225 anos: Multidão acompanha procissão e missa em Serra Talhada

Esta tarde, uma multidão de fiéis como esperado participou da procissão e celebração de encerramento da Festa de Nossa Senhora da Penha. O público confirmou um novo recorde na grande anifestação de fé. A celebração de encerramento, presidida por Dom Egídio Bisol, foi transmitida pelas rádios Vilabela FM e Pajeú AM. Dom Egídio foi padre responsável pela festa antes de ordenado Bispo.
O Padre Gilvan Bezerra já havia comentado a grandeza do evento de 225 anos, que reúne as mais fortes demonstrações de fé e devoção.

”São 225 anos de cultura e de fé e a cada ano essa tradição, essa festa só tem aumentado. Humanamente não se explica porque transcende essa realidade, até porque depois de 225 anos aumenta o número de pessoas e a devoção. É o sinal de que se tem o dedo de Deus nessa história. É a maior manifestação religiosa do Pajeú e uma das maiores do Estado de Pernambuco”, disse. O tema do evento foi “Maria mãe da família, santuária da paz”.
Este ano, a programação religiosa teve algumas alterações com a realização de romarias dedicadas a segmentos como famílias e comunidades do município. O encerramento solene aconteceu em outro horário, definido pela Paróquia.
Antes realizada pela manhã, o encerramento aconteceu após a procissão que reuniu milhares de fiéis na cidade. A missa teve que ser campal, tamanha a multidão.







A Prefeitura de Salgueiro, abriu um concurso público com 802 vagas (sendo 72 para preenchimento imediato e as demais para cadastro reserva) para candidatos com escolaridade de nível médio/técnico e superior.
O Padre Luiz Marques Ferreira e Afonso Cavalcanti, ambos do grupo Fé e Política da Diocese de Afogados da Ingazeira confirmaram falando ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que o fato do governador Paulo Câmara estar em Afogados da Ingazeira neste dia 1, em que se comemora a emancipação do município, é um dos motivos de a cidade receber o manifesto, intitulado “Em Defesa da Caatinga e Pela Vida”.
O ecossistema vive ameaçado com ocupação irregular, queimadas e retirada de madeira de forma ilegal para comercialização em outras regiões do Estado. “Preservar a caatinga é defender a vida dos povos e dos animais que dependem dela para sobreviver”, diz o convite do grupo.














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