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Afogados da Ingazeira e seus 114 anos

Por Nill Júnior

O querido e saudoso Anchieta Santos resgatou em 2019 o texto da Coluna do Domingão do 30 de junho daquele ano, véspera dos 110 anos de Afogados da Ingazeira.

O texto chama a atenção por suas coisas: primeiro por sua característica temporal e depois, por ter sido levado ao ar no dia seguinte, aquele primeiro de julho de 2019, na voz de um dos homenageados do dia, o radialista Anchieta Santos, em seu programa Rádio Vivo.

Quando Anchieta aproveitava um de meus textos, sabia que estava aprovado. Era uma espécie de selo de qualidade. Aqui, o texto que mantém sua característica atemporal e, abaixo, o áudio do vozeirão da Pajeú fazendo referência ao que diferencia a cidade das demais:

O município de Afogados da Ingazeira comemora emancipação política. Se já é muito diferente de quando Manuel Francisco da Silva instalou a primeira fazenda, pelos idos de 1870, época em que a edificação de casas cresceu, imagine nos últimos 30 anos. Porque é certo dizer que a cidade deu um salto nas últimas três décadas.

Em parte pela evolução dos tempos, em parte pelos gestores, empreendedores e sua gente. Todos se encantam com a Princesa do Pajeú. Impossível não ter quem não se envolva emocionalmente com a grandiosidade da Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, única em beleza, com sua Praça Arruda Câmara, o sistema viário de contorno, a nova Rio Branco requalificada, a Barragem de Brotas, suas belezas naturais, a Rádio Pajeú e o Museu do Rádio, o Cine São José, mas principalmente com sua gente. No Pajeú, todos somos acolhedores. Em Afogados, não é diferente.

Daqui, nomes importantes ganharam destaque: Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, um dos nomes mais importantes da história da Igreja, aqui radicado, Diógenes Arruda Câmara, Monsenhor Arruda, Yane Marques, Maria Dapaz, Waldecyr Menezes, Antonio Silvino, Padre Carlos Cottart. São apenas alguns exemplos que explicam o protagonismo da Terra de Sol e Encantos Mil.

Outra marca, mais contemporânea, dos gestores que se revezam na cidade. Numa característica rara, todos deixaram legado e importante contribuição. No recorte do tempo das últimas três décadas, Orisvaldo Inácio, Giza Simões, Totonho Valadares e José Patriota cumpriram cada um com sua característica sua missão. No passado, ciclos como de Antonio Mariano, João Alves Filho e Zezé Rodrigues merecem registro.

Claro, há gargalos importantes que precisam ser enfrentados de olho nas próximas gerações. Mobilidade, trânsito, urbanismo, planejamento, mais cursos superiores, atração de mais empresas para geração de emprego e renda. Desafio de quem está e para quem vem que não podem ser esquecidos e sim enfrentados.

Terra marcada pela formação política diferenciada em muito pelo trabalho realizado pela Igreja através de Dom Francisco com um instrumento como a Rádio Pajeú, uma das emissoras mais importantes do Nordeste do Brasil, pelo papel social que cumpre. Não é a toa que tantos nomes importantes da política nacional valorizam a consciência crítica da cidade. Viva Afogados, sua história e sua gente! Do progresso, a chama acesa!

Ouça com Anchieta Santos e o Hino de Afogados cantado por Maciel Melo:

Outras Notícias

Polícia prende foragido desde 2016 por estupro em Afogados

Após anos de procura, a polícia confirma que conseguiu localizar e prender Dé Relogoeiro. Tal prisão era tratada como honra pela Polícia Civil e Militar de Afogados da Ingazeira, segundo as próprias corporações. A prisão aconteceu em Murici, Alagoas, na manhã de hoje. Policiais civis lotados na DP de Afogados com apoio do Malhas da […]

Dé preso em Murici. Foto: Polícias civil e militar

Após anos de procura, a polícia confirma que conseguiu localizar e prender Dé Relogoeiro. Tal prisão era tratada como honra pela Polícia Civil e Militar de Afogados da Ingazeira, segundo as próprias corporações.

A prisão aconteceu em Murici, Alagoas, na manhã de hoje. Policiais civis lotados na DP de Afogados com apoio do Malhas da Lei 23 BPM, coordenados pelo Delegado Ubiratan Rocha, deram cumprimento ao Mandado de Prisão.

Há uma semana essa prisão vem sendo orquestrada. Os policiais monitoraram o alvo entre as cidades de União dos Palmares e Murici. Dé vendia relógios na feira pública de Murici.

Após os procedimentos  de praxe o mesmo está sendo recolhido à cadeia Pública de Afogados da Ingazeira, devendo chegar por volta do meio dia.

Ele era procurado desde maio de 2016. Na noite da terça (17), daquele mês, a PM foi informada de um possível estupro de vulnerável no bairro Padre Pedro Pereira.

A vítima, uma criança de apenas 07 anos, que teria saído para brincar na casa de José Pedro Pereira, o Dé Relojoeiro,  casado com uma tia da criança.

Depois de algum tempo a criança voltou para casa. A mãe da criança perguntou a ela o que teria ocorrido e na frente do acusado ela apontou para ele como sendo responsável pela agressão, que na hora evadiu-se do local.

O estupro foi confirmado pelos exames. Desde então Dé era foragido.

Fundo federal cresceu 43% e destinou R$ 16 bilhões para investimentos no Nordeste em 2017

Valor contratado é recorde. Outros R$ 23,8 bilhões estão garantidos para atividades produtivas até o final deste ano O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) garantiu em 2017 um aporte de R$ 16 bilhões para investimentos em atividades produtivas que estão aquecendo a economia e gerando emprego e renda na região. O resultado – […]

Valor contratado é recorde. Outros R$ 23,8 bilhões estão garantidos para atividades produtivas até o final deste ano

O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) garantiu em 2017 um aporte de R$ 16 bilhões para investimentos em atividades produtivas que estão aquecendo a economia e gerando emprego e renda na região. O resultado – um recorde na história do FNE – foi 43% maior em relação a 2016, quando foram aplicados R$ 11,2 bilhões. Os dados ainda são preliminares e não contabilizam a última semana de dezembro. A iniciativa, sob o comando do Ministério da Integração Nacional, atende desde o pequeno agricultor familiar a grandes empresas, até mesmo na área de infraestrutura. São linhas de financiamento para setores diversos, sempre com condições bastante diferenciadas em relação ao mercado, inclusive taxas de juros ainda mais baixas a partir deste mês de janeiro. Mais R$ 23,8 bilhões estão disponíveis para investimentos em 2018.

O maior volume de recursos contratados em 2017 atendeu o setor empresarial – quase R$ 10 bilhões em mais de 38 mil operações. O dado se justifica, dentre outros fatores, por medidas tomadas nos últimos anos para facilitar o acesso ao crédito. Também foi reservado a projetos de infraestrutura aproximadamente 44% da disponibilidade financeira do FNE, o que resultou na atração de mais investidores a partir das condições para financiamentos. Isso está garantindo, por exemplo, a implantação de usinas de energia eólica e solar em diversos estados. Leia mais.

Já o segmento rural, que conta com as taxas de juros mais baixas praticadas no País, movimentou R$ 6,1 bilhões do FNE em mais de 540 mil contratações em 2017. Destes, R$ 1,7 bilhão foi aplicado em 120 mil operações de crédito na Bahia, estado que liderou os investimentos do Fundo no agronegócio. Os recursos estão disponíveis para financiamentos de todos os portes – da agricultura familiar aos grandes projetos com maior capacidade de gerar emprego e renda.

Mais vantagens

Além das taxas de juros reduzidas, outras medidas deverão estimular ainda mais as contratações no Nordeste, como a ampliação em 50% do limite de financiamento para microempreendedores individuais, passando de R$ 20 mil para R$ 30 mil. A partir deste mês, o FNE também passa a apoiar projetos que promovam infraestrutura física e de serviços para o desenvolvimento de coworking – modelo de trabalho cada vez mais crescente que se baseia no compartilhamento de espaço e recursos de escritório.

De forma inédita, o FNE ainda vai destinar mais de R$ 700 milhões ao financiamento estudantil em 2018. Leia mais.

Como acessar

Os interessados devem procurar o Banco do Nordeste, operador do crédito na região. Os financiamentos do FNE, embora atendam também a grandes projetos, priorizam empreendedores de médio e pequeno porte. Possibilitam empréstimos para abertura do próprio negócio, investimentos para expansão das atividades, aquisição de estoque e até para custeio de gastos gerais relacionados à administração – aluguel, folha de pagamento, despesas com água, energia e telefone. Obter o recurso é simples e as condições são facilitadas, até mesmo com prazos de carência mais amplos.

Administrados pelo Ministério da Integração, os fundos constitucionais atendem também as regiões Norte (FNO) e Centro-Oeste (FCO). Os recursos disponíveis a cada ano correspondem a 3% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Do total, são destinados 1,8% ao FNE, 0,6% ao FNO e mais 0,6% ao FCO. Além disso, o orçamento também é composto do retorno das aplicações de cada Fundo, do resultado da remuneração dos valores momentaneamente não utilizados e da disponibilidade de exercícios anteriores.

Defesa de Lula recorre ao STF para reverter prisão de ex-presidente

Em mais uma tentativa de garantir a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a defesa pediu que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsidere a decisão tomada no último sábado, quando manteve a validade do decreto de prisão expedido pelo juiz Sergio Moro. Alternativamente, os advogados de Lula pedem que Fachin leve a decisão […]

Em mais uma tentativa de garantir a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a defesa pediu que o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), reconsidere a decisão tomada no último sábado, quando manteve a validade do decreto de prisão expedido pelo juiz Sergio Moro. Alternativamente, os advogados de Lula pedem que Fachin leve a decisão para análise da Segunda Turma da corte, da qual fazem parte ele e outros quatro ministros.

Hoje, o entendimento do STF é de que é possível executar a pena após condenação em segunda instância, caso de Lula. Mas essa regra pode ser mudada em razão de duas ações que tratam do tema, pendentes de julgamento na corte. Assim, a defesa quer que Lula possa recorrer em liberdade aos tribunais superiores enquanto tais ações não são analisadas.

O ex-presidente foi condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), que tem sede em Porto Alegre e integra a segunda instância, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. No último sábado, ele se entregou à Polícia Federal. Lula está preso em Curitiba.

A defesa destacou que o STF autoriza a execução da pena após a segunda instância, mas não a torna obrigatória. Segundo os advogados, o TRF4 não fundamentou devidamente a ordem de prisão.

No primeiro pedido, apresentado na semana passada e já negado por Fachin, os advogados de Lula queriam que o processo fosse encaminhado ao ministro Marco Aurélio Mello, por ele ser relator da ações declaratórias de constitucionalidade (ADCs) que tratam da prisão em segunda instância e ainda não foram julgadas. Marco Aurélio é, inclusive, contra a execução da pena já na segunda instância. Porém, o processo foi direcionado para sorteio e acabou no gabinete de Fachin.

O ministro escreveu em sua decisão que o fato de ter embargos de declaração a serem julgados não impede que o mandado de prisão seja colocado em prática.

“Assim, a deflagração da execução penal na hipótese em que admissível, em tese, o manejo de novos embargos de declaração, instrumento recursal despido, ordinariamente, de eficácia suspensiva, não contraria o ato apontado pela defesa como paradigma. Nessa ótica, o ato reclamado não traduz violação ao comando impositivo atinente ao decidido pelo Tribunal Pleno nas ADCs 43 e 44, razão pela qual, com fulcro no artigo 21, §1°, RISTF, nego seguimento à reclamação”, decidiu Fachin.

Carnaíba: Prefeitura implanta programa de coleta Seletiva

A Prefeitura de Carnaíba está implantando o Programa de ‘Coleta Seletiva Recicla Carnaíba’, para a separação do lixo seco e do lixo molhado nas residências, órgãos públicos e comércio em geral. O lixo seco é composto pelos papéis, papelões, plásticos, metais e vidros. Esses materiais são recicláveis e reaproveitáveis. Já o lixo molhado são os […]

A Prefeitura de Carnaíba está implantando o Programa de ‘Coleta Seletiva Recicla Carnaíba’, para a separação do lixo seco e do lixo molhado nas residências, órgãos públicos e comércio em geral.

O lixo seco é composto pelos papéis, papelões, plásticos, metais e vidros. Esses materiais são recicláveis e reaproveitáveis.

Já o lixo molhado são os restos de alimentos, verduras, frutas, cascas e de folhas das plantas.

Fazendo a separação, esses materiais do lixo seco podem ser recolhidos pelos catadores de materiais recicláveis. Se na sua rua, ainda não tem o sistema da coleta seletiva você pode colocar nas lixeiras que estão nas praças e avenidas, ou deixar para os garis que recolherem pelo sistema de coleta que passa nas suas casas e nas ruas de Carnaíba.

“Participe, colabore com nossa cidade, faça a sua parte, o benefício é para todos e o meio ambiente agradece”, é o apelo da Prefeitura Municipal.

Câmara de Tabira não tem participação nos erros do governo Sebastião Dias, diz ex-presidente Zé de Bira

No passado discurso recorrente em Tabira era de que a Câmara só atrapalhava o trabalho do Prefeito.  Para fazer o inverso, diz o ex-presidente da Câmara Zé de Bira, buscou o entendimento. Mesmo liderando a maioria eleita no palanque adversário fez durante sua gestão um pacto para ajudar a cidade. Falando a Anchieta Santos na […]

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No passado discurso recorrente em Tabira era de que a Câmara só atrapalhava o trabalho do Prefeito.  Para fazer o inverso, diz o ex-presidente da Câmara Zé de Bira, buscou o entendimento.

Mesmo liderando a maioria eleita no palanque adversário fez durante sua gestão um pacto para ajudar a cidade. Falando a Anchieta Santos na Cidade FM, Zé de Bira disse que Câmara de Tabira não tem participação nos erros do governo Sebastião Dias.

O vereador disse que o legado deixado durante os dois anos de mandato foi pelo entendimento e que os vereadores sempre estiveram disponíveis para votar os projetos do executivo.

Sobre os recursos do repasse, Zé de Bira apresentou os números de R$ 1.398.336,96 no exercício de 2013 e R$ 1.463.900,00 em 2014. O ex-presidente colocou o relatório de receitas e despesas a disposição da população.