Adversários que votaram aprovação das contas 2006 de Sávio Torres advertem: as de 2007 não passam
Por Nill Júnior
Por Anchieta Santos
O ex-Prefeito Sávio Torres obteve mais uma vitória na Câmara de vereadores de Tuparetama.
Reunida ontem a Câmara seguiu orientação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) que recomendou por unanimidade a aprovação da prestação de contas da Prefeitura referente ao exercício financeiro de 2006 sob responsabilidade do então prefeito Sávio Torres.
Oito vereadores votaram pela aprovação. Vereadores adversários do ex-prefeito disseram que não havia nada que justificasse o voto contrário.
Por outro lado, os mesmos parlamentares municipais garantiram a produção dos programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, que as contas de 2007 tem muita coisa cabeluda e não passarão.
Governador inaugurou importantes equipamentos no HUOC e no Procape, fortalecendo a formação de futuros profissionais da saúde e o atendimento à população pernambucana O governador Paulo Câmara inaugurou, na manhã desta segunda-feira (21), o bloco cirúrgico B do Hospital Universitário Oswaldo Cruz – HUOC. Com investimentos de R$ 5,6 milhões, a nova unidade terá cinco […]
Governador inaugurou importantes equipamentos no HUOC e no Procape, fortalecendo a formação de futuros profissionais da saúde e o atendimento à população pernambucana
O governador Paulo Câmara inaugurou, na manhã desta segunda-feira (21), o bloco cirúrgico B do Hospital Universitário Oswaldo Cruz – HUOC. Com investimentos de R$ 5,6 milhões, a nova unidade terá cinco salas cirúrgicas de alta complexidade, representando um aumento de 500 cirurgias por mês.
Além disso, Paulo Câmara entregou um novo auditório e o Laboratório de Hemodinâmica do Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco – Procape.
“É muito significativo fazer essas inaugurações, que vão ajudar na formação dos nossos futuros profissionais da saúde e, ao mesmo tempo, fortalecer o atendimento à população através do SUS, com unidades que fazem a diferença para salvar a vida de tantos pernambucanos ao longo de tanto tempo”, destacou Paulo Câmara.
O HUOC será o primeiro serviço público equipado com sala inteligente no Estado, consolidando a missão de excelência na assistência e formação de profissionais para o Sistema Único de Saúde – SUS.
A sala dispõe de equipamentos de videocirurgia, foco cirúrgico e anestesia integrados em um único suporte suspenso. Permite a transmissão ao vivo da cirurgia, aberta ou por videolaparoscopia, através de câmeras com resolução 4k para aulas e acompanhamento da equipe assistencial em outros ambientes.
Em seguida, o governador inaugurou o auditório Professor Ênio Lustosa Cantarelli e o Laboratório de Hemodinâmica, ambos no Procape.
O novo espaço vai permitir a diminuição do número de pacientes na lista de espera para cateterismo cardíaco e facilitará o tratamento do infarto agudo do miocárdio, possibilitando a diminuição da mortalidade na emergência da unidade.
Anteriormente, o complexo funcionava com dois laboratórios, realizando cerca de seis mil procedimentos de diagnóstico e de tratamento ao ano. Com a ampliação, poderá alcançar o número de nove mil procedimentos.
“Existia uma necessidade real de termos um laboratório de hemodinâmica moderno, que atendesse os pernambucanos. Essa cobertura, que até então era realizada em outras unidades, passará a acontecer exclusivamente no Procape”, reforçou o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Lucas Ramos.
Também participaram da solenidade os secretários estaduais André Longo (Saúde) e Rodrigo Novaes (Turismo e Lazer); o reitor da Universidade de Pernambuco, Pedro Falcão; o diretor do Procape, professor Ricardo Carvalho; a diretora do HUOC, professora Izabel Avelar; e o deputado estadual Aluisio Lessa.
Em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (04), o Sindicato Municipal dos Profissionais Educação de Serra Talhada (SINTEST), rejeitou a nova proposta do governo Márcia Conrado para reajuste da categoria. A discussão em torno do assunto gerou amplo debate. Em alguns momentos as opiniões eram divergentes. O SINTEST discutiu três cenários. O primeiro, da nova […]
Em assembleia realizada na manhã desta quinta-feira (04), o Sindicato Municipal dos Profissionais Educação de Serra Talhada (SINTEST), rejeitou a nova proposta do governo Márcia Conrado para reajuste da categoria.
A discussão em torno do assunto gerou amplo debate. Em alguns momentos as opiniões eram divergentes.
O SINTEST discutiu três cenários. O primeiro, da nova proposta do governo que elevou para 8% o percentual de aumento mais R$ 178,00 de vale transporte para profissionais de apoio. Em contrapartida, aguardaria o STF se manifestar pela legalidade do piso.
A proposta intermediária era de pedir 10% de aumento para encerrar a questão.
A última opção seria rejeitar a proposta do governo sem apresentar uma contraproposta, sinalizando exigir o piso. Essa acabou sendo a proposta aprovada.
A categoria diz não ter gostado do tom da contraproposta. Isso porque a posição é de que, se os professores não a aceitassem, ficariam sem nada, pois não seria enviada mais a matéria para a votação do Legislativo. Sobre esse ponto, Manoel Enfermeiro, Presidente da Câmara, disse que só votaria uma proposta acordada entre governo e categoria.
Os professores organizados pelo Sindicato ainda querem impor um constrangimento à gestão Márcia: prometem uma manifestação para repercutir exatamente no desfile pelos 172 anos de Serra Talhada.
Professora ataca Márcia: o debate também teve momentos bem menos republicanos. Em um vídeo que circula nas redes, a professora Vera Luzia Nogueira, conhecida por Vera Luza ataca Márcia Conrado.
“Eles poderiam ter respeito por nós, que aquela magrela não é dona de Serra Talhada. Ela não passa de uma dentista formada pelo professor”, atacando.
O recém-criado Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) acionará a Procuradoria Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) nesta quinta-feira (11) devido ao seu discurso, no plenário da Câmara na terça-feira (9), em que afirmou que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não merece”. Presidido pela ministra Ideli Salvatti […]
O recém-criado Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) acionará a Procuradoria Geral da República contra o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) nesta quinta-feira (11) devido ao seu discurso, no plenário da Câmara na terça-feira (9), em que afirmou que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela “não merece”.
Presidido pela ministra Ideli Salvatti (Secretaria de Direitos Humanos), o colegiado se reunirá com a vice procuradora-geral da República, Ela Wiecko, às 17h. O Conselho também entrará com uma representação junto à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara para pedir a cassação do mandato de Bolsonaro, reeleito para a próxima legislatura.
Bolsonaro atacou a petista ao rebater discurso feito por ela minutos antes, no qual defendeu a Comissão da Verdade e as investigações de crimes da ditadura militar.
A representação contra o deputado é o primeiro ato oficial do conselho. Seus membros tomaram posse nesta quarta-feira (10) durante a cerimônia de entrega do Prêmio Direitos Humanos 2014, no Itamaraty.
Na ocasião, Ideli classificou a atitude de Bolsonaro como gravíssima por ele ter ofendido Maria do Rosário da tribuna da Câmara. “Desta vez foi gravíssimo porque foi da tribuna. Outras vezes tinha sido no corredor, no plenário. Mas desta vez não. Ele estava no exercício indiscutível do seu mandato. Ele estava na tribuna incitando um crime hediondo”, disse a ministra.
Quatro partidos já entraram com pedidos de cassação contra o deputado no Conselho de Ética da Câmara. PT, PC do B, PSOL e PSB defendem a perda do mandato do congressista.
O advogado Pedro Josephi, dirigente do PDT, concedeu entrevista ao Blog, neste domingo. O dirigente pedetista tem sido visto percorrendo várias cidades do sertão pernambucano em nome do deputado federal Wolney Queiroz. “Wolney é um quadro da política pernambucana e nacional. Não à toa, tem diversos mandatos de deputado federal, é coordenador da bancada na […]
O advogado Pedro Josephi, dirigente do PDT, concedeu entrevista ao Blog, neste domingo. O dirigente pedetista tem sido visto percorrendo várias cidades do sertão pernambucano em nome do deputado federal Wolney Queiroz.
“Wolney é um quadro da política pernambucana e nacional. Não à toa, tem diversos mandatos de deputado federal, é coordenador da bancada na Câmara dos Deputados, líder do PDT escolhido por Carlos Lupi e pelos demais parlamentares, ou seja, tem todas credenciais para ser candidato a senador”, afirma Josephi.
Segundo o dirigente pedetista, Wolney é um aliado de primeira ordem da Frente Popular, o que o credencia ao pleito, “tanto Wolney como o prefeito Zé Queiroz tem uma importância muito grande para o PSB não só no Agreste, mas em Pernambuco. Sabemos que a decisão cabe ao governador Paulo Câmara e ao conjunto de forças políticas da Frente Popular, mas o PDT tem sido um aliado de primeira ordem e isso o credencia a disputar a eleição majoritária”.
Sobre a eleição presidencial, Josephi despista “o PDT tem candidato a presidente da República, que é o ex-ministro Ciro Gomes, temos percorrido várias cidades apresentando o Projeto Nacional de Desenvolvimento e a nossa estratégia eleitoral passa também no primeiro plano pela reeleição de Wolney. Se as condições forem favoráveis, penso que Wolney pode ser sim senador para representar Pernambuco”.
Sobre a possibilidade do PSB apoiar o ex-presidente Lula (PT) em detrimento de Ciro Gomes (PDT), Josephi afirma que a situação ainda não está definida. “Apoiamos o prefeito João Campos em 2020 e temos uma relação com o PSB. Consideramos um aliado não só importante, mas necessário na reorganização da política nacional. O presidente (do PDT) Lupi tem conduzido a discussão nacional e certamente teremos palanque em Pernambuco para Ciro Gomes. A liderança de Wolney é hábil e ajuda a abrir portas”, finalizou o dirigente pedetista.
Em artigo publicado neste sábado (27), no Jornal do Commercio, o ex-Senador Armando Monteiro Neto (PSDB) defende algumas medidas urgentes que devem ser tomadas para que se minimizem os impactos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus. Abaixo, a íntegra: As luzes que não podem se apagar Armando Monteiro Neto A maior crise sanitária de […]
Em artigo publicado neste sábado (27), no Jornal do Commercio, o ex-Senador Armando Monteiro Neto (PSDB) defende algumas medidas urgentes que devem ser tomadas para que se minimizem os impactos sociais e econômicos da pandemia do coronavírus. Abaixo, a íntegra:
As luzes que não podem se apagar
Armando Monteiro Neto
A maior crise sanitária de nossa história é também um momento de graves consequências econômicas e sociais para o Brasil. A carta aberta assinada recentemente por mais de 1,5 mil economistas e empresários brasileiros dá a medida das dificuldades que atravessamos.
Em Pernambuco, pesquisa da FIEPE detecta o ambiente de incertezas enfrentado também por quem empreende: 37,3% das empresas dizem que ainda vão ter queda de faturamento este ano e 48,5% ficarão estagnadas, enquanto apenas 14,2% acreditam em recuperação no curto prazo.
Além de acelerar a vacinação, o momento exige rigorosas ações de controle e restrições de atividades consideradas não essenciais. Tais medidas, embora necessárias, afetam ainda mais a retomada dos pequenos negócios no País que, segundo o SEBRAE, tiveram em fevereiro queda de 40% no faturamento médio, com 19% das micro e pequenas empresas demitindo no período.
Para minorarmos esse cenário, devemos trabalhar em três frentes. Primeiro, o pagamento imediato do auxílio emergencial, que sequer deveria ter sido interrompido, por ser a única renda com a qual a imensa parcela mais pobre e vulnerável da população poderá contar. O auxílio-emergencial é também um benefício que alavanca a demanda e movimenta os pequenos negócios. É de se reconhecer, porém, que o montante de R$ 44 bilhões aprovado pelo Congresso Nacional é insuficiente, dada a gravidade da pandemia e o ritmo lento de vacinação. Há de se encontrar espaço fiscal para sua ampliação.
Segundo, é necessária a reedição do programa de suspensão de contrato de trabalho e redução de jornada, com a complementação de renda para trabalhadores formais. Assim, dá-se um fôlego para as micro e pequenas empresas, responsáveis por 52% dos empregos formais. Finalmente é preciso inaugurar uma nova fase do Pronampe. A extensão da carência e do prazo de pagamentos dos contratos no mínimo por 6 meses se faz necessária, além do aporte adicional de recursos no fundo garantidor que possibilitará empréstimos novos.
As empresas, e os empregos, também precisam sobreviver a este período crítico da crise sanitária, em especial os micro e pequenos negócios. Eles são como luzes na cidade, que não podem se apagar.
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