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Acidente entre ambulância e ônibus da banda Moleca 100 Vergonha deixa um morto

Por Nill Júnior

O condutor de uma ambulância, Francisco Filho Pereira, de 44 anos, morreu após um grave acidente na madrugada deste domingo (30), na BR-316, em Elesbão Veloso. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao perder o controle do veículo, o homem colidiu frontalmente com um ônibus da banda de forró Moleca 100 Vergonha.

Conforme a PRF, o acidente aconteceu por volta das 4h40, no km 144 da rodovia. Investigações preliminares apontam que Francisco Filho Pereira invadiu a faixa contrária e colidiu contra o ônibus. A suspeita é de que o motorista da ambulância tenha dormido ao volante. Ele prestava serviço para a Unidade Mista de Itainópolis, município no Sul do Piauí.

O condutor da ambulância não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local. Já o motorista do ônibus teve ferimentos graves em uma das pernas e ficou preso às ferragens do veículo. Os passageiros do ônibus, integrantes da banda Moleca 100 Vergonha, saíram ilesos.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), o Corpo de Bombeiros do Piauí, o Instituto Médico Legal (IML) e a Polícia Civil foram acionados para auxiliar na ocorrência.

Em nota, a Secretaria de Saúde do Piauí (Sesapi) lamentou o falecimento do motorista Francisco Filho Pereira.

“Profissional dedicado, Francisco prestava serviço há 1 ano para a Unidade Mista de Itainópolis. A Sesapi lamenta a perda e se solidariza com a família neste momento”, diz trecho da nota.

Por meio de uma publicação nas redes sociais, a banda de forró Moleca 100 Vergonha, criada em Araripina, Pernambuco, tranquilizou fãs.

“Deus nos deu um livramento grande, estamos todos bem. Nós agrademos a todos que entraram em contato conosco preocupados, mas está tudo bem com a família Moleca 100 Vergonha! Nosso motorista Willem machucou uma das pernas, mas tá tudo bem, graças a Deus, o Senhor Jesus é maravilhoso”, diz trecho da publicação.

Outras Notícias

Covid-19: Ibaneis restringe horário de funcionamento de bares e restaurantes no DF

Foto: Renato Alves/Agência Brasília A partir desta terça-feira (1º), estabelecimentos devem encerrar atividades às 23h. Anúncio foi feito um dia após Secretaria de Saúde fazer alerta sobre possível 2ª onda do novo coronavírus. Por Walder Galvão e Rita Yoshimine, G1 DF e TV Globo O governador Ibaneis Rocha (MDB) publicou, nesta terça-feira (1°), um decreto […]

Foto: Renato Alves/Agência Brasília

A partir desta terça-feira (1º), estabelecimentos devem encerrar atividades às 23h. Anúncio foi feito um dia após Secretaria de Saúde fazer alerta sobre possível 2ª onda do novo coronavírus.

Por Walder Galvão e Rita Yoshimine, G1 DF e TV Globo

O governador Ibaneis Rocha (MDB) publicou, nesta terça-feira (1°), um decreto que restringe o horário de funcionamento de bares e restaurantes do Distrito Federal. Agora, os estabelecimentos devem encerrar as atividades às 23h.

Após flexibilizar as medidas de prevenção do novo coronavírus, essa é a primeira ação do Executivo que retoma restrições. O anúncio foi feito um dia após a Secretaria de Saúde fazer alerta sobre uma possível segunda onda de Covid-19.

“Temos que manter a atenção e evitar o pior”, disse Ibaneis.

Horas antes da publicação do novo decreto, o governador afirmou que as medidas restritivas são necessárias, principalmente, em bares, “onde temos visto uma aglomeração muito grande”. A declaração foi dada durante a assinatura do texto que aprova o projeto urbanístico de regularização da URB 5 do Setor Habitacional Arniqueira.

“Esse final de semana coloquei as equipes do DF Legal para visitarem vários locais e vimos um número elevado de autuações nesses locais [bares]”, disse Ibaneis.

“Ou eles [empresários] partem para nos ajudar nesse trabalho de conscientização, ou, infelizmente ou felizmente, porque tenho que cuidar da saúde da população, vou ter que encerrar o expediente desses locais mais cedo e implementar restrições à quantidade de pessoas.”

Até a noite desta segunda-feira (30), a capital registrava 3.930 óbitos por Covid-19 e 229,1 mil infectados.

Alerta de segunda onda

Nesta segunda-feira (30), devido ao aumento da taxa de transmissão do novo coronavírus, o Secretário de Saúde, Osnei Okumoto, informou que a pasta trabalha com a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19.

De acordo com o chefe da pasta, o nível de reprodução do novo coronavírus está em 1,3 no Distrito Federal, ou seja, 100 pessoas podem contaminar 130. Quando esse índice está acima de um, significa que a pandemia está em crescimento.

Okumoto atribui o aumento da taxa de reprodução, que estava abaixo de um, em outubro, ao descumprimento das medidas sanitárias por parte da população, “principalmente dos jovens”.

Arcoverde: Wellington Maciel anuncia aumento para os professores

Em entrevista, nesta sexta-feira (18), a João Ferreira, na Itapuama FM 92.7, o prefeito Wellington Maciel (MDB) anunciou o aumento de 33.4% para os prefeitos da rede municipal. As informações são do blog do Magno. Já havia um movimento da categoria para ir às ruas cobrar o aumento. “Tomei a decisão ontem com os meus […]

Em entrevista, nesta sexta-feira (18), a João Ferreira, na Itapuama FM 92.7, o prefeito Wellington Maciel (MDB) anunciou o aumento de 33.4% para os prefeitos da rede municipal. As informações são do blog do Magno.

Já havia um movimento da categoria para ir às ruas cobrar o aumento. “Tomei a decisão ontem com os meus secretários de Finanças e Educação”, disse.

Forçado a explicar as demissões de servidores em sua gestão, Wellington disse que não foi objeto de perseguição nem vingança. 

“Demitimos poucos, apenas os que não trabalhavam. No meu governo, não posso permitir privilégios, gente que não trabalha, mas recebe salário”, afirmou.

Relatora prevê ‘dias intensos’ na CPMI do 8 de Janeiro

A relatora da CPMI do 8 de Janeiro, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), disse nesta semana que o colegiado terá “dias absolutamente intensos” a partir de agosto — a próxima reunião será já no primeiro dia do mês, às 9h. Segundo a parlamentar, documentos sigilosos encaminhados à comissão parlamentar mista de inquérito nas últimas semanas abrem […]

A relatora da CPMI do 8 de Janeiro, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), disse nesta semana que o colegiado terá “dias absolutamente intensos” a partir de agosto — a próxima reunião será já no primeiro dia do mês, às 9h. Segundo a parlamentar, documentos sigilosos encaminhados à comissão parlamentar mista de inquérito nas últimas semanas abrem novas frentes de investigação.

“No período de recesso, recebemos um volume muito grande de documentos sigilosos, que vão respaldar tanto as oitivas quanto a apresentação de requerimentos para novas quebras de sigilo. Nas próximas semanas, teremos reconvocações e acareações, de forma que possamos chegar aos autores intelectuais e aos financiados do 8 de Janeiro, um ato terrível contra a democracia brasileira”, afirmou.

Eliziane Gama não antecipou quais testemunhas ou investigados devem ser reconvocados ou submetidos a acareação a partir de agosto. Desde o início dos trabalhos, a CPMI ouviu oito pessoas. Entre elas:

Mauro César Barbosa Cid, tenente-coronel do Exército e ex-ajudante-de-ordens do então presidente Jair Bolsonaro;

Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal;

George Washington de Oliveira Sousa, preso por tentativa de atentado próximo ao aeroporto de Brasília;

Jean Lawand Junior, coronel do Exército, pelas mensagens de conteúdo golpista que trocou com Mauro Cid; e

Jorge Eduardo Naime, coronel e ex-chefe do Departamento Operacional da Polícia Militar do Distrito Federal.

Pelas redes sociais, o deputado Rogério Correia (PT-MG) afirmou que “além dos financiadores da tentativa de golpe, muitas ‘lavanderias’ serão reveladas. Muita coisa virá à tona”.

Novos requerimentos

A próxima reunião da CPMI do 8 de Janeiro está marcada para a terça-feira, 1º de agosto, às 9h. Senadores e deputados devem ouvir Saulo Moura da Cunha, que ocupava o cargo de diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no dia dos ataques às sedes dos Três Poderes.

A comissão parlamentar mista de inquérito tem 819 requerimentos pendentes de votação. A maior parte deles sugere novos depoimentos: são 504 pedidos de convocação e 31 convites. A oposição quer ouvir sete ministros do presidente Lula: Flávio Dino, da Justiça e da Segurança Pública; José Múcio Monteiro, da Defesa; General Marcos Antonio Amaro dos Santos, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); Rui Costa, da Casa Civil; Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais; Paulo Pimenta, da Secretaria de Comunicação Social; e Márcio Costa Macêdo, da Secretaria-Geral da Presidência da República. 

Os governistas, por outro lado, querem a convocação do general Augusto Heleno, ministro do GSI durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro. Um pedido apresentado durante o recesso sugere a convocação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. De acordo com o requerimento, após a quebra do sigilo telemático do tenente-coronel Mauro Cid foram encontrados comprovantes de depósitos em dinheiro em uma conta bancária dela.

Os parlamentares apresentaram 158 requerimentos para a quebra de sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático. Uma parte dos pedidos se refere a empresas, sindicatos e pessoas físicas suspeitas de participação ou financiamento dos atos golpistas.

Outro lote de requerimentos busca alcançar figuras públicas. Há pedidos para a transferência de dados sigilosos do ex-presidente Jair Bolsonaro, do empresário Luciano Hang, do ex-deputado federal Daniel Silveira (RJ) e da mulher do tenente-coronel Mauro Cid, Gabriela Santiago Ribeiro Cid. Também há pedidos para a transferência de sigilos do ministro da Justiça, Flávio Dino, e do general Marco Edson Gonçalves Dias. As informações são da Agência Senado.

Afogados: agentes de saúde cobram responsabilidade da população

Por André Luis No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta segunda-feira (31), os agentes de saúde, Maria Auxiliadora (coordenadora do Sindacs) de licença, Vera Lúcia (coordenadora substituta), Rogério Jesuíno de Oliveira, o Jota Oliveira e Alisson Tiago, falaram sobre as recentes críticas sofridas pela categoria com relação ao monitoramento dos pacientes positivados para a […]

Por André Luis

No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta segunda-feira (31), os agentes de saúde, Maria Auxiliadora (coordenadora do Sindacs) de licença, Vera Lúcia (coordenadora substituta), Rogério Jesuíno de Oliveira, o Jota Oliveira e Alisson Tiago, falaram sobre as recentes críticas sofridas pela categoria com relação ao monitoramento dos pacientes positivados para a covid-19 no município.

Maria Auxiliadora, confirmou a pactuação com Ministério Público, para que os agentes comunitários de saúde, fizessem visitas em horas não marcadas e duas vezes por dia, à esses pacientes, para confirmar se estariam cumprindo com as recomendações sanitárias. Mas ela, informou que a pactuação só foi feita com os ACSs da zona urbana e não com os da zona rural.

Ela também levantou algumas questões como a de agentes que da zona rural que moram a dez quilômetros do paciente a ser monitorado e disse ser “humanamente impossível” esse monitoramento. 

“Imagina um agente sair duas vezes por dia da sua casa para ir visitar um paciente que já está orientado a ficar em casa, se tiver alguma suspeita procurar o hospital de campanha? Nosso trabalho no dia a dia está sendo assim”, explicou. 

Ela disse ainda que o agente tem outras funções: “não estamos monitorando somente as pessoas que estão com covid-19”.

Já o ACS Jota Oliveira, foi mais duro na sua cobrança. Para ele é o monitoramento é desnecessário.

“Eu acho desnecessário que todo dia eu tenho que estar na casa de um cidadão dizendo pra ele ficar em casa porque está com covid-19, será que… pelo amor de Deus, gente! Que sociedade é essa? Que ser humano é esse que precisa, de manhã e de tarde até nos meus domingos, nos meus feriados, eu ter que estar na sua residência, dizendo que precisa ficar em casa, se os meios de comunicação já dizem isso todos os dias. Quando você vai testar é orientado a ficar em casa”, questionou Jota.

Outra reclamação da classe é sobre a demora da informação chegar aos agentes se o paciente está confirmado ou não pra covid-19. 

“Eu fui à casa do cidadão dizer pra ele ficar em casa e não estava e, aí, o que eu faço? Prendo ele? Me dê uma solução. Liguei pra minha enfermeira e informei: ‘a paciente que você me disse que estava com covid-19, não está em casa’. Ela ligou pra vigilância e a resposta que eu tive foi que a mulher já estava de alta”, relatou Jota. 

“Eu tenho 268 casas, 635 pessoas para acompanhar mensalmente, e o trabalho não diminuiu não. Eu tenho que acompanhar se idoso está tomando a medicação, se gestante está fazendo pré-natal, se criança está vacinada, agora, a covid-19 sobrecarrega a gente. Jogam o problema, mas não procuram saber as nossas dificuldades”, desabafou o agente. 

Jota também reclamou da falta de condições para que agentes que tem pacientes longe possam estar fazendo as visitas. “Tem agente que não tem carro, não tem moto. Aí precisa pagar mototáxi pra ir dizer a pessoa que está doente que tem que ficar em casa”, reclamou.

O ACS Alisson, concordou com as colocações do colega Rogério e disse que a classe não pode ser responsabilizada por conta da covid-19.

“A gente não foge da nossa responsabilidade de orientar, e isso já foi dito aqui. Orientamos fazemos o nosso papel, inclusive não queremos nos esquivar da nossa responsabilidade nesse momento de pandemia, mas nos estamos fazendo um trabalho de auxiliar a Vigilância Sanitária do município, não somos os responsáveis, direto, mas orientar as pessoas, dizer que fiquem em casa, que faça o tratamento correto, que procure o centro de reabilitação quando estiver com alguns dos sintomas, isso a gente já faz todo dia”, disse Alisson.

“Sabemos que existem pessoas teimosas, que mesmo diante de um momento como esse são orientadas a ficar em casa, elas ainda vão pra rua, tem contato com outras pessoas, fazem viagens, ou seja, não somos nós que vamos mudar o estilo de vida dessas pessoas, mas a orientação está sendo feita” relatou Alisson.

Nesta terça-feira (01/09), O Ministério Público faz nova reunião com os ACSs, da zona urbana e rural, para tentar fechar a questão da pactuação do monitoramento.

Em Recife: Supermercados devem limitar em 50% número de clientes, diz Geraldo Julio

A prefeitura do Recife anunciou a adoção de novas medidas restritivas na manhã desta segunda-feira (13), durante o balanço dos 30 dias de enfrentamento à pandemia da Covid-19. A partir desta segunda-feira (13), as lojas de supermercados devem limitar em 50% a capacidade de entrada dos clientes e restringir o funcionamento dos estacionamentos para ⅓, […]

A prefeitura do Recife anunciou a adoção de novas medidas restritivas na manhã desta segunda-feira (13), durante o balanço dos 30 dias de enfrentamento à pandemia da Covid-19.

A partir desta segunda-feira (13), as lojas de supermercados devem limitar em 50% a capacidade de entrada dos clientes e restringir o funcionamento dos estacionamentos para ⅓, permitindo apenas que apenas uma pessoa por carro entre no estabelecimento.

Além disso, deverão fornecer álcool em gel tanto na entrada quanto nos caixas. “A partir desta terça-feira (14), o Procon dará início à fiscalização e às notificações. As lojas que descumprirem a determinação estarão sujeitas a multas e até mesmo a suspensão do alvará de funcionamento”, afirmou o prefeito Geraldo Julio. A intensificação das medidas também atinge bancos e casas lotéricas, que deverão controlar a fila dentro e fora das agências, observando também a distância entre os clientes.

Segundo o prefeito, Geraldo Julio, as medidas restritivas estão sendo intensificadas porque mais de 120 mil pessoas voltaram a circular pela cidade, descumprindo as recomendações de isolamento social das autoridades de Saúde. Esse controle tem sido feito através de um mapeamento do celular dos recifenses.

“Se não estivéssemos adotando medidas preventivas de isolamento social, mais de 200 pessoas já teriam perdido a vida por conta do novo coronavírus”, enfatizou. O prefeito ainda destacou que até o final do mês de abril, 1.000 leitos, distribuídos entre os sete hospitais de campanha durante a crise de saúde, deverão ser entregues à população. “Em 20 dias, conseguimos entregar um hospital com uma capacidade de 160 leitos, sendo 100 de UTI, o que corresponde a uma capacidade maior que o Hospital da Mulher. A nossa meta é entregar sete hospitais. Desses, quatro já estão concluídos e já possuem pacientes internados em leitos de UTI”, disse.

Apesar do empenho para entregar novos leitos e não colapsar o sistema, o secretário de Saúde do Recife, Jailson Correia, informou que os leitos da unidade de terapia intensiva já estão com uma taxa de ocupação alta. “Os leitos de UTI, apesar de recentes, já têm uma taxa de ocupação de 74%”, informou.Ainda de acordo com o secretário, 658 profissionais de saúde já foram contratados e uma nova seleção pública já está em andamento. Além da contratação de pessoal, a prefeitura realizou a aquisição de 1 milhão de itens de equipamentos de proteção individual (EPIs) para os profissionais de saúde, como máscaras N95 e cirúrgicas, aventais, luvas, óculos, toucas no combate ao novo coronavírus. O material é suficiente para o uso em um mês.