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Adelmo toma posse para quinto mandato em Itapetim

Por Nill Júnior

Na manhã desta sexta-feira (1º) o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB), foi empossado para o quinto mandato no Ventre Imortal da Poesia. A solenidade aconteceu na Câmara de Vereadores seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19 e foi transmitido ao vivo pelas redes sociais.

Além de Adelmo, também tomaram posse o vice-prefeito Chico de Laura e os vereadores eleitos no pleito de 2020.

Na oportunidade foi eleita a nova mesa diretora da Câmara que será presidida pela vereadora Jordânia Siqueira (PSB) no biênio 2021/2022. A vice-presidência foi ocupada pelo vereador Júnio Moreira. Na função de Primeiro Secretário, Júnior de Diógenes.

“Não tenho palavras para agradecer ao povo de Itapetim que mais uma vez me confiou esse desafio, afinal são os desafios que nos fazem avançar. Tenham a certeza que não vou decepcionar vocês e vou retribuir todo esse carinho, essa confiança com muito trabalho e luta em busca de melhorar ainda mais a vida da nossa gente”, afirmou o gestor.

Adelmo disse ainda que fará um mandato ouvindo as pessoas e vai governar para todos os itapetinenses. “Faremos um mandato junto do povo, ouvindo as pessoas e procurando a solução para todos os problemas. Vamos juntos com muita vontade, garra, dedicação governar para todos os itapetinenses. Buscarei honrar cada morador, pois o meu compromisso será muito maior nesse mandato”, disse.

Também foi anunciada a devolução aos cofres do município pela Câmara de Vereadores o valor de R$ 47.857,59. De acordo com o prefeito, o recurso será usado na construção da escadaria do Cruzeiro de Itapetim, um importante ponto turístico religioso e ecológico da cidade.

Outras Notícias

Juiz do DF manda soltar Joesley Batista; empresário deverá entregar passaporte

G1 O Juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília, mandou nesta sexta-feira (9) soltar o empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F, e Ricardo Saud, ex-executivo do grupo. Pela decisão, Joesley Batista e Ricardo Saud estão obrigados a entregar o passaporte; não deixar o país sem autorização judicial; comparecer […]

G1

O Juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília, mandou nesta sexta-feira (9) soltar o empresário Joesley Batista, um dos donos da J&F, e Ricardo Saud, ex-executivo do grupo.

Pela decisão, Joesley Batista e Ricardo Saud estão obrigados a entregar o passaporte; não deixar o país sem autorização judicial; comparecer a todos os atos do processos; e manter os endereços atualizados.

O advogado de Joesley, André Callegari, disse que, após deixar a prisão, o empresário deve permanecer em São Paulo, onde vai continuar colaborando com a Justiça.

“A ideia é sempre continuar colaborando porque ele acredita na manutenção do acordo. Tanto é verdade que antes de saber da manifestação da nova procuradora-geral da República, a doutora Raquel Dodge, ele seguia colaborando e prestou, como colaborador, vários depoimentos, mesmo sem saber qual seria a manifestação da doutora Raquel. Então, ele vai seguir com esse procedimento de colaborador, entregando provas, vai prestar seus depoimentos e vai ajudar a Justiça a esclarecer todos os fatos pendentes. “, explicou o advogado.

O acordo que Joesley Batista firmou com a Procuradoria-Geral da República foi suspenso no ano passado, e uma das suspeitas é de que o empresário teria omitido informações dos investigadores.

“Ele (Joesley) tem na ideia dele que esses fatos serão esclarecidos, sobre essa supostas omissões apontadas pela PGR e vai continuar colaborando com a justiça”, ressaltou o advogado.

Para deixar a prisão, Joesley também vai precisar cumprir as medidas cautelares que foram impostas pelo Superior Tribunal de Justiça na decisão que reverteu o mandado de prisão de um outro processo, em São Paulo.

Entre as exigências, o empresário vai ter que usar tornozeleira eletrônica, não pode entrar na própria empresa e nem pode se comunicar com outros investigados, nem mesmo com o irmão, Wesley Batista, solto em fevereiro. Ele tinha sido preso no ano passado, acusado de cometer “insider trading”, que é o uso de informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro.

Aprovação de Bolsonaro cai a 25%; reprovação vai a 50%

Nova pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta quarta-feira (20) mostra tendência de aumento na reprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro e de redução na aprovação. O grupo que considera o governo bom/ótimo oscilou de 27% na rodada concluída em 30 de abril para 25% agora, enquanto os que avaliam a gestão como ruim/péssima foram de 49% […]

Nova pesquisa XP/Ipespe divulgada nesta quarta-feira (20) mostra tendência de aumento na reprovação ao governo do presidente Jair Bolsonaro e de redução na aprovação.

O grupo que considera o governo bom/ótimo oscilou de 27% na rodada concluída em 30 de abril para 25% agora, enquanto os que avaliam a gestão como ruim/péssima foram de 49% para 50%.

No levantamento anterior, de 24 de abril, os números eram 31% e 42%, respectivamente.

Também se observa deterioração na expectativa para o restante do governo, que agora é 48% negativa e 27% positiva, ante 46% e 30% em abril.

A atuação de Bolsonaro na crise é vista como boa ou ótima por 21% e como ruim ou péssima por 58%, enquanto 19% veem como regular. No levantamento anterior, 54% viam a atuação do presidente como ruim ou péssima, 23% como ótima ou boa e 22% como regular.

A pesquisa XP/Ipespe ouviu 1.000 eleitores de todas as regiões do país, a partir de entrevistas telefônicas realizadas por operadores entre 16 e 18 de maio. A margem máxima de erro do levantamento é de 3,2 pontos percentuais para cima ou para baixo.

O movimento de deterioração é semelhante na área econômica, em que o grupo que avalia que a economia está no caminho errado saltou de 52% para 57%. Já os que veem a economia no caminho certo passaram de 32% para 28%.

Ivan Moraes percorre o interior de Pernambuco para lançar livro sobre bastidores da política

O pré-candidato ao governo do estado pela Federação PSOL/Redevai passar por Araripina, Arcoverde, Garanhuns e Caruaru O comunicador Ivan Moraes, pré-candidato ao governo de Pernambuco pela Federação PSOL/Rede, inicia hoje uma viagem para lançar o livro “Papo Reto: o que aprendi (e ainda aprendo) tentando transformar a política”. A obra reúne reflexões, bastidores e aprendizados […]

O pré-candidato ao governo do estado pela Federação PSOL/Redevai passar por Araripina, Arcoverde, Garanhuns e Caruaru

O comunicador Ivan Moraes, pré-candidato ao governo de Pernambuco pela Federação PSOL/Rede, inicia hoje uma viagem para lançar o livro “Papo Reto: o que aprendi (e ainda aprendo) tentando transformar a política”. A obra reúne reflexões, bastidores e aprendizados acumulados ao longo de dez anos de atuação na política partidária, período que também marca sua trajetória como vereador do Recife por dois mandatos.

O roteiro inclui Araripina, Arcoverde, Garanhuns e Caruaru. Além dos lançamentos em cada cidade, o postulante ao governo do estado também concederá entrevistas para a imprensa local.

Ivan Moraes sintetiza o espírito do livro ao afirmar que a publicação “é sobre como a política funciona de verdade”. Ele compartilha episódios que revelam tanto as possibilidades quanto os limites de quem decide atuar “por dentro” das instituições sem abrir mão de princípios como a transparência, a horizontalidade e o compromisso com a organização popular.

O deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ) afirmou que o livro “é leitura prazerosa para quem acredita na cidadania e no potencial do nosso país”. O parlamentar escreveu a orelha da publicação.

O objetivo do pré-candidato a governador é compartilhar com as pessoas as experiências que viveu enquanto parlamentar, trazendo como de fato ocorre a política nos bastidores.

Lançamentos do Livro ‘Papo Reto’

21/07 – Araripina

Lançamento às 18h na sede do Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais (STR);

22/07 – Arcoverde

Às 17h, na Lira cultural Livraria e Café – Praça da Bandeira, 41, Centro;

23/07 – Garanhuns

Às 19h, no Boteco do Carioca – Rua Euclides Dourado, 345, Heliópolis;

25/07 – Caruaru

Às 17h, na Cultural Livraria e Cafeteria- Av. Assis Chateaubriand, 131, loja A, Mauricio de Nassau.

Justiça suspende passaporte diplomático de filho de Cunha

Estadão Conteúdo A Justiça Federal em São Paulo entendeu haver “desvio de finalidade” e determinou nesta segunda-feira (18) a suspensão do passaporte diplomático concedido ao filho do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Felipe Dytz da Cunha. A decisão liminar acata uma ação popular movida pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle questionando o benefício ao […]

imagesEstadão Conteúdo

A Justiça Federal em São Paulo entendeu haver “desvio de finalidade” e determinou nesta segunda-feira (18) a suspensão do passaporte diplomático concedido ao filho do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Felipe Dytz da Cunha.

A decisão liminar acata uma ação popular movida pelo advogado Ricardo Amin Abrahão Nacle questionando o benefício ao filho do parlamentar. Com 23 anos e sócio de duas empresas, além de aparecer em suas redes sociais como gerente geral de uma terceira, Felipe Dytz teve seu benefício prorrogado em 2015, durante o governo Dilma Rousseff (PT) sob a alegação de ser dependente de Cunha.

Para o juiz federal Tiago Bologna Dias, porém, a concessão do passaporte ao jovem configura desvio de finalidade, “pois não se concebe qual o interesse público em conferir facilidade de entrada em país estrangeiro de familiar de agente político desacompanhado deste agente, ou em propiciar reunião familiar no exterior quando esta não se verifica de fato sequer no Brasil”, assinala o magistrado.

O passaporte ao filho do peemedebista foi concedido com base em uma brecha da legislação que prevê o benefício a familiares dependentes de autoridades e agente políticos que atuem em missão diplomática ou representem o Brasil no exterior. No caso de Felipe Dytz, contudo, chamou a atenção da Justiça o fato de ele já ser empresário e ter rendimentos próprios e ainda assim ser considerado dependente do parlamentar.

Na prática, o passaporte diplomático permite a Felipe Dytz entrar e sair de alguns países com relação diplomática com o Brasil sem a necessidade de visto ou qualquer outra burocracia. O passaporte, contudo, não dá imunidade diplomática a ele.

MP abre inquérito para investigar viagens de ministros em voos da FAB

Raul Jungmann e Mendonça Filho estão na lista G1 O procurador Paulo José Rocha Junior, do Ministério Público Federal no Distrito Federal, instaurou um inquérito civil, a pedido de parlamentares de oposição, para investigar o uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) por ministros do governo Michel Temer em 238 voos. Ao instaurar a […]

Senadores e deputados falam a imprensa após reunião da PGRRaul Jungmann e Mendonça Filho estão na lista

G1

O procurador Paulo José Rocha Junior, do Ministério Público Federal no Distrito Federal, instaurou um inquérito civil, a pedido de parlamentares de oposição, para investigar o uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) por ministros do governo Michel Temer em 238 voos.

Ao instaurar a apuração, nesta quinta-feira (10), o procurador enviou um ofício à FAB no qual pediu informações sobre os deslocamentos dos ministros e deu prazo de 15 dias para receber as informações. À TV Globo, o Palácio do Planalto informou que a apuração é um procedimento normal e que os ministros vão colaborar.

A representação da oposição, movida na terça (8), se baseou em em reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo” de segunda (7), segundo a qual 21 ministros ignoraram normas e viajaram em aviões FAB sem justificativa adequada nas agendas oficiais. O levantamento feito pelo jornal abrange o período de 12 de maio a 31 de outubro.

Para os parlamentares da oposição, esses 21 ministros violaram a Lei de Improbidade Administrativa.

Os alvos da representação da oposição os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Alexandre de Moraes (Justiça), Raul Jungmann (Defesa), José Serra (Relações Exteriores), Henrique Meirelles (Fazenda), Maurício Quintella (Transportes), Blairo Maggi (Agricultura), Mendonça Filho (Educação), Marcelo Calero (Cultura) e Osmar Terra (Desenvolvimento).

Ricardo Barros (Saúde), Marcos Pereira (Indústria), Fernando Coelho Filho (Minas e Energia), Dyogo Oliveira (Planejamento), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Sarney Filho (Meio Ambiente), Leonardo Picciani (Esporte), Marx Beltrão (Turismo), Helder Baralho (Integração), Bruno Araújo (Cidades) e Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) também são alvo da ação.

Ao “Estado de S. Paulo”, todos os ministros negaram ter cometido irregularidade nas viagens pela FAB, e que solicitaram as aeronaves por questões de segurança, o que é permitido pelo decreto que disciplina o uso de aviões oficiais.

Os ministros Torquato Jardim (Transparência), Ronaldo Nogueira (Trabalho) e Sérgio Etchegoyen (Segurança Institucional) não são citados pela reportagem.