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Zeinha Torres mantém equipe

Por Nill Júnior

O prefeito de Iguaracy Zeinha Torres informou em nota que resolveu iniciar o novo mandato com a mesma equipe de secretariado.

A justificativa foi de que  “após o bom resultado que a atual gestão teve no último dia 15 de novembro, e da reunião de avaliação da equipe no ultimo dia 21”, não houve outra alternativa a não ser manter o secretariado. 

“Com isso, vamos manter essa boa harmonia, com equilíbrio de bons quadros técnicos para dar sequência às ações e políticas públicas desenvolvidas em toda Iguaracy”, disse.

Desta forma, continuam Marcos Melo (Administração), Lígia Torres (Finanças), Juliany Rabêlo (Desenvolvimento e Assistência Social), Joaudeni Cavalcante (Saúde), Edjanilson Rodrigues (Cultura), Luciano Santana (Obras), Rita de Cássia (Educação) e Geraldo Messias (Agricultura), Mayara Araujo ( Diretora Funprevi) Josenildo Mendes ( Controle Interno) e Fábio Neto ( Procurador do Município).

Outras Notícias

Abstenção em 2022 vai a 20,9% e supera 2018

Com 99,99% das urnas apuradas, a taxa de abstenção no 1º turno das eleições de 2022 foi de 20,95%, superior à registrada 4 anos atrás (20,3%). De acordo com dados do TSE até 3h de 3 de outubro, 32.765.540 eleitores não comparecerem às urnas no domingo (02). A tendência para o 2º turno é que […]

Com 99,99% das urnas apuradas, a taxa de abstenção no 1º turno das eleições de 2022 foi de 20,95%, superior à registrada 4 anos atrás (20,3%). De acordo com dados do TSE até 3h de 3 de outubro, 32.765.540 eleitores não comparecerem às urnas no domingo (02).

A tendência para o 2º turno é que a abstenção aumente. Motivo: em 15 das 27 unidades da Federação a disputa já foi decidida em 1º turno, ou seja, é possível que os eleitores desses Estados e o Distrito Federal sintam-se menos motivados a sair de casa em 30 de outubro de 2022, data do 2º turno.

Esse movimento tende a ser pior para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Por quê? Porque são os eleitores mais pobres os que deixam de ir votar, justamente o grupo demográfico no qual o petista é forte. Lula teria de manter seus eleitores mobilizados.

Em 2018, a abstenção foi de 20,3% (29.941.265 eleitores) no 1º turno e de 21,3% (31.371.704 eleitores) no 2º turno.

Votos brancos e nulos – Já os votos brancos e nulos registraram queda em relação a 2018: 2018 – 2,6% votaram em branco; 6,1% anularam; 2022 – 1,59 votaram em branco; 2,82% anularam. As informações são do Poder 360.

Pernambuco registra alta de feminicídios

Foram 86 mulheres assassinadas por questões de gênero e violência doméstica em 2021 contra 75 em 2020. A taxa de resolução dos casos é de 94,2% segundo a SDS. Segundo os últimos dados divulgados pela Secretaria Estadual de Defesa Social – SDS, o estado de Pernambuco registrou alta nos casos de feminicídios em 2021. No período, […]

Foram 86 mulheres assassinadas por questões de gênero e violência doméstica em 2021 contra 75 em 2020. A taxa de resolução dos casos é de 94,2% segundo a SDS.

Segundo os últimos dados divulgados pela Secretaria Estadual de Defesa Social – SDS, o estado de Pernambuco registrou alta nos casos de feminicídios em 2021. No período, foram registrados 86 assassinatos de mulheres por questões de gênero e violência doméstica.

Em 2020 a polícia pernambucana havia registrado 75 crimes da mesma natureza, o que representa  14,7%  a menos dos feminicídios praticados no ano passado. Segundo a SDS, 94,2% dos casos tiveram a autoria indicada após investigação policial.

Quanto ao acumulado de todos os crimes violentos letais intencionais contra mulheres no período, foram 241 no ano passado contra 237 em 2020, o que representa uma variação de 1,7%. Nesse mesmo recorte, dezembro foi o mês com o menor número de mortes violentas dessa população em 2021. Foram 15 casos, uma redução de 34,8% em comparação com os 23 notificados no último mês de 2020.

Outro dado que chama atenção é que menos mulheres procuraram as delegacias para denunciar casos de violência doméstica em 2021, segundo a SDS. O ano terminou com 40.846 vítimas desse tipo de crime, número 1,8% menor em relação às 41.612 queixas de 2020.

Em relação aos casos de estupro houve uma redução. Nos últimos 12 meses foram 7,44% a menos: 2.365 mulheres denunciaram esse crime ao longo do ano, contra 2.555 em 2020. Especificamente em dezembro, o percentual de retração entre os dois anos foi ainda mais expressivo, com menos 38,25% (de 217 para 134).

Blog do Magno/Opinião: Zeca, 40,3%; Wellington da LW, 19,4% e Cybele Roa, 16,9%

Na primeira pesquisa para prefeito de Arcoverde feita pelo Instituto Opinião, com exclusividade para o Blog do Magno, o candidato do PTB, Zeca Cavalcanti, aparece na frente com uma diferença de 20 pontos percentuais em relação ao segundo colocado. Se as eleições fossem hoje, o trabalhista teria 40,3% das intenções de voto e o empresário […]

Na primeira pesquisa para prefeito de Arcoverde feita pelo Instituto Opinião, com exclusividade para o Blog do Magno, o candidato do PTB, Zeca Cavalcanti, aparece na frente com uma diferença de 20 pontos percentuais em relação ao segundo colocado.

Se as eleições fossem hoje, o trabalhista teria 40,3% das intenções de voto e o empresário Wellington da LW (MDB), 19,4%. A vereadora Cibely Roas (Avante) aparece empatada com o emedebista, pontuando 16,9%. Brancos e nulos somam 9,1% e indecisos chegam a 14,3%.

Na espontânea, modelo pelo qual o entrevistado é estimulado a lembrar o nome do candidato sem o auxílio da lista convencional contendo todos os nomes dos postulantes, Zeca também lidera com 27,7% das intenções de voto, seguido de Wellington, com 13,1%, enquanto Cibely aparece com 5.7%. Neste cenário, brancos e nulos somam 8% e indecisos sobem para 44,6%. A pesquisa foi a campo nos dias 9 e 10 deste mês, sendo aplicados 350 questionários. A margem de erro é de 5,2% com intervalo de confiança de 95%. Está registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número 01473/2020.

A modalidade de pesquisa adotada envolveu a técnica de Survey, que consiste na aplicação de questionários estruturados e padronizados a uma amostra representativa do universo de investigação. Foram realizadas entrevistas pessoais e domiciliares. O Instituto testou também a rejeição dos candidatos que se apresentam para governar a cidade conhecida como Portal de Entrada do Sertão.

O empresário Wellington da LW e o trabalhista Zeca Cavalcanti aparecem empatados nesse quesito. Dos entrevistados, 18% disseram que não votariam de jeito nenhum no candidato do MDB, enquanto 17,1% se manifestaram nessa direção em relação a Zeca. Cibely também aparece bem próxima dos dois concorrentes, com 15,7% dos que afirmaram que não votariam nela de jeito nenhum. Ainda entre os entrevistados, 6,9% disseram que rejeitam todos e 42,3% afirmaram que não rejeitam nenhum dos nomes pesquisados.

Estratificando o levantamento, Zeca tem suas melhores pontuações entre os eleitores na faixa etária entre 45 a 59 anos (46,4%), entre os eleitores com renda familiar até um salário mínimo (44%) e entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano (44,5%). Por sexo, 43,7% dos seus eleitores são homens e 37,5% são mulheres.

Já Wellington aparece melhor situado entre os eleitores com grau de instrução no ensino médio (24,4%), entre os eleitores com renda familiar entre dois e cinco salários mínimos (24,2%) e entre os eleitores jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (22,6%). Por sexo, 19,8% dos seus eleitores são mulheres e 19% são homens.

A doutora Cibely, por fim, tem suas melhores taxas de intenção de voto entre os eleitores jovens (28,3%), entre os eleitores com grau de instrução no ensino médio (17,8%) e entre os eleitores com renda familiar até dois salários mínimos (18,1%). Por sexo, 17,2% dos seus eleitores são mulheres e 16,5% são homens.

Comissão da Mulher da ALEPE participa de audiência pública em Serra Talhada nesta quinta (31)

A Prefeitura de Serra Talhada e a Assembleia Legislativa de Pernambuco – ALEPE promovem importante audiência pública nesta quinta-feira (31), às 14h, na Câmara de Vereadores, para discutir o enfrentamento à violência contra a mulher no município. A audiência itinerante é fruto do Prêmio Prefeitura Amiga da Mulher, concedido pela Assembleia Legislativa ao município de […]

A Prefeitura de Serra Talhada e a Assembleia Legislativa de Pernambuco – ALEPE promovem importante audiência pública nesta quinta-feira (31), às 14h, na Câmara de Vereadores, para discutir o enfrentamento à violência contra a mulher no município.

A audiência itinerante é fruto do Prêmio Prefeitura Amiga da Mulher, concedido pela Assembleia Legislativa ao município de Serra Talhada no ano de 2015, e contará com a participação das deputadas Teresa Leitão e Simone Santana, integrantes da Comissão dos Direitos da Mulher da ALEPE. Entre as demandas da pauta destaca-se a implantação da Delegacia Regional da Mulher em Serra Talhada.

A audiência culminará ainda com o encerramento das atividades do mês de agosto da campanha “Juntas Pelo Respeito” promovida pela Secretaria Executiva da Mulher de Serra Talhada, que vem realizando uma sequência de reuniões, palestras, encontros, visitas institucionais, panfletagens e rodas de conversas com mulheres da cidade e do campo, fortalecendo a temática do enfrentamento à violência e a importância de ferramentas de apoio e acompanhamento às mulheres, como o Centro Especializado de Atendimento à Mulher – CEAM.

Durante a manhã, antes da audiência, as deputadas farão visitas de acompanhamento ao trabalho do CEAM, CREAS, Fórum, Delegacia Civil e Centro de Referência do Idoso – CRI.

Serviço

Audiência Pública de enfrentamento à violência contra a mulher

Data: 31/08/2017

Local: Câmara de Vereadores de Serra Talhada

Horário: 14h

“Lua de mel com o Congresso será curta”, diz colaborador de Bolsonaro

Congresso em Foco O novo governo não terá trégua para aprovar as medidas econômicas que julgar imprescindíveis para reequilibrar as contas públicas e retomar o crescimento econômico. Para o professor da Universidade de Brasília (UnB) e cientista político Paulo Kramer, as crises política e econômica reduziram significativamente a tradicional lua de mel que caracteriza a […]

Congresso em Foco

O novo governo não terá trégua para aprovar as medidas econômicas que julgar imprescindíveis para reequilibrar as contas públicas e retomar o crescimento econômico.

Para o professor da Universidade de Brasília (UnB) e cientista político Paulo Kramer, as crises política e econômica reduziram significativamente a tradicional lua de mel que caracteriza a relação inicial entre um governo iniciante e o Parlamento.

Integrante de um grupo de intelectuais de Brasília que colaboram para o candidato do PSL, Kramer avalia que um eventual governo Jair Bolsonaro enfrentará resistência no Congresso já em seus primeiros dias, a despeito de o partido ter emplacado a segundo maior bancada da Câmara, com 52 deputados.

“Vai ser uma lua de mel curta. Os 100 primeiros dias do Bolsonaro vão começar não a partir de 1º de janeiro, mas a partir do momento em que for declarado o resultado das urnas. A situação do país é muito grave. Ninguém vai ter paciência para esperar”, avalia o professor. Para ele, caso seja eleito, Bolsonaro vai priorizar a aprovação da reforma da Previdência, ainda que a proposta seja analisada pelos parlamentares de forma fatiada. “Se não aprovar no primeiro semestre, não aprova mais”, considera.

Segundo o cientista político, o grupo de Bolsonaro estima que a bancada eleita do PSL possa crescer e chegar a até 70 deputados, o que faria dele o maior partido da Câmara, superando o PT. Essa expectativa vem da aplicação da chamada cláusula de barreira, que deve restringir o repasse de dinheiro público e o funcionamento de 14 legendas que não atingiram a votação exigida por lei.

A cláusula pega desde o PCdoB, que apoia Fernando Haddad, à Rede, de Marina Silva, a siglas mais conservadoras do campo de Bolsonaro. Nesse caso, os parlamentares poderiam trocar de partido sem correr o risco de ter o mandato reivindicado na Justiça por causa da infidelidade partidária.

De acordo com Kramer, Bolsonaro trabalhará em duas frentes para conseguir votos necessários para aprovar suas principais medidas econômicas no Congresso: a adesão de grandes bancadas setoriais, como a ruralista e a evangélica, e a negociação direta com os presidentes dos partidos.

Os dirigentes partidários se tornaram mais fortes com o controle da distribuição do recém-criado fundo eleitoral, observa o professor. Cabe aos controladores das máquinas partidárias definir o rateio da verba do fundo público bilionário criado para financiar as campanhas eleitorais após a proibição das doações empresariais.

“Podemos pensar num cenário de negociação em que o próximo governo dialogaria com as cúpulas dos partidos, diminuindo o balcão pulverizado. Desse ponto de vista, pode ser algo que facilite a negociação e a construção das bases de apoio para as reformas. Negocia com os caciques nacionais e depois eles se entenderiam com suas bases partidárias”, justifica.

Leia mais: https://congressoemfoco.uol.com.br/eleicoes/lua-de-mel-com-o-congresso-sera-curta-diz-conselheiro-de-bolsonaro/