Fogo amigo na oposição em ST: Victor Oliveira diz que Carlos Evandro tem estilo antigo e contas com a justiça
Por Nill Júnior
Farol de Notícias
O jovem empresário e pré-candidato a prefeito para 2020, Victor Oliveira (PR), neto do ex-deputado Inocêncio Oliveira, não ficou por baixo e alfinetou o aliado e ex-prefeito Carlos Evandro (PSB) em entrevista de rádio nesta segunda-feira (11).
Na semana passada, Carlos não deu garantias de apoiar o nome de Victor em 2020 [relembre aqui], principalmente, demonstrando insatisfação diante críticas a sua pessoa disparadas contra ele na rádio que Victor administra.
O neto de Inocêncio, numa clara resposta, rebateu – ao Frequência Democrática, na Vilabela FM, que Carlos pode tomar a decisão que quiser, mas antes de tudo precisa resolver contas rejeitadas na Justiça. Ainda, segundo Victor, Evandro tem um jeito antigo de governar, diferente da maneira dele, a qual classificou como ‘correta, eficiente e organizada’.
Indagado sobre a possibilidade de um possível apoio a Carlos em 2020, Victor freou:
“Tudo depende de projeto. Meu pai sempre me ensinou uma coisa: se você quer uma coisa bem feita, faça você mesmo. Então, mão no fogo eu só boto por mim. Por isso que estou elaborando um projeto, estou construindo algo consistente e robusto para mudar de fato a administração em Serra Talhada. Só não está na hora de conversar sobre isso ainda. Não está no tempo”.
Análise autocrítica
Ainda mirando o fogo em Carlos, Victor Oliveira revelou que acredita que Evandro é inelegível e não poderá concorrer ao cargo de prefeito em 2020.
“Ele como liderança e como cidadão, ele tem o total direito e liberdade de escolher qual o projeto que ele apoia, se ele vai elaborar um projeto próprio… E se a Justiça deixar ele colocar o projeto dele à disposição da população, porque por enquanto ele está inelegível. Eu não tenho conhecimento sobre Direito, mas com os advogados com quem conversei disseram que não tem como [Carlos sair candidato]. Mas quem tem que responder é ele. É responsabilidade dele a questão das contas que não foram aprovadas pelo Tribunal de Contas, ele primeiro tem que se revolver com a Justiça e depois vê o que é que vai fazer dentro do partido”, alfinetou Victor Oliveira, assegurando:
“Não tem problema nenhum se ele não quiser me apoiar. Cada um tem o seu perfil, sua ideologia e seu jeito de fazer política e o [jeito] dele todo mundo já sabe e já viu. E eu tenho total convicção de que a cidade Serra Talhada vai me dá a chance de mostrar a que eu vim, né? Deixar minha marca em Serra Talhada e mostrar como é que se faz uma política correta, eficiente, organizada para trazer benefício para a população como um todo e não só para um grupo de amigos.”
A pré-candidata a governadora pelo Solidariedade, Marília Arraes, justificou a sua ausência no evento de lançamento da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, neste sábado (07), em São Paulo. Nas redes sociais, ela informou que precisou desmarcar sua ida ao evento para cuidar da filha caçula de três meses que […]
A pré-candidata a governadora pelo Solidariedade, Marília Arraes, justificou a sua ausência no evento de lançamento da pré-candidatura de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República, neste sábado (07), em São Paulo.
Nas redes sociais, ela informou que precisou desmarcar sua ida ao evento para cuidar da filha caçula de três meses que se encntra doente.
“Hoje o presidente Lula lança oficialmente sua pré-candidatura. Estava certa minha ida à São Paulo para acompanhar de perto o evento, porém Bárbara, minha filha de 3 meses, adoeceu e está sob cuidados médicos. Resolvi ficar no Recife para estar ao lado dela. Desejo, de longe, uma campanha incrível para o presidente Lula. Nós temos convicção de que ele é o melhor nome para reconstruir o nosso país. Seguiremos firmes e juntos para elegê-lo o próximo presidente do Brasil”, escreveu.
Além de Marília Arraes, o pré-candidato da Frente Popular, Danilo Cabral, também precisou desmarcar sua ida a São Paulo. Ele testou positivo para Covid-19 e cumpre isolamento social.
Estadão Em vídeo sobre o 7 de Setembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orientou os brasileiros a não se deixarem convencer por “quem agride os poderes Legislativo e Judiciário”, num recado ao presidente Jair Bolsonaro. “A existência de três Poderes impede totalitarismos, fortalecendo a liberdade de cada pessoa”, disse o presidente da […]
Em vídeo sobre o 7 de Setembro, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) orientou os brasileiros a não se deixarem convencer por “quem agride os poderes Legislativo e Judiciário”, num recado ao presidente Jair Bolsonaro.
“A existência de três Poderes impede totalitarismos, fortalecendo a liberdade de cada pessoa”, disse o presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo. “Independentemente de suas convicções político-partidárias, não aceite agressões às instituições que sustentam a democracia.”
Dom Walmor afirmou na mensagem que o País “está sendo contaminado por sentimento de raiva e de intolerância” e se opôs a uma série de bandeiras e políticas de Bolsonaro, entre elas o incentivo e a facilitação da compra de armas de fogo por civis.
“Muitos em nome de ideologias dedicam-se a agressões e ofensas, chegando ao absurdo de defender o armamento da população. Quem se diz cristã ou cristão deve ser agente da paz, e a paz não se constrói com armas”, disse o clérigo.
Pastores de igrejas evangélicas pentecostais e neopentecostais engrossaram as convocações do movimento bolsonarista, alegando a defesa da liberdade de expressão e de culto, e prometeram uma mobilização sem precedentes.
Por meio de seu presidente, a cúpula da principal entidade da Igreja Católica no País demonstrou preocupação com atos violentos e pediu respeito à vida durante as manifestações de rua no Dia da Independência, diante do agendamento de protestos contra e a favor do governo federal. O mote da campanha da CNBB é “somos todos irmãos”.
“Respeite a vida e a liberdade de seu semelhante. Aquele com quem você não concorda é também amado e tem uma família que aguarda o seu retorno com segurança”, apelou dom Walmor. “As desavenças não podem justificar a violência, a intolerância nos distancia da Justiça e da paz, afasta-nos de Deus.”
O vídeo com a mensagem de dom Walmor e uma oração tem pouco mais de sete minutos de duração e foi divulgado nesta sexta-feira, 3.
Na gravação, o presidente da CNBB também defendeu uma série de posições contrárias ao governo Bolsonaro. Ele lembrou da alta da inflação e do desemprego, da fome e da miséria, pautas que o governo evita comentar, e cobrou a defesa de povos indígenas.
“Não podemos ficar indiferentes a essa realidade que mistura o desemprego e a alta inflação, acentuando gravemente exclusões sociais. São urgentes políticas públicas para a retomada da economia, e a inclusão dos mais pobres no mercado de trabalho”, disse o religioso católico.
Também arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, dom Walmor sugeriu aos católicos que olhem pelos que estão sofrendo e defendam a proteção ambiental por causa de mudanças climáticas e os indígenas, por causa da votação do marco temporal para demarcação de terras. Ele afirmou que os indígenas “enfrentam grave ameaça” do poder econômico, além de terem sido historicamente perseguidos e dizimados.
“Nossa pátria não começa com a colonização europeia”, disse o bispo católico, segundo quem o poder empresarial tenta “manipular instâncias de decisão e alterar marcos legais para avançar sobre terras indígenas, dizimando a natureza, os povos originais e a sua cultura”.
O líder dos bispos católicos afirmou que a pandemia da covid-19 “é mal que ainda nos ameaça”, sugeriu respeito às medidas de distanciamento social e definiu a vacinação como uma “tarefa cristã”.
O João de Deus sertanejo? Prisão é exceção, não regra. É excepcionalidade no universo penal. Imagine a prisão preventiva de alguém tão poderoso como o padre Airton Freire, idealizador da Fundação Terra. Só teria justificativa, dada sua influência, se muito bem materializada. E foi isso que fez o Ministério Público, amparado por cinco inquéritos da […]
Prisão é exceção, não regra. É excepcionalidade no universo penal. Imagine a prisão preventiva de alguém tão poderoso como o padre Airton Freire, idealizador da Fundação Terra. Só teria justificativa, dada sua influência, se muito bem materializada. E foi isso que fez o Ministério Público, amparado por cinco inquéritos da Polícia Civil envolvendo casos de assédio e estupro com o Padre Airton como elemento central, ao pedir a prisão, e o judiciário, ao reconhecer provas robustas e determinar seu recolhimento.
A prisão preventiva é aquela em que o acusado ainda não tem uma sentença transitada em julgado nesse momento, mas existem provas do delito e indícios de autoria. Então, decreta-se a prisão como forma de proteger a sociedade. Pois entende-se que o acusado solto, incorreria na mesma prática delituosa. Ou ainda para evitar que ele prejudique a persecução penal, destruindo provas ou ameaçando testemunhas, por exemplo. Cabem perfeitamente no caso do sacerdote.
Não é fácil para quem conduz a investigação. Basta dizer que a operação que prenderia o padre, mais seu motorista e outro colaborador, vazou. Com isso, houve tempo de orientar a fuga dos dois últimos. O padre, com ar de vitimização, usando a idade, aos 67 anos, como álibi para sensibilizar parte da opinião pública, apresentou-se voluntariamente na Delegacia de Arcoverde. Quis criar embaraço para os investigadores. Mas à medida que as informações foram sendo divulgadas, inclusive com a nota do MP, ficou a imagem do lobo na pele de cordeiro.
O blog apurou que dos cinco inquéritos, quatro envolvem mulheres e um deles, um homem. É isso que parte da imprensa demorou a relatar ou omitiu. A narrativa de alguns veículos ainda lembrava de um único caso, o envolvendo a personal stylist Sílvia Tavares. Mas já são cinco, relativamente recentes, com no máximo três anos de registro.
Somando relatos velados em Arcoverde e elementos colhidos das investigações, há muitos outros casos que podem surgir. Daí a importância de Sílvia Tavares. A partir dela, outras pessoas começaram a relatar abusos. Os relatos são impactantes, segundo apurou-se. E outras mais deverão fazer o mesmo. Uma certeza é de que havia aliciamento de mulheres e de homens, esses últimos muitas vezes entre a infância e a adolescência, parte assistida pelos programas da Fundação Terra. Se aproveitava da fragilidade social para crimes sexuais. Problema é que quando adultos, homens evitam denunciar se comparados às mulheres. Adultos héteros, não querem associar sua imagem a esses episódios. Há possibilidade real de que alguns tenham sido extorquidos para voto de silêncio. Vulneráveis socialmente, caso ameaçassem denunciar, eram criminalizados. Há rumores de que em um dos casos, uma vítima pode ter sido denunciada por furto, dentro dessa estratégia.
Outro dado é o de que é boato a informação de apreensão de aparelho celular do padre Airton, o que revelaria outros crimes. Quem conhece o padre diz que ele tinha como estratégia o hábito de mudar frequentemente de número de celular, chip, operadora. O que socialmente era justificado como uma medida de segurança e por alta procura de pessoas querendo uma ajuda, pode ser encarado como estratégia para driblar investigações e não deixar vestígios. Um dos modus operandi do sacerdote era o de pedir nudes, um fetiche sexual que chegou com as multiplataformas e redes.
Nenhum veículo de imprensa divulgou o nome da operação que prendeu o padre. Foi batizada de Amnon, personagem nascido mil anos antes de Cristo, príncipe de Israel, sendo filho de Davi, lembrado pelo estupro de sua meia-irmã Tamar, que era uma adolescente. Davi não reagiu em favor de Tamar, falhando como pai e como rei. A atitude de Davi é comparada aos que acobertaram ou apoiaram os episódios envolvendo o padre Airton.
Outro fato é o de que, à medida que os crimes estão sendo relevados, apoiar o padre com manifestações ou declarações públicas ou representa ignorância, ou conluio. Isso não tem relação com a defesa jurídica do sacerdote, um direito pleno. Aliás, há de se aguardar se conseguirão um habeas corphus nos próximos dias. Pode se desenhar um embate com algumas reviravoltas até uma decisão definitiva.
Por tudo que se noticiou até agora, já há quem compare o caso de Airton Freire com o de João de Deus, autoproclamado médium curandeiro, empresário, escritor e criminoso sexual condenado pelo estupro em série de centenas de mulheres em Abadiânia, Goiás. Em se tratando de número, ainda não há como comparar um caso com o outro. Mas, dada a confiança que se depositava em um e no outro, a notícia tem o mesmo impacto. Aí, não é pecado compará-los.
Fala agora!
Onde estão agora nomes como Madalena Britto, o deputado Clodoaldo Magalhães, o vereador João Taxista e outros que, antes da conclusão do inquérito, abriram a boca para defesa escancarada do padre Airton Freire? Deveriam ter a mesma iniciativa para pedir desculpas às vítimas. E espera-se ao menos a decência de que não haja tentativa de inteferência política ou econômica nas investigações.
Expoagro voltará a colar com Emancipação
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, admitiu à Rádio Pajeú que a Expoagro deve voltar a ficar colada na festa de emancipação política e ciclo junino. “Os artistas nacionais que estavam no nosso planejamento para julho, estão tocando agora no Sul e Sudeste. A gente diz, vamos fugir do São João para baratear, mas aí eles vão pra outra região e não conseguimos trazer”, afirmou.
Sem chance
A princípio, É nula a possibilidade de palanques distintos entre Eclérinston Ramos e Augusto Valadares. A questão foi levantada após fala do Senador Efraim Filho, ao afirmar que o partido União Brasil (UB) terá candidato a prefeito e vereadores em São José do Egito. A comissão do partido no município deverá ficar com o empresário Edilio Lira. A questão é convencer Eclérinston a ir para o partido, dado o recall e tradição do “40”, do PSB, na cidade. Mas a lógica é ele ser candidato em São José e Augusto ir à reeleição em Ouro Velho.
Será?
Em arcoverde, tem gente cogitando a possibilidade de unidade entre os ex-aliados e hoje adversários Zeca Cavalcanti e Madalena Brito. Quem faz conta na cidade diz que a união é o caminho pra enfrentar Wellington Maciel com a máquina e a caneta. Candidaturas múltiplas por outro lado, favorecem LW. Caso ocorra a união Mada e Zeca, já estão chamando de “o grande milagre”.
No “Congorote”
Presente ao camarote Oficial da Expoagro, Júnior de Mocinha deixou claro estar ciente de que não será “o ungido” em 2024 por Anchieta Patriota. por isso, disse já estar retomando suas bases pra voltar à vereança em Carnaíba. Outro personagem regional, o vereador de Tabira, Dicinha do Calçamento, pulou pra dentro do espaço da prefeitura de Afogados na Expoagro, ao lado de Marcílio Pires. E disse que não deixará a política. “Se eu sair, a política em Tabira perde a graça”.
Cara a cara
Correu as redes sociais a cobrança olho no olho de Nicinha Melo ao Deputado Federal Carlos Veras, para que destine emendas pra Tabira. “Quero lhe pedir meu amigo: ajude Tabira. Não é brincadeira manter a saúde com R$ 88 mil mensais e a gente ter que dar uma contrapartida grande. Sei que você tem poder de colocar emendas para o nosso município. Pense nos tabirenses. Carlos aplaudiu a fala. No bate-rebate, Nicinha e Dinca dizem que Carlos não dá um centavo à Tabira. O deputado, por sua vez, continua cobrando a presença da prefeita em seu gabinete apresentando projetos para ele mandar as emendas.
Para onde vão
Surgiram rumores de uma possível aproximação dos irmãos Oliveira, do AVANTE, com o governo Raquel Lyra. Eles aumentaram com a recente visita de Waldemar ao Palácio das Princesas em agenda institucional. Não é fácil, dada a campanha de Sebastião como candidato a vice de Marília. A maior probabilidade mesmo é de uma arrumação com o prefeito João Campos, candidato em 2024 à reeleição, mas de olho em 2026. Mas na política, impossível pediu pra sair e não disse quando volta…
Frase da semana:
“Já pode fundar uma igreja”.
Do ministro do STF, Gilmar Mendes, ironizando a fala recente do ex-deputado, ex-procurador da República e ex-coordenador da Lava Jato Deltan Dallagnol, que comemorou uma chuva de pix em sua conta, depois que foi cassado na Câmara dos Deputados por ser ficha suja.
A juíza federal Maria Cândida Almeida, da 9ª Vara de Justiça do Distrito Federal, deferiu, nesta sexta-feira (29), o pedido de parlamentares, determinando à Fundação Cultural Palmares a imediata retirada de artigos que desqualificam a figura de Zumbi dos Palmares do site da instituição, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. A ação […]
A juíza federal Maria Cândida Almeida, da 9ª Vara de Justiça do Distrito Federal, deferiu, nesta sexta-feira (29), o pedido de parlamentares, determinando à Fundação Cultural Palmares a imediata retirada de artigos que desqualificam a figura de Zumbi dos Palmares do site da instituição, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.
A ação popular foi impetrada pelos deputados federais Túlio Gadêlha (PDT-PE), Benedita da Silva (PT-RJ), Áurea Carolina (PSOL-MG) e Bira do Pindaré (PSB-MA) no último dia 14 de maio.
Na decisão, a juíza concluiu que “a permanência dos artigos no sítio institucional ameaça o patrimônio histórico-cultural e viola o direito à identidade, ação e memória da comunidade negra e a sua garantia a condições adequadas para a preservação, expressão e desenvolvimento de sua identidade”.
“O perigo da demora decorre do fato de que a permanência de tais publicações reverbera o dano que vem sendo infligido ao patrimônio histórico-cultural pátrio e ao direito à identidade, ação e memória da comunidade negra, desde o 13 de maio”, diz.
No último dia 13 de maio, Camargo usou o site oficial e as redes sociais da Fundação Palmares para lançar uma campanha revisionista com a finalidade de desqualificar Zumbi dos Palmares, figura que dá nome à instituição, criada justamente para promover e preservar valores históricos e culturais da influência negra no país. Na ocasião, os parlamentares acionaram a Justiça, alegando abuso de poder e desvio de finalidade.
Dilma venceu a eleição em Pernambuco com 3.435.453 votos, ou 70,20% . Aécio Neves alcançou 1.458.168 votos, ou 29,8%. Votos brancos somaram 101.938 (1,95%), nulos 225.645 (4,32%). A abstenção em Pernambuco foi de 17,73%.
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