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A oposição e a imprensa: as responsáveis pela crise política

Por Nill Júnior

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Por Doriel Barros*

Interesses da oposição e a revolta dos empresários da grande mídia por não serem as pautas prioritárias da presidenta Dilma são os principais responsáveis pela crise politica, pelos altos índice de rejeição ao Governo e pelo terrorismo que vem sendo reproduzido na imprensa sobre a economia.

A oposição não aceita a possibilidade de o ex-presidente Lula ser candidato em 2018, e por isso realizam uma ação coordenada para destruir a imagem do PT junto à sociedade. Há também uma tentativa de envolver o ex-presidente em escândalos de corrupção, para que, dessa forma, o PSDB possa voltar ao poder nas próximas eleições.

Por isso os panelaços têm recebido uma atenção especial da mídia, com o sentido claro de influenciar a opinião pública. Essa mesma atenção, no entanto, não é demostrada em relação a tantas outras mobilizações ocorridas no País que, mesmo fazendo críticas a algumas posturas do Governo, reconhecem as importantes transformações ocorridas nesta gestão. O que deixa claro a postura e as manobras da imprensa.

É evidente que as articulações da oposição contam com apoio total da grande mídia. E se há alguma dúvida sobre isso, basta as pessoas acompanharem as reportagens que vêm sendo exibidas em horários nobres e nas revistas de grande circulação, que só fazem responsabilizar o governo, sem nenhuma preocupação com o País.

O discurso de uma imprensa livre é utilizado cotidianamente para que se continue a defesa explicita dos interesses comerciais e políticos da Direita. Há uma parceria clara entre a oposição e a grande mídia para impor um golpe à democracia. Querem, de todas as formas, retirar o mandato de uma presidenta eleita pela maioria dos brasileiros que foi às urnas na ultima eleição. O pretexto utilizado é o de que ela sabia da corrupção na Petrobrás e de que cometeu crime fiscal. Contudo, não há nenhuma prova do seu envolvimento, e os encaminhamentos fiscais do seu governo foram os mesmos de governos anteriores que, inclusive, tiveram suas contas aprovadas pelo Congresso.

É preciso outro olhar para o nosso país. Um olhar que não é transmitido pelas antenas das TVs e rádios, nem pelos impressos dominados por grandes empresários. Hoje,  não estão ocorrendo apagões no Brasil, como houve no período de FHC;  mesmo enfrentado uma das maiores secas do últimos 50 anos, nossa gente não está saqueando supermercados, por ter como se alimentar; o desemprego atual é menor que no último governo de FHC; não estamos de joelhos diante do FMI; mais de 20 milhões de pessoas saíram da miséria; a agricultura familiar tem 28,9 bilhões para investimentos; a corrupção está sendo investigada, com autonomia, pelos órgãos do governo, diferente dos anos do PSDB, onde tudo era engavetado.

O que falta ainda é um Plano de Democratização da Mídia. Os meios de comunicação nunca faturaram tanto. Isso eles não mostram. Um País grande como o Brasil não pode ficar a mercê de uma imprensa privada, com interesses econômicos claros, onde o que interessa não é o bem-estar social, mas o seu caixa, seus interesses escusos.

* Doriel Barros é Presidente da Fetape

Outras Notícias

Para Toninho Valadares, Totonho pode ser “oxigenação” que PSL quer em Afogados

Por André Luis Participando por telefone do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta segunda-feira (02), que falou sobre o governo Bolsonaro, o momento do PSL  e a relação deste com o estado, o presidente da legenda em Afogados da Ingazeira, Toninho Valadares, disse acreditar que o ex-prefeito, Totonho Valadares, seu pai e pré-candidato […]

Foto: Arquivo/Rádio Pajeú

Por André Luis

Participando por telefone do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM, desta segunda-feira (02), que falou sobre o governo Bolsonaro, o momento do PSL  e a relação deste com o estado, o presidente da legenda em Afogados da Ingazeira, Toninho Valadares, disse acreditar que o ex-prefeito, Totonho Valadares, seu pai e pré-candidato à Prefeitura do município, pode sim ser a oxigenação que ala mais jovem do partido deseja.

Para Toninho, o discurso de oxigenação, que sugeriria em tese um nome mais novo, é correto e coerente, mas acredita que oxigenação não quer dizer apenas idade, nem apenas ideias. “Tem que olhar o que a pessoa tem feito durante vários anos. Não se pode negar que Totonho é uma pessoa futurista”, afirmou. O ex-prefeito foi prefeito três vezes e tem 73 anos.

Para ele, qualquer pessoa que for dirigir um município como o de Afogados da Ingazeira hoje tem que ter qualidade, representatividade e acima de tudo experiência. “ O novo pelo novo, não é legal, tem que ter um conjunto”, disse Toninho, que acha possível conciliar a pauta do PSL com a agenda da pré-candidatura de Totonho Valadares. “Se puder conciliar tudo isso junto, acho importantíssimo”.

Falando sobre a reunião que teve com o senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal, Fernando Filho, na última sexta-feira (30.08), e pelo fato de seu pai estar hoje na base aliada do governador Paulo Câmara, Toninho disse achar imprescindível que a pavimentação da candidatura de Totonho passe pelo MDB pernambucano. Totonho hoje está no PSDB, mas tudo indica que trocará a legenda, indo “mala e cuia” para o MDB.

“Já existem inclusive reuniões hoje para o MDB estar na chapa com o próprio João Campos em Recife. O foco principal da reunião foram políticas para implantar melhorias no Pajeú, com o apoio de todo MDB e do PSL trazendo via Governo Federal, um enfoque nas eleições municipais”, pontuou.

Também participaram do debate: nos estúdios participaram o Segundo Secretário do PSL, Josivan Veras, e também por telefone, o primeiro suplente de deputado federal do partido em Pernambuco, Frederico França, que também está na segunda vice-presidência da Câmara dos Deputados. O médico Edson Moura, que assumiu a vice-presidência da legenda no município, estava certo para participar, mas alegando problemas com a agenda médica, não compareceu.

Veja como ficaram os primeiros trailers da Paixão de Cristo 2018 

A Sociedade Teatral de Fazenda Nova divulgou os dois primeiros trailers da temporada 2018 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, que terá como protagonista o ator Renato Góes no papel de Jesus. Os filmes trazem cenas de várias passagens da história de Cristo, incluindo a traição de Judas, o julgamento no Fórum de Pilatos […]

A Sociedade Teatral de Fazenda Nova divulgou os dois primeiros trailers da temporada 2018 da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, que terá como protagonista o ator Renato Góes no papel de Jesus. Os filmes trazem cenas de várias passagens da história de Cristo, incluindo a traição de Judas, o julgamento no Fórum de Pilatos e flashes do martírio e da crucificação.

Nas imagens, além de Renato Góes, também aparecem os outros convidados: Kadu Moliterno (Pilatos), Victor Fasano (Herodes), Tonico Pereira (Anás), Nicole Bahls (Herodíades) e Rita Guedes (Madalena). Também estão nos filmes os artistas pernambucanos Fabiana Pirro (Maria), Ricardo Mourão (Caifás) e José Barbosa (Judas). Os filmes foram dirigidos pelo cineasta Eduardo Morotó.

A temporada 2018 será realizada no período de 24 a 31 de março. Os ingressos já podem ser adquiridos no site oficial www.novajerusalem.com.br. As entradas têm preço variando de R$ 100,00 a R$ 140,00, dependendo do dia, com meia-entrada para estudantes, professores de Pernambuco e público de até 14 anos. Nas compras feitas pelo site, o valor do ingresso poderá ser parcelado em até 12 vezes no cartão de crédito, com os juros da operadora. Assita aos trailers:


Giba Ribeiro e Marconi Santana visitam espaço onde será instalada nova Biblioteca Municipal

O prefeito Gilberto Ribeiro e o Secretário de Governo Marconi Santana realizaram uma visita técnica ao terreno onde será construída a nova Biblioteca Municipal de Flores.  “A nova biblioteca será um espaço de conhecimento e inclusão para todos. Estamos investindo no futuro da nossa gente, especialmente nas nossas crianças e jovens”, disse o prefeito. “Esse […]

O prefeito Gilberto Ribeiro e o Secretário de Governo Marconi Santana realizaram uma visita técnica ao terreno onde será construída a nova Biblioteca Municipal de Flores.

 “A nova biblioteca será um espaço de conhecimento e inclusão para todos. Estamos investindo no futuro da nossa gente, especialmente nas nossas crianças e jovens”, disse o prefeito.

“Esse projeto não se trata apenas de uma estrutura física, mas de criar um ambiente onde o aprendizado e o crescimento cultural sejam acessíveis a todos”, complementou o Secretário de Governo Marconi Santana.

A nova biblioteca promete ser um espaço moderno, multifuncional e acessível, ampliando o acesso à educação e cultura para todos os florenses.

Aliados de Dilma no Senado dizem não ter como barrar Impeachment

Congressistas leais ao governo informaram a auxiliares de Dilma Rousseff que já se formou no Senado uma maioria pró-impeachment. Significa dizer que, se os deputados autorizarem a instauração de processo contra a presidente, é improvável que os senadores revertam a decisão. Assim, a batalha que o Planalto trava na Câmara deixou de ser apenas uma […]

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Congressistas leais ao governo informaram a auxiliares de Dilma Rousseff que já se formou no Senado uma maioria pró-impeachment. Significa dizer que, se os deputados autorizarem a instauração de processo contra a presidente, é improvável que os senadores revertam a decisão. Assim, a batalha que o Planalto trava na Câmara deixou de ser apenas uma prioridade. Ganhou ares de tudo ou nada. A informação é do blogueiro Josias de Souza.

Ao definir o rito do impeachment, o STF vitaminou os poderes dos senadores. Ficou estabelecido que a Câmara autoriza a abertura do processo. Mas apenas o Senado tem poderes para afastar a presidente temporariamente do cargo antes de julgá-la. Por maioria simples (metade dos votos mais um), os senadores podem aceitar ou rejeitar a denúncia. Se confirmarem a decisão da Câmara, a presidente terá de se afastar do cargo por até seis meses, prazo em que será julgada.

É consensual entre os congressistas —e mesmo entre os operadores de Dilma— a avaliação de que, uma vez acomodado na poltrona de presidente, o vice Michel Temer não terá de devolver o assento à titular. Nessa hipótese, Dilma frequentará o noticiário como um impedimento esperando para acontecer.

A lealdade do presidente do Senado, Renan Calheiros, ainda que sobreviva, terá pouca serventia para o governo. Manda a Constituição que Dilma seja julgada em sessões comandadas pelo presidente do Supremo Tribunal Federal. Para que seu afastamento seja sacramentado, são necessários os votos de pelo menos 54 dos 81 senadores.

A semana não começa bem para Dilma. Nesta segunda-feira, vai a voto na comissão especial da Câmara o parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), favorável ao impeachment. Num colegiado de 65 deputados, bastam 33 votos para que a peça seja aprovada. O Planalto tem pouca esperança de prevalecer nesse estágio. Já desloca suas energias para o plenário da Câmara.

Eduardo Cunha, o presidente-réu da Câmara, marcou para sexta-feira (15) o início da discussão do impeachment no plenário. Se tudo correr como o algoz de Dilma planejou, a votação ocorrerá no domingo (17) —dia em que, sem expediente no trabalho, a oposição extraparlamentar e a claque do PT nos movimentos sociais podem trocar a folga pelo expediente cívico defronte do Congresso.

Enquanto Dilma finge que faz e acontece no Planalto, Lula administra os escombros da base congressual do governo. Faz isso numa condição precária. Impedido por uma liminar do STF de assumir a chefia da Casa Civil, Lula não consegue efetivar-se como ministro. E oferece ministérios para pseudo-aliados que negociam simultaneamente com o grupo de Temer.

Para prevalecer na Câmara, a oposição precisa de 342 votos. Lula faz o diabo para impedir que a soma seja alcançada. Por ora, os efeitos da articulação do padrinho de Dilma são invisíveis a olho nu.

Prefeito de Quipapá e filho do presidente da ALEPE renuncia

O prefeito de Quipapá,  na Mata Sul, Alvinho Porto, usou suas redes sociais para informar que renuncia ao mandato na cidade. Alvinho é filho do presidente da ALEPE,  Álvaro Porto. Em 2020, ele foi eleito pelo podemos com 54,48% dos votos, batendo a candidata Lucemar, do Progressistas. “Hoje, dia 29 de dezembro de 2023, após […]

O prefeito de Quipapá,  na Mata Sul, Alvinho Porto, usou suas redes sociais para informar que renuncia ao mandato na cidade.

Alvinho é filho do presidente da ALEPE,  Álvaro Porto.

Em 2020, ele foi eleito pelo podemos com 54,48% dos votos, batendo a candidata Lucemar, do Progressistas.

“Hoje, dia 29 de dezembro de 2023, após três anos à frente da administração de Quipapá, venho, por motivos pessoais, comunicar minha renúncia ao cargo de prefeito de Quipapá”.

No post, ele presta contas do período em que governou o município,  dizendo ter transformado a cidade. Também defende o empresário e ex-vereador  Genivaldo Timóteo, o Pité (Podemos), que assumirá a  prefeitura, dizendo ser “homem honrado e ficha limpa”.

Dentre os comentários, o Deputado Federal Lucas Ramos parabenizou sua atuação.  “Fez um trabalho incrível e seguirá fazendo por onde passar”, disse.