Grupamento Aéreo: disputa está entre Serra Talhada e Petrolina
Por Nill Júnior
Com reprodução de Júnior Campos
A instalação de um Grupamento Tático Aéreo (GTA) em Serra Talhada pode ser algo real, principalmente nas operações de combate a grupos organizados que estão explodindo diversos bancos e carros-fortes na região e assaltando caminhões nas estradas.
O município, geograficamente possui uma localização estratégica ao acesso as rodovias e estradas, no cruzamento com a Paraíba, Bahia e Ceará.
O Comandante Major Gustavo Santa Cruz, que esteve nos últimos dias realizando vôos na região, para levar a Palácio do Campo das Princesas a real situação local, explicou em entrevista ao programa Sertão Notícias que não é uma coisa fácil a instalação, pois demanda uma estrutura muito grande, como alojamento, abastecimento, uma garagem da aeronave, o heliporto que tem que ter as dimensões adequadas.
“É uma decisão estratégica que está sendo tomada pelo Secretário Angelo Fernando e pelo chefe do grupo tático de grupamento aéreo. A decisão realmente está entre Serra Talhada e Petrolina”, adiantou, descartando portanto a possibilidade de Salgueiro, antes cotada para receber o equipamento.
O Major ainda destacou que ações com helicóptero são fundamentais para o Sertão. “É uma ferramenta fantástica, e se for utilizada como está sendo, na captura, no monitoramento das rodovias, no patrulhamento das áreas perigosas, é quase que impossível se a gente localizar o carro de algum fugitivo escapar”.
Em nota ao blog, o Presidente do PSOL – Partido Socialismo e Liberdade de Afogados da Ingazeira, Fernando Moraes, informa que convocou extraordinariamente uma reunião para a próxima quarta-feira, dia 09, às 19h. Na pauta diversos assuntos, entre eles fidelidade partidária e candidatura independente. Um pouco antes, Fernando havia se manifestado sobre o debate sucessório no […]
Em nota ao blog, o Presidente do PSOL – Partido Socialismo e Liberdade de Afogados da Ingazeira, Fernando Moraes, informa que convocou extraordinariamente uma reunião para a próxima quarta-feira, dia 09, às 19h. Na pauta diversos assuntos, entre eles fidelidade partidária e candidatura independente.
Um pouco antes, Fernando havia se manifestado sobre o debate sucessório no município, após a confirmação de seu nome e o de Emídio Vasconcelos como pré candidatos na cidade, somando-se aos outros nomes discutidos.
“Ouvi atentamente os últimos debates sobre sucessão em Afogados. No PSOL tomamos decisões que precisam ser assimiladas pelos filiados e pretensos candidatos. Peço-lhe paciência quanto a nossa participação em entrevista, até que possamos internamente alinhar posições e caminhar para um futuro de possíveis mudanças e enriquecimento do debate”, afirmou.
Nesta terça-feira (22), o prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, tornou público decreto vedando a realização de qualquer tipo de evento cultural no município no período de 25 de fevereiro a 1 de março de 2022, independente do número de participantes, inclusive festas, shows e bailes, com ou sem comercialização de ingressos, em ambientes fechados ou […]
Nesta terça-feira (22), o prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, tornou público decreto vedando a realização de qualquer tipo de evento cultural no município no período de 25 de fevereiro a 1 de março de 2022, independente do número de participantes, inclusive festas, shows e bailes, com ou sem comercialização de ingressos, em ambientes fechados ou abertos.
O documento também estabelece ponto facultativo para servidores da Administração Pública Municipal direta e indireta do Poder Executivo, nos dias 28 de fevereiro (segunda-feira) e 1 de março (terça-feira).
Segundo o decreto, as medidas visam conter a contaminação da população por Covid-19, além de considerar que o ponto facultativo atribuído para os dois citados dias implica em economia aos cofres públicos municipais.
Ainda segundo o decreto, casos de descumprimentos para a prevenção do contágio por Covid-19 neste período carnavalesco no município, estarão sujeitos às penalidades previstas na legislação vigente”.
Político foi levado até Neves, um povoado de Jucati, onde o abandonaram sem roupas. Dinheiro e o carro da vítima foram levados O vice-prefeito da cidade de Angelim, localizada no Agreste do Estado, passou por um grande susto na noite desta sexta-feira (22). Ao chegar em casa, por volta das 18h, Josemir Miranda foi abordado […]
Político foi levado até Neves, um povoado de Jucati, onde o abandonaram sem roupas. Dinheiro e o carro da vítima foram levados
O vice-prefeito da cidade de Angelim, localizada no Agreste do Estado, passou por um grande susto na noite desta sexta-feira (22). Ao chegar em casa, por volta das 18h, Josemir Miranda foi abordado por dois homens armados que o roubaram e sequestraram. O político foi libertado pouco depois.
De acordo com Miranda, os bandidos chegaram a ele no momento em que guardava o carro na garagem. “Eu estava chegando em casa quando os homens, que não tinham mais de 30 anos, me renderam. Eles me mandaram entrar no veículo e deitar no banco de trás, depois disso dirigiram por vários quilômetros”, explicou o vice-prefeito.
Apesar do medo que sentiu, Miranda afirma que tentou ficar o mais calmo possível para que os bandidos não fizessem nada pior. “Eu tentei ao máximo me acalmar. Apesar de estarem armados, os homens diziam a todo momento que não tinham a intenção de me machucar”, contou. Mesmo tendo ficado bastante tempo com os assaltantes, o vice-prefeito afirma que não seria capaz de identificá-los. “Diziam para eu não olhar o rosto deles”.
Após sequestrarem o político, os bandidos o levaram para o povoado de Neves, em Jucati, também no Agreste. Em uma área rural eles mandaram o vice-prefeito tirar as roupas, correr e não olhar para trás, o que ele prontamente fez. Depois disso eles fugiram com a caminhonete S10 da vítima. Além do carro, eles roubaram cerca de R$ 100 que estavam na carteira de Miranda.
“Corri mais ou menos uns 200 metros e visualizei a luz de uma casa. Foi lá que eu consegui ajuda”, disse a vítima. O vice-prefeito acrescentou ainda que acredita que os bandidos não sabiam que ele é político.
O caso foi registrado pelo delegado Elianderson Soares, da Delegacia Regional de Garanhuns. Até o momento, o carro da vítima não foi localizado e ninguém foi preso. (JC On Line)
As Fortes chuvas que caíram no estado da Paraíba neste sábado (30), fizeram a alegria de muitos sertanejos e contribuíram para que o rio Paraíba e Taperoá amanhecem neste domingo (31) com um bom fluxo de água. As águas dos dois rios seguem para o açude Epitácio Pessoa, na cidade de Boqueirão e foram registradas […]
As Fortes chuvas que caíram no estado da Paraíba neste sábado (30), fizeram a alegria de muitos sertanejos e contribuíram para que o rio Paraíba e Taperoá amanhecem neste domingo (31) com um bom fluxo de água. As águas dos dois rios seguem para o açude Epitácio Pessoa, na cidade de Boqueirão e foram registradas por um morador de Caroata de Fora, no município de Cabaceiras nesta manhã. Segundo o morador que registrou o vídeo: “essa é a maior cheia desse ano”.
O rio Paraíba banha o estado da Paraíba, e é considerado um dos mais importantes do estado devido a sua extensão e relevância econômica, sendo a segunda maior bacia hidrográfica do estado, ficando atrás apenas da do rio Piranhas.
O Paraíba banha dezenas de municípios e cidades importantes, passando pela região mais urbanizada e industrializada do estado. Em sua área de abrangência, estão incluídas as cidades de João Pessoa, a capital, e Campina Grande, o segundo maior centro urbano do estado e é considerado a ‘espinha dorsal da civilização paraibana.
Já o rio Taperoá é um curso d’água brasileiro que banha o estado da Paraíba. O rio, que deu nome ao município homônimo, nasce em Teixeira e, após percorrer os municípios de Taperoá , São João do Cariri e Cabaceiras, deságua no rio Paraíba.
Por André Luis – Repórter do blog Em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (18), o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro deixou escapar, talvez de forma bem enfática, a confissão mais honesta da estratégia da família Bolsonaro diante das investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao ser questionado sobre a operação da Polícia Federal autorizada […]
Em entrevista à CNN Brasil nesta sexta-feira (18), o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro deixou escapar, talvez de forma bem enfática, a confissão mais honesta da estratégia da família Bolsonaro diante das investigações que envolvem o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ao ser questionado sobre a operação da Polícia Federal autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes e as tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump contra o Brasil, Eduardo respondeu:
“Se houver o cenário de terra arrasada, pelo menos eu estarei vingado desses ditadores de toga.”
Não é uma frase qualquer. É uma ameaça velada, com tons autoritários, de quem prefere ver o Brasil mergulhado no caos a enfrentar a Justiça. Mais do que isso, é uma demonstração de que, diante da possibilidade de responsabilização, os Bolsonaro estão dispostos a tudo – até a sabotar as instituições e o país – para salvar a própria pele.
Durante anos, o discurso bolsonarista foi sustentado por uma retórica de “amor à pátria”, “defesa da liberdade” e “combate à corrupção”. Mas agora que os olhos da Justiça se voltam para dentro do próprio clã, caem as máscaras. A pátria que tanto juraram defender só serve se estiver ajoelhada aos seus interesses. As instituições que diziam respeitar devem ser destruídas se ousarem cobrar explicações.
A fala de Eduardo Bolsonaro revela não só desespero, mas também desprezo pela estabilidade democrática. Fala-se em “vingança”, não em Justiça. Em “terra arrasada”, não em diálogo. Em “ditadores de toga”, enquanto pedem apoio a um Donald Trump que também responde por crimes graves em seu país. A retórica é a mesma: transformar qualquer tentativa de responsabilização criminal em perseguição política. Um velho truque dos que querem posar de mártires enquanto conspiram nos bastidores para sabotar a democracia.
E há um dado ainda mais revelador: Eduardo admite que, se tudo der errado, pelo menos ele se sentirá “vingado”. Vingado de quem? De que? Do Supremo que cumpriu seu papel constitucional? Da democracia que não reelegeu seu pai? Do povo brasileiro que ousou discordar?
O que está em jogo aqui não é apenas uma disputa política. É o futuro do Estado de Direito. A cada declaração agressiva, a cada tentativa de desacreditar a Justiça, a família Bolsonaro se afasta mais do papel de liderança política e se aproxima do comportamento típico de quem tenta evitar julgamento a qualquer custo – mesmo que isso signifique trair os próprios eleitores, destruir a ordem institucional e jogar o país numa crise ainda mais profunda.
Diante da gravidade das acusações e do avanço das investigações, o que se espera de um verdadeiro patriota é responsabilidade, compromisso com a verdade e respeito à Constituição. Mas os Bolsonaro, em vez disso, dobram a aposta no confronto, incitam seus seguidores e ameaçam arrastar o país para o abismo.
Não é patriotismo. É sobrevivência política travestida de discurso nacionalista. E nesse teatro, quem paga a conta é o Brasil.
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