Zeinha anuncia investimentos de R$ 800 mil com apoio do Senador Fernando Dueire
Por André Luis
O prefeito de Iguaracy, Zeinha Torres, divulgou em suas redes sociais, nesta terça-feira (5), uma conquista para o município. Em visita ao Senador Fernando Dueire, realizada em Recife, Zeinha, acompanhado do prefeito eleito Pedro Alves e do vice-prefeito eleito e atual secretário de Administração, Marquinhos Melo, garantiu investimentos para a área da saúde e infraestrutura.
De acordo com o prefeito, foram assegurados R$ 300 mil destinados à Secretaria de Saúde, verba que será aplicada ainda em 2024. Esse recurso visa fortalecer o atendimento e os serviços médicos oferecidos à população.
Além disso, o grupo obteve a promessa de mais R$ 500 mil para 2025, destinados à construção de uma ciclovia que ligará o centro da cidade ao Bairro Otaviano Bezerra.
“Aproveitamos para agradecer ao Senador Fernando Dueire pela receptividade e atenção ao nosso município”, declarou Zeinha Torres.
O Pajeú é um celeiro de artistas. E, nesse contexto, o serra-talhadense Sandro Rogério Barros de Vasconcelos (nome artístico Sandro Vasconcelos), residente em Afogados da Ingazeira, apresenta ao público em geral e, sobretudo aos cantores e cantoras nacionais, oitenta músicas no seu Canal no YouTube, de um total de trezentas, que serão publicadas no decurso […]
O Pajeú é um celeiro de artistas. E, nesse contexto, o serra-talhadense Sandro Rogério Barros de Vasconcelos (nome artístico Sandro Vasconcelos), residente em Afogados da Ingazeira, apresenta ao público em geral e, sobretudo aos cantores e cantoras nacionais, oitenta músicas no seu Canal no YouTube, de um total de trezentas, que serão publicadas no decurso dos próximos anos. Se inscreva no canal, acesse as Playlists de preferência, uma vez que as músicas estão segmentadas por gênero.
O ecletismo do compositor se evidencia no seu trabalho com letras em português, espanhol, italiano, francês e inglês.
Respeitando as especificidades de cada idioma, são explorados os gêneros: andino, bolero, carimbó, ciranda, cúmbia, electronic music, folclórico, forró, frevo, instrumental, MPB, mambo, merengue, pagode, piseiro, pop, reggae, religioso, rock, rumba, salsa, samba e sertanejo.
O artista é Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais, MBA (Master in Business Administration) em Gestão Pública e Responsabilidade Fiscal, MBA em Gestão Bancária, Especialista em Contabilidade Internacional, Bacharel em Direito.
É escritor, Membro da Academia Serra-Talhadense de Letras, Colaborador da Academia Santa-Cruzense de Letras (Santa Cruz do Capibaribe – PE) e Membro da União Brasileira de Escritores (UBE), Seccional de Pernambuco.
As prefeituras de Pernambuco recebem R$ 38,1 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) nesta sexta-feira (18). Os cofres municipais vão embolsar 14,3% a menos do que no mesmo período do ano passado, isto é, o segundo decêndio de março. Esse valor não inclui o da capital, que recebe R$ 4.449.164,66. O repasse para todos os […]
As prefeituras de Pernambuco recebem R$ 38,1 milhões do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) nesta sexta-feira (18).
Os cofres municipais vão embolsar 14,3% a menos do que no mesmo período do ano passado, isto é, o segundo decêndio de março. Esse valor não inclui o da capital, que recebe R$ 4.449.164,66.
O repasse para todos os municípios do país totaliza mais de R$ 920 milhões, já descontados os 20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). No dia 19 de março de 2021, as prefeituras receberam mais de R$ 1 bilhão do fundo.
Segundo Cesar Lima, especialista em Orçamento Público, o repasse do segundo decêndio de cada mês costuma ser menor devido à data de vencimento dos tributos (IR e IPI) que formam o fundo. No entanto, só isso não explica o motivo de a transferência ser inferior à feita no mesmo período do ano passado. Ele diz que a queda no repasse se deve a uma confluência de fatores.
“Nós tivemos, nos últimos meses, uma queda da produção industrial, apesar de ter tido um aumento no setor de serviço e, também, acho que vem desembocando nesse ano a queda na renda da população, de forma geral. Se você tem menos renda, você vai pagar menos imposto, porque é proporcional a essa sua renda. Vamos observar os próximos meses para ver se essa situação se perdura ou se foi alguma sazonalidade fora da curva”, analisa.
Com 11 equipes, competição terá quartas, semis e final O conselho arbitral na FPF, envolvendo os clubes e a direção da entidade, resultou numa mudança drástica para o Campeonato Pernambucano de 2018. De fato, era preciso fazer algo após três torneios desinteressantes, tendo como expoente a esvaziada (e problemática) edição de 2017, com média de 2.402 […]
Com 11 equipes, competição terá quartas, semis e final
O conselho arbitral na FPF, envolvendo os clubes e a direção da entidade, resultou numa mudança drástica para o Campeonato Pernambucano de 2018. De fato, era preciso fazer algo após três torneios desinteressantes, tendo como expoente a esvaziada (e problemática) edição de 2017, com média de 2.402 pessoas.
Pelo acordo, nada de fase classificatória sem o Trio de Ferro, que só vinha entrando no hexagonal. Agora, todos os clubes voltam a se enfrentar, o que não acontecia desde 2013 – a ideia é, também, que os grandes do futebol local voltem a atuar no interior, o que quase não vinha ocorrendo devido à regra diferenciada sobre o tipo de gramado para “clubes das Séries A e B”. Agora, serão três fases de mata-mata.
Para isso, segundo a federação, valeu em parte o relatório Voz do Torcedor, que colheu a opinião de 4.040 torcedores, com o mata-mata à frente dos pontos corridos (52,87% x 47,13%). Considerando o formato dos jogos eliminatórios, a ordem foi a seguinte: semi/final 51%, quartas/semi/final 43% e apenas final 5%. Apesar deste segundo indicativo, os clubes optaram por implantar as quartas de final. No mata-mata, uma maior exigência estrutural só virá a partir da semifinal, com estádios com ao menos 10 mil lugares.
Lembrando que o Estadual não terá doze participantes após dez anos. Iniciando um processo de redução – caindo dois e subindo apenas um -, o campeonato terá onze times em 2018, cuja regra será novamente aplicada, chegando a dez em 2019. Vamos aos detalhes do novo regulamento…
Obs. A proposta 2 foi aprovada com 44 x 31 em pontos qualitativos. Os grandes clubes optaram pela proposta 1, sem quartas, mas foram derrotados.
Proposta para o Campeonato Pernambucano de 2018
Nº de participantes: 11 clubes Os dez melhores de 2017 (Sport, Salgueiro, Santa Cruz, Náutico, Belo Jardim, Central, Flamengo de Arcoverde, Afogados, América e Vitória) e o campeão da Série A2 (em disputa)
1ª fase: turno único Todos os clubes se enfrentariam em jogos ida, se classificando os oito melhores colocados. Os dois últimos serão rebaixados. A etapa teria 55 partidas ao longo de onze rodadas, com cada clube jogando dez vezes (cinco como mandante e cinco como visitante) e folgando em uma rodada.
2ª fase: quartas de final Pela primeira vez o Estadual teria esta disputa. Devido ao calendário enxuto, seriam jogos únicos, com mando dos quatro melhores colocados (1 x 8, 2 x 7, 3 x 6 e 4 x 5).
3ª fase: semifinal Esta fase foi implantada em 2010, mudando apenas o critério de desempate desde então (melhor campanha, saldo de gols, gol qualificado etc). Desta vez, será decidida apenas no jogo de “ida”. Persistindo a igualdade, pênaltis.
4ª fase – final Enfim, um mata-mata em ida e volta. Em relação ao desempate, terá como critério (além de pontos na fase), o saldo. Persistindo o empate, pênaltis. Ao todo, o campeão pernambucano disputará 14 partidas. Com o novo formato do Nordestão, apenas o campeão estadual tem direito à vaga – no caso, à edição de 2019. As outras duas são designadas aos times locais mais bem colocados no Ranking da CBF.
Total de jogos: 63, ou 32 a menos em relação a 2017
A movimentação de passageiros nos aeroportos brasileiros de janeiro a julho de 2025 subiu 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a partir de dados estatísticos da Anac, nos sete primeiros meses do ano 73,4 milhões de passageiros circularam pelos aeroportos em voos domésticos […]
A movimentação de passageiros nos aeroportos brasileiros de janeiro a julho de 2025 subiu 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), a partir de dados estatísticos da Anac, nos sete primeiros meses do ano 73,4 milhões de passageiros circularam pelos aeroportos em voos domésticos e internacionais.
Considerando apenas as viagens para o exterior, o crescimento foi de 15% no período, com 16,4 milhões de passageiros. E no mercado interno a alta foi de 8,2%, com 57 milhões de passageiros.
O levantamento também aponta para aumento de 3,6% no número total de voos nos sete primeiros meses do ano, com 554.469 voos dentro e fora do país.
“É mais um recorde de pessoas voando no Brasil, com dados que superam todas as marcas em anos anteriores. Se esse percentual de aumento se mantiver ao longo do segundo semestre, vamos fechar o ano de 2025 com cerca de 130 milhões de passageiros. Isso mostra a expansão do mercado aéreo no país e da infraestrutura aeroportuária que o governo do presidente Lula vem promovendo ”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, lembrando que durante todo o ano de 2024, circularam pelos aeroportos brasileiros 118 milhões de viajantes.
O repórter Randerson Mardoquel do Agreste Notícia, entrevistou Thayná da Silva Santos, de 26 anos, natural de São José do Egito no Sertão pernambucano, que matou o companheiro a facadas na madrugada de quinta-feira (20) em Santa Cruz do Capibaribe, Agreste Setentrional de Pernambuco. Na oportunidade, ela relatou que foi vítima de agressões do seu […]
O repórter Randerson Mardoquel do Agreste Notícia, entrevistou Thayná da Silva Santos, de 26 anos, natural de São José do Egito no Sertão pernambucano, que matou o companheiro a facadas na madrugada de quinta-feira (20) em Santa Cruz do Capibaribe, Agreste Setentrional de Pernambuco.
Na oportunidade, ela relatou que foi vítima de agressões do seu companheiro Gleidson da Silva Souza, de 27 anos e que não suportava mais.
“Fazia pouco tempo que eu estava com ele, coloquei ele dentro da minha casa para morar comigo, dentro de um mês ele se transformou numa pessoa diferente da que conheci. Eu saia para trabalhar e quando chegava em casa ele estava bebendo, a casa bagunçada, a gente brigava por motivos de ciúmes e ele bateu uma vez em mim, eu aceitei, bateu a segunda, eu aceitei, na terceira de novo, quando foi na quarta vez, eu não aguentei. Não aceitei”, justificou.
Ainda de acordo com a autora do assassinato, a vítima puxou seus cabelos e deu um tapa no seu rosto, ela por sua vez, desferiu os golpes de faca contra Gleidson, mas garante que não pretendia matá-lo.
“Eu estava na varanda, no celular, quando ele pegou nos meus cabelos e deu um tapa na minha cara, quando ele fez isso, peguei uma faca e disse que não queria mais ele, que ele se conformasse que não teria mais volta, eu estava decidida que não queria mais aquilo pra mim… Minha intenção não era de matar, eu não sou uma pessoa ruim, eu trabalho, conquisto minhas coisas, ele já quebrou coisas minhas em casa e minha mãe avisou”.
Ainda na entrevista, Thayná afirma que seu filho, também era agredido pelo padrasto e até mesmo, teria relatado que Gleidson havia tentando empurrar a criança de 6 anos, da escada do apartamento. Ouça aqui a íntegra da entrevista.
Você precisa fazer login para comentar.