Um trator é um trator em qualquer lugar do mundo, menos na cidade de Flores. Apenas um trator em um adesivo exposto em carros do município já está causando o maior fuzuê na política.
O trator sem nenhuma frase é atribuído aos partidários de uma possível candidatura do ex-prefeito Marcone Santana, chamado de trator na execução de obras, que nem admitiu ainda que vai entrar na disputa.
Notícias que chegaram a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta dão conta de que incomodados, aliados da Prefeita Soraya Morioka teriam procurado a Justiça Eleitoral para reclamar de propaganda antecipada e tiveram como resposta que apenas um trator não quer dizer nada. Está claro que o trator está incomodando.
Uma chapa liderada por vereadores pode disputar a sucessão municipal e ser a grande novidade da política de São José do Egito. Rona Leite pelo PT e David de Deus pelo MDB já haviam adiantado nos primeiros meses do ano em entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM a possibilidade de união entre […]
Uma chapa liderada por vereadores pode disputar a sucessão municipal e ser a grande novidade da política de São José do Egito.
Rona Leite pelo PT e David de Deus pelo MDB já haviam adiantado nos primeiros meses do ano em entrevista ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM a possibilidade de união entre eles.
A divisão na oposição egipciense é um fato: O PT perdeu o médico Romério Guimarães que será candidato a prefeito pelo o PP de Eduardo da Fonte. Rona Leite já sacramentou que vai para a disputa pois em Evandro não vota.
David de Deus, ligado ao ex-deputado José Marcos de Lima, garantiu ao Programa Cidade Alerta que em Romério também não vota e com José Marcos fora do páreo, o caminho será uma aliança com o PT. Em recente entrevista ao blogueiro Marcelo Patriota, os dois vereadores asseguram a existência do diálogo em busca da unidade entre eles.
A pedra no meio do caminho é a ex-Secretária de Educação Roseane Borja que tem pretensões de disputar a sucessão do Prefeito Evandro Valadares e ela é filiada ao MDB, o partido de David de Deus.
Apresentações haviam sido reprogramadas para o período de 2 a 7 de setembro. Organização decidiu cancelar a edição 2020 devido à pandemia do coronavírus. G1 Caruaru A edição de 2020 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém foi cancelada. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (10) pela Sociedade Teatral de Fazenda Nova (STFN) por meio […]
Apresentações haviam sido reprogramadas para o período de 2 a 7 de setembro. Organização decidiu cancelar a edição 2020 devido à pandemia do coronavírus.
G1 Caruaru
A edição de 2020 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém foi cancelada. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (10) pela Sociedade Teatral de Fazenda Nova (STFN) por meio de um comunicado. Esta será a primeira vez em 53 anos que o evento não será realizado.
As apresentações do espetáculo em 2020 haviam sido reprogramadas para o período de 2 a 7 de setembro, já por causa da pandemia do novo coronavírus. No comunicado, a STFN destacou que a decisão foi tomada devido à “conjuntura socioeconômica gerada pelos cenários de enfrentamento à pandemia e tendo em vista as incertezas, tanto sobre a duração do processo de evolução da Covid-19 como sobre seus efeitos sobre a saúde e a economia”.
Segundo a direção da Sociedade Teatral, os ingressos que adquiridos para a temporada deste ano continuam válidos e poderão ser utilizados em qualquer um dos dias da temporada 2021. Ainda de acordo com a STFN, a edição do próximo ano será realizada de 27 de março a 3 de abril.
Qualquer dúvida pode ser esclarecida pelo telefone (81) 3732-1129 ou pelo e-mail [email protected].
Elenco da temporada 2020
O elenco da temporada 2020 foi anunciado em novembro de 2019. Estariam neste ano no maior teatro ao ar livre do mundo os atores Caco Ciocler, como Jesus, e Christine Fernandes, como vida à Maria. Inicialmente, o evento seria realizado de 4 a 11 de abril. Ainda fariam parte do elenco Sérgio Marone, como Pilatos; Paulo Gorgulho, como Herodes; e Juliana Knust, como Madalena.
A encenação conta com a direção artística dos pernambucanos Carlos Reis e Lúcio Lombardi, que desde 1997 conduzem a montagem do espetáculo em Brejo da Madre de Deus, no Agreste de Pernambuco. A produção executiva e a coordenação geral estão a cargo de Robinson Pacheco, filho de Plínio Pacheco, idealizador e construtor da cidade teatro de Nova Jerusalém.
O Governo Municipal de Itapetim concluiu a pavimentação das ruas Poeta Antônio Pereira de Moraes e Cláudio Bezerra de Fonte, ambas no Bairro Paulo VI. Na Antônio Pereira foi feita a pavimentação completa, já a Cláudio Bezerra ganhou o calçamento a complementar. Nos dois locais existia uma grande quantidade de pedras dificultando o acesso. A […]
O Governo Municipal de Itapetim concluiu a pavimentação das ruas Poeta Antônio Pereira de Moraes e Cláudio Bezerra de Fonte, ambas no Bairro Paulo VI. Na Antônio Pereira foi feita a pavimentação completa, já a Cláudio Bezerra ganhou o calçamento a complementar.
Nos dois locais existia uma grande quantidade de pedras dificultando o acesso. A transformação foi total trazendo mais qualidade de vida para os moradores.
Nove ministros do Supremo entenderam que membros do Ministério Público não devem atuar no Executivo; decisão pode agravar ainda mais a crise no Palácio do Planalto Do IG A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deu parecer favorável nesta quarta-feira (9) à ação que pede o impedimento do novo ministro da Justiça, Wellington César […]
Nove ministros do Supremo entenderam que membros do Ministério Público não devem atuar no Executivo; decisão pode agravar ainda mais a crise no Palácio do Planalto
Do IG
A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) deu parecer favorável nesta quarta-feira (9) à ação que pede o impedimento do novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva.
Até o momento, nove integrantes da Corte aceitaram as alegações apresentadas pelo PPS, incluindo o relator da ação, ministro Gilmar Mendes. Os demais votos foram proferidos pelos ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Teori Zavascki, Rosa Weber, Dias Toffoli, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Celso de Mello.
O ministro foi Marco Aurélio foi o único a votar pela permanência do procurador no comando do Ministério da Justiça. O presidente do Supremo, ministro Ricardo Lewandowski, encerra a votação neste momento com a leitura do seu voto.
A maioria do Supremo entendeu que integrantes do Ministério Público, como Wellington César, não podem ocupar posições no Poder Executivo. De acordo com os votos proferidos, Wellington César Lima e Silva e os promotores ou procuradores que atuam como secretários nos governos estaduais deverão deixar os cargos em até 20 dias.
Atualmente, de acordo com a Advocacia-Geral da União (AGU), 22 membros do MP estão afastados das funções para exercer atividades em secretarias de governo.
A questão chegou ao STF após a nomeação de Wellington César para substitur o então ministro José Eduardo Cardozo, que assumiu a Advocacia Geral da União.
Na última sexta-feira (4), a juíza Solange Salgado de Vasconcelos, da 1ª Vara Federal de Brasília, atendeu a uma ação do deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE) e suspendeu a nomeação do ministro.
Após a decisão, o presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, desembargador Cândido Ribeiro, atendeu a pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender a liminar.
Diante da polêmica sobre sua nomeação, o ministro pediu exoneração da função de procurador-geral de Justiça adjunto do MP-BA, mas se manteve no cargo vitalício de procurador.
O texto constitucional prevê que os membros do Ministério Público podem exercer “outras funções que lhe forem conferidas, desde que compatíveis com sua finalidade, sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas”.
O artigo também foi usado pela AGU para embasar o pedido de suspensão da liminar que impediu a posse do novo ministro da Justiça.
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a metodologia proposta pelo Ministério das Comunicações para definir o preço fixo de uma outorga de radiodifusão sonora em frequência modulada. A metodologia leva em conta variáveis econômicas e geográficas (como tamanho do município) e potencial comercial de frequência. Os cálculos propostos pelo MiniCom e aprovados pelo […]
O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou a metodologia proposta pelo Ministério das Comunicações para definir o preço fixo de uma outorga de radiodifusão sonora em frequência modulada. A metodologia leva em conta variáveis econômicas e geográficas (como tamanho do município) e potencial comercial de frequência.
Os cálculos propostos pelo MiniCom e aprovados pelo TCU constam em uma proposta de edital de concorrência de concessão de FM em Anápolis (GO). Apesar de a decisão do TCU ter sido aplicada sobre o caso específico do município goiano, o edital servirá de parâmetro para que o Ministério das Comunicações promova novos processos licitatórios e viabilize a migração do rádio AM para o FM.
A definição dos valores das novas outorgas para a migração do rádio AM é aguardada ansiosamente pelo setor. Desde que a migração foi aprovada em 2013, em decreto assinado pela presidente Dilma Rousseff, a Abert vem cobrando do Ministério das Comunicações e do Tribunal de Contas da União a definição dos custos das novas concessões.
Dados da Abert mostram que quase 900 rádios AM já poderiam estar operando na faixa de Frequência Modulada, mas estão impedidas por conta da indefinição.
Os valores de outorga das rádios AM que solicitaram a adaptação terão como base a diferença entre o preço mínimo de uma concessão de AM e FM. A Agência Nacional de Telecomunicações já destinou canais de FM para rádios AM em 23 estados e no Distrito Federal.
A Abert diz em nota que não poupará esforços para que o Ministério das Comunicações defina rapidamente o menor preço possível para as novas outorgas.
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