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Presidente do Detran: “11 de novembro é prazo final para regularizar cinquentinhas”

Por Nill Júnior
O Presidente Estadual do Detran,
O Presidente Estadual do Detran, Charles Ribeiro

São noventa dias para regularização, diz Presidente

O Presidente Estadual do Detran, Charles Ribeiro, falou esta manhã ao programa Manhã Total (Rádio Pajeú) sobre o emplacamento das cinquentinhas, que passou a ser obrigatório.

O Detran acaba de publicar Portaria definindo obrigatoriedade de  emplacamento das cinquentinhas. Quanto tempo os donos terão para se regularizar ?

Quero tranquilizar e esclarecer a todos: no último dia 31 foi publicada uma lei sancionada pela Presidente Dilma que desobrigou municípios e órgãos municipais de emplacar cinquentinhas. Hoje, quem adquirir qualquer cinquentinha zero já tem que sair com ela licenciada como um veículo qualquer. De posse de nota fiscal, paga o primeiro licenciamento (R$ 128 )  mais  5/12 avos do valor correspondente do  seguro obrigatório DPVAT (R$ 295). Podem buscar agendar nas Ciretrans de Afogados, Arcoverde, Serra Talhada ou Pesqueira que estarão aptas para vistoriar.

E quem adquiriu as cinquentinhas até 30 de julho?

A Portaria 55/2015 dispõe prazo para quem já era proprietário tenha que fazer o emplacamento. Até 11 de novembro ele deve agendar vistoria pelo site do Detran, pagar taxa de primeiro licenciamento e seguro obrigatório. Deve encaminhar o processo com a  Nota Fiscal e ter o emplacamento do ciclomotor. Pensamos em 90 dias porque é um período que dá para adequar todos.

E quem tem a moto a mais tempo e não tem Nota Fiscal?

Deve buscar uma segunda via na revenda ou loja. Caso a revenda tenha se mudado, procurar qualquer instância da Secretaria da Fazenda com documentos pessoais. Quanto a tudo isso, a instrução normativa  004/2015 também foi publicada  hoje.

Há muita dúvida sobre o uso da habilitação por quem guia essas motos…

Quero dizer a todos do Pajeú que isso sempre foi obrigatório. Não havia  a questão efetiva de fiscalização pela falta de licenciamento que dificultava. Agora tem que ter que ter habilitação. Tem que portar a Nota Fiscal enquanto não houver emplacamento e no mínimo ter Autorização para Condução de Ciclomotores (ACC) ou habilitação categoria A. A moto tem que estar com todos os equipamentos obrigatórios. Estaremos imbuídos de fiscalizar. Alerto que as cinquentinhas que foram alteradas ou turbinadas passam a ser motocicletas gerando o IPVA obrigatório. O proprietário tem que colocar em dia.

A gente sabe que as cinquentinhas viraram uma febre inclusive no Sertão. Essa medida está sendo muito comemorada ?

Eu vejo com muitos bons olhos. E se tem alguém feliz se chama Paulo Câmara. Ele tem orientado para colocar o efetivo do Detran para agir e ordenar questão das cinquentinhas. Já tivemos várias atividades antes disso, em parceria com Shineray, Honda, como blitzes educativas. Estamos hoje com Fórum de Educação do Trânsito em Ouricuri, amanhã em Salgueiro, em parceria com a UPE mostrando o que causam irresponsabilidade e  imprudência. Essa legislação nos traz ajuda substancial ao Pacto Pela Vida. Vamos retirar das ruas, não do dia pra noite, mas em parceria com BPtran,  DER, Dnit, veículos que causavam mortes .

Clique abaixo e ouça entrevista do Presidente do Detran ao programa Manha Total (Rádio Pajeú):

Outras Notícias

Marília Arraes e Miguel Coelho podem se unir em candidatura única, diz blog

O Blog de Jamildo publicou nesta terça-feira (10), com exclusividade, que interlocutores ouvidos sob reserva indicaram que diante do desafio de aglutinar apoios à sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD) intensificou as conversas com Miguel Coelho, pré-candidato pelo União Brasil. O ex-prefeito de Petrolina nega a possibilidade de retirar candidatura. Ainda segundo […]

O Blog de Jamildo publicou nesta terça-feira (10), com exclusividade, que interlocutores ouvidos sob reserva indicaram que diante do desafio de aglutinar apoios à sua pré-candidatura ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes (SD) intensificou as conversas com Miguel Coelho, pré-candidato pelo União Brasil. O ex-prefeito de Petrolina nega a possibilidade de retirar candidatura.

Ainda segundo o Blog, os interlocutores indicam ainda que caso Miguel não vá além do patamar de um dígito nas pesquisas até meados de junho, poderia ser formada uma composição com Marília. Ouvidas sob reserva, fontes do Blog acreditam que o ex-prefeito de Petrolina pode não participar da majoritária, mas ainda assim fortalecer seu núcleo político com a movimentação.

As conversas teriam como previsão a candidatura de Miguel à Câmara dos Deputados e do seu irmão, Fernando Filho, ao Senado. Ele já apareceu forte, com 15% de intenção de voto para o cargo num dos cenários testados na última pesquisa Conectar.

Fernando Bezerra Coelho, dessa forma, poderia entrar como suplente para, posteriormente, assumir o cargo e continuar com mandato na Câmara Alta. O problema, porém, é que FBC está no MDB, partido que está na Frente Popular, impossibilitando sua vaga na suplência.

O Blog diz ainda que essa composição aconteceria num cenário no qual André de Paula não se alie a Marília Arraes. O presidente estadual do PSD, que pode romper com a Frente Popular caso não seja anunciado como pré-candidato ao Senado, também negocia com a pré-candidata e o desembarque acarretaria numa mudança de panorama.

Em tempo, sabe-se que Miguel Coelho mantém conversas também com Raquel Lyra, ex-prefeita de Caruaru e pré-candidata ao Governo pelo PSDB.

Claudio Botelho pede desculpas a Chico Buarque

Do JC Online Depois de se envolver em uma polêmica por conta de críticas ao governo Dilma e ao PT durante a apresentação da peça Chico Buarque em 90 Minutos – um áudio em que ele xingava o público vazou –, o ator Claudio Botelho publicou nesta terça (22) um pedido de desculpas ao músico […]

Do JC Online

1b80df1291989031e1e82416f595ad8fDepois de se envolver em uma polêmica por conta de críticas ao governo Dilma e ao PT durante a apresentação da peça Chico Buarque em 90 Minutos – um áudio em que ele xingava o público vazou –, o ator Claudio Botelho publicou nesta terça (22) um pedido de desculpas ao músico Chico Buarque.

Chico havia dito que não vai mais liberar o uso de suas músicas por Botelho na peça. No áudio e em entrevistas, o ator comparou a reação ao seu posicionamento político no palco com a censura sofrida por Chico na ditadura e ao fechamento violento da peça Roda Viva. “Peço desculpas a Chico Buarque. Nada do que vier de mim, nenhuma palavra, gesto ou pensamento, poderá jamais servir para desagradá-lo. Ele é o autor, o compositor, e estou trabalhando com sua obra. Desta forma, reconheço sua soberania a respeito de tudo que envolva seu nome e sua criação”, escreve no post.

Ele também se desculpa por comparar a perseguição sofrida por Chico na ditadura com a reação da platéia. “Errei. Erro muito. Sou humano, mas isso não me desculpa. Aos 51 anos, sendo também autor e sendo um homem de história longa no teatro, eu tinha por obrigação preservar o autor e sua obra, não permitir que nada partindo de mim resvalasse nele, seja da forma que fosse”, ainda diz.

E, apesar de reclamar do áudio privado vazado para o público, Botelho pede desculpas para quem ouviu o momento “de nervosismo, de destempero”. “Isto está sendo tratado em esfera policial e jurídica. Mas mesmo assim, por ter sido duro, descortês, arrogante e destemperado (o momento era muito inflamado), peço desculpas a todos que ouviram aquele Claudio Botelho sem compostura. E, se atingi alguém, mesmo tendo sido violada minha privacidade, peço novamente desculpas”, afirma.

Qualificação profissional: 120 afogadenses recebem certificados

A parceria firmada entre Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Senac e Pronatec, permitiu a qualificação de 160 pessoas neste ano de 2015. Foram oferecidos cursos de auxiliar administrativo, computação básica, recursos humanos, cuidador de idoso, cuidador infantil, auxiliar de cozinha, garçom e camareira. A cerimônia de entrega dos certificados aconteceu no auditório da Autarquia de […]

Certificados

A parceria firmada entre Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Senac e Pronatec, permitiu a qualificação de 160 pessoas neste ano de 2015. Foram oferecidos cursos de auxiliar administrativo, computação básica, recursos humanos, cuidador de idoso, cuidador infantil, auxiliar de cozinha, garçom e camareira.

Patriota falou durante a entrega dos certificados

A cerimônia de entrega dos certificados aconteceu no auditório da Autarquia de Ensino Superior de Afogados da Ingazeira (AEDAI) e contou com as presenças do Prefeito José Patriota, Vereadores Augusto Martins e José Carlos, e as representantes do SENAC, Evelaine Costa e Conceição Cavalcanti, esta última representando o Presidente do SENAC, Josias Albuquerque. Foram entregues na noite da última sexta (30), 120 diplomas de profissionalização. “Os que não puderam comparecer, podem nos procurar na Secretaria Municipal de Assistência Social para receberem seus diplomas,” informou Charles Maia, coordenador local dos cursos.

A Prefeitura ofereceu um coquetel aos formandos e familiares, animado sob a batuta do músico Chagas. O Prefeito José Patriota destacou a importância da qualificação profissional na busca de um bom emprego. “O conhecimento que adquirimos é uma coisa que ninguém pode tomar de nós. Fico honrado em poder assinar o certificado de vocês e espero poder este ano trazer novos cursos para Afogados,” afirmou Patriota.

A representante do SENAC, Conceição Cavalcanti, demonstrou interesse em continuar com as atividades. “A Prefeitura de Afogados foi uma das melhores parceiras municipais que já tivemos. Honrou com todas as contrapartidas ofertadas e fez ainda mais,” declarou Conceição. A ideia inicial do Prefeito José Patriota para este ano é ampliar a oferta de cursos para a área de estética pessoal, ofertando cursos de cabeleireiro, manicure, pedicure, maquiagem, depilação, dentre outros. Há carretas do SENAC adaptadas exclusivamente para o ensino dessas atividades.

Aline Mariano diz que sai fortalecida após votação, mesmo sem conseguir mandato

A candidata a Deputada Estadual Aline Mariano falou ao Debate das Dez nesta sexta (10). Aline fez avaliação positiva da votação obtida de 23.731 votos no Estado. Ela afirmou que houve muitas dificuldades enfrentadas, destacando as mortes de Sérgio Guerra e Eduardo Campos, que teriam apoio diferenciado a seu projeto. “Tivemos apenas um vereador no […]

Aliados de Aline no Debate das Dez
Aliados de Aline no Debate das Dez

A candidata a Deputada Estadual Aline Mariano falou ao Debate das Dez nesta sexta (10). Aline fez avaliação positiva da votação obtida de 23.731 votos no Estado. Ela afirmou que houve muitas dificuldades enfrentadas, destacando as mortes de Sérgio Guerra e Eduardo Campos, que teriam apoio diferenciado a seu projeto. “Tivemos apenas um vereador no Estado inteiro, que foi Augusto. Não tivemos prefeito apoiando nossa candidaturas”.

Ela destacou o fato de só ter aberto comitês em Recife e Afogados. Aline foi a 12ª mais votada com quase 13 mil votos. Ainda teve quase 3.200 votos em Jaboatão e 800 votos em Olinda. “Meu pai também teve alguns problemas de saúde e não pôde fazer campanha como se esperava. Muita gente já tinha compromisso”.

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Foto de arquivo

Aline disse ainda ser lamentável o Pajeú perder oportunidade de ter um (a) representante na Alepe. “Espero que outros candidatos possam corresponder à essa região”. Ela adiantou que vai manter o Comitê a serviço da campanha de Aécio no Pajeú. Também comemorou as eleições de Felipe Carreras e Tadeu Alencar, que “dobraram” com ela.

Nos estúdios, Antonio Mariano, Augusto Martins, Heleno Mariano e César Tenório, do núcleo que apoiou Aline em Afogados, fizeram avaliação similar. Antonio revelou que pesquisas internas indicavam que Aline seria a segunda colocada. “Mas o grupo dos vereadores que apoiaram Júlio Cavalcanti tinha grande estrutura e trabalharam na reta final da campanha”, afirmou.

Aline ainda afirmou não ter o que criticar sobre a condução do prefeito José Patriota no processo. “As pessoas que votaram em mim não foram tolhidas”, afirmou.

Aliados de Paulo Guedes temem pressão por sua saída

Folhapress A saída de Sergio Moro (Justiça) do governo gerou preocupação entre aliados de Paulo Guedes. O temor é que o ministro da Economia possa passar pelo mesmo calvário do antigo colega. Há apreensão em uma possível persistência de Bolsonaro na estratégia de aproximação de partidos do centrão. Seria uma forma de evitar um processo […]

Folhapress

A saída de Sergio Moro (Justiça) do governo gerou preocupação entre aliados de Paulo Guedes.

O temor é que o ministro da Economia possa passar pelo mesmo calvário do antigo colega. Há apreensão em uma possível persistência de Bolsonaro na estratégia de aproximação de partidos do centrão. Seria uma forma de evitar um processo de impeachment.

A avaliação neste momento é que, no limite, Guedes poderá ser obrigado a abandonar a agenda austera. No cenário mais pessimista, teria de deixar o governo para que fatia expressiva do Congresso seja agraciada com recursos públicos. No entorno de Bolsonaro, há demandas para destravar o uso de dinheiro do Tesouro enquanto o governo busca apoio no Legislativo.

Nesta semana, o governo anunciou um plano de retomada, o Pró-Brasil. O programa prevê o uso de recursos públicos para obras de infraestrutura. Na visão de aliados de Guedes, trata-se de uma oportunidade do mundo político de usar a crise do coronavírus para destravar o gasto público.

Essa estratégia pode fidelizar sobretudo o apoio do centrão. O movimento por mais recursos já estava em curso antes da saída de Moro e agora poder ser acelerado.

Caso o plano vá adiante, a avaliação desses aliados é que a agenda de Guedes poderia ser atacada a ponto de inviabilizar sua permanência no governo. Apesar de no discurso o governo defender a importância de regras fiscais como o teto de gastos (que impede o crescimento dos gastos acima da inflação do ano anterior), a avaliação é que, na prática, o Planalto pode abrir os cofres para assegurar 171 votos via centrão para evitar um processo de impeachment.

Ao lançar um plano de obras públicas, o ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) estaria acenando com obras para a base eleitoral de parlamentares. Bolsonaro poderia cobrar essa fatura com apoio político no Congresso. O problema, ainda segundo assessores do governo, é que, nessa disputa, o governo terá de medir forças com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Com as obras, Bolsonaro tentaria provocar um racha no centrão para não só conter um impeachment mas também para conseguir eleger o próximo presidente da Casa. Bolsonaro já foi do PP, partido investigado pela Lava-Jato e um dos principais representantes do centrão. Dessa sigla, o presidente pediu desfiliação em 2015 em busca de uma sigla que sustentaria a candidatura dele à Presidência da República.

Grupo de partidos independentes ao governo e que, juntos, reúnem a maioria do Congresso, o centrão é a ala política a ser conquistada para a aprovação dos principais projetos no Legislativo. Foi também o grupo responsável por garantir o impeachment de Dilma Rousseff (PT).O Planalto retomou o contato com esses congressistas neste mês. Bolsonaro até se reuniu e tirou fotos com o líder do PP, Arthur Lira (AL), um dos principais líderes do centrão.

O partido, que critica a Lava-Jato, não se posicionou sobre a demissão de Moro. Esse foi o mesmo comportamento do PL, Republicanos e Solidariedade, que passaram a defender a estabilidade nesse momento de crise no governo. Apesar das incertezas sobre os próximos passos do governo, interlocutores de Guedes dizem que a saída de Moro não causa um impacto direto no titular da área econômica neste momento e não faz o chefe da equipe econômica pensar em desistir do cargo. Guedes não se demite, dizem eles.

O ministro vê sua função no governo como uma missão para transformar o Estado por meio de uma visão liberal, e não como uma oportunidade para ganhar dinheiro, dizem interlocutores. Se depender de Guedes, afirmam, ele continua no cargo na defesa de sua agenda, sobretudo a da austeridade fiscal.