“A nomeação foi um reconhecimento à nossa liderança”, diz Edson Henrique na Pajeú
Em entrevista ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, nesta quinta-feira (24), o ex-vereador de Afogados da Ingazeira e atual assessor da Casa Civil, Edson Henrique, falou sobre sua trajetória recente na política, a nomeação no governo Raquel Lyra, os bastidores do pós-eleição de 2024 e fez duras críticas à gestão do prefeito Sandrinho Palmeira (PSB).
A conversa foi conduzida pelos comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti.
Atuação sem mandato e nomeação no governo estadual
Edson iniciou destacando que mesmo após deixar o cargo de vereador, seguiu atuando politicamente:
“Mesmo sem mandato, a gente continuou fazendo política. Liderança não depende de cargo, e a população reconhece quem está presente, quem atua, quem cobra, quem entrega resultado”, afirmou.
Além da atuação política, ele destacou a ampliação de seu trabalho como advogado, com assessorias em municípios como Santa Terezinha, Brejinho e Tacaratu, e comentou como tem conciliado essa rotina com a nova função na Casa Civil do Governo de Pernambuco.
Sobre sua nomeação, revelou que a insatisfação com a falta de envolvimento da governadora Raquel Lyra no pleito de 2024 foi superada em uma reunião realizada no Palácio do Campo das Princesas:
“Fomos derrotados eleitoralmente, mas Afogados nos concedeu 9.609 votos. Isso tem peso político. A nomeação foi um reconhecimento à nossa liderança”, destacou.
Segundo Edson, a articulação foi conduzida pelo deputado estadual Romero Sales Filho, que intermediou o diálogo com o governo. Ele enfatizou que nem ele nem Danilo Simões impuseram cargos à governadora:
“Não foi barganha, foi reconhecimento. Nunca precisei de função para ter posicionamento. Sempre fui oposição ao PSB com coerência.”
Críticas à gestão Sandrinho Palmeira
Questionado sobre os 114 dias da nova gestão de Sandrinho Palmeira, Edson foi direto ao criticar a condução da administração:
“A sensação que tenho, desde meu tempo como vereador até agora, é de que Afogados opera no vermelho. A gestão precisa, antes de tudo, organizar as contas públicas”, disparou.
Ele defendeu que um governo da oposição teria começado com medidas de ajuste fiscal e revisão de contratos:
“A primeira atitude seria ter zelo pelo erário. Sem equilíbrio nas contas, não se entrega nada à população.”
Apoio à governadora Raquel Lyra
Ao responder a um ouvinte sobre se apoiaria Raquel Lyra mesmo sem a nomeação, Edson reafirmou seu compromisso com a governadora:
“Nunca precisei de função para andar com minhas próprias pernas. Apoio a governadora pela firmeza de convicções. Pernambuco foi sucateado pelo PSB, e Raquel tem resgatado a autoestima do nosso povo.”
Rumo a 2026
Por fim, Edson Henrique sinalizou que o grupo oposicionista já se articula pensando nos próximos passos:
“Mesmo quando se fala muito em fazer política só em 2026, ela já começou. E estaremos prontos para seguir firmes, com coerência e compromisso.”



Por André Luis
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