Afogados da Ingazeira: iniciada recuperação de estradas na zona rural
Por André Luis
A Secretaria de agricultura de Afogados da Ingazeira vem intensificando o trabalho de recuperação de estradas na zona rural do município, sobretudo as que fazem a interligação de duas ou mais comunidades.
Nos últimos dias, as máquinas da Prefeitura concluíram os serviços de recuperação nos trechos mais críticos das estradas que ligam as comunidades de Pau Ferro a Dois Riachos, Vaca Morta a Queimadas, além das estradas das comunidades de Covoadas, Corisco, Tamboril e em parte de Nazaré.
“Em Covoadas tínhamos seis famílias que estavam sem poder receber água porque o caminhão-pipa não conseguia trafegar, para se ter uma ideia de como a estrada estava ruim. Nós recuperamos o trecho e agora as famílias podem receber a água fornecida pelo pipa,” informou o Secretário de Agricultura de Afogados, Rivélton Santos.
Segundo o Prefeito Alessandro Palmeira, a recuperação das estradas na zona rural será uma das prioridades de sua gestão, compromisso assumido, inclusive, no seu programa de governo apresentado à sociedade.
“Esse trabalho será permanente, ouvindo e dialogando com as comunidades, e garantindo o direito de ir e vir das pessoas que residem na zona rural,” destacou o Prefeito de Afogados.
Segundo ele, toda a equipe de governo está empenhada na elaboração de um programa integrado de ações voltadas tanto para a zona rural quanto para os bairros de Afogados, envolvendo todas as secretarias do município.
Do Uol A presidente Dilma Rousseff (PT) declarou nesta quarta-feira (2) que não “gosta” da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras), mas não afastou a possibilidade de criar um novo imposto para melhorar a arrecadação do governo. “Não gosto da CPMF, se você [jornalista] quer saber. Acho que a CPMF tem as suas complicações, mas […]
A presidente Dilma Rousseff (PT) declarou nesta quarta-feira (2) que não “gosta” da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras), mas não afastou a possibilidade de criar um novo imposto para melhorar a arrecadação do governo.
“Não gosto da CPMF, se você [jornalista] quer saber. Acho que a CPMF tem as suas complicações, mas não estou afastando a necessidade de fontes, de receitas. Não estou afastando nenhuma fonte de receita”, disse a presidente, que foi enfática ao afirmar: “Não estou afastando nem acrescentando nada”.
A presidenta reconheceu que a economia passa por momentos difíceis por causa da queda de receitas, mas disse que o governo aposta na melhoria da situação por meio de investimentos em infraestrutura, energia e aumento das exportações.
Na semana passada, o governo chegou a cogitar incluir na proposta do Orçamento para 2016 a recriação do chamado “imposto do cheque”, mas recuou diante da pressão de políticos, empresários e até setores do próprio governo contrários à ideia. O tributo foi derrubado no Senado em 2007, ainda no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A presidente informou que o governo vai mandar para o Congresso adendos à proposta de Orçamento para o próximo ano, mas não disse quando isso será feito. “Nós vamos ter de buscar mecanismos para cobrir o deficit e cumprir as nossas metas. Nós iremos mandar quando acharmos que a discussão maturou, que existem condições para fazer isso”, falou.
Na segunda-feira (31), o governo entregou ao Congresso Nacional a proposta de orçamento para 2016. O projeto apresentado ao presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), prevê um rombo de R$ 30,5 bilhões nas contas públicas e estima um crescimento de 0,5% no PIB (Produto Interno Bruto) em 2016.
A decisão de apresentar a proposta com previsão de deficit primário, medida considerada inédita, foi criticada pela oposição, que acusou o governo de tentar responsabilizar o Congresso por eventuais medidas impopulares.
Dilma negou que o governo federal queira “transferir responsabilidade”. “O governo vai de fato mandar [adendos] e é responsabilidade dele. Não queremos transferir essa responsabilidade. Queremos construir juntos, queremos cumprir a meta que estipulamos, de reduzir esse deficit que está ocorrendo. Estamos evidenciando que tem esse deficit; estamos sendo transparentes”, disse.
A presidente recebeu em Brasília, na manhã de hoje, os vencedores brasileiros do WorldSkills 2015, evento considerado a “olimpíada do conhecimento” da educação profissional, realizado em São Paulo no mês passado.
“Levy não está desgastado”
Dilma também saiu em defesa do ministro da Fazenda, Joaquim Levy. “Tem fatos que não são verdadeiros. O Levy não está desgastado. Ele participou de todas as etapas [da elaboração] desse Orçamento. Ele tem o respeito de todos nós. […] Somos um governo que debate”, declarou. Questionada se ele estaria isolado, Dilma afirmou: “Ele também não está isolado. Isolado de quem? De mim ele não está”.
A presidente criticou os rumores sobre o suposto isolamento do ministro. “Não contribui para o país esse tipo de fala que Levy está desgastado. Acho que isso é um desserviço nesse processo”.
Mourão declarou em palestra que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios” Do UOL Crítico de Michel Temer e partidário da intervenção militar como remédio contra o “caos” ou a impunidade de corruptos, o general Antonio Hamilton Mourão vai pendurar a farda. Ele passaria para a reserva apenas no final de março […]
Mourão declarou em palestra que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios”
Do UOL
Crítico de Michel Temer e partidário da intervenção militar como remédio contra o “caos” ou a impunidade de corruptos, o general Antonio Hamilton Mourão vai pendurar a farda. Ele passaria para a reserva apenas no final de março de 2018. Mas avisou ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que decidiu adiantar o relógio. Formalizará o pedido de desligamento nos próximos dias. A informação foi repassada ao ministro Raul Jungmann (Defesa), que avisou ao presidente da República. Auxiliares de Temer suspeitam que o general tenha pretensões políticas.
Mourão tomou o rumo da saída de emergência após ser comunicado por Villas Bôas sobre seu desligamento do posto de secretário de Economia e Finanças do Exército. Foi uma resposta à palestra ministrada pelo general na quinta-feira. Nela, Mourão declarou que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios” (assista no vídeo acima). Também afirmou, pela segunda vez em menos de três meses, que a hipótese de intervenção militar não é carta fora do baralho (assista no rodapé).
O novo surto de loquacidade provocou o deslocamento de Mourão para a função de adido da Secretaria-Geral do Exército. Trata-se de uma espécie de geladeira administrativa. E o general preferiu dar no pé a enfrentar uma rotina glacial até março. Na palestra de quinta-feira, feita no Clube do Exército, em Brasília, a convite do grupo Terrorismo Nunca Mais, a plateia dirigiu apelos para que o orador participasse das eleições de 2018. E Mourão: ”Eu apenas digo uma coisa: não há portas fechadas na minha vida.”
De resto, corre entre seus colegas de farda a informação de que Mourão disputará no ano que vem a presidência do Clube Militar. Em trajes civis, o general afasta-se da cadeia hierárquica que o obriga a bater continência para Temer. E sua língua ganha o direito de se expressar livremente, sem o inconveniente do risco de punição. Apeado da Secretaria de Economia e Finanças do Exército, Mourão não se deu por achado. “É uma movimentação normal dentro do Exército”, declarou em entrevista. Não é bem assim.
Em viagem ao Oriente Médio, o ministro da Defesa soube que Mourão havia reiterado suas críticas e repisado a tecla da intervenção militar. Pelo telefone, Raul Jungmann acertou com o general Villas Bôas o congelamento do general. O comandate do Exército comunicou aos generais que integram o Alto Comando da Força sobre o envio de Mourão à geladeira. Em seguida, conversou com o próprio Mourão.
Neste sábado, já de volta a Brasília, Jungmann foi ao Palácio do Jaburu, a residência oficial de Temer. Comunicou ao presidente sobre as providências que acertara com o comandante Villas Bôas. Temer avalizou as decisões. Foi a segunda punição anotada na ficha de Mourão. Em 2015, ainda sob Dilma Rousseff, críticas do general ao governo já haviam lhe custado o posto de comandante Militar do Sul.
Mourão migrou de uma vitrine sediada em Porto Alegre para Secretaria de Economia e Finanças do Exército. Agora, despejado também desse posto, Mourão foi enviado para os fundões da burocracia do Exército. Daí a decisão de antecipar o pijama. O novo traje pode liberar de vez a língua do general.
Morreu aos 83 anos na manhã deste dia 27, quinta-feira, o ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner. Uma das figuras mais importantes na história política do Paraná, ele estava internado desde o último domingo (23) no Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba, aos cuidados de médicos nefrologistas. Segundo a prefeitura de Curitiba, seu […]
Morreu aos 83 anos na manhã deste dia 27, quinta-feira, o ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner.
Uma das figuras mais importantes na história política do Paraná, ele estava internado desde o último domingo (23) no Hospital Evangélico Mackenzie, em Curitiba, aos cuidados de médicos nefrologistas. Segundo a prefeitura de Curitiba, seu corpo será sepultado no cemitério Israelita de Santa Cândida, em Curitiba, às 15 horas.
O falecimento foi confirmado em nota pelo Hospital Universitário Evangélico Mackenzie: “É com imenso pesar que o Hospital Universitário Evangélico Mackenzie informa que às 5h10 desta quinta-feira, 27 de maio, o ex-governador Jaime Lerner veio a óbito em decorrência de complicações de doença renal crônica. Lamentamos a perda e desejamos conforto aos familiares, em nome do Senhor”.
Arquiteto e urbanista por formação, Lerner foi prefeito da capital em três gestões (1971-1974; 1979-1983 e 1989-1993) e governador do Paraná em duas (1995-1998, reeleito para o quadriênio 1999-2002).
Suas gestões na capital foram marcadas por obras que redefiniram a paisagem urbana e transformaram Curitiba em bom exemplo para o mundo. Inaugurou parques, calçou o trecho central da Rua XV e implementou o sistema de transporte por BRT. No comando do estado, Jaime Lerner teve papel fundamental na industrialização, com a atração de multinacionais automobilísticas, e na melhoria da infraestrutura do Paraná, com a concessão das rodovias.
Além disso, foi importante referência política, formando uma geração de políticos lernistas e elegendo sucessores na esteira de sua influência — entre eles Cassio Taniguchi (ex-prefeito de Curitiba, hoje no DEM) e Rafael Greca (atual prefeito, também no DEM) .
Jaime Lerner largou a carreira política ao fim do segundo mandato de governador, em 2002. Desde então, dedicou-se exclusivamente à arquitetura, área na qual foi premiado diversas vezes ao redor do mundo. O urbanista seguiu trabalhando até o fim da vida, com interrupções apenas para tratamentos de saúde — Lerner chegou a contrair Covid em março deste ano e, no fim de 2020, fez uma cirurgia de apêndice.
Nesta segunda-feira (21), o vereador eleito de Afogados da Ingazeira, Mário Martins, compartilhou detalhes do acidente que sofreu e atualizou seu estado de saúde durante uma entrevista concedida ao repórter Marcony Pereira. A conversa foi reproduzida na manhã desta terça-feira (22), durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú. O vereador estava retornando a uma […]
Nesta segunda-feira (21), o vereador eleito de Afogados da Ingazeira, Mário Martins, compartilhou detalhes do acidente que sofreu e atualizou seu estado de saúde durante uma entrevista concedida ao repórter Marcony Pereira. A conversa foi reproduzida na manhã desta terça-feira (22), durante o programa Manhã Total da Rádio Pajeú.
O vereador estava retornando a uma comunidade rural, onde iria agradecer os votos recebidos nas eleições, quando sofreu um grave acidente de moto. Mário relatou que o incidente ocorreu devido à falta de sinalização em uma obra improvisada na estrada. “Foi feita uma intervenção para a água chegar a um barreiro, parecia um desvio ou quebra-molas, e, como não tinha sinalização, acabei capotando com o peso da moto e o meu”, explicou. O acidente resultou em dez costelas fraturadas, além de fraturas na clavícula e no joelho direito, que já apresenta uma deficiência.
Apesar da gravidade do acidente, Mário expressou gratidão pela nova oportunidade de vida. “Minha maior vitória não foi nas urnas, mas essa nova chance de viver. A gente aprende a valorizar mais a família, os amigos e as coisas boas da vida”, disse.
Mário também aproveitou a oportunidade para alertar a população sobre a importância da sinalização adequada em obras nas estradas. “Quero pedir às pessoas que tenham cuidado e aos proprietários que não façam intervenções sem a devida sinalização. Isso pode evitar tragédias como a que eu passei”, ressaltou.
Atualmente, o vereador está internado no Hospital Regional Emília Câmara, em Afogados da Ingazeira, após passar alguns dias no Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, onde recebeu atendimento para complicações decorrentes do acidente, como um derrame pleural. “Foi colocado um dreno no pulmão, e aos poucos fui melhorando. Estou me recuperando bem, graças a Deus”, relatou.
Durante a entrevista, Mário agradeceu aos profissionais de saúde dos dois hospitais e aos amigos e familiares que o apoiaram. Ele também fez um apelo por melhorias no acesso à internet para os pacientes do Hospital Eduardo Campos, mencionando as dificuldades enfrentadas por ele e sua família durante o internamento. “Uma sugestão seria disponibilizar wi-fi para os pacientes se comunicarem com seus familiares e organizarem a troca de acompanhantes”, sugeriu.
Quanto à sua recuperação, o vereador informou que poderá receber alta entre hoje e amanhã, segundo previsão médica. “Depois, marcarei as cirurgias necessárias no joelho e na clavícula. A recuperação das costelas é mais lenta e não precisa de cirurgia”, explicou Mário.
Por fim, Mário agradeceu à Rádio Pajeú pelo apoio e à população que o elegeu. “A rádio me ajudou muito na minha projeção política, e sou grato a todas as oportunidades. Será um prazer voltar aos estúdios para conversar com a população e colocar nossas ideias em prática”, concluiu.
Diário de Pernambuco A onda de rejeição a políticos e autoridades públicas já não se limita ao governo e ao Congresso, e chegou com força ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. Pesquisa Ipsos mostra que, entre julho e agosto, houve aumento significativo da desaprovação a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Até o juiz […]
A onda de rejeição a políticos e autoridades públicas já não se limita ao governo e ao Congresso, e chegou com força ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. Pesquisa Ipsos mostra que, entre julho e agosto, houve aumento significativo da desaprovação a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Até o juiz Sérgio Moro enfrenta desgaste: apesar de seu desempenho ainda ser majoritariamente aprovado pela população, sua taxa de rejeição está no nível mais alto em dois anos.
A pesquisa avaliou a opinião dos brasileiros sobre 26 autoridades de distintas esferas de poder, além de uma celebridade televisiva, o apresentador de TV Luciano Huck. Quase todos estão no vermelho, ou seja, são mais desaprovados do que aprovados. As exceções são Huck, Moro e o ex-presidente do Supremo Joaquim Barbosa. Os dois últimos são responsáveis pelos julgamentos dos dois maiores escândalos de corrupção do País: mensalão e Operação Lava Jato.
Para Danilo Cersosimo, um dos responsáveis pela pesquisa, o aumento do descontentamento com o Judiciário pode estar relacionado “à percepção de que a Lava Jato não trará os resultados esperados pelos brasileiros”. Outros levantamentos do Ipsos mostram que o apoio à operação continua alto, mas vem caindo a expectativa de que a força-tarefa responsável por apurar desvios e corrupção na Petrobrás provoque efeitos concretos e mude o País. “Há uma percepção de que a sangria foi estancada, de que a Lava Jato foi enfraquecida”, disse Cersosimo.
Na lista de avaliados pelo Ipsos estão três dos 11 atuais integrantes do Supremo: Cármen Lúcia, a presidente; Edson Fachin relator dos casos relacionados à Lava Jato; e Gilmar Mendes, principal interlocutor do presidente Michel Temer no Tribunal. Os três enfrentam deterioração da imagem.
Além de Moro e Fachin, há na lista outros dois nomes relacionados à Lava Jato: o do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o do procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da operação em Curitiba. Eles também sofrem desgastes.
Líder
No STF, a pior situação é a de Gilmar: no último mês, sua taxa de desaprovação subiu de 58% para 67%. Desde abril, o aumento foi ainda maior: 24 pontos porcentuais.
O descontentamento com Gilmar cresceu ao mesmo tempo em que ele ficou mais conhecido: até maio, mais da metade da população (53%) não sabia dele o suficiente para opinar. Agora, esse índice caiu para 30%. Já a taxa de aprovação se manteve praticamente estável, oscilando em torno de 3%. A avaliação crítica é maior nas faixas mais escolarizadas: chega a 80% entre os brasileiros com curso superior, e é de 50% entre os sem instrução.
Nos últimos meses, Gilmar, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), se notabilizou por constantes e duras críticas ao que classifica como abusos na atuação do Ministério Público Federal em grandes investigações no País, incluindo a Lava Jato. O ministro protagonizou embates com o procurador-geral da República e chegou a chamar Janot de “desqualificado”.
Na pesquisa Ipsos, o chefe do Ministério Público Federal – que vai deixar o cargo em breve – teve seu desempenho reprovado por 52% dos entrevistados. A avaliação favorável ficou em 22%.
Evolução
Cármen Lúcia teve aumento de 11 pontos porcentuais em sua taxa de desaprovação entre julho e agosto, de 36% para 47%. Já sua aprovação está em 31% – queda de cinco pontos porcentuais em um mês e de 20 pontos desde janeiro. A avaliação favorável de Fachin caiu, em um mês, de 45% para 38%, enquanto a desfavorável subiu de 41% para 51%.
Conhecido por sua atuação no julgamento de acusados no escândalo da Lava Jato, Moro, titular da 13.ª Vara Federal de Curitiba, tem seu desempenho aprovado por mais da metade da população (55%). Sua taxa de desaprovação, porém, subiu nove pontos porcentuais no último mês, de 28% para 37% – o ponto mais alto na série histórica do Ipsos, que teve início em agosto de 2015
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