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Wellington Maciel vai para o ataque contra Madalena ao anunciar retomada de obra

Por Nill Júnior

O prefeito Wellington Maciel partiu para o ataque contra a ex-prefeita e ex-aliada Madalena Britto. Mostrou em sua rede social imagens do que deveria ser uma creche, para atender centenas de crianças arcoverdenses, no Jardim Petrópolis.

“A obra começou no governo passado e desde 2016 estava parada”, disse Wellington.

“Quando tomei posse como Prefeito, recebi a notícia de que a obra estaria cancelada junto ao FNDE, responsável pela destinação de recursos importantes para o desenvolvimento da educação”.

E seguiu: “Com muito trabalho, responsabilidade e planejamento, tenho o prazer de anunciar que a equipe da Prefeitura já está fazendo a limpeza da área, que estava em completo abandono, desde a paralisação da obra, e que já iniciamos a retomada da obra, com o apoio do nosso amigo e Deputado Fernando Monteiro”.

“Em breve, as crianças de Jardim Petrópolis, Barragem, Alto São Cristóvão e adjacências, terão um lugar seguro para estudar e avançar na jornada do conhecimento e do desenvolvimento”, concluiu.

Outras Notícias

Atrações demais para tempo de menos nos shows da Festa de Zé Dantas

Foi assim a programação da Festa de Zé Dantas na noite da sexta-feira dia 30, segundo relato feito ao radialista Anchieta Santos. O desconforto foi tanto que teve musico dizendo: “Vamos tocar uma hora, e nem a polícia vai nos parar”. Não bastasse isso, artista renomado como Petrúcio Amorim, não cantou mais do que duas […]

Quantidade de atrações, único palco e logística fizeram um artista como Petrúcio Amorim tocar só quarenta minutos
Quantidade de atrações, único palco e logística fizeram um artista como Petrúcio Amorim tocar só quarenta minutos

Foi assim a programação da Festa de Zé Dantas na noite da sexta-feira dia 30, segundo relato feito ao radialista Anchieta Santos.

O desconforto foi tanto que teve musico dizendo: “Vamos tocar uma hora, e nem a polícia vai nos parar”. Não bastasse isso, artista renomado como Petrúcio Amorim, não cantou mais do que duas músicas.

Houve demora para banda passar som e a última atração só se apresentou porque a Policia concedeu mais 20 minutos de show. Uma coisa ficou clara: os artistas saíram estressados com o clima pesado nos camarins e o público não pareceu satisfeito.

Isso acontece quando a prefeitura e Secretaria de Cultura definem muitas atrações para um só palco. A passagem de som não dura menos que quarenta massantes minutos. Some-se a isso o acordo feito com MP para hora de iniciar e terminar shows, que existe pra ser cumprido.

Bancada estadual do PTB se reúne com Armando

A bancada do PTB na Assembleia Legislativa, liderada pelo deputado estadual Júlio Cavalcanti, se reuniu com o ministro Armando Monteiro. Monteiro, que é o presidente licenciado do partido no Estado, recebeu os parlamentares para planejar o fortalecimento da legenda nos próximos meses e fazer uma avaliação do cenário político atual. Além de Júlio Cavalcanti, participaram […]

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A bancada do PTB na Assembleia Legislativa, liderada pelo deputado estadual Júlio Cavalcanti, se reuniu com o ministro Armando Monteiro. Monteiro, que é o presidente licenciado do partido no Estado, recebeu os parlamentares para planejar o fortalecimento da legenda nos próximos meses e fazer uma avaliação do cenário político atual.

Além de Júlio Cavalcanti, participaram da reunião  os deputados Silvio Costa Filho (líder da bancada de oposição na Casa), Romário Dias, Álvaro Porto, Augusto César de Carvalho e José Humberto Cavalcanti, além do presidente estadual do partido, ex-deputado federal José Chaves.

Os parlamentares discutiram com Armando a preparação do PTB para conquistar novas lideranças nos próximos meses, na Metropolitana e no Interior, o que será feito por meio de viagens do grupo. Além disso, aproveitaram o encontro para fazer uma avaliação da atuação da bancada na Assembleia e do quadro político estadual. “Vamos fazer uma campanha de filiação ao PTB, buscando renovar seus quadros em todos os municípios”, declarou Júlio Cavalcanti.

“O nosso partido tem um projeto político e vai continuar tendo um projeto político. Um partido só se justifica se ele tiver projeto”, ressaltou Armando Monteiro.

Quaest: Raquel avança em avaliação, mas perde em eventual disputa com João

Do Blog Cenário A pesquisa Quaest com avaliação dos governos mostrou um ponto positivo e outro negativo para a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB). Apesar de ter avançado na aprovação da gestão, a Quaest apontou que a tucana não se reelegeria numa eventual disputa com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), em 2026. […]

Do Blog Cenário

A pesquisa Quaest com avaliação dos governos mostrou um ponto positivo e outro negativo para a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB). Apesar de ter avançado na aprovação da gestão, a Quaest apontou que a tucana não se reelegeria numa eventual disputa com o prefeito do Recife, João Campos (PSB), em 2026. O levantamento trouxe também o nome do senador Humberto Costa (PT), que teve a mesma pontuação da gestora.

João Campos (PSB) – 64%; Raquel Lyra (PSDB) – 22%; Humberto Costa (PT) – 22%; Não sabem – 1%; Brancos e nulos | Não iriam votar – 9%.

Os dados contrastam com a avaliação de Raquel enquanto governadora. Dos 1.100 entrevistados, 54% disseram que aprovam a gestora. O percentual representa um ponto a mais do levantamento anterior, realizado no primeiro semestre. Nos demais números, 42% reprovam e outros 4% não souberam responder. Já na avaliação de governo 32% dizem ser uma gestão positiva, 35% regular e 29% negativa.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 9 de dezembro, em 42 municípios de Pernambuco. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Formato e má comunicação explicam queixas nas redes sobre Festa de Setembro

Não se discute a desenvoltura da gestão Márcia, justificando sua alta e justa aprovação. Muito menos o ciclo desenvolvimentista que se posiciona sobre Serra Talhada, um dos maiores polos regionais do Nordeste. Mas há coisas distintas. Aprovação, aceitação, imagem de gestão não podem servir de argumento para alguns erros estratégicos verificados na condução da Festa […]

Não se discute a desenvoltura da gestão Márcia, justificando sua alta e justa aprovação. Muito menos o ciclo desenvolvimentista que se posiciona sobre Serra Talhada, um dos maiores polos regionais do Nordeste.

Mas há coisas distintas. Aprovação, aceitação, imagem de gestão não podem servir de argumento para alguns erros estratégicos verificados na condução da Festa de Setembro, em relação ao formato adotado e a comunicação com a sociedade.

Primeiro, a gestão Márcia anunciou o midiático cantor Gusttavo Lima. A repercussão principalmente no público que acompanha a festa foi positiva. O resto da grade foi anunciada com uma constelação de artistas: Wesley Safadão, Xand Avião e cia. Mais uma vez, aprovação.

Só que uma informação determinante e obrigatória não foi repassada: quanto custariam as atrações? A notícia foi descoberta através de consulta no Portal da Transparência e veio a primeira polêmica: o custo total do evento. Depois da repercussão, a gestão informou que seriam atraídos R$ 15 milhões em investimentos.

Semana passada, veio a coletiva da prefeita Márcia Conrado dando detalhes da venda dos camarotes. Mais uma vez teve oportunidade de adiantar duas informações: quanto custariam e se haveria acesso ao espaço com bebidas. Não o fez.

Essa semana, as duas informações explodiram na imprensa: a primeira, de que os camarotes custariam entre R$ 6 mil e R$ 8 mil e ontem, a nota informando que em virtude desse novo modelo, serão proibidas bebidas em todo o espaço. A população vai ficar refém da empresa que ganhou o direito de comercializar a festa. Assim, a festa pública ganhou uma cara de privada. Muitos questionam quais serão os custos dos itens comercializados na festa.

Aí, após a repercussão, vem a nota informando que, com esse novo modelo de concessão, a prefeitura irá economizar, pouco mais de R$ 2 milhões referentes a sonorização,  iluminação, painel de LED, sistema de geração de energia, palco, camarim,  house mix, fechamento, tenda bar, barricada de contenção, truss, banheiros químicos, rádio comunicador, tenda, tenda camarote, piso easyfloor, cadeiras e mesas plásticas, produção geral,  assistência de produção, promotores, segurança, equipe de apoio, agentes de portaria, fiscais, vigilantes e agentes de limpeza.

Um post da Prefeitura dizendo ser a maior Festa de setembro de todos os tempos está sendo questionado nas redes. Muitos estão cobrando e marcando a prefeita Márcia Conrado, conclamando o Ministério Público a fiscalizar.

A prefeita chegou a falar em parcerias provadas para ajudar a custear a festa com o patrocínio de empresas que poderiam expor suas marcas e reduzir os custos. Isso ainda não foi anunciado. Mas provou ao MPCO que Serra tem bala na agulha  parar bancar o evento.

O problema talvez nem seja apenas o modelo, questionado pela população nas redes, com todo direito de fazê-lo. É a comunicação do governo. Nesse caso, a gestão  está se manifestando após cada polêmica gerada. Não se antecipa. Reage quando golpeado. Tanto que muitos governistas ouvidos pelo blog e para nosso comentário no Sertão Notícias, na Cultura FM tem a mesma observação. A comunicação do evento tem falhado.

E quando se trata de gestão pública, nenhuma informação deve ser negligenciada. Tudo isso tem com um principio básico, legal e obrigatório: transparência, informação, com  todos os pingos nos is. Isso não é prerrogativa dessa ou daquela gestão: é obrigação de todas.

Cacique Marcos insiste em narrativa de perseguição, mas enfrenta denúncias graves de irregularidades

O prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos, tem reiterado publicamente o discurso de que é alvo de perseguição política por ser o primeiro indígena eleito para comandar o município. Segundo ele, há uma tentativa de deslegitimar sua gestão por conta de sua origem e por representar o povo Xukuru. Apesar da narrativa, as acusações que pesam […]

O prefeito de Pesqueira, Cacique Marcos, tem reiterado publicamente o discurso de que é alvo de perseguição política por ser o primeiro indígena eleito para comandar o município. Segundo ele, há uma tentativa de deslegitimar sua gestão por conta de sua origem e por representar o povo Xukuru.

Apesar da narrativa, as acusações que pesam contra o gestor vão além de qualquer questão étnica. Cacique Marcos é investigado por suspeitas de abuso de poder econômico, direcionamento de licitações para beneficiar aliados políticos, uso irregular de recursos públicos, além de movimentações financeiras envolvendo empresários — incluindo repasses via PIX — e aquisição de veículos de alto valor, como uma Hilux, que teria sido negociada em circunstâncias questionáveis.

A estratégia de se vitimizar como alvo de preconceito étnico tem sido criticada por adversários políticos e setores da sociedade civil, que apontam que a condição de indígena não isenta qualquer gestor de responder por seus atos na administração pública.