Waldemar Borges destaca diálogo como marca de sua atuação na liderança do Governo
Por Nill Júnior
O líder do Governo, deputado Waldemar Borges, do PSB, fez um balanço, nesta segunda (22 de dezembro), das atividades da liderança governista na atual Legislatura. Segundo ele, nos últimos quatros anos todos os assuntos foram discutidos e esclarecidos. O parlamentar destacou que os projetos de lei foram debatidos democraticamente e muitos sofreram modificações em respeito às considerações da Oposição, sempre em busca do entendimento.
Waldemar assinalou que 2014 encerra um ciclo que mudou a realidade de Pernambuco para melhor, e que fez do Estado uma referência nacional ao longo da gestão do ex-governador Eduardo Campos, a ser concluída neste final de ano pelo governador João Lyra Neto.
O líder governista ressaltou os avanços econômicos e sociais do período que, segundo ele, alcançaram a maior parcela da sociedade pernambucana. E destacou trechos do discurso de Eduardo Campos em sua posse, em 2007, quando o ex-governador avisou que seu Governo serviria para a construção de um novo tempo, enfrentando a miséria, a violência e a exclusão.
De acordo com o deputado, passados quase oito anos daquele momento, é possível constatar que as promessas foram cumpridas e o Estado vive, atualmente, um período de desenvolvimento sem precedentes.
O general Mario Fernandes, ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo de Jair Bolsonaro (PL), admitiu, nesta quinta-feira (24), ter idealizado o chamado plano “Punhal Verde e Amarelo”. O documento previa o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes. Em interrogatório […]
O general Mario Fernandes, ex-secretário executivo da Secretaria-Geral da Presidência no governo de Jair Bolsonaro (PL), admitiu, nesta quinta-feira (24), ter idealizado o chamado plano “Punhal Verde e Amarelo”.
O documento previa o assassinato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes.
Em interrogatório no STF (Supremo Tribunal Federal), Fernandes disse que o plano não passava de um “pensamento” seu e um “estudo de situação” que foi digitalizado. Ele nega ter apresentado o documento a qualquer pessoa.
STF
“Esse arquivo digital nada mais retrata do que um pensamento meu que foi digitalizado. Um compilar de dados, um estudo de situação meu, uma análise de riscos que eu fiz e por costume próprio resolvi digitalizar. Não foi apresentado a ninguém e nem compartilhado com ninguém”, disse.
Fernandes também confirmou ter imprimido o documento. Segundo ele, a impressão foi apenas para que pudesse ler melhor e “não forçar a vista”. Ele alega ter rasgado o plano logo em seguida.
De acordo com as investigações da PF (Polícia Federal), três cópias do documento foram impressas no Palácio do Planalto pelo general.
Quarenta minutos depois, Fernandes teria dado entrada no Palácio do Alvorada, residência oficial da presidência da República. Lá estavam Jair Bolsonaro e o tenente-coronel Mauro Cid.
Questionado se apresentou o plano ao ex-presidente Jair Bolsonaro, o general negou. “Eu ratifico. Impossível. Eu imprimi para ler no papel, para não forçar a vista. Após isso, rasguei. Esse horário foi uma coincidência em relação a minha atribuição administrativa e logística como secretário executivo. Não compartilhei esse arquivo com ninguém.”
A PGR (Procuradoria-Geral da República) questionou Fernandes sobre a impressão ter sido feita em três cópias e uma reimpressão em outra data, com um mês de distância da primeira.
O general disse que não se lembra de ter imprimido mais de uma cópia do plano e disse acreditar ter sido uma “configuração da impressora”. Sobre a impressão em outra data, ele afirmou que a fez por ter tido uma “nova ideia” e alterado o documento.
De acordo com as investigações da Polícia Federal, Jair Bolsonaro tinha “pleno conhecimento” do plano.
Fernandes foi interrogado nesta quinta-feira pelo Supremo Tribunal Federal. Esta é a última parte da fase de instrução (investigação) no processo contra o núcleo 2 da organização que supostamente planejou um golpe de Estado.
Segundo a delação de Mauro Cid, Mario Fernandes era um dos generais que mais incentivava que as Forças Armadas agissem para tentar uma suposta tentativa de golpe de Estado em 2022, para impedir a posse de Lula.
A Polícia Federal deflagrou uma operaçãoque revelou o plano para matar autoridades em novembro de 2024. Segundo as investigações, o grupo — formado em sua maioria por militares das FE (Forças Especiais) do Exército, os chamados “kids pretos” —, tinha como alvos Lula, Alckmin e Moraes.
Os assassinatos foram planejados para ocorrer em 15 de dezembro de 2022, três dias após a diplomação do petista no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A ideia era envenenar os alvos.
Também foi prevista a utilização de um arsenal de guerra, com pistolas, fuzis, metralhadora e um lança-granada. A operação revelou ainda que Moraes era monitorado constantemente. As informações são da CNN Brasil.
Os 34 brasileiros que aguardam pela repatriação em Gaza foram oficialmente incluídos na lista de estrangeiros autorizados a deixar a região. Nesta sexta-feira, 10 de novembro, ônibus fretados pelo Governo Federal conduziram todos até a fronteira de Gaza com o Egito, no Portão de Rafah. A fronteira, contudo, não foi aberta para o fluxo de […]
Os 34 brasileiros que aguardam pela repatriação em Gaza foram oficialmente incluídos na lista de estrangeiros autorizados a deixar a região. Nesta sexta-feira, 10 de novembro, ônibus fretados pelo Governo Federal conduziram todos até a fronteira de Gaza com o Egito, no Portão de Rafah. A fronteira, contudo, não foi aberta para o fluxo de estrangeiros nesta sexta.
Com isso, os brasileiros, que estavam divididos em dois endereços alugados pelo Governo Federal, foram agora realocados em uma única residência em Rafah, próximos da fronteira. Assim que a passagem de estrangeiros para o Egito for novamente permitida, eles estarão prontos para a viagem de volta.
“Nossa representação em Ramala conseguiu uma localidade única. Estão reunidos e com assistência inclusive financeira, não só para alimentos, mas para custear taxas de passagem na fronteira. Esperamos que em breve todos possam partir. Temos todo um esquema de operação com a Força Aérea Brasileira para trazê-los de volta. Eles serão recepcionados no Brasil com todo um aparato de acolhimento”, detalhou Mauro Vieira, em coletiva de imprensa nesta sexta, no Palácio do Planalto.
Também nesta sexta, o secretário nacional de Justiça do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Augusto Botelho, detalhou como será acolhimento aos brasileiros na chegada ao país, com avaliações médicas e psicológicas, descanso, alimentação adequada, hospedagem em alojamento da FAB por dois dias e, para os que não tem raízes no Brasil, o oferecimento de abrigo numa estrutura já preparada no interior de São Paulo.
AMPLAS ARTICULAÇÕES – O ministro Mauro Vieira enfatizou que, desde o início do conflito no Oriente Médio, em 7 de outubro, a diplomacia brasileira vem se desdobrando em articulações, tanto para cuidar dos brasileiros em Gaza, quanto para reunir os nomes e endereços de todos numa lista informada a Israel, Egito e à Autoridade Palestina. Um processo que envolveu diretamente as representações em Tel Aviv (Israel), Cairo (Egito) e Ramala (Cisjordânia).
“Trabalhamos desde o início do conflito. Tivemos uma primeira fase em que trouxemos mais de 1.400 brasileiros que estavam em Israel. Fizemos a lista com todos os nomes de Gaza. Essa lista está em poder das autoridades há mais de 20 dias. Nesse período, tive quatro contatos com o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen, outros quatro com o ministro das Relações Exteriores do Egito, Sameh Shoukry”, listou Mauro Vieira.
O chanceler brasileiro ouviu do colega israelense que todos os brasileiros estariam na lista de saída da última quarta-feira, 8/11, prazo que acabou não sendo cumprido porque a fronteira foi fechada para o fluxo de estrangeiros em três dias. “Ontem ele me informou novamente que os brasileiros estariam autorizados hoje. Isso se confirmou. Eles não saíram porque o posto não foi aberto. Estamos em contatos reiterados com todas as partes”, ressaltou Vieira.
A passagem por Rafah é complexa porque fica aberta apenas algumas horas por dia. Há um entendimento entre os envolvidos no conflito de que os estrangeiros só podem sair após as ambulâncias deixarem Gaza rumo ao Egito para tratamento médico dos feridos. Como houve restrições para que algumas das ambulâncias chegassem à fronteira nesta sexta, a passagem não se abriu aos estrangeiros.
Vieira enfatizou que, durante o período em que aguarda pela saída, o grupo de brasileiros segue com acompanhamento diário da diplomacia nacional, com atendimentos médicos e psicológicos online, recursos para alimentação, água potável, gás de cozinha, remédios e garantia de transporte seguro quando o deslocamento é necessário. Ainda que Gaza seja uma região conflagrada em com bombardeios frequentes, Vieira afirmou que os relatos que recebeu é de que todos os brasileiros estão bem de saúde.
EM PAZ – Após cruzar a fronteira, o grupo de 34 repatriados será levado por terra a um aeroporto designado pelo Egito para que possa embarcar na aeronave VC2, da Presidência da República. Será o décimo voo de repatriação da Operação Voltando em Paz desde o início da crise no Oriente Médio.
Quando a aeronave tocar o solo da capital federal, a operação terá transportado um total de 1.479 passageiros, entre 1.464 brasileiros, 11 palestinos, três bolivianas e uma jordaniana, além de 53 animais domésticos. Três aeronaves da Força Aérea Brasileira e duas da Presidência da República foram utilizadas.
Na oposição, o PSB foi o partido mais vitorioso na eleição de parlamentares em Pernambuco. Para a Câmara, tiveram êxito quatro candidatos, o maior número obtido isoladamente por uma sigla do estado neste pleito. O partido de João Campos também retomou o posto de maior legenda da Assembleia Legislativa (Alepe), já que passou de oito […]
Na oposição, o PSB foi o partido mais vitorioso na eleição de parlamentares em Pernambuco. Para a Câmara, tiveram êxito quatro candidatos, o maior número obtido isoladamente por uma sigla do estado neste pleito. O partido de João Campos também retomou o posto de maior legenda da Assembleia Legislativa (Alepe), já que passou de oito para nove deputados estaduais, quantitativo igual ao dos eleitos pelo PSD da governadora Raquel Lyra, mas superior em total de votos.
Pedro Campos (PSB) foi o deputado federal mais votado de Pernambuco e do campo progressista no Nordeste, com 261,5 mil votos. A lista do PSB se completa com Felipe Carreras (148,9 mil), Gabriel Porto (114,8 mil) e Eliane Soares (102,3 mil), a primeira mulher eleita pelo PSB para esse posto desde a passagem de Creuza Pereira pela Câmara, encerrada em 2018.
Para a Alepe, foram eleitos Francismar Pontes (81,5 mil votos), Rodrigo Farias (79,5 mil), Eriberto Filho (78 mil), Maria Arraes (75,8 mil), Batista Cabral (73,9 mil), Bruno Marques (67,3 mil), Romerinho Jatobá (61,4 mil), Cayo Albino (60,7 mil) e Sileno Guedes (60,5 mil). Desses nove deputados, quatro aparecem na lista dos dez mais votados, o que reforça a força do PSB em meio ao eleitorado em contraponto ao partido governista, que não teve nenhum eleito entre os dez mais votados do estado.
por Inaldo Sampaio De um modo geral, o PT não está bem na campanha eleitoral que se avizinha. Elegeu cinco governadores em 2010 e talvez não passe disto nas eleições de Outubro próximo. Há quatro anos elegeu Tarso Genro (RS), Jaques Wagner (BA), Marcelo Deda (SE), Tião Viana e Agnelo Queiroz (DF). Tarso, Tião e […]
De um modo geral, o PT não está bem na campanha eleitoral que se avizinha. Elegeu cinco governadores em 2010 e talvez não passe disto nas eleições de Outubro próximo. Há quatro anos elegeu Tarso Genro (RS), Jaques Wagner (BA), Marcelo Deda (SE), Tião Viana e Agnelo Queiroz (DF).
Tarso, Tião e Agnelo enfrentam uma reeleição difícil, Deda morreu e foi substituído por um peemedebista (Jackson Barreto) e o candidato de Wagner na Bahia, Rui Costa, é o terceiro colocado nas pesquisas de opinião. Além disso, dos novos candidatos a governador competem com alguma chance apenas cinco: Gleisi Hoffmann (PR), Fernando Pimentel (MG), Ângela Portela (RR), Camilo Santana (CE) e Wellington Dias (PI).
Nesse contexto de dificuldades, pode-se dizer que o deputado João Paulo ocupa um lugar privilegiado. É o candidato a senador do PT que tem o maior índice de intenções de voto (37%) no Brasil.
Pesquisa AtlasIntel para as eleições para presidente, divulgada neste sábado (29), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 53,4% dos votos válidos, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 46,6%. O segundo turno das eleições será neste domingo (30). Os votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, determinam o […]
Pesquisa AtlasIntel para as eleições para presidente, divulgada neste sábado (29), traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 53,4% dos votos válidos, e o presidente Jair Bolsonaro (PL), com 46,6%.
O segundo turno das eleições será neste domingo (30).
Os votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, determinam o resultado das eleições. Nas disputas para presidente e governador, o candidato que atinge mais de 50% dos votos válidos vence o pleito.
Levando em conta os votos totais, Lula fica com 52,4% das intenções, contra 45,7% de Bolsonaro. Os que afirmaram não saber e os que pretendem votar em branco ou nulo somam 1,9%.
A pesquisa da AtlasIntel entrevistou 7.500 pessoas via recrutamento digital aleatório entre 26 e 29 de outubro. A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04838/2022 .
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