Você leu na semana: Wellington terá coragem de ir à reeleição?
Depois de mais uma exposição política negativa, já há quem acredite que o prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel, não disputa a reeleição.
Esta semana, o PT negou através de nota que a ida do então presidente da legenda, Verones Carvalho, tenha ocorrido como cota do partido no governo. Vai além, dizendo que ele pediu exoneração e foi, sem a benção da legenda.
Até quando o governo tenta dar uma bola dentro, sofre um revés. Resumindo, é ruim gerenciamente e politicamente, falhando na execução e articulação.
Hoje, outra bomba com a notícia de um pedido de impeachment contra LW.
Grande problema é que o tempo hábil de recuperação é curtíssimo, somado à percepção de que o ciclo LW não tem liderança nem força pra juntar os cacos.
Assim, não são poucos os que, dada a situação de rejeição aferida nas pesquisas, se perguntam se Wellington Maciel vai disputar a reeleição.
Alguns defendem que tenha uma saída minimamente honrosa, não se exponha mais a ponto de sair ridicularizado do processo e retome sua vida empresarial sob o argumento de que tentou, mas não conseguiu imprimir seus projetos. Mesmo que a culpa seja toda dele, de Rejane e Maciel e cia, pode botar a culpa no sistema, no desalinhamento dos astros, na falta de compreensão do povo e lideranças, mas buscar sair com dignidade.
Outra questão é, saindo, se comprometer em não apoiar ou declarar voto em ninguém: além de atrapalhar, ainda pode puxar pra baixo a quem se inclinar. A não ser que a estratégia seja outra: se vingar de alguém. Aí pode ir em frente dizendo aos quatro cantos pra quem vai seu apoio. Vai ser, aí sim, jogada de mestre…



Mesmo com as regras restritivas recentemente aprovadas, um novo partido político começa a ser organizado no país. É o Partido Popular Brasileiro – PPBR que tem como principais dirigentes pessoas ligadas à igreja Mórmon.
Pelo menos considerando o calendário eleitoral do PT Estadual, terminou ontem o prazo para apresentação de proposta de apoio a outra legenda, o que em tese, abriria a janela para o projeto de aliança entre PT e PSB.
De 09 a 16 de janeiro você pode se inscrever no link

O documento que embasou o afastamento de Rodrigo Manga (Republicanos) do cargo de prefeito de Sorocaba (SP) por 180 dias aponta o político como líder de uma organização criminosa e beneficiário de esquema de corrupção envolvendo contratos públicos.













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