um veículo de Afogados da Ingazeira. “Pode apostar nele sem medo. Está preparado para o serviço”, disse, sem imaginar que a conversa tempos depois chegaria a mim.
Quando recebi a Medalha Dom Francisco, em julho do ano passado, Patriota brincou ao ouvir minha biografia. “Parece que o segredo pra vencer e se destacar é ter vendido picolé quando menino”, para comparar a vida dele com a minha. E disse no discurso: “tudo o que ele faz, faz bem feito!”
Quando a gente precisava falar de futuro, a conversa era geralmente em um café reservado na casa dele. Tenho algumas memórias desses encontros. Em um deles, me lasquei. Patriota prestes a assumir o primeiro governo me convidou pra sondar sobre nomes cotados para sua primeira equipe. Como sugeri e ouvi vários outros nomes, pra não quebrar a confiança, não podia especular quem faria o seu time na Rádio Pajeú. Vi todo mundo antecipando na imprensa e, por ética, esperei calado o anúncio oficial.
Outra vez, Patriota me cercou pra me fazer ser “prefeiturável” na sua sucessão, assim como ocorrera com outros grupos políticos no passado, mas agora, com um argumentador difícil de vencer. A ideia dele era ter mais de uma opção, mais de um quadro à mesa do debate. Eu disse a ele que minha missão na gestão da Rádio Pajeú não estava concluída. Ele me cercou de todo lado e perguntou: “posso ao menos botar seu nome numa pesquisa?” Eu para não desagradar depois de tanta insistência disse que sobre isso, em que pese o que já estava decretado, não veria problema. Ele entendeu que meu sim era pra aceitar ser um dos nomes no balaio. Nem saí da casa dele direito, alguém me avisava: “Patriota tá aqui pulando, dizendo que você aceitou incluir o nome no processo”. Na calçada da casa dele, saindo desconcertado com a informação, encontrei Sandrinho Palmeira. Pedi pra ele apagar o fogo de Patriota, que tinha entendido tudo errado. Sandrinho, aos risos, se encarregou de fazer Patriota pular só por ele, o nome natural, óbvio, e não também por mim. Depois soube, já havia se armado até pra pedir autorização ao Bispo da época pra me liberar da missão na emissora.
No primeiro semestre desse ano, antes da piora acentuada, ainda ensaiamos um novo café pra falar de futuro. Infelizmente, não deu…
Dos amigos próximos, lembro da angústia e preocupação de Anchieta Santos quando Patriota foi diagnosticado com a doença que agora tirou sua vida. Quis o destino que o irmão fosse primeiro esperar Patriota, que chegou agora. De João Acioly, a lembrança mais forte foi a de quando Patriota assumiu a prefeitura em 2013. João foi representando a Diocese, mas não fez um discurso institucional. Foi excessivamente pessoal, passional, emocionado: “pela primeira vez, um menino pobre, que vendia galinha pra sobreviver, enquanto eu vendia sandália e pão em Severino Lolô, vai subir as escadas daquela prefeitura como prefeito!” – dizia, para Patriota marejar os olhos. Aliás, o vi fazer isso algumas vezes. Fui alertá-lo de que deveria ter feito uma fala menos apaixonada, já que falava pela Diocese. “Eu não consigo”, resumiu-se a dizer, como quem decreta: “o que sai do coração e da alma a gente não cala”.
Sua última comemoração de aniversário foi um dia depois da data pra valer: 10 de outubro de 2023. Cedo, Patriota me ligou dizendo que reuniria um pequeno grupo de amigos para almoçar com ele. Era seleto mesmo: Madalena, os filhos, a neta, Sandrinho Palmeira, Padre Luizinho, Alexandre Moraes e Veratânia, Frankilin Nazário e eu. Hoje, entendo que aquele telefonema tinha ainda mais significado.
Pra concluir, vou fazer igual padre João. Não vou me policiar pra falar de José Patriota.
Na Rádio Pajeú, ouvi muitas pessoas, muitas anônimas, simples, compartilhando uma foto, uma memória, uma ação de Patriota, da consciência crítica à água na comunidade, à ação no bairro, ao direito de contestar, à organização comunitária, à defesa da gente que confiava nele pelas funções que ocupou.
Patriota está sendo homenageado por muita gente importante de todo o Brasil. Mas são essas pessoas simples, que só são tocadas no coração e na alma por quem é de verdade, que me deram a certeza de que Patriota perenizou, se espalhou por onde sua voz alcançou, sua mensagem chegou, em lugares que a nossa razão certamente não alcança. Patriota está vivo e só não crê quem não tem fé na força transformadora do que ele defendia.
E se ele está vivo em tanta gente, não vai continuar faltando quem tente o calar nessas vozes, matá-lo nessas vidas, oprimi-lo nessa luta permanente.
Vão continuar tentando taxá-lo de comunista por defender água, alimento digno e condições de produzir nas comunidades, o bico de luz para quem vivia no escuro, a consciência e organização comunitária para não temer o poder. Vão enfrentá-lo por dizer que a máquina não pode moer mais pra quem já tem, vão discordar ao ouvi-lo na voz desse povo dizendo que os verdadeiros inimigos são a fome, a desigualdade, a negação aos direitos humanos.
E aí mora o segredo. Quem lutou com ele, não pode deixá-lo calar ou morrer.
Os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ) são citados na decisão em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22). Segundo Moraes, os três estão fora do país e usaram estratégias de evasão para escapar […]
Os deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Carla Zambelli (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ) são citados na decisão em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (22).
Segundo Moraes, os três estão fora do país e usaram estratégias de evasão para escapar da Justiça.
Bolsonaro foi detido por volta das 6h deste sábado e levado para a Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. A decisão pela prisão atendeu a um pedido da PF e foi tomada após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) convocar uma vigília em frente ao condomínio do ex-presidente.
Na decisão, Moraes apontou risco elevado de fuga de Bolsonaro. Segundo ele, o Centro de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou ao STF a violação da tornozeleira eletrônica do ex-presidente às 0h08 deste sábado.
O ministro escreveu que, além dos “gravíssimos indícios da eventual tentativa de fuga”, Zambelli, Eduardo e Ramagem deixaram o Brasil com o objetivo de “se furtar à aplicação da lei penal”.
Moraes acrescentou que, no caso de Zambelli e Eduardo Bolsonaro, a saída do país também teve o objetivo de manter a prática de crimes, como coação no curso do processo, obstrução de investigação e abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
De acordo com Moraes, havia ainda o risco de que o ex-presidente fugisse para alguma embaixada em Brasília. O ministro destacou que o condomínio onde Bolsonaro cumpria prisão domiciliar fica a cerca de 13 quilômetros do Setor de Embaixadas Sul — distância que, segundo ele, pode ser percorrida em menos de 15 minutos de carro.
Para o ministro, a convocação de um vigília nesse contexto “indica a possível tentativa de utilização de apoiadores” de Bolsonaro para “obstruir a fiscalização das medidas cautelares e da prisão domiciliar” da qual o ex-presidente era alvo.
O Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque, foi eleito 1º Secretário Geral para o Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Municípios-ABM. A ABM é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem como membros os Municípios e Associações Estaduais de Municípios constituídos em pessoa jurídica e reconhecidas pela ABM. Os Conselheiros da Associação desempenham uma […]
O Prefeito de Serra Talhada Luciano Duque, foi eleito 1º Secretário Geral para o Conselho Deliberativo da Associação Brasileira dos Municípios-ABM.
A ABM é uma sociedade civil sem fins lucrativos, que tem como membros os Municípios e Associações Estaduais de Municípios constituídos em pessoa jurídica e reconhecidas pela ABM.
Os Conselheiros da Associação desempenham uma importante função, pois colaboram com a ABM em suas regiões e trazem ao Conselho Diretor as sugestões e reivindicações das comunidades que representam.
Diante dessa conquista, o Prefeito de Serra Talhada, também foi eleito a membro e conselheiro no Comitê de Articulação Federativa, representando a ABM na discussão de políticas públicas.
O Comitê de Articulação Federativa – CAF, é a instância criada pela Presidência da República para dialogar com os municípios brasileiros. Além do ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, que preside o CAF, têm assento no comitê, 18 representantes das entidades nacionais de municípios.
São elas: Associação Brasileira de Municípios (ABM), Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e Confederação Nacional de Municípios (CNM); e 18 representantes de ministérios, cujas políticas estão mais descentralizadas.
O corpo da influencer e design de sobrancelhas Nathália Medeiros, que foi encontrada morta na Rua Augusto Cerquinha, em Afogados da Ingazeira, já se encontra para exames no IML de Caruaru. Segundo informações da família, a perspectiva é de que o corpo chegue ainda hoje em Carnaíba, onde será velado, com previsão de sepultamento nesta […]
O corpo da influencer e design de sobrancelhas Nathália Medeiros, que foi encontrada morta na Rua Augusto Cerquinha, em Afogados da Ingazeira, já se encontra para exames no IML de Caruaru.
Segundo informações da família, a perspectiva é de que o corpo chegue ainda hoje em Carnaíba, onde será velado, com previsão de sepultamento nesta terça-feira.
O pai, Flávio Cabral, já era falecido. Convivia com a mãe, Gorete Medeiros, em Afogados da Ingazeira.
Como a familia toda é de Carnaíba, o corpo será velado na chácara do Sargento Augusto, casado com Lúcia Sitonho, tia de Nathália, no bairro de Carnaíba Velha, pouco após a travessia no Rio Pajeú.
Em Afogados da Ingazeira, ela tinha um estúdio de beleza, com especialização em design de sobrancelhas. Também dava dicas de empreendedorismo. Ela foi encontrada morta por uma prima onde morava, na Rua Augusto Cerquinha.
Tinha cerca de 5 mil seguidores no Instagram. Ainda não há detalhes das circunstâncias da morte. A Polícia Civil investiga o caso. Sabe-se apenas que foi encontrada sem vida no quintal de casa.
Comoção nas redes socias: na página do blog no Instagram, a morte de Nathália gerou grande comoção. São milhares de comentários e compartilhamentos, dado o impacto com seu falecimento.
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