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Acidente na PE 280, próximo a Sertânia : identificados nomes de vítimas

Por Nill Júnior
Foto, enviada pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Sertânia mostra força do impacto.
Foto, enviada pela Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Sertânia mostra força do impacto. Ela registra o socorro da unidade dos bombeiros, retirando vítimas das ferragens.

Como o blog noticiou, um choque entre dois caminhões deixou duas pessoas mortas e quatro feridas na manhã desta sexta-feira (08) na PE 280, na altura do quilômetro 06, que liga Sertânia a cidade de Iguaracy. 

O acidente envolveu um caminhão-tanque e outro de uma empresa de material de construção. Segundo informações confirmadas no Hospital de Sertânia, morreram no local José Acácio Silva, 42 anos, motorista do caminhão-tanque, e Expedito Silva, funcionário de uma loja de material de construção de Sertânia.

Foto mostra estado e que ficou boleia de um dos caminhões
Foto mostra estado e que ficou boleia de um dos caminhões

As outras vítimas foram Pedro Lima, 40 anos (motorista) e Manuela dos Santos, 21 anos, que tiveram fraturas nas pernas e foram transferidas para o Hospital Regional do Agreste, em Caruaru, além de Severina Leite, transferida para o Hospital Regional de Arcoverde e José Acácio Silva Junior, 20 anos, filho do motorista que faleceu. Ele continua em observação do Hospital Municipal de Sertânia.

Segundo nota da Prefeitura de Sertânia, três ambulâncias de Sertânia, uma de Iguaracy e uma do Corpo de Bombeiros prestaram socorro às vítimas. No Hospital de Sertânia, uma equipe de cinco médicos e diversos outros profissionais de saúde já esperavam os feridos para a prestação do devido socorro.

Foto: Moxotó da Gente
Foto: Moxotó da Gente

Chovia no momento do acidente. Policia Militar e Corpo de Bombeiros estiveram no local prestando socorro às vítimas assim como equipes da Prefeitura de Sertânia. Ainda há óleo diesel espalhado. A tragédia poderia ter sido ainda maior, mas por sorte não houve explosão e combustão do óleo.

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Fotos gentilmente cedidas por Edson Silva

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Outras Notícias

Medidas contra Bolsonaro visam a evitar fuga

Investigadores da Polícia Federal consideram que as medidas restritivas contra Jair Bolsonaro (PL) equivalem a um misto de prisão domiciliar com regime semiaberto, pois o ex-presidente poderá sair de casa durante o dia, exceto aos fins de semana. Na visão de investigadores ouvidos pelo blog de Andrea Sadi, Bolsonaro dobra a aposta ao longo do processo […]

Investigadores da Polícia Federal consideram que as medidas restritivas contra Jair Bolsonaro (PL) equivalem a um misto de prisão domiciliar com regime semiaberto, pois o ex-presidente poderá sair de casa durante o dia, exceto aos fins de semana.

Na visão de investigadores ouvidos pelo blog de Andrea Sadi, Bolsonaro dobra a aposta ao longo do processo de investigação do golpe desde o início das apurações- e vem escalando.

Nesta sexta-feira (18), Bolsonaro foi alvo de busca e apreensão pela PF em uma operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Moraes proibiu Bolsonaro de sair da cidade em que vive, de se aproximar de embaixadas e consulados, e de deixar a residência entre as 19h e às 6h e aos fins de semana. Além disso, obrigou o ex-presidente a usar tornozeleira eletrônica.

Para investigadores, essas medidas também visam a impedir que Bolsonaro fuja do Brasil. No começo da semana, a Procuradoria Geral da República (PGR) pediu a condenação dele no inquérito da tentativa de golpe de Estado por crimes cujas penas máximas passam de 40 anos de prisão.

Investigadores lembram o caso da deputada federal licenciada Carla Zambelli (PL-SP) que, 20 dias após ser condenada à prisão pelo STF por invadir os sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), fugiu do país. Ela segue em liberdade.

Lembram, também, que ex-presidente admitiu ter enviado R$ 2 milhões para o filho Eduardo Bolsonaro, deputado licenciado pelo PL de SP, que vive nos Estados Unidos.

Operação contra Bolsonaro é no inquérito que investiga coação ao STF

A operação contra o ex-presidente ocorre no inquérito aberto a pedido da PGR para investigar uma suposta tentativa de Eduardo Bolsonaro de interferir no andamento da ação penal da tentativa de golpe de Estado.

A PGR vê indícios de que o ex-presidente tenha sido beneficiado diretamente pelas ações do filho.

Eduardo Bolsonaro é suspeito de tentar influenciar o governo norte-americano, especialmente aliados do ex-presidente Donald Trump, a impor sanções contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em 9 de julho, Trump anunciou tarifas de 50% sobre todas as exportações brasileiras argumentando que Bolsonaro era vítima de uma “caça às bruxas” por conta dos processos a que responde no Brasil.

Zeca Cavalcanti faz caminhada em Arcoverde e cumpre agenda no Sertão

O deputado federal e candidato à reeleição, Zeca Cavalcanti (PTB), fechou a semana de campanha com uma grande caminhada em Arcoverde, denominada de “Caminhada da Virada” pelas ruas do bairro do São Cristóvão. A “virada” era alusão à expectativa de que o candidato vire as intenções de voto no Estado, com base na última pesquisa […]

O deputado federal e candidato à reeleição, Zeca Cavalcanti (PTB), fechou a semana de campanha com uma grande caminhada em Arcoverde, denominada de “Caminhada da Virada” pelas ruas do bairro do São Cristóvão.

A “virada” era alusão à expectativa de que o candidato vire as intenções de voto no Estado, com base na última pesquisa Datafolha.

“Estamos há poucos dias da eleição que vai decidir se vamos deixar Pernambuco como está: sem segurança, saúde privatizada, falta de médicos, de policiais, como pais de famílias tendo suas motos apreendidas enquanto bandidos dominam o Estado, ou vamos mudar?”, questionou o deputado.

Neste sábado (22), Zeca Cavalcanti leva sua campanha para o Sertão do Moxotó, quando visita a feira livre de Ibimirim e depois participa de encontro na comunidade de Cercadinho, em Manari.

Já no domingo, a agenda de campanha do deputado trabalhista começa em Olinda com o vereador Professor Marcelo. De lá, parte para Aliança e Glória de Goitá aonde participa de carreatas com o vereador André Empreiteiro e o ex-prefeito Dr. Miranda, respectivamente.

O Blog e a História: dez vezes em que Bolsonaro ameaçou a democracia

Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado,  além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia. Dia 23 de […]

Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado,  além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia.

Dia 23 de agosto de 2022, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez atacou o Supremo Tribunal Federal (STF). Chamou os ministros de “surdos de capa preta”. Enquanto ele falava, seus apoiadores gritavam que “Supremo é o povo”. O artigo 2º da Constituição afirma que os três poderes da República devem ser “independentes e harmônicos”. A todo momento, o presidente provoca desarmonia entre os poderes. Toda vez que ele provoca desarmonia entre os poderes, ele ameaça a democracia.

No mesmo dia, o presidente convocou as pessoas a irem às ruas no dia Sete de Setembro “pela última vez”. Para que o Supremo entenda o que é “a voz do povo”. Um princípio basilar do Direito é que o juiz deve julgar de maneira imparcial. Ainda que isso seja uma impossibilidade prática do mundo real, ainda que se sabia que um juiz, como qualquer cidadão, tem suas posições políticas, ele deve se esforçar ao máximo para evitar que elas interfiram nas suas decisões. Os ministros do Supremo devem procurar realizar seus julgamentos à luz do Direito, e não da pressão popular. Se Bolsonaro ou qualquer pessoa do governo diverge de alguma decisão do STF, precisa divergir tecnicamente, com recursos jurídicos. Quando coloca o povo contra as decisões tomadas por um poder, Bolsonaro ameaça a democracia.

Bolsonaro começa a repetir, assim, o que fizera no Sete de Setembro do ano passado, quando disse, em discurso, que não mais obedeceria a decisões judiciais que fossem tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Qualquer cidadão que desrespeita uma ordem judicial sofre sanções por isso. Normalmente, o cidadão comum vai preso. Quando um presidente diz que não cumprirá uma ordem judicial, dá um péssimo exemplo para os demais cidadãos. Na ocasião, o STF deixou claro ao presidente que, nessa balada, haveria consequências. Bolsonaro recuou. E recuou porque sabia que, naquele momento, ameaçava a democracia.

Quando concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que sofreria sanções por desobedecer a ordens judiciais, Bolsonaro realizou o mesmo tipo de ataque. Sinalizou ali que os “amigos do rei” estão libertos de obedecer à Justiça. Tipo de situação que faz engrossar o coro de que “Supremo é o povo”. Quando um dos poderes é desacreditado e tem sua harmonia e independência comprometida, a democracia está ameaçada.

Bolsonaro reuniu embaixadores de diversos países para repetir inverdades sobre o sistema eletrônico de votação. No mínimo, para repetir questionamentos sobre os quais ele não tem a menor comprovação. Valeu-se, assim, da estrutura de governo para lançar questões que só interessam a ele. Quebrou o princípio da impessoalidade. Lançou dúvidas à democracia. É inquestionável aqui a ameaça à democracia.

Ao longo de sua vida política toda, Bolsonaro enalteceu o regime militar brasileiro, que foi uma ditadura. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) reconheceu 434 mortes e desaparecimentos políticos ocorridos durante a ditadura militar.

Ao votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro fez uma homenagem ao general Brilhante Ustra, o primeiro militar brasileiro condenado por tortura. No regime militar, Dilma Rousseff foi torturada. Não há tortura em uma democracia.

Quando deputado, certa vez Bolsonaro pregou o “fuzilamento” do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Curiosamente pela defesa que Fernando Henrique fazia á época da privatização de estatais. Hoje, o presidente Bolsonaro privatiza a Eletrobrás e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a privatização da Petrobras. Pode-se até discutir a privatização de estatais. Mas sugerir fuzilamento de presidente é ameaça à democracia.

Em uma entrevista em 1999, Bolsonaro pregou que os problemas brasileiros só se revolveriam com uma guerra civil em que morressem “uns 30 mil”. Emendou dizendo que morreriam “uns inocentes, mas tudo bem”. O estado democrático de direito não pode admitir por normal uma situação em que morram inocentes. A declaração é uma ameaça à democracia.

Somente pela covid-19, já morreram no Brasil mais de 700 mil inocentes. A ação deliberadamente genocida também é um ataque à democracia.

Agora, prestes a responder por seus atos, incluindo desvio de joias, rachadinha, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito,  Bolsonaro diz não ter percebido as seguidas ameaças que faz à democracia, e o dano que isso provocou, dado ele ter sido o presidente da República. O nome disso é medo da cadeia,  receio,  aperreio,  cagaço…

MPPE e SDS firmam acordo de cooperação técnica para combater crime organizado

O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Marcos Carvalho; a Secretária Estadual de Defesa Social (SDS), Carla Patricia Cunha; e a Chefe da Polícia Civil Estadual, Simone Aguiar, assinaram, nesta sexta-feira (21), no Gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, um Termo de Cooperação Técnica que visa compartilhamento de informações entre as entidades, […]

O Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), Marcos Carvalho; a Secretária Estadual de Defesa Social (SDS), Carla Patricia Cunha; e a Chefe da Polícia Civil Estadual, Simone Aguiar, assinaram, nesta sexta-feira (21), no Gabinete da Procuradoria Geral de Justiça, um Termo de Cooperação Técnica que visa compartilhamento de informações entre as entidades, assim como cooperação na capacitação de servidores e uso de equipamentos, o que facilitará as investigações e o combate ao crime organizado.

“Firmamos uma parceria para o fortalecimento das investigações, que ganharão mais precisão e celeridade, em prol do combate ao crime organizado”, frisou Simone Aguiar. “Esse termo de cooperação irá favorecer tanto o MPPE quanto a Polícia Civil, pela troca de expertises entre as instituições”, pontuou Marcos Carvalho.

Também presentes na ocasião, o Chefe de Gabinete, José Paulo Xavier; o Coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do MPPE, Roberto Brayner; o Assessor Jurídico da SDS, Ricardo Pereira Barros; e o Delegado de Polícia, que atualmente faz parte da equipe do GAECO, José Cláudio Moura.

Prefeito de Tabira e equipe técnica tentam destravar projetos de infra-estrutura na CEF

O prefeito de Tabira Sebastião Dias, esteve na na Caixa Econômica Federal, na Gerência de Desenvolvimento Urbano – Engenharia de Caruaru, acompanhado da equipe técnica do município. Estiveram acompanhando o gestor técnicos da Secretária de Planejamento para destravar convênios do Ministério das Cidades para recapeamento asfáltico e pavimentação em paralelepípedo nas diversas ruas do município. Segundo os engenheiros técnicos […]

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O prefeito de Tabira Sebastião Dias, esteve na na Caixa Econômica Federal, na Gerência de Desenvolvimento Urbano – Engenharia de Caruaru, acompanhado da equipe técnica do município. Estiveram acompanhando o gestor técnicos da Secretária de Planejamento para destravar convênios do Ministério das Cidades para recapeamento asfáltico e pavimentação em paralelepípedo nas diversas ruas do município.

Segundo os engenheiros técnicos da Caixa Econômica Federal os municípios conveniados terão que obedecer às novas adequações exigidas pelo órgão concedente. Depois da análise dos projetos serão liberados os recursos para inicialização das obras.

O prefeito Sebastião Dias solicitou de sua equipe e do setor de engenharia da CEF que acelerem o processo em andamento. São  recursos fruto de emendas parlamentares de Armando Monteiro,  Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

“Queremos esses recursos aplicados o quanto antes, pois, já existe defasagem de preços da matéria prima”, concluiu o prefeito tabirense.