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Afogados: ambulância com acessibilidade é entregue ao CER

Por André Luis

A Prefeitura de Afogados entregou à população na manhã da segunda (19), uma ambulância completamente adaptada para transportar cadeirante e/ou pacientes com mobilidade reduzida, atendidos pelo Centro Especialização em Reabilitação física, auditiva e visual.

A entrega aconteceu na própria unidade, e após a cerimônia, a ambulância já começou a atender os pacientes. Segundo o Secretário de Saúde, Artur Amorim, alguns pacientes residentes em comunidades rurais distantes, como a Carapuça, e tinham muita dificuldade de ir para o tratamento. “Temos relatos aqui de famílias que gastavam até quatrocentos reais por mês, com transporte particular, para poder trazer o paciente até aqui. Agora esse sufoco acabou,” destacou Artur.

A ambulância adaptada é um modelo Fiat Ducato, 0km, com lugar para oito pacientes, sendo quatro cadeirantes; e custou 107 mil Reais. 

O Prefeito José Patriota agradeceu ao empenho de toda equipe de saúde e comemorou o início do atendimento da ambulância. 

“Só quem passa por essa dificuldade é que sabe a importância de um veículo desse. Tínhamos mães que precisavam sair do sítio de cinco da manhã para estar aqui na hora da consulta. E pagando caro pelo transporte. Famílias sacrificadas que agora terão um serviço de qualidade, com conforto e acessibilidade, e inteiramente de graça,” avaliou Patriota, que aproveitou a solenidade para convidar a todos os presentes para a inauguração do 25º ponto de apoio na zona rural, às 9h, na comunidade do Santo Antônio ll.

Outras Notícias

STF autoriza abertura de inquérito contra deputado André Janones

Parlamentar será investigado pela suposta prática de “rachadinha” A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito contra o deputado federal André Janones (Avante-MG) para investigar a suposta prática do delito popularmente conhecido como “rachadinha”.  No despacho, Fux destacou que a instauração de […]

Parlamentar será investigado pela suposta prática de “rachadinha”

A pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de inquérito contra o deputado federal André Janones (Avante-MG) para investigar a suposta prática do delito popularmente conhecido como “rachadinha”. 

No despacho, Fux destacou que a instauração de inquérito é um ato formal para que a investigação proposta pela PGR possa tramitar regularmente e não significa formação de juízo quanto à procedência ou improcedência dos indícios de autoria ou materialidade pelo parlamentar.

O pedido da PGR se baseou em um áudio, divulgado na semana passada, em que Janones teria proposto que servidores lotados em seu gabinete repassassem parte dos salários para custear despesas de campanha.

Diligências

O relator também autorizou as diligências pedidas pela PGR, a serem realizadas pela Polícia Federal no prazo de 60 dias. A PF está autorizada a colher os depoimentos de Janones e de seus assessores e ex-assessores para que também apresentem todos os elementos de que disponham sobre os fatos.

Ipespe: Lula fica estável com 44%; Bolsonaro segue com 32%, e Ciro, com 8%

Pesquisa Ipespe contratada pela XP Investimentos divulgada nesta sexta-feira (20), aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente na corrida presidencial, com 44% das intenções de voto na pesquisa estimulada —quando é apresentada a lista de nomes dos pré-candidatos. O presidente Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição, é o segundo, com […]

Pesquisa Ipespe contratada pela XP Investimentos divulgada nesta sexta-feira (20), aponta o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente na corrida presidencial, com 44% das intenções de voto na pesquisa estimulada —quando é apresentada a lista de nomes dos pré-candidatos. O presidente Jair Bolsonaro (PL), que busca a reeleição, é o segundo, com 32%. Os percentuais foram os mesmos registrados na rodada anterior, divulgada na semana passada.

Assim como Lula e Bolsonaro, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) também ficou estável, com 8% das intenções de voto. O ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB) oscilou positivamente de 3% para 4%. O deputado federal André Janones (Avante) registrou os mesmos 2% do levantamento anterior, enquanto a senadora Simone Tebet (MDB) oscilou positivamente de 1% para 2%. Como a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, esses pré-candidatos estão tecnicamente empatados.

O cientista político Felipe d’Avila (Novo), a sindicalista Vera Lucia (PSTU), o ex-deputado José Maria Eymael (DC) ficaram com 0% —os três foram citados, mas, por arredondamento, não chegaram a 1%. O deputado federal Luciano Bivar (União Brasil) estava na lista de nomes, mas não foi citado por nenhum entrevistado.

D’Avila, Vera, Eymael e Bivar empatam tecnicamente com Tebet, Janones e Doria, mas não com Ciro. Brancos e nulos somam 6% e não sabem ou não responderam, 2%.

Para a pesquisa, o instituto entrou em contato por telefone com 1.000 entrevistados, de 16 anos ou mais, entre os dias 16 e 18 de maio. O nível de confiança é de 95,5%. A sondagem foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-08011/2022.

Pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos pré-candidatos, o cenário também foi de estabilidade, com exceção da pontuação registrada por Doria.

Enquanto ex-governador oscilou positivamente de 1% para 2%, Lula se manteve com os 39% da rodada anterior, e Bolsonaro, com os mesmos 29%. Ciro continuou com 3%.

Janones e Tebet ficaram estáveis com 1%, e D’Avila, com 0%. Eymael também ficou com 0%. Nenhum, branco e nulo somaram 9%, e não souberam ou não responderam, 16%.

O Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas) é uma empresa de pesquisas fundada em 1986 e com sede no Recife. O instituto geralmente faz pesquisas eleitorais por telefone. Operadores ligam para eleitores selecionados conforme a distribuição de todo eleitorado brasileiro e os questionam sobre suas preferências eleitorais.

Primeiro ano da morte de Manoel Santos: lançado instituto com seu nome

Nesta terça-feira (19/04), dia em que será celebrado um ano de morte do primeiro agricultor familiar a assumir um assento na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Manoel Santos, será inaugurado o Instituto que receberá o seu nome. A iniciativa objetiva que a memória e os ideias do homem que ficou conhecido nacionalmente como um dos maiores […]

marca do institutoNesta terça-feira (19/04), dia em que será celebrado um ano de morte do primeiro agricultor familiar a assumir um assento na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Manoel Santos, será inaugurado o Instituto que receberá o seu nome.

A iniciativa objetiva que a memória e os ideias do homem que ficou conhecido nacionalmente como um dos maiores  lideres do Movimento Sindical Rural se mantenham vivos.

O Instituto Manoel Santos tem a missão de contribuir com o desenvolvimento rural sustentável e solidário do campo e da cidade, com um olhar especial para as populações excluídas, por meio da formação, do apoio e da proposição de políticas públicas e sociais, que possibilitem qualidade de vida, geração e distribuição de oportunidades e ampliação do exercício de cidadania, numa perspectiva de equidade e justiça social.

Lideranças Sindicais e políticas de todo o estado foram convidadas para a  celebração e ato político de inauguração do espaço. São aguardadas 300 pessoas.

Assembleia de Fundação – Em assembleia ordinária, realizada no dia 7 de abril, formada por representantes do Movimento Sindical Rural das três regiões do estado, de movimentos sociais e instituições parceiras, foi aprovado, por unanimidade, o Estatuto Social do IMS. O dia não foi escolhido por acaso. Se vivo estivesse, o ex-deputado estadual completaria, naquele dia, 64  anos.

Manoel José dos Santos, que era natural de Serra Talhada, localizado no Sertão Central do estado, presidiu a Fetape e a Contag, tendo sido também o primeiro agricultor familiar a ocupar um assento na Assembleia Legislativa de Pernambuco, por dois mandatos consecutivos.

WhatsApp e Instagram apresentaram instabilidade nesta sexta

Usuários relataram dificuldades para acessar aplicativos na tarde desta sexta-feira (19). Apps ficaram fora do ar por cerca de 40 minutos e voltaram perto das 15h10 (horário de Brasília). Usuários em todo o mundo relataram dificuldades para enviar e receber mensagens pelo WhatsApp e acessar o Instagram na tarde desta sexta-feira (19). O Facebook, que […]

Usuários relataram dificuldades para acessar aplicativos na tarde desta sexta-feira (19). Apps ficaram fora do ar por cerca de 40 minutos e voltaram perto das 15h10 (horário de Brasília).

Usuários em todo o mundo relataram dificuldades para enviar e receber mensagens pelo WhatsApp e acessar o Instagram na tarde desta sexta-feira (19). O Facebook, que é dono dos dois apps, continuou no ar.

Os aplicativos ficaram fora do ar por cerca de 40 minutos e voltaram a funcionar perto das 15h10 (horário de Brasília).

Internautas comentaram sobre a queda a partir das 14h30 e compartilharam a hashtag #whatsappdown. O assunto rapidamente se tornou um dos mais comentados da plataforma.

Ao G1, o WhatsApp e o Instagram disseram estar investigando o ocorrido.

Registros de reclamações

O site DownDetector, que reúne reclamações, registrou pico de problemas no WhatsApp a partir das 14h30, com mais de 20 mil relatos.

O serviço também mostrou mais de 18 mil reclamações sobre o funcionamento do Instagram.

OAS repassou R$ 4,8 milhões a empresa suspeita de intermediar propina no governo Serra

Congresso em Foco Liderado pela OAS, o consórcio que cuidou do lote 5 do Rodoanel Sul em São Paulo transferiu ao menos R$ 4,8 milhões para uma empresa, que, segundo o ex-presidente da empreiteira Léo Pinheiro, era utilizada para pagar propina no governo José Serra (PSDB), senador licenciado e atual ministro das Relações Exteriores. As […]

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Liderado pela OAS, o consórcio que cuidou do lote 5 do Rodoanel Sul em São Paulo transferiu ao menos R$ 4,8 milhões para uma empresa, que, segundo o ex-presidente da empreiteira Léo Pinheiro, era utilizada para pagar propina no governo José Serra (PSDB), senador licenciado e atual ministro das Relações Exteriores. As transferências para a Legend Associados foram feitas em 15 parcelas, entre setembro de 2008 e março de 2010, segundo relatório da força-tarefa da Lava Jato obtido pelo jornal O Globo.

O contrato foi fechado inicialmente no governo anterior, por Geraldo Alckmin (PSDB), com valor previsto de R$ 511,7 milhões. No início da gestão de José Serra, o valor foi reduzido em R$ 19,7 milhões. Mas, dois anos depois, recebeu um aditivo de R$ 110,9 milhões. No anexo “José Serra – Rodoanel”, Léo Pinheiro disse que o pagamento de propina, por meio da Legend, perdurou durante a execução do contrato, mostra a reportagem.

Segundo o empreiteiro, o consórcio formado pela OAS, a Mendes Jr. e a Carioca Engenharia foi orientado a pagar 0,75% do contrato firmado com a Dersa, empresa da área rodoviária, de economia mista controlada, pelo governo paulista. O valor final do lote 5 saiu a R$ 602,9 milhões. O percentual citado por Léo Pinheiro é próximo do montante transferido para a Legend, R$ 4,8 milhões. O lobista Adir Assad, dono da empresa, foi condenado na Lava Jato por ocultar propina distribuída a agentes públicos, como ex-diretores da Petrobras.

De acordo com o Globo, o gasto total com a construção do Rodoanel chega a R$ 5 bilhões, incluídas as despesas com desapropriações e compensações ambientais. Desse total, R$ 1,2 bilhão foram pagos pelo governo federal, o que permite a investigação pelo Ministério Público e a Lava Jato, observa a reportagem de Thiago Herdy.

Na tentativa de delação, o ex-presidente da OAS relatou, conforme a revista Veja, que integrantes do governo Alckmin solicitaram propina de 5% sobre o valor total.

Em nota, José Serra afirmou que “desconhece a denúncia, tampouco ouviu falar da empresa citada, menos ainda de suposto pagamento irregular que teria sido acordado em 2006, ano da licitação do Rodoanel Sul”. O ministro das Relações Exteriores ressaltou que “o contrato e a obra em questão” foram iniciados no ano que antecedeu o início de seu mandato, numa referência ao período em que o consórcio recebeu para montar canteiro de obras. A Mendes Jr. e a Carioca Engenharia, que integravam o consórcio com a OAS, não se manifestaram, bem como as defesas de Léo Pinheiro e Adir Assad.