Waldemar Borges apresenta Voto de Aplauso para Afogados da Ingazeira pelos seus 105 anos
Por Nill Júnior
Nesta segunda-feira (30), o deputado Waldemar Borges apresentou o requerimento à Assembleia Legislativa de Pernambuco solicitando Voto de Aplauso ao município de Afogados da Ingazeira pelos seus 105 anos de emancipação política.
Em seu requerimento, o líder do Governo conta um pouco da história da cidade, sua origem e destaca os aspectos econômicos e turísticos da região. A cidade faz aniversário nesta terça-feira (1º de julho).
“O povoado foi desmembrado da Cidade de Ingazeira em 5 de maio de 1852 e a vila ganhou status de cidade com o processo de emancipação política pela Lei Estadual Nº 991 de 01 de julho de 1909”, detalhou.
“Afogados da Ingazeira é uma das cidades mais prósperas na área de serviços, comércio e lazer da região. A paisagem, os monumentos e o aconchego do frio, com a queda da temperatura no período junino, atraem qualquer visitante. Possui terminal rodoviário, aeródromo e uma ótima organização urbana, classificando-se como uma das poucas cidades de Pernambuco preparada para o futuro. Por toda sua conjuntura é considerada por muitos como uma das cidades mais belas do sertão do Estado”, destacou Waldemar Borges.
O parlamentar lembrou que, além de comemorar a emancipação do município, também acontece nesta época a Expoagro – Feira de Exposição de Animais. “A Prefeitura preparou uma grande festa para a 10ª EXPOAGRO com exposição de animais, torneios das principais raças de caprinos e ovinos, inaugurações e shows”, concluiu o deputado.
Blog do Camarotti Em conversas com interlocutores, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, tem demonstrado forte mágoa com todo o episódio de fritura a que está sendo submetido pelo presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro. “Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado. É preciso ter […]
Em conversas com interlocutores, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, tem demonstrado forte mágoa com todo o episódio de fritura a que está sendo submetido pelo presidente Jair Bolsonaro e seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro.
“Não se dá um tiro na nuca do seu próprio soldado. É preciso ter um mínimo de consideração com quem esteve ao lado dele o tempo todo”, desabafou Bebiano em uma conversa com interlocutores.
Segundo esse relatos, Bebianno está impressionado com o fato de o presidente dar muito apoio aos argumentos do filho nesse episódio, e deixá-lo de lado no caso.
“Não vou sair escorraçado pela porta dos fundos”, relatou o ministro a colegas, em uma demonstração de que, se Bolsonaro quiser demiti-lo, terá que assumir o desgaste público de ter que mandar o auxiliar embora com pouco mais de um mês de governo.
Segundo ele, se Bolsonaro quisesse tirá-lo do cargo, deveria ter construído uma saída elegante, sem o desgaste na mídia. Ele ressaltou que não pretende pedir demissão.
A esses interlocutores, Bebianno disse que manteve sim contato com o presidente durante o período de internação de Bolsonaro, e que isso está registrado não só nas mensagens enviadas em seu celular, mas também nas mensagens recebidas por ele.
Ele também demonstra surpresa por ter tratamento diferenciado quando caso semelhante foi registrado em Minas Gerais, envolvendo o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.
Gustavo Bebianno foi um dos coordenadores da campanha eleitoral do presidente. Ele presidiu o PSL, partido de Bolsonaro, no ano passado e durante toda a campanha. Deixou o posto depois de ter sido nomeado ministro da Secretaria de Governo.
No último domingo, reportagem do jornal “Folha de S.Paulo” informou que Bebianno liberou R$ 400 mil de dinheiro público, do fundo partidário, para uma candidata “laranja” de Pernambuco, que concorreu a uma vaga de deputada federal e recebeu 274 votos. A “Folha” também noticiou caso semelhante envolvendo o ministro do Turismo.
O ministro também ressalta a interlocutores que o PSL nacional não cuida de candidaturas estaduais, mas que mesmo assim acha estranho a hipótese de o atual presidente da sigla, Luciano Bivar, ter feito algo de irregular.
Lembrou para um colega que quando assumiu o partido, no início do ano passado, havia acúmulo de verbas do fundo partidário, no caixa do PSL Mulher e na convenção do partido e que, por isso, acha improvável que Bivar quisesse desviar dinheiro do partido. Ele alega ainda que Bivar tem boa condição financeira.
O Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), cumpriu uma extensa agenda de compromissos em Brasília, ao longo desta semana. O gestor arcoverdense participou ativamente dos eventos promovidos pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em defesa dos municípios, debatendo temas importantes, como a queda de arrecadação, em virtude da redução dos repasses do Fundo de Participação […]
O Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), cumpriu uma extensa agenda de compromissos em Brasília, ao longo desta semana.
O gestor arcoverdense participou ativamente dos eventos promovidos pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM), em defesa dos municípios, debatendo temas importantes, como a queda de arrecadação, em virtude da redução dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além de outros desafios enfrentados.
Ao lado do Deputado Federal Fernando Monteiro (Progressistas), Wellington teve audiência com Ministros e representantes do Governo Federal. Na terça (15), o Prefeito esteve com o Ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, e na quarta (16), a audiência foi com o Ministro dos Transportes, Renan Filho.
Na audiência como o Ministro Renan, que contou ainda com a presença da Presidente da AMUPE, Márcia Conrado (PT), foi confirmado que o projeto de duplicação da BR-232 até Serra Talhada, passando por Arcoverde, foi incluído no PAC, recentemente lançado pelo Presidente Lula (PT), atendendo o pedido do Deputado Fernando Monteiro.
Wellington foi ainda recebido pelo Senador Fernando Dueire (MDB), colega de partido do gestor arcoverdense. Em todos os momentos, foram tratados sobre novos recursos e ações estratégicas para o desenvolvimento do portal do sertão, reforçando a liderança e protagonismo de Wellington Maciel, como uma referência de gestão no Sertão do Moxotó.
Do blog de Jamildo A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 referendou, por unanimidade, na última terça-feira (8/05), a decisão do relator do agravo de instrumento interposto pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), desembargador federal convocado Leonardo Coutinho, que atribuiu efeito suspensivo ao recurso impetrado pela empresa de energia, que […]
A Quarta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região – TRF5 referendou, por unanimidade, na última terça-feira (8/05), a decisão do relator do agravo de instrumento interposto pela Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), desembargador federal convocado Leonardo Coutinho, que atribuiu efeito suspensivo ao recurso impetrado pela empresa de energia, que fica autorizada a reajustar a tarifa de energia em 8,41% para os consumidores residenciais, e 9,9% – em média – para as indústrias no Estado de Pernambuco.
“Uma vez reconhecida a probabilidade do provimento do recurso, não se pode deixar de considerar, também, estar patente o risco de dano grave ou de difícil reparação a atingir a ora agravante (a ter revisada/reajustada a tarifa em percentual menor do que o previsto no contrato), bem como a própria sociedade, na medida em que a real garantia de melhor funcionamento possível do sistema somente se dá quando as regras tarifárias são corretamente aplicadas”, justificou o relator, desembargador federal convocado Leonardo Coutinho.
Entenda o caso
O deputado federal Danilo Cabral ingressou, no dia 25/04/2018, com uma Ação Popular, com pedido de liminar, na 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, contra a Celpe e Aneel, requerendo a suspensão imediata do reajuste tarifário da energia elétrica, que passaria a vigorar no dia 29/04/2018. Entre as alegações do autor, a “crise econômica que implicou em um alto índice de endividamento das famílias, atingindo os maiores patamares nos últimos anos, bem como alarmantes níveis de desemprego, com quase 13 milhões de desempregados no Brasil, segundo o IBGE, e que o reajuste anual de 2018, como aquele proposto e aprovado em 20171, ocorre com índices acima da inflação”.
O Juízo da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco determinou a limitação do reajuste tarifário anual homologado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da Resolução Homologatória nº 2.388/2018, de 24/04/2018, ao percentual da inflação de 2017, medida pelo índice oficial apresentada pelo IBGE (IPCA). O juiz federal Frederico Azevedo intimou a Celpe e Aneel a juntarem aos autos, em dez dias, documentação que demonstre as razões que levou a Aneel a autorizar a Celpe a promover um aumento de 8,41% para os consumidores residenciais e 9,90% (na média) para as indústrias no âmbito do Estado de Pernambuco.
A Celpe interpôs agravo de instrumento no TRF5 contra decisão do Juízo da 3ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco.
Na manhã de ontem (01/10), a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Saúde, abriu oficialmente a Campanha Outubro Rosa e Novembro Azul. A abertura da campanha aconteceu no Espaço Cultura Rogaciano Leite e contou com a participação de secretários, diretores e servidores municipais, além da população em geral, que pôde acompanhar palestras ministradas pela […]
Na manhã de ontem (01/10), a Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Saúde, abriu oficialmente a Campanha Outubro Rosa e Novembro Azul.
A abertura da campanha aconteceu no Espaço Cultura Rogaciano Leite e contou com a participação de secretários, diretores e servidores municipais, além da população em geral, que pôde acompanhar palestras ministradas pela enfermeira Jordânia Graciele e pelo educador físico Matheus Patriota.
Segundo a coordenadora da Atenção Básica, Mônica Kelly, durante os dois meses da Campanha Outubro Rosa e Novembro Azul, mulheres e homens serão alertados sobre a importância da prevenção do câncer de mama e de próstata.
“Ao longo da campanha, vamos realizar varias ações nos equipamentos de saúde, nas instituições de ensino e nos programas sociais. Pedimos a colaboração de toda a população para participar de maneira efetiva, para que possamos atingir nosso objetivo”, disse a secretária de Saúde, Jussara Araújo, que ainda agradeceu ao prefeito Arquimedes Machado pelo apoio.
Palestras, coletas de citológicos, panfletagens e rodas de conversas são algumas das ações que serão realizadas durante toda a campanha.
Por Marcelo Rocha/Folhapress A juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, da 12ª Vara Federal Criminal de Brasília, rejeitou denúncia reapresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do sítio de Atibaia, fruto da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada neste sábado (21). Alves também […]
A juíza Pollyanna Kelly Maciel Medeiros Martins Alves, da 12ª Vara Federal Criminal de Brasília, rejeitou denúncia reapresentada pelo Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no caso do sítio de Atibaia, fruto da Operação Lava Jato. A decisão foi tomada neste sábado (21).
Alves também refutou a denúncia contra todos os demais envolvidos no caso que havia tramitado na 13ª Vara Federal de Curitiba, então sob o comando de Sergio Moro. Cabe recurso.
Na decisão de 45 páginas, a magistrada afirmou que a Procuradoria deixou de fazer “a adequação da peça acusatória” às recentes decisões tomadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Ela ainda extinguiu punição a Lula em razão de prescrição de pena.
O Supremo decretou a nulidade do processo, após condenação em primeira e segunda instância, sob o argumento de que Moro era incompetente e parcial para julgá-lo.
Ou seja, a acusação não deveria ter sido julgada na capital paranaense, e o então juiz, que posteriormente assumiu o cargo de ministro da Justiça do governo Jair Bolsonaro, não atuou, segundo o tribunal, de forma imparcial nos processos.
O caso, então, foi deslocado para a Justiça Federal no Distrito Federal. O MPF na capital federal reapresentou o caso, mas Alves o rejeitou.
O advogado Cristiano Zanin, que defende Lula, afirmou que a decisão reforça que o petista “foi vítima de uma perseguição nos últimos anos”.
De acordo com criminalista, o caso do sítio de Atibaia, “tal como todas as outras acusações lançadas contra o ex-presidente, foi construído a partir de mentiras e deturpações jurídicas idealizadas por alguns membros do Ministério Público que não honram a prestigiosa instituição”. Segundo a denúncia, os réus praticaram os crimes de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro.
A juíza ainda negou qualquer punição no episódio da suposta reforma realizada no sítio em troca de propina para favorecimento das construtoras OAS e Odebrecht aos envolvidos com mais de 70 anos em razão de prescrição.
“Declaro extinta a punibilidade dos denunciados septuagenários Luiz Inácio Lula da Silva, Emílio Alves Odebrecht, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar e Carlos Armando Guedes Paschoal”, escreveu a magistrada.
Também ficou livre de punição José Aldemário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, da OAS. A razão para a tomada de decisão, segundo a juíza, se dá em decorrência dos posicionamentos recentes do STF.
“O Supremo Tribunal Federal, nas decisões proferidas nos Habeas Corpus n. 193.726/PR e Habeas Corpus n. 164.493/PR, decretou a nulidade de todos os atos decisórios proferidos no feito pelo então juiz federal Sergio Fernando Moro”, escreveu.
“Na hipótese em análise, parte significativa das provas que consubstanciavam a justa causa apontada na denúncia originária foi invalidada pelo Supremo Tribunal Federal, o que findou por esvaziar a justa causa até então existente, sendo certo que o Ministério Público Federal não se desincumbiu de indicar a este Juízo quais as provas e elementos de provas permaneceram válidos e constituem justa causa, que se traduz em substrato probatório mínimo de indícios de autoria e materialidade delitivas, para dar início à ação penal”, afirmou Alves.
Dessa forma, segundo a juíza, “não há como prosseguir a ação penal sem que o Ministério Público Federal realize a adequação da peça acusatória aos ditames da decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal mediante o cotejo das decisões e provas delas resultantes e detração daquelas que foram anuladas”.
Segundo a juíza, falta demonstração de “justa causa na ratificação da denúncia por ressentir-se de indicar documentos e demais elementos de provas que a constituem, tendo em vista a prejudicialidade da denúncia original ocasionada pela decisão/extensão de efeitos prolatada pelo Supremo Tribunal Federal”.
“No presente caso, reitero, a mera ratificação da denúncia sem o decotamento das provas invalidadas em virtude da anulação das decisões pelo Supremo Tribunal Federal mediante o cotejo analítico das provas existentes nos autos não tem o condão de atender ao requisito da demonstração da justa causa, imprescindível ao seu recebimento.”
Lula foi condenado a 12 anos e 11 meses de reclusão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do sítio de Atibaia, em fevereiro de 2019.
O pagamento de obras na propriedade pela Odebrecht foi revelado pela Folha em reportagem de janeiro de 2016. A sentença foi dada pela juíza Gabriela Hardt, que substituía o ex-juiz Sergio Moro na 13ª Vara Federal de Curitiba.
“É fato que a família do ex-presidente Lula era frequentadora assídua no imóvel, bem como que usufruiu dele como se dona fosse”, escreveu a magistrada na sentença.
A decisão foi confirmada em segunda instância. Em dezembro de 2019, o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) manteve, por unanimidade, a condenação do ex-presidente Lula.
O trio de juízes da segunda instância havia condenado o ex-presidente a 17 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem -na primeira instância, a pena era menor. Lula nega todos os crimes.
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