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“Abaixo Auxílio Moradia”, dispara presidente da OAB/PB

Por Nill Júnior

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Paraíba, advogado Paulo Maia, assinou uma nota, em tom de manifesto, reclamando do pagamento de auxílio moradia para membros do judiciário que têm imóvel próprio.

Ele entra na discussão que vem gerando polêmica nas últimas semanas e chama a atenção de todas as pessoas para os privilégios que considera “eticamente abusiva e violadora da moralidade”.

Em nota, Paulo Maia afirma que existe uma clara e desrespeitosa disparidade de tratamentos e condições entre os cidadãos normais e os membros do Judiciário e Ministério Público.

“Todo cidadão brasileiro paga suas despesas do seu salário ou renda. Não tem qualquer “auxílio” como complemento e, importante registrar, nem de longe recebe os valores pagos aos magistrados e Ministério Público”, destacou.

Outras Notícias

Falsa médica dava plantão em Upa de Belo Jardim

A polícia está investigando uma falsa médica suspeita de praticar medicina de maneira ilegal na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Belo Jardim. A mulher se passava por uma médica que mora em Natal, no Rio Grande do Norte. De acordo com a diretoria da UPA, foi realizada uma pesquisa no site do Conselho Federal […]

A polícia está investigando uma falsa médica suspeita de praticar medicina de maneira ilegal na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Belo Jardim.

A mulher se passava por uma médica que mora em Natal, no Rio Grande do Norte.

De acordo com a diretoria da UPA, foi realizada uma pesquisa no site do Conselho Federal de Medicina ao perceber que havia algo estranho com a suspeita.

Foi constatado que a pessoa que assumiu o plantão no dia 8 de maio estava usando o número do CRM da Doutora Maria Augusta Cavalcanti, além de terem constatado que a foto do perfil profissional do site era diferente da mulher.

A equipe médica acionou a Polícia Militar (PM), mas a suspeita fugiu.

Médica denunciou suspeita – A doutora Maria Augusta, em nota, informou que foi avisada por um colega que uma mulher desconhecida estava usando seu nome e seu CRM.

A médica informou, nas redes sociais, que está morando em Natal há quase dois anos e que não atende em cidades de Pernambuco. Além disso, ela também disse que tomou as providências e denunciou o caso.

PGE-PE padroniza editais para compra de bens e insumos pelos órgãos estaduais

Órgãos da administração direta, autarquias e fundações estaduais devem passar a utilizar, obrigatoriamente, modelos padronizados de editais, estruturas de termos de referência e contratos para licitações na modalidade pregão eletrônico, disponibilizados esta semana no site da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) – http://www.pge.pe.gov.br/consultivainstrumentos.aspx O objetivo é tornar mais rápido o trâmite de processos […]

Órgãos da administração direta, autarquias e fundações estaduais devem passar a utilizar, obrigatoriamente, modelos padronizados de editais, estruturas de termos de referência e contratos para licitações na modalidade pregão eletrônico, disponibilizados esta semana no site da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) – http://www.pge.pe.gov.br/consultivainstrumentos.aspx O objetivo é tornar mais rápido o trâmite de processos administrativos para aquisição de bens em geral, medicamentos e insumos hospitalares.

A adoção do sistema de minutas padronizadas atende ao Decreto Estadual nº 47.467/2019, que prevê a padronização de editais de licitação, contratos e convênios, termos aditivos e estruturas de termos de referência que, por sua reiteração ou abrangência, necessitem de tratamento uniforme pela administração pública estadual.

“Essa mudança, que começa a ser implementada, permite diminuir o tempo de tramitação dos processos administrativos, sem perda da análise jurídica da legalidade desses instrumentos e conferindo mais celeridade e eficiência aos processos de compra”, avalia o procurador-geral do Estado de Pernambuco, Ernani Medicis.

As minutas padronizadas de pregão eletrônico foram elaboradas pela Procuradoria Consultiva – especializada da PGE-PE esponsável pela consultoria jurídica e pelo exame dos atos, termos e contratos administrativos dos órgãos estaduais – e aprovadas em portaria do procurador-geral, publicada em 5 de setembro. Os modelos podem ser acessados no site da PGE-PE, na aba Instrumentos Padronizados.

Já estão disponíveis os seguintes instrumentos padronizados: (1) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de medicamentos e/ou insumos hospitalares para entrega futura, integral ou parcelada, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços e Contrato; (2) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de medicamentos e/ou insumos hospitalares para entrega imediata e integral, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços, Declaração de Compatibilidade de Preços e Ordem de Fornecimento; (3) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de bens, com e sem registro de preços, para entrega futura, integral ou parcelada, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços e Contrato; e (4) Edital de Pregão Eletrônico para o fornecimento eventual de bens, com e sem registro de preços, em regime de entrega imediata e integral, acompanhado de minutas do Termo de Referência, Ata de Registro de Preços e Ordem de Fornecimento.

A procuradora-chefe da Procuradoria Consultiva, Suely Barros, ressalta que a adoção dos instrumentos padronizados deverá ser devidamente atestada pelo agente público responsável pela elaboração dos editais e demais documentos referentes ao procedimento licitatório, mediante o preenchimento da Declaração de Atendimento, constante no Anexo Único do Decreto nº 47.467/2019.

“Nesta primeira fase do processo de padronização, a adoção dos instrumentos já aprovados não dispensa o envio do procedimento licitatório, em suas fases interna e externa, para análise da PGE, o que será possível oportunamente, por ato específico do procurador-geral do Estado”, reforça a procuradora. “É importante frisar que a obrigatoriedade da utilização das minutas padronizadas independe do valor de alçada previsto no artigo 1º do Decreto nº 37.271/2011”, completa.

População reclama contra prefeito que autorizou festa particular em via pública de Tabira

Por Anchieta Santos Mesmo com a Rua Waldemir Leite Soares sendo espaço de grandes eventos a Superfesta programada para amanhã parece ter provocado muita insatisfação na Cidade das Tradições. A festa é particular, do empresário conhecido como Wilton Confecções e já aconteceu em anos anteriores no chamado pátio da rodoviária. Este ano o Prefeito Sebastião […]

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Por Anchieta Santos

Mesmo com a Rua Waldemir Leite Soares sendo espaço de grandes eventos a Superfesta programada para amanhã parece ter provocado muita insatisfação na Cidade das Tradições.

A festa é particular, do empresário conhecido como Wilton Confecções e já aconteceu em anos anteriores no chamado pátio da rodoviária. Este ano o Prefeito Sebastião Dias enviou comunicado verbal ao empresário dizendo que ele poderia fazer a festa em qualquer outro lugar, menos no antigo local.

Os Secretários de Obras Edgley Freitas e de Administração, responsável pela Guarda Municipal que cuida do transito, Flávio Marques, só ficaram sabendo da armação da estrutura da festa na Rua Waldemir Leite Soares quando o palco começou a ser instalado.

Com isso desde terça para uma festa que somente acontece amanhã, o transito sofreu modificações e ontem mesmo todo entorno da Praça Gonçalo Gomes foi interditado.

Comerciantes, motoristas, moto taxistas, e populares estão revoltados com a decisão do Prefeito Sebastião Dias e demonstraram insatisfação através da Programação da Rádio Cidade e das redes sociais.

Afogados: vereadores cobram explicações sobre barracas de fogos e lixão

Aconteceu na noite desta segunda-feira (25) mais uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. A sessão foi bastante movimentada, vários temas foram abordados pelos parlamentares. Destaque para a terceira e última parte, onde os vereadores abordam temas de livre escolha. O Vereador Augusto Martins (PR) criticou o local de trabalho que […]

Aconteceu na noite desta segunda-feira (25) mais uma sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira. A sessão foi bastante movimentada, vários temas foram abordados pelos parlamentares. Destaque para a terceira e última parte, onde os vereadores abordam temas de livre escolha.

O Vereador Augusto Martins (PR) criticou o local de trabalho que foi designado para as barracas de fogos de artifício: “Além de pagar uma taxa aos bombeiros você vai trabalhar em um local que não tem a menor infraestrutura, sem um banheiro para os barraqueiros, com poeira o dia todo, tem que rever essa questão do local onde eles estão instalados, o local não apresenta estrutura digna para exercer o trabalho”, emendou o parlamentar.

Lixão em Afogados: o Presidente Igor Mariano (PSD) fez uma cobrança aos governos municipais, estaduais e federal sobre a questão do lixão: “Esta semana a imprensa repercutiu mais uma vez o drama das famílias que moram no Poço de Pedra e no Miguel Arraes, não existe a menor condição de viver constantemente com o mau cheiro causado pelo lixo, temos que melhorar a coleta seletiva, fazer ela ser eficaz. É uma obra cara, o município não tem condições de tocar sozinho, precisa de parceira do Governo do Estado e Federal, precisamos erradicar este problema crônico do nosso município, estamos falando de saúde, de qualidade de vida”, finalizou Mariano.

Sessão Solene – O Presidente do Poder Legislativo encerrou a sessão informando aos vereadores e público presente que na próxima sexta-feira (29) às 9h será realizada uma sessão solene em comemoração à emancipação política de Afogados da Ingazeira: “Vamos fazer uma bela sessão solene, na oportunidade estaremos entregando alguns títulos de cidadão e medalhas de honra ao mérito à personalidades que ajudam o desenvolvimento da nossa querida Afogados da Ingazeira, quero convidar toda população a se fazer presente”, afirmou Igor.

Covid-19: pessoas já infectadas devem esperar um mês antes de se vacinar

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da […]

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar.

No momento em que a vacinação contra a covid-19 está sendo realizada no país, uma das dúvidas mais comuns é o que muda no caso de quem já teve a doença quando da aplicação da vacina.

Segundo o infectologista Hemerson Luz, quem já teve a covid-19 deve esperar ao menos um mês antes de tomar a vacina contra a doença. Esse intervalo é contado a partir de 14 dias depois do diagnóstico positivo, quando foi convencionado que a pessoa se livra do vírus.

Ele explica que ainda não há publicações e estudos demonstrando efeitos, mas que médicos têm adotado esse tempo mínimo para evitar potenciais efeitos adversos.

Se a pessoa tiver com a doença aguda, com febre e com sintomas da covid-19, ela não deve se vacinar. Antes disso, deve procurar um médico para receber orientações e ter um diagnóstico se está ou não com a covid-19.

“Se tiver com sintomas vou esperar encerrar o meu quadro. Se eu tiver com sintomas, tenho que procurar o médico para verificar o diagnóstico. Se tiver infectado, tem que aguardar até resolver o quadro e aí depois de 30 dias”, explica o infectologista.

Luz lembra que a vacina pode causar efeitos adversos, em geral no local da aplicação, como inchaço, vermelhidão, febre ou indisposição. Mas essas reações não duram mais de 48 horas e podem ser tratadas com remédios como analgésicos e antitérmicos.

O infectologista alerta que quem já foi infectado pode contrair a covid-19 novamente, mas o quadro deve ser brando. “A [vacina] CoronaVac tem eficácia de 50% para pegar a doença, mas é 100% eficaz contra o caso grave. A [vacina] Oxford/AstraZeneca é um pouco mais efetiva, a 70%, mas mesmo assim existe possibilidade de ficar doente”, disse.

O infectologista ressalta a importância da vacinação mesmo para quem já teve a covid-19. E acrescenta que não é preciso ter receio, pois não há chance da vacina causar doenças. Mesmo aquelas que utilizam vírus inativados não têm qualquer possibilidade de replicação do vírus no organismo.

Com informações da Agência Brasil.