Justiça: um ano após cirurgia, família de Camila Nogueira cobra resposta do Cremepe
Por Michael Andrade
Consultora de imagem permanece em estado vegetativo desde agosto de 2025. Mobilização acontece às 9h, em frente à sede do conselho, no Recife.
Familiares e amigos de Camila Nogueira, de 39 anos, realizam nesta quinta-feira (27), uma mobilização em frente ao Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe), no Espinheiro. A família cobra respostas sobre o caso da consultora de imagem, que permanece em estado vegetativo após complicações durante uma cirurgia realizada há cerca de um ano.
Camila Nogueira antes de depois da cirurgia. À esq. ao lado esposo e à dir., atualmente, com o pai (Cortesia)
Camila passou por uma cirurgia para retirada da vesícula e correção de hérnia no Hospital Esperança, no Recife, em agosto de 2025. Durante o procedimento, sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi reanimada cerca de 15 minutos depois, ficando com sequelas neurológicas permanentes. A família sustenta que houve erro médico. As três médicas envolvidas no atendimento negam responsabilidade pelo ocorrido.
Em dezembro, a família apresentou representação ao Cremepe pedindo a suspensão e a cassação dos registros profissionais das médicas. O conselho concluiu uma sindicância em julho e o caso avançou para um processo ético-profissional, que tramita sob sigilo. Segundo o Diário de Pernambuco, pedidos para afastamento cautelar das profissionais foram negados três vezes.
A mobilização desta quinta começa às 9h e cobra uma resposta do conselho. Ao Diário de Pernambuco, o advogado da família, Paulo Maia, afirmou que espera a responsabilização de eventuais responsáveis. O jornal informou que não conseguiu contato com o Cremepe até o fechamento da reportagem.
Fonte: Diário de Pernambuco
Foto: Cortesia
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O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, anunciou em live ao vivo na manhã desta quinta-feira (17) o aumento de 33,24% no salário dos professores. De acordo com o prefeito, que falou ao lado da Secretária de Educação Cecília Patriota, foi enviado à Câmara de Vereadores o projeto de lei que será encaminhado amanhã, sexta-feira (18) […]
O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, anunciou em live ao vivo na manhã desta quinta-feira (17) o aumento de 33,24% no salário dos professores.
De acordo com o prefeito, que falou ao lado da Secretária de Educação Cecília Patriota, foi enviado à Câmara de Vereadores o projeto de lei que será encaminhado amanhã, sexta-feira (18) em caráter de urgência para as comissões, esperando que seja aprovado até o dia 25.
Desta forma, o mês de fevereiro já deverá ser pago com esse reajuste, lembrando que o projeto prevê que o retroativo de janeiro seja depositado até maio, mas a expectativa do gestor é que seja pago o mais rápido possível.
Isso implica em um aumento na folha de pagamentos da ordem de R$ 2 milhões e 300 milhões mil por ano, segundo nota.
O prefeito também anunciou que os demais servidores, da saúde e da administração também terão reajuste salarial, para compensar as perdas e defasagens dos últimos anos.
“Ao todo, estamos prevendo um aumento anual da folha de pagamentos em torno de R$ 5 milhões, isso significa um incremento importante na economia local. Estamos fazendo isso com muita responsabilidade, sem extrapolar o limite previsto em lei do que a prefeitura pode gastar com folhas de pagamento, que é de 54%”, informou Anchieta.
Com relação aos precatórios da educação, o prefeito esclareceu que o município tem depositado em conta mais de R$ 1 milhão,600 milhões e que foi pactuado junto com o presidente da Associação dos Professores de Carnaíba, João Teotônio, que também participou da live, que será formado uma comissão com representantes da Secretaria de Educação, da Associação e dos setores jurídicos da prefeitura, para que essa distribuição seja feita como preconiza a legislação.
Um conjunto de mensagens telefônicas de texto recolhidas pela Lava Jato revela a proximidade do empreiteiro Léo Pinheiro, da construtora OAS, com importantes nomes ligados direta ou indiretamente ao PT e ao governo da presidente Dilma Rousseff: Jaques Wagner, ministro da Casa Civil, Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, e Aldemir Bendine, presidente da Petrobras. […]
Diálogos obtidos pela Lava Jato mostram que ministro-chefe da Casa Civil teria ajudado executivo condenado da OAS a negociar liberação de verba quando era governador
Um conjunto de mensagens telefônicas de texto recolhidas pela Lava Jato revela a proximidade do empreiteiro Léo Pinheiro, da construtora OAS, com importantes nomes ligados direta ou indiretamente ao PT e ao governo da presidente Dilma Rousseff: Jaques Wagner, ministro da Casa Civil, Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, e Aldemir Bendine, presidente da Petrobras. Os três não são alvo da operação.
O conteúdo das mensagens mostra que o executivo, condenado a 16 anos de prisão, atuou por interesses dos petistas em episódios distintos. No caso de Wagner, há negociação de apoio financeiro ao candidato petista à prefeitura de Salvador em 2012, Nelson Pellegrino, como também pedidos de intermediação do então governador da Bahia com o governo federal a favor de empreiteiros.
Haddad é citado em uma conversa de Pinheiro com o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em 2013. Pinheiro cita Haddad para pedir a Cunha, então relator do projeto da rolagem da dívida de Estados e de municípios com a União, que aprove a medida.
No caso de Bendine, a Procuradoria-Geral da República vê indícios de que ele tenha participado de suposto esquema ilícito de compra de debêntures (títulos da dívida) da OAS quando comandava o Banco do Brasil, em 2011 e 2014. Pinheiro é conhecido por ter mantido relação de proximidade com o ex-presidente Lula, a quem se referia como “Brahma”.
Jaques Wagner tratou de doação, suspeita força-tarefa
Os investigadores da força-tarefa Operação Lava Jato suspeitam que parte das conversas do empreiteiro Léo Pinheiro que envolvem Jaques Wagner trate de doações para a campanha petista na disputa pela prefeitura de Salvador, em 2012.
O material ao qual o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso é mantido sob sigilo em Brasília e na Justiça Federal no Paraná. Os diálogos foram obtidos pelos investigadores da Lava Jato em Curitiba e remetidos à Procuradoria-Geral da República por haver menção ao nome do ministro, que possui foro privilegiado. Até o momento, não há inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal contra ele.
Nas conversas, há negociação de apoio financeiro ao candidato petista à prefeitura de Salvador em 2012, Nelson Pellegrino, como também pedidos de intermediação de Wagner com o governo federal a favor dos empresários.
Investigadores colocam sob suspeita trechos cifrados de conversas que utilizam códigos, apelidos e supostos endereços que, na verdade, indicam valores pagos, de acordo com as apurações. Jaques Wagner é identificado como “JW”. Os responsáveis pela investigação acreditam que ele também é o “Compositor”, uma referência ao maestro e compositor alemão Richard Wagner.
Nelson Pellegrino é citado como “NP” ou “Andarilho”, em alusão a “peregrino”, trocadilho com seu sobrenome. No 1.º turno daquela eleição, ele disputou o comando da capital baiana com ACM Neto (DEM) e com Mário Kertész (então PMDB), identificados nas conversas como “Grampinho” e “MK”, respectivamente.
Intermediador
No 2.º turno, Kertész decide deixar o partido, que aderiu à campanha de ACM Neto, e apoiar Pellegrino. As conversas interceptadas revelam negociações envolvendo apoio político de Kertész ao candidato petista no 2.º turno e o pagamento das campanhas. Wagner aparece como intermediador das conversas.
Mensagem trocada entre Léo Pinheiro, condenado a 16 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa na Lava Jato, e um celular identificado pelos investigadores como pertencente a Jaques Wagner em 10 de outubro de 2012 mostra suposta conversa com o então governador sobre a negociação de apoio do PMDB ao candidato petista.
No dia seguinte, quando Kertész marcou coletiva para anunciar sua saída do PMDB, Pinheiro enviou mensagem a Wagner. “Assunto MK, preciso lhe falar.” Um pouco mais cedo, Pinheiro havia enviado mensagem a Manuel Ribeiro Filho. Investigadores suspeitam se tratar de possível código para efetuar um pagamento. No texto, o executivo escreveu: “O endereço que filho me forneceu foi M.K. Street 3.600”. A suspeita dos investigadores é de que o número se refira a um valor pago e a sigla “MK” ao destinatário do dinheiro.
Depois, os executivos da OAS comentam: “O valor é muito alto”, em referência ao número 3.600. Troca de mensagens entre Léo Pinheiro e Cesar Mata Pires Filho, executivo da empreiteira, mostra que “JW” estaria ciente do apoio a ser intermediado ao candidato petista.
Lobby
Os diálogos interceptados dão ideia de proximidade entre o ex-presidente da OAS e o então governador da Bahia mesmo após as eleições municipais. O executivo relata encontros com “JW”. Em uma das mensagens, Léo Pinheiro escreve “Governador, desculpe a ‘invasão'”, antes de enviar seu texto. Wagner responde: “Você é sempre bem vindo JW”. Em outra conversa, Pinheiro chama o governador de “nosso JW”.
Em 2014, Léo Pinheiro pede ajuda a Jaques Wagner para falar com o então ministro dos Transportes para “liberar o recurso no valor de R$ 41.760 milhões” referente a um convênio assinado em 2013. “Ok, vou fazê-lo abs domingo vamos ganhar com certeza”, respondeu Jaques Wagner, cinco dias antes do 2.º turno da eleição presidencial de 2014.
Defesas
O ministro Jaques Wagner não respondeu aos questionamentos feitos pela reportagem. O advogado Edward Carvalho, um dos responsáveis pela defesa de executivos da OAS na Operação Lava Jato, disse que não iria comentar as informações.
Já Mário Kertész afirmou que é amigo de Léo Pinheiro, mas que não participou de arrecadação para campanha de Nelson Pelegrino no segundo turno da disputa municipal em Salvador, tendo oferecido apenas apoio político. Pelegrino foi procurado por meio de sua assessoria, mas não se pronunciou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em nota, o pré-candidato Fredson da Perfil acusou a gestão Evandro Valadares de copiar suas propostas e mostrar trabalho para a população a menos de seis meses das eleições municipais. “É o desespero da derrota. A gente nem chegou lá e bastou pressionar para as obras saírem do papel. A prefeitura de São José do […]
Em nota, o pré-candidato Fredson da Perfil acusou a gestão Evandro Valadares de copiar suas propostas e mostrar trabalho para a população a menos de seis meses das eleições municipais.
“É o desespero da derrota. A gente nem chegou lá e bastou pressionar para as obras saírem do papel. A prefeitura de São José do Egito agora tá correndo para tentar fazer tudo o que não fez ou que abandonou nesses últimos oito anos. Fazer de qualquer jeito só para maquiar a realidade”, criticou.
O pré-candidato continuou apontando para a urgência de mudanças efetivas.
“Prefeito, tá na hora de botar em ordem o serviço das especialidades médicas que não existem em São José do Egito. Tem muita gente penando para conseguir uma consulta com um neurologista, por exemplo. Não é possível que depois de oito anos não deu tempo de ajeitar a rede municipal de saúde. Bora acelerar.”
Fredson chegou a dizer que a mudança de postura da gestão atual é uma resposta direta “à sua liderança nas pesquisas”.
“Bastou saber que a gente tá na frente nas pesquisas, e agora tudo o que a gente cobra, eles vão lá tentar dar um jeito, fazer um arrumadinho pra tentar mostrar serviço. Tem que correr. Não adianta mais ficar enrolando.”
E acrescentou: “Desde que a gente começou a percorrer a cidade, ouvindo as pessoas, procurando solução para os problemas mais graves, a prefeitura passou a se mexer, faltando apenas seis meses pra eleição e para o fim do governo deles. Agora foi que viram os problemas? Não é possível.”
E concluiu: “é isso que a gente quer. Continuem copiando as nossas propostas, tudo o que a gente tá defendendo nas plenárias com a população, para as mais diversas áreas. Todo mundo tenha certeza. Nós vamos fazer muito mais. Aumentar o pouco que tá funcionando, melhorar o que tá muito ruim e fazer o que nunca foi feito. Porque São José do Egito pode muito mais.”
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco decidiu, de forma unânime, a rejeição da prestação de contas do Prefeito Heraldo José Oliveira Almeida (PSB) relacionadas ao exercício do ano de 2017. Os motivos da rejeição foi o não recolhimento das obrigações previdenciárias ao regime geral de previdência no valor de mais […]
A Segunda Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco decidiu, de forma unânime, a rejeição da prestação de contas do Prefeito Heraldo José Oliveira Almeida (PSB) relacionadas ao exercício do ano de 2017.
Os motivos da rejeição foi o não recolhimento das obrigações previdenciárias ao regime geral de previdência no valor de mais de setecentos e quarenta e seis mil reais (R$ 746.529,25) descontados dos servidores e não repassados ao INSS, como também o valor de mais de um milhão e setecentos mil reais (R$ 1.759.829,46) referente a parte patronal.
Por conta dessas irregularidades, o Tribunal de Contas também condenou o Gestor no pagamento de multa no valor de doze mil reais (R$ 12.000,00). Outro servidor também foi condenado pela mesma irregularidade. Trata-se do Sr. Érico Gilmar de Almeida Costa, Secretário de Saúde, que deixou de recolher os valores previdenciários referentes a parte patronal no valor de mais de trezentos e trinta mil reais (R$ 331.123.86), o Tribunal aplicou-lhe multa no valor de R$ 8.484,50.
O Tribunal remeterá a decisão ao Ministério Público Federal, tendo em vista que os atos praticados pelo Prefeito e Secretário de Saúde, desconto da contribuição previdenciária e não repasse a Previdência Social, é crime de apropriação previdenciária prevista no art. 168-A do Código Penal, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa.
Candidato relacionou episódios recentes a uma suposta estrutura organizada para produzir conteúdo contra sua candidatura. João Campos (PSB) comentou, nessa sexta-feira (11), durante sabatina promovida pela TV Nova Nordeste, as denúncias envolvendo pagamentos a pessoas que fariam comentários favoráveis à governadora Raquel Lyra (PSD) e negativos contra sua candidatura ao Governo de Pernambuco. O caso […]
Candidato relacionou episódios recentes a uma suposta estrutura organizada para produzir conteúdo contra sua candidatura.
João Campos (PSB) comentou, nessa sexta-feira (11), durante sabatina promovida pela TV Nova Nordeste, as denúncias envolvendo pagamentos a pessoas que fariam comentários favoráveis à governadora Raquel Lyra (PSD) e negativos contra sua candidatura ao Governo de Pernambuco.
O caso mais recente foi revelado pelo Portal Metrópoles. Segundo a reportagem, uma advogada teria realizado pagamentos a integrantes de um grupo no WhatsApp para a publicação de comentários nas redes sociais. João relacionou o episódio a outras denúncias que, na avaliação dele, fariam parte de um mesmo “gabinete do ódio”.
O socialista também citou o caso divulgado pela TV Record em agosto, quando o então servidor estadual Amisadai Andrade afirmou em vídeo que atuava em uma rede de perfis destinada a atacar João e pessoas ligadas a ele. Após a repercussão, o servidor deixou o cargo.
João afirmou que já apresentou denúncias relacionadas aos episódios à Polícia Federal, ao Ministério Público e à Justiça Eleitoral e defendeu que os fatos sejam investigados.
“Já teve servidor público confessando na imprensa nacional que se reunia no Palácio, que recebia dinheiro para coordenar grupos de ataque contra mim, contra pessoas ligadas a mim, inclusive dito por ele para desidratar João Campos, era a missão dele. Recebendo dinheiro público para fazer isso. Isso é um crime”, declarou.
Ao falar sobre a reportagem mais recente, o candidato também mencionou uma suposta ligação entre pessoas envolvidas nos pagamentos e uma casa de apostas sediada em Caruaru.
Para João, os diferentes episódios precisam ser apurados pelas autoridades. Ele afirmou que pretende continuar buscando providências judiciais contra os responsáveis por eventuais irregularidades.
“Não se faz política desse jeito. E agora a imprensa nacional está revelando que é de servidor nomeado, e dito por ele mesmo, recebendo para atacar, a grupo de WhatsApp, Pix de pessoas que têm ligação com bet de Caruaru pagando para me atacar. Está mais do que na cara. Para essas pessoas, eu desejo a força da lei”, afirmou.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução
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