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Vitória de Dilma no Senado conclui ajuste fiscal, diz Humberto‏

Por Nill Júnior

20708486892_ebbe1b2334_kOs senadores finalizaram, nessa quarta-feira (19), a votação do pacote de ajuste fiscal encaminhado pelo Governo ao Congresso Nacional para reequilibrar as contas públicas e retomar o crescimento econômico do país. Para o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que discursou no plenário e orientou o voto da bancada, a aprovação do PLC n° 57/2015, que realinha a folha de pagamento de empresas de 56 setores produtivos, é uma expressiva vitória da presidenta Dilma na Casa.

O Projeto de Lei da Câmara, que recebeu 45 votos favoráveis e 27 contrários, segue agora à sanção presidencial. Para o líder do PT, a apreciação da proposta, que restitui os valores das alíquotas incidentes sobre a receita bruta das empresas beneficiadas com a desoneração da folha de pagamentos, conclui um pacote de projetos que reordena as contas públicas.

“Os trabalhadores já fizeram a sua parte, quando aprovamos as duas MPs que alteraram regras previdenciárias e de trabalho. As micro e pequenas empesas, também. Agora, chegou a vez das médias e grandes empresas, que mesmo beneficiadas com a desoneração, não responderam com geração satisfatória de empregos nos últimos tempos”, declarou o senador.

Ele defendeu as políticas anticíclicas adotadas pelo Governo para fazer face à crise financeira mundial, incluindo as medidas de desoneração que, durante algum tempo, possibilitaram aumento da produção, dos níveis de postos formais de trabalho e aquecimento do consumo.

“Todos nós sabemos que essas desonerações, no valor de R$ 24 bilhões, não se reverteram, efetivamente, em investimentos diretos dos empresários na produção. Foi uma política que cumpriu um papel, mas não cumpre mais. Não dava mais o retorno social esperado. Um ciclo se encerrou e precisamos repensar o futuro sob novas bases”, disse. “Viramos uma página: a do ajuste. Agora, temos de nos focar em projetos positivos que melhorem, efetivamente, a vida dos brasileiros.”

Segundo o parlamentar, o governo Dilma vai agir agora para evitar que as passagens dos transportes públicos urbanos não sejam oneradas. “Há um compromisso em se elaborar uma proposta que desonerar a folha das empresas do setor e evite aumento das tarifas de ônibus”, explicou.

Outras Notícias

Djalma das Almofadas se desculpa e diz que puniu Dicinha por baixo nível

O presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira (PT), foi o entrevistado desta segunda-feira (20) do Cidade Alerta, da Cidade FM. Falando a Juliana Lima, o presidente explicou ter adiado a sessão ordinária do Legislativo de ontem para a próxima segunda-feira, dia 27, em virtude do evento de inauguração da Base Descentralizada do […]

O presidente da Câmara de Vereadores de Tabira, Djalma Nogueira (PT), foi o entrevistado desta segunda-feira (20) do Cidade Alerta, da Cidade FM.

Falando a Juliana Lima, o presidente explicou ter adiado a sessão ordinária do Legislativo de ontem para a próxima segunda-feira, dia 27, em virtude do evento de inauguração da Base Descentralizada do SAMU, que aconteceu às 18h.

No programa, o presidente comentou reclamações dos ouvintes acerca do ônibus do TFD; falta de médicos em unidades básicas de saúde como Vitorino Gomes e Fátima I; falta de transporte escolar para os alunos dos Barreiros I; aumento da taxa dos feirantes para quinze reais; problemas na iluminação pública, entre outras denúncias. Prometeu cobrar respostas à gestão Nicinha Melo sobre os questionamentos.

Sobre a polêmica envolvendo o pronunciamento do vereador Dicinha do Calçamento na Tribuna da Câmara na última sessão, Djalma justificou que seguiu o regimento da casa. Disse que o vereador não ficou sem punição, e que se tivesse havido questão de ordem de qualquer vereador no momento do discurso poderia ter tomado providências mais severas contra o parlamentar.

“Eu peço desculpas à sociedade, é a primeira vez que isso aconteceu isso no meu mandato como presidente, mas a gente tem um regimento a seguir. Ele não ficou sem a punição. Naquele momento quando ele citou aquelas palavras não profanas e sim palavrões mesmo, eu segui o regimento. Como ele não foi respetivo eu o reprimi no termino da sessão. Ele para ter uma punição mais severa precisava de uma questão de ordem de qualquer um dos vereadores ali presentes. Então eu entendi que ele usou ali uma força de expressão”, afirmou Djalma.

O presidente do legislativo concluiu dizendo que os demais vereadores poderiam ter pedido questão de ordem e interrompido o pronunciamento do parlamentar.  

“Ninguém o questionou, então se alguém questionasse, um dos vereadores, ou se tivesse sido destratado por ele por aquelas palavras e entrasse com questão de ordem ou acionasse o conselho de ética, aí sim eu ia punir ele mais severamente, pegar um parecer do Jurídico da casa e colocar em plenário pedindo até a cassação dele. Se cassaria ou não caberia ao plenário”, alegou Djalma das Almofadas.

João Marcos anuncia apoio à pré-candidatura de Madalena Britto

Faltando poucos dias para o encerramento de 2023, o vereador João Marcos, eleito pelo MDB no pleito de 2020, anunciou em vídeo postado em suas redes sociais que vai apoiar à pré-candidatura da ex-prefeita Madalena Britto à Prefeitura de Arcoverde. Em sua fala postada em vídeo onde tem encontro com a ex-prefeita, João ressalta a […]

Faltando poucos dias para o encerramento de 2023, o vereador João Marcos, eleito pelo MDB no pleito de 2020, anunciou em vídeo postado em suas redes sociais que vai apoiar à pré-candidatura da ex-prefeita Madalena Britto à Prefeitura de Arcoverde.

Em sua fala postada em vídeo onde tem encontro com a ex-prefeita, João ressalta a determinação de seguir trabalhando pela cidade e a população de Arcoverde.

“Chegamos ao final de mais um ciclo de nossa legislatura, sempre buscando o melhor para nossa cidade. E nesse intuito de olhar para frente, para o futuro de nosso povo é que venho hoje com extrema alegria no coração anunciar que nossa futura pré-candidata à prefeita de Arcoverde será D. Madalena Britto”, relata ele durante o vídeo.

Falando diretamente com os arcoverdenses, João Marcos reafirma sua determinação afirmando que é um orgulho caminhar ao lado da ex-prefeita.

“Quero dizer à dona Madalena, que é um orgulho para mim, caminhar ao seu lado e ao lado do povo arcoverdense. Então, conte sempre com esse vereador para o que der e vier”, afirmou ele que ouviu da ex-prefeita a satisfação de tê-lo ao lado de sua pré-candidatura à prefeita.

“Para a gente é motivo de satisfação de ter você como vereador e pré-candidato a vereador do nosso lado para que juntos possamos trabalhar por Arcoverde. Vamos juntos, de mãos dadas com o povo, de mãos dadas com o futuro de Arcoverde”, finaliza Madalena que começa a dar forma ao grupo de apoiadores e a chapa de pré-candidatos a vereadores.

Operação da PF faz buscas e apreensões em investigação sobre Belo Monte

Entre os alvos estão um filho do senador Edison Lobão e o ex-senador pelo Pará Luiz Otávio; operação desta quinta se baseia em provas obtidas na Lava Jato. Do G1 A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (16) uma operação, chamada de Leviatã, para cumprir mandados de busca e apreensão nas casas […]

Entre os alvos estão um filho do senador Edison Lobão e o ex-senador pelo Pará Luiz Otávio; operação desta quinta se baseia em provas obtidas na Lava Jato.

Do G1

A Polícia Federal deflagrou no início da manhã desta quinta-feira (16) uma operação, chamada de Leviatã, para cumprir mandados de busca e apreensão nas casas e escritórios de pessoas investigadas por propina na construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. A Leviatã se baseia em provas coletadas na Operação Lava Jato.

Entre os alvos da operação, segundo a Polícia Federal, estão o ex-senador pelo PMDB do Pará Luiz Otávio e o filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA), Márcio Lobão. Os mandados da Leviatã foram expedidos pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal.

As buscas estão relacionadas a um inquérito que corre no STF para investigar pagamento, por parte das empresas do consórcio de Belo Monte, de 1% dos valores das obras da usina ao PT e ao PMDB.

O ex-ministro do STF e antigo relator da Lava Jato, Teori Zavascki, morto em janeiro, havia separado investigações sobre corrupção no setor elétrico, o chamado “eletrolão”, da operação original, que apura fraudes na Petrobras. O inquérito sobre Belo Monte já estava sob relatoria de Fachin antes mesmo de ele suceder Zavascki como relator da Lava Jato.

G1 tenta contato com Márcio Lobão e Luiz Otávio, mas ainda não havia conseguido resposta até a última atualização desta reportagem.

A PF no Pará informou ter apreendido um computador, DVDs e outras mídias, mas não especificou o local onde esses materiais estavam.

Segundo a Polícia Federal, os investigados da Leviatã podem responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

A PF explicou ainda que a operação tem o nome de “Leviatã” em referência à obra do filósofo Thomas Hobbes, que afirmou que o homem era “o lobo do homem”.

Histórico – Em maio de 2016, o STF autorizou abertura de inquérito para investigar Edison Lobão por desvios na obra de Belo Monte. À época do pagamento das supostas propinas ele era ministro de Minas e Energia.

Em junho, foi aberto inquérito, pelo mesmo motivo, para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO) e Jader Barbalho (PMDB-PA).

Todos são suspeitos pela prática de corrupção passiva e lavagem de dinheiro, por suposto recebimento de propina em contratos da obra.

A investigação das suspeitas de pagamento de propina na construção da hidrelétrica de Belo Monte foi autorizada por Fachin com base na delação premiada de Luiz Carlos Martins, funcionário da empreiteira Camargo Corrêa, dentro da Operação Lava Jato.

As suspeitas sobre Calheiros, Jucá, Raupp e Barbalho surgiram nos relatos feitos pelo senador cassado Delcídio do Amaral (sem partido-MS) no acordo de delação premiada assinado por ele.

O procurador-geral ressaltou ao Supremo que Luiz Carlos Martins apontou somente Edison Lobão como beneficiário de vantagens indevidas, mas que Delcídio mencionou outros supostos destinatários da propina.

Na época da abertura dos inquéritos, todos os investigados negaram recebimento de dinheiro ilegal.

O leilão da hidrelétrica foi vencido pela Norte Energia, formado pela Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) – subsidiária da Eletrobras -, Construtora Queiroz Galvão, Galvão Engenharia, entre outras empresas. Entretanto, a Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Odebrecht acabaram contratadas para a construção da usina.

Maior projeto brasileiro no setor elétrico, Belo Monte tem a conclusão das obras prevista para janeiro de 2019. O investimento estimado é de R$ 28,9 bilhões.

César Kaique assume Secretaria Executiva de Comunicação de Serra Talhada

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, oficializou nesta sexta-feira (17) a nomeação de César Kaique como novo secretário executivo de Comunicação do município. A decisão foi anunciada após um encontro com a gestora, consolidando a escolha de um aliado de longa data para ocupar o cargo estratégico na administração municipal.   “Sinto-me honrado com o […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, oficializou nesta sexta-feira (17) a nomeação de César Kaique como novo secretário executivo de Comunicação do município. A decisão foi anunciada após um encontro com a gestora, consolidando a escolha de um aliado de longa data para ocupar o cargo estratégico na administração municipal.  

“Sinto-me honrado com o convite da minha prefeita Márcia Conrado para assumir o cargo de Secretário Executivo de comunicação. Honrarei com muito trabalho, desenvolvendo o bom diálogo com o povo de Serra Talhada, com os meios de comunicação e servindo a cada cidadão que precisa do apoio da gestão que tem transformado a cidade. Estarei participando do governo de olhos atentos às demandas e necessidades – que conheço. Não tem descanso. O trabalho será dobrado. Agradeço a Márcia Conrado minha líder e ao seu esposo Dr. Breno Araújo.” afirmou César Kaique.

PT pressiona para rachar o PSB de Eduardo Campos

O PT já começou a operar na tentativa de fazer com que o PSB abra palanques nos estados para a presidente Dilma Rousseff, segundo lideranças socialistas. A intenção é rachar a sigla ex-aliada e fazer com que setores regionais do partido embarquem na campanha de Dilma, o que enfraqueceria uma eventual candidatura da ex-senadora Marina […]

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O PT já começou a operar na tentativa de fazer com que o PSB abra palanques nos estados para a presidente Dilma Rousseff, segundo lideranças socialistas. A intenção é rachar a sigla ex-aliada e fazer com que setores regionais do partido embarquem na campanha de Dilma, o que enfraqueceria uma eventual candidatura da ex-senadora Marina Silva, que era vice na chapa de Eduardo Campos, morto anteontem em acidente aéreo. Ela deve ser o nome escolhido para substituir Campos.

Interlocutores do PT já começaram a assediar líderes do PSB em estados onde há uma boa relação entre as duas siglas, como Bahia e Sergipe. Em meio a esse processo, a própria Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ligaram ontem para Roberto Amaral, presidente em exercício do PSB, que assumiu a responsabilidade de conduzir o processo para a nova candidatura.

Na pauta, oficialmente, constam apenas condolências pela morte de Campos. O vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, negou que haja assédio da legenda ao PSB. Cantalice disse que questões eleitorais só serão discutidas a partir de segunda-feira, após o sepultamento de Campos, previsto para domingo.

Ao mesmo tempo que evita dar um tom eleitoreiro, Lula disse que não há como negar que a morte de Campos provoca uma mudança no cenário.

“Obviamente que mudou a conjuntura política e eu não sei qual o tamanho do impacto. Não vamos tentar antecipar os fatos. Vamos esperar enterrar o companheiro Eduardo e os companheiros que estavam com ele, e depois voltamos a falar da política, a falar da campanha”,  disse Lula ontem.