Afogados da Ingazeira é tema de palestra em Congresso Internacional
Por André Luis
Nesta sexta-feira (17), Portugal pode conhecer as principais ações de gestão do município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, entre os anos de 2013-2020.
As pesquisadoras Mariah Silva e Helena de Oliveira Rosa apresentaram as políticas públicas elaboradas pelo município no Congresso Luso-Afro-Brasileiro, em Coimbra/POR (CONLAB 2021).
As pesquisadoras estudaram as práticas de todas as secretarias do município, que foram levantadas in loco, quando visitaram Afogados da Ingazeira no ano de 2019.
Foram apresentadas as obras de reúso da água do Estádio Municipal Valdemar Viana de Araújo, o Vianão; a instalação de 270 biodigestores; a compra da área da Serra do Giz, com recursos próprios, e criação da Unidade de Conservação; instalação de Laboratório Fitoterápico Municipal, dentre outras.
O trabalho elaborado por Mariah e Helena concluiu que “políticas públicas ambientais da gestão 2013/2019 do município de Afogados da Ingazeira refletem os parâmetros estabelecidos pelo Estatuto da Cidade no que tange à sustentabilidade ambiental, a partir de um ciclo de políticas públicas que envolveu o respeito às necessidades da localidade para viabilizar o desenvolvimento econômico.”
O presidente da Amupe, José Patriota, gestor do município durante o período estudado, comemorou o reconhecimento.
“Estes avanços são reflexos da luta do povo de Afogados da Ingazeira, de estar junto da gestão, fiscalizando e sugerindo pautas que levam à melhoria de vida dos afogadenses. Cada avanço obtido ao longo das duas gestões são motivos de orgulho, de dar um futuro melhor para nossa cidade”, disse Patriota.
Natural de Carnaíba, do distrito de Ibitiranga (PE), Tomé Neto será empossado nesta segunda-feira (18) o novo superintendente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) no estado de Alagoas. Com uma trajetória sólida dentro da instituição, ele construiu sua carreira marcada pela expansão do crédito responsável e pela aproximação do banco com a população. Tomé […]
Natural de Carnaíba, do distrito de Ibitiranga (PE), Tomé Neto será empossado nesta segunda-feira (18) o novo superintendente do Banco do Nordeste do Brasil (BNB) no estado de Alagoas.
Com uma trajetória sólida dentro da instituição, ele construiu sua carreira marcada pela expansão do crédito responsável e pela aproximação do banco com a população.
Tomé iniciou sua jornada no BNB entre 2005 e 2007, na agência de Sousa (PB), atuando como gerente de negócios. Em seguida, entre 2007 e 2009, assumiu a função de gerente executivo estadual, sendo responsável pelo Agroamigo, o programa de microcrédito voltado ao fortalecimento da agricultura familiar, e por toda a área rural no estado.
De 2009 a 2014, esteve à frente da gerência geral da agência de Sertânia (PE). Na sequência, liderou importantes unidades do banco em diferentes regiões: Garanhuns (2014–2017), Petrolina (2017–2020) e Recife Centro – Corporate (2020–2022). Mais recentemente, entre 2022 e 2026, exerceu a função de gerente geral da agência Recife Agamenon Magalhães, uma das principais da capital pernambucana.
Ao longo de sua carreira, Tomé Neto se destacou por uma atuação pautada na responsabilidade na concessão de crédito e na busca constante por desburocratizar processos, facilitando o acesso da população aos serviços financeiros. Sua gestão é reconhecida por aproximar o banco dos clientes, especialmente aqueles que mais necessitam de apoio para desenvolver suas atividades produtivas.
Agora, à frente da superintendência em Alagoas, Tomé assume o desafio de ampliar ainda mais a presença do Banco do Nordeste no estado, fortalecendo iniciativas de desenvolvimento regional e inclusão financeira.
O ministro André Mendonça, relator da Operação Sem Desconto no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido da Polícia Federal (PF) pela prisão preventiva da deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE). Em substituição à prisão, Mendonça impôs o uso de tornozeleira eletrônica pela parlamentar, além de outras medidas comuns nesses casos, como a proibição de se comunicar […]
O ministro André Mendonça, relator da Operação Sem Desconto no Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedido da Polícia Federal (PF) pela prisão preventiva da deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE).
Em substituição à prisão, Mendonça impôs o uso de tornozeleira eletrônica pela parlamentar, além de outras medidas comuns nesses casos, como a proibição de se comunicar com outros investigados ou de se ausentar do país.
As investigações apontam a parlamentar como beneficiária de “vultosas quantias” desviadas de descontos associativos fraudulentos sobre aposentadorias do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
“A Polícia Federal também demonstra que referida deputada federal recebeu valores expressivos em sua conta bancária assim como realizou transferências vinculadas ao esquema”, acrescentou o ministro.
Mesmo assim, Mendonça justificou seu entendimento ao afirmar ser necessário respeitar a imunidade parlamentar prevista na Constituição. “Tenho adotado postura cautelosa em relação a pedidos de decretação de prisão de parlamentares.”
As medidas alternativas à prisão foram determinadas “a despeito da presença de inúmeros indícios de que a deputada federal Maria Gorete Pereira praticou variados crimes contra aposentados e pensionistas do INSS”, escreveu o ministro.
Prisões
O ministro determinou, por outro lado, a prisão preventiva de Cecília Rodrigues Mota. “[Ela] tinha atuação central na operacionalização das filiações fraudulentas, dos descontos indevidos e na ocultação patrimonial”, escreveu o ministro.
Também foi preso Natjo de Lima Pinheiro. Segundo Mendonça, ele é dos líderes da organização, responsável pela coordenação financeira, pela divisão de valores e pela definição de estratégias de continuidade do esquema.
Como exemplo de possível crime praticado pela deputada Maria Gorete, Mendonça cita que o nome dela aparece expressamente em tabela de pagamento de propina enviada por Natjo a Cecília. Ao lado do nome da parlamentar aparece a quantia de R$ 780.433,50.
Defesa
Em nota, a deputada negou qualquer ilícito e disse que as informações divulgadas “não refletem a realidade dos fatos”. A parlamentar afirmou ter se pautado sempre pela integridade em seus 40 anos de trajetória pública.
“Confiante no devido processo legal, a deputada reafirma seu compromisso com a legalidade e a transparência”, completa o texto.
A Agência Brasil busca contato com a defesa dos demais citados.
Propina a servidores
Documentos da PF mostram ainda que Gorete Pereira controlava diretamente as entidades associativas e mantinha contato constante com servidores do INSS, incluindo o também investigado Alessandro Stefanutto, ex-presidente da instituição.
Em outro trecho da decisão desta terça, Mendonça frisa que a PF identificou, a partir da análise de extratos bancários, que Stefanutto teria recebido até R$ 4 milhões de Cecília Rodrigues Mota.
A Operação Sem Desconto apura o desconto fraudulento feito em aposentadorias e benefícios do INSS entre os anos de 2019 e 2024 e que resultou em valores superiores a R$ 6 bilhões. O esquema consistia na aprovação de autorizações forjadas para os descontos. As informações são da Agência Brasil.
Foto: Justin Talis/AFP Farmacêutica diz a parlamentares que, na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não aceitaram as cláusulas de seu contrato A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina ao país. Na reunião estavam […]
Farmacêutica diz a parlamentares que, na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não aceitaram as cláusulas de seu contrato
A Pfizer afirmou a senadores brasileiros nesta segunda-feira (22) que não aceita as exigências feitas pelo governo brasileiro até agora para vender sua vacina ao país. Na reunião estavam presentes o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A reportagem é de Mônica Bergamo/Folha de São Paulo.
A farmacêutica e o Ministério da Saúde chegaram a um impasse em torno das cláusulas dos contratos para a comercialização do imunizante: a Pfizer quer que o governo brasileiro se responsabilize por eventuais demandas judiciais decorrentes de efeitos adversos da vacina, desde que a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) tenha concedido o registro ou autorizado o uso emergencial e temporário.
A farmacêutica norte-americana pretende também que qualquer litígio com o governo brasileiro seja resolvido em uma Câmara Arbitral de Nova York. E pede que o governo renuncie à soberania de seus ativos no exterior como garantia de pagamento, bem como constitua um fundo garantidor com valores depositados em uma conta no exterior.
O presidente Jair Bolsonaro atacou as condições e as negociações com a multinacional empacaram. “Vamos supor que [num contrato sobre fornecimento de vacina] está escrito o seguinte: ‘[as empresas] nos desobrigamos de qualquer ressarcimento ou responsabilidade com possíveis efeitos colaterais imediatos e futuros’. E daí, vocês vão tomar essa vacina?”, disse o presidente há alguns meses a simpatizantes. O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, já classificou as cláusulas de “leoninas”.
A reunião com os parlamentares foi realizada para que eles tentem ajudar a contornar o problema, por meio do diálogo com o governo e também de iniciativas legislativas.
Segundo a Pfizer disse aos senadores, as cláusulas que ela apresenta não são exclusivas da empresa, mas de várias farmacêuticas. Seguem um padrão internacional e estão em vigor em contratos ao redor do mundo.
Na América Latina, apenas o Brasil, a Venezuela e a Argentina não teriam aceitado as regras.
O Chile, por exemplo, assinou contrato e recebeu, em dezembro, milhares de doses da Pfizer, que já estão sendo aplicadas em sua população.
No mundo, 69 países já compraram a vacina da farmacêutica norte-americana, desenvolvida em parceria com a alemã BioNTech.
Ela é uma das mais eficazes —é uma das onze mais avançadas na corrida por vacina contra a Covid-19. Em novembro, a empresa anunciou que o imunizante apresentou mais de 90% de eficácia na análise preliminar dos testes de fase 3.
Além disso, dois estudos divulgados neste mês indicaram que a vacina já tem eficácia após a aplicação da primeira dose e pode ser mantida em geladeiras (2 a 8 graus) por até cinco dias, ou ainda em congeladores (-25 a -15 graus) por duas semanas.
Do encontro virtual participaram também diretores da Johnson & Johnson, que pretende vender a sua vacina, a Janssen, ao Brasil.
O senador Randolfe Rodrigues já apresentou uma emenda à medida provisória (MP 1026/2021) que regulamenta a importação de vacinas prevendo que o governo brasileiro assuma a responsabilidade pelas demandas judiciais.
A União também poderia contratar um seguro privado para a cobertura de riscos. Um projeto de lei detalhando a entrada de vacinas no país deve ser apresentado nos próximos dias.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por sua vez, vai se reunir ainda nesta segunda (22) com o ministro Pazuello para conversar sobre as negociações entre o governo Bolsonaro e as farmacêuticas.
No domingo (21), o Ministério da Saúde informou que pediu orientação ao Palácio do Planalto sobre como proceder para solucionar o impasse, já que as negociações estariam empacadas “por falta de flexibilidade das empresas”.
O Diretório Estadual do PT de Pernambuco realiza neste sábado (14), das 14h às 17h, o Encontro Regional do Agreste Central, na sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape), em Caruaru. O evento deve reunir lideranças e parlamentares de mais de 20 municípios da região. A atividade será coordenada pelo […]
O Diretório Estadual do PT de Pernambuco realiza neste sábado (14), das 14h às 17h, o Encontro Regional do Agreste Central, na sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Pernambuco (Fetape), em Caruaru.
O evento deve reunir lideranças e parlamentares de mais de 20 municípios da região.
A atividade será coordenada pelo presidente estadual do partido, o deputado federal Carlos Veras, pelo secretário de Organização, Oscar Barreto, e pela secretária-geral, Angela Cristina.
A programação inclui análise de conjuntura apresentada pelo senador Humberto Costa e pela senadora Teresa Leitão, além de escuta dos diretórios municipais sobre a estratégia eleitoral do partido, com foco nas reeleições do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do senador Humberto Costa e das bancadas federal e estadual.
Folha de S. Paulo – Por Mônica Bergamo Jair Bolsonaro deve ficar por duas horas na mesa de operação no domingo (8). A expectativa é do médico Antonio Luiz Macedo, responsável pela cirurgia que irá retirar uma hérnia que surgiu no abdômen do presidente após três operações anteriores a que foi submetido. A cirurgia será […]
Jair Bolsonaro deve ficar por duas horas na mesa de operação no domingo (8). A expectativa é do médico Antonio Luiz Macedo, responsável pela cirurgia que irá retirar uma hérnia que surgiu no abdômen do presidente após três operações anteriores a que foi submetido.
A cirurgia será do tipo aberta sem o uso de robótica. “O abdômen [do presidente] já foi aberto e fechado três vezes. Na última vez, podemos ver que o intestino fica fortemente colado em toda cavidade. Então qualquer outro método não invasivo como laparoscopia seria arriscado”, diz Macedo.
Após a operação, a expectativa é que Bolsonaro passe as primeiras 24h com uma dieta líquida e mais 48h apenas com alimentos pastosos e cremosos. O presidente também deve ficar 72h sem falar ao telefone. Nesses dias, vai receber visitas apenas de pessoas muito próximas.
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