Virou enredo: Pedro Eurico é cotado para Ministro da Justiça em vídeo novela
Por Nill Júnior
A polêmica da última semana, quando o secretário de Justiça e Direitos Humanos do estado, Pedro Eurico, revelou que fornece o próprio número do celular aos presos e que costuma receber ligações dos detentos, já virou gréia neste carnaval.
Um vídeo que circula pelas redes sociais ioniza o episódio, que mobilizou debates entre situação, oposição, e quase custou a cabeça do Secretário.
A afirmação de Pedro Eurico foi feita na terça (2), durante audiência na Comissão de Direitos Humanos e Cidadania, da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
“Eu recebo ligações não só de presos, como de parentes, de órgãos não governamentais, juízes, promotores. Nós temos que trabalhar com informações e ouvir todos. Nós estamos utilizando informação para manter a ordem nas unidades”, escorregou.
O vídeo tem a participação do radialista e ator nas horas vagas Wellington Rocha, do multi-artista Matheus Abel e de Leca Acioly, com produção de Cláudio Gomes. Com o título “Ligação Direta” ironiza o contato dos detentos com o Secretário. De tão querido no enredo, Pedro Eurico é convidado para assumir o comando dos presídios, como Secretário Nacional de Justiça.
O efetivo do 23º BPM foi acionado para averiguar uma denúncia de consumo de drogas em uma residência no Centro de Afogados da Ingazeira. Quando os policiais chegaram nas proximidades da residência flagraram um acusado saindo do local, o qual ao ser abordado portava aproximadamente 20 gramas de maconha. Diante da situação, o policiamento realizou abordagem na […]
O efetivo do 23º BPM foi acionado para averiguar uma denúncia de consumo de drogas em uma residência no Centro de Afogados da Ingazeira. Quando os policiais chegaram nas proximidades da residência flagraram um acusado saindo do local, o qual ao ser abordado portava aproximadamente 20 gramas de maconha.
Diante da situação, o policiamento realizou abordagem na residência, pertencente à uma mulher, onde foram localizados mais dois invólucros de maconha pesando aproximadamente 05 (cinco) gramas. A acusada relatou que a droga seria de sua propriedade e do seu filho. Além disso, afirmou ter comprado a droga ao primeiro acusado abordado na saída da residência pelos policiais.
O primeiro acusado confirmou ter mais drogas em sua residência, sendo encontrado na localidade um pacote de maconha pesando aproximadamente 202 (duzentas e duas) gramas.
Além da droga, a polícia encontrou na residência do mesmo um revólver de marca Taurus, modelo especial, com capacidade para 6 munições, 12 munições marca CBC, modelo SPL, calibre 38, bem como a quantia de R$9.500,00 e um aparelho celular para eventual investigação ou perícia por parte da Polícia Judiciária.
Espada apreendida no São Francisco – Durante patrulhamento, o efetivo foi acionado para verificar um indivíduo que estraria com um facão no Bairro São Francisco. O policiamento localizou o acusado, que ao invés de facão portava uma espada artesanal e 04 gramas de maconha. A arma branca e a droga foram apreendidas e o indivíduo conduzido à Delegacia de Polícia.
Disparo de arma de fogo em Brejinho – O policiamento foi acionado para verificar uma ocorrência de disparo de arma de fogo na zona rural de Brejinho, onde segundo a vítima ao passar de motocicleta em frente à residência do imputado, o mesmo atirou contra a vítima com uma espingarda do tipo soca-soca, porém a mesma não foi alvejada. Ao ser localizado, o acusado informou ter atirado para cima a fim de assustar a vítima, devido ela diariamente passar bagunçando em frente a sua residência, como também entregou ao policiamento a referida arma. As partes foram encaminhadas à Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira.
José Levi Mello do Amaral Júnior foi a terceira baixa do Governo nesta segunda-feira CNN Brasil O advogado-geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior, pediu exoneração do cargo de ministro nesta segunda-feira (29). Em documento divulgado, José Levi diz ao presidente que pede exoneração “com o meu mais elevado agradecimento pela oportunidade”. Um […]
José Levi Mello do Amaral Júnior foi a terceira baixa do Governo nesta segunda-feira
CNN Brasil
O advogado-geral da União, José Levi Mello do Amaral Júnior, pediu exoneração do cargo de ministro nesta segunda-feira (29). Em documento divulgado, José Levi diz ao presidente que pede exoneração “com o meu mais elevado agradecimento pela oportunidade”.
Um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ouvido de forma reservada pela CNN, afirmou ter sido informado pelo Palácio do Planalto sobre a mudança. A informação é da colunista da CNN Daniela Lima.
Segundo apuração da repórter da CNN Rachel Vargas, André Mendonça deve deixar o Ministério da Justiça e reassumir o comando da AGU, que exerceu entre janeiro de 2019 e abril de 2020.
Levi assumiu durante a dança das cadeiras iniciada pelo pedido de demissão do ex-juiz Sergio Moro, então ministro da Justiça. Sem Moro, Mendonça foi para a Justiça e abriu a vaga para José Levi.
Antes de ser advogado-geral, José Levi foi procurador-geral da Fazenda Nacional. A sua indicação para o posto foi atribuída na época ao ministro da Economia, Paulo Guedes.
Levi foi a terceira baixa do Governo nesta segunda-feira. Pela manhã, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, se encontrou com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pediu demissão do cargo. No começo da tarde, o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, anunciou a sua saída. Segundo apuração da CNN, o presidente demitiu Azevedo.
A maioria dos brasileiros (52%) avalia que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso em regime fechado — em uma sala da Superintendência da Polícia Federal — por consequência direta de atos praticados por ele próprio ou por seus familiares. Apenas 21% acreditam que a prisão ocorreu por “perseguição política” do Supremo Tribunal Federal (STF) […]
A maioria dos brasileiros (52%) avalia que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi preso em regime fechado — em uma sala da Superintendência da Polícia Federal — por consequência direta de atos praticados por ele próprio ou por seus familiares. Apenas 21% acreditam que a prisão ocorreu por “perseguição política” do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do ministro Alexandre de Moraes.
Os dados são de uma pesquisa Genial/Quaest realizada em dezembro com 2.004 entrevistados e foram divulgados na coluna de Mônica Bergamo.
Entre os 52% que responsabilizam Bolsonaro e sua família pelo desfecho, a percepção predominante é de que a prisão decorreu de condutas que teriam agravado a situação do ex-presidente e levado à adoção de uma medida mais dura.
Dentro desse grupo, 32% afirmam que Bolsonaro foi preso porque “danificou a tornozeleira eletrônica” que utilizava quando estava em prisão domiciliar. Outros 16% apontam “risco de fuga para o exterior”. Já 4% acreditam que ele foi encarcerado porque seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), organizava uma vigília nas proximidades do condomínio onde o ex-presidente morava — razão que teria sido apresentada oficialmente para justificar a prisão.
O levantamento também indica que a tese de “perseguição política” é minoritária no conjunto da população, mas aparece como dominante entre os entrevistados que se declaram bolsonaristas. Nesse segmento, 52% dizem acreditar que o ex-presidente foi preso por perseguição do STF.
Mesmo entre os apoiadores mais fiéis, porém, há uma parcela expressiva que discorda: 18% afirmam que Bolsonaro está preso porque violou a tornozeleira eletrônica. A pesquisa ainda mostra que os bolsonaristas são os que menos acreditam na hipótese de tentativa de fuga: apenas 2% enxergam risco de que ele buscasse sair do país, contra 16% no total da amostra.
Outro dado que chama atenção é a percepção sobre a legitimidade da prisão. Segundo a Genial/Quaest, 51% dos entrevistados dizem acreditar que Bolsonaro “merece estar preso”.
O índice varia de forma drástica de acordo com a preferência política: entre eleitores petistas, o percentual sobe para 91%, enquanto entre bolsonaristas cai para apenas 4%. O contraste reforça a intensidade da polarização em torno do destino do ex-presidente e do papel das instituições no caso.
A pesquisa também mediu o impacto político da prisão. Para 56% dos brasileiros, Bolsonaro ficou “mais fraco” depois de ser preso. O resultado sugere que uma parte significativa do eleitorado interpreta a detenção como fator de desgaste e perda de força política, com possíveis repercussões no futuro do bolsonarismo.
Ao mesmo tempo, o fato de a narrativa de “perseguição” persistir como visão majoritária entre bolsonaristas indica que o episódio tende a seguir como elemento central de mobilização do grupo, ainda que não encontre eco na maioria do país.
Anunciado na quarta (17) pelo prefeito Miguel Coelho, o plano de aceleração da vacina contra a covid-19 promoveu um salto no ritmo da imunização dos petrolinenses. Só nos últimos cinco dias, mais de 5 mil idosos com idade a partir de 72 anos receberam doses do imunizante. Com isso, a cidade sertaneja alcançou 25.690 doses […]
Anunciado na quarta (17) pelo prefeito Miguel Coelho, o plano de aceleração da vacina contra a covid-19 promoveu um salto no ritmo da imunização dos petrolinenses. Só nos últimos cinco dias, mais de 5 mil idosos com idade a partir de 72 anos receberam doses do imunizante. Com isso, a cidade sertaneja alcançou 25.690 doses aplicadas, volume que representa a maior entre todos os 169 municípios do interior de Pernambuco.
Após superar as duas primeiras metas (4 mil doses em cinco dias e alcançar idosos dos 72 anos), o plano de aceleração avançará nas próximas semanas. Nesta segunda-feira (22), o prefeito Miguel Coelho se reunirá com a equipe da Secretaria de Saúde para definir um novo calendário para baixar ainda este mês até a faixa dos 67 anos.
Segundo o gestor municipal, o ritmo mais ágil da vacinação foi conseguido por três fatores: ampliação dos pontos de atendimento, uma nova logística do trabalho e a chegada de mais estoques de imunizantes. Um novo patamar deve ser alcançado com o aumento do agendamento virtual pelo site vacinacaopetrolina.tisaude.com.
Ações estão previstas para o dia 27 de fevereiro, com foco no reforço contra a Covid-19, mas também contemplam outras doenças imunopreveníveis O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (31), o cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. As ações devem começar a partir de 27 de fevereiro, com a vacinação com doses de reforço […]
Ações estão previstas para o dia 27 de fevereiro, com foco no reforço contra a Covid-19, mas também contemplam outras doenças imunopreveníveis
O Ministério da Saúde divulgou, nesta terça-feira (31), o cronograma do Programa Nacional de Vacinação 2023. As ações devem começar a partir de 27 de fevereiro, com a vacinação com doses de reforço bivalentes contra a Covid-19 em pessoas com maior risco de desenvolver formas graves da doença, como idosos acima de 60 anos e pessoas com deficiência. Aumentar as coberturas vacinais, que apresentaram índices alarmantes nos últimos anos, é prioridade do Governo Federal.
Também está prevista a intensificação na campanha de Influenza, em abril, antes da chegada do inverno, quando as baixas temperaturas levam ao aumento nos casos de doenças respiratórias. Haverá, ainda, ação de multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas.
“Estamos diante de um cenário de baixas coberturas. Foi atacada a confiança da nossa população nas nossas vacinas. É fundamental retomar a rotina de vacinação para evitarmos epidemias de doenças, inclusive, já controladas”, destaca a ministra da Saúde, Nísia Trindade.
As etapas e fases foram organizadas de acordo com os estoques existentes, as novas encomendas realizadas e os compromissos de entregas assumidos pelos fabricantes das vacinas. O cronograma foi pactuado durante várias reuniões, desde o começo do ano, com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), técnicos e especialistas da Câmara Técnica de Assessoramento em Imunização (Ctai) e na primeira reunião de 2023 da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), e pode ser alterado, adiantado ou sobreposto, caso o cenário de entregas seja modificado ou tão logo novos laboratórios tenham suas solicitações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
VEJA O CRONOGRAMA DE CINCO ETAPAS:
Etapa 1 – fevereiro
Vacinação contra Covid-19 (reforço com a vacina bivalente)
(estimativa populacional: 52 milhões)
Público-alvo:
Pessoas com maior risco de formas graves de Covid-19;
Pessoas com mais de 60 anos;
Gestantes e puérperas;
Pacientes imunocomprometidos;
Pessoas com deficiência;
Pessoas vivendo em Instituições de Longa Permanência (ILP);
Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
Trabalhadores e trabalhadoras da saúde.
Etapa 2 – março
Intensificação da vacinação contra Covid-19
Público alvo:
Toda a população com mais de 12 anos.
Etapa 3 – março
Intensificação da vacinação de Covid-19 entre crianças e adolescentes
Público alvo:
Crianças de 6 meses a 17 anos.
Estratégias e ações:
Mobilizar a comunidade escolar, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação;
Etapa 4 – abril
Vacinação de Influenza
Público-alvo:
Pessoas com mais de 60 anos;
Adolescentes em medidas socioeducativas;
Caminhoneiros e caminhoneiras;
Crianças de 6 meses a 4 anos;
Forças Armadas;
Forças de Segurança e Salvamento;
Gestantes e puérperas;
Pessoas com deficiência;
Pessoas com comorbidades;
População privada de liberdade;
Povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas;
Professoras e professores;
Profissionais de transporte coletivo;
Profissionais portuários;
Profissionais do Sistema de Privação de Liberdade;
Trabalhadoras e trabalhadores da saúde.
Etapa 5 – maio
Multivacinação de poliomielite e sarampo nas escolas
Estratégias e ações:
Mobilizar a comunidade escolar, com duas semanas de atividades de mobilização e orientação; reduzir bolsões de não vacinados; comunicar estudantes, pais e responsáveis sobre a necessidade de levar a Caderneta de Vacinação para avaliação;
Baixa cobertura
O Brasil, considerado um país pioneiro em campanhas de vacinação, desde 2016, vem apresentando retrocessos nesse campo. Praticamente todas as coberturas vacinais estão abaixo da meta. Por isso, o objetivo é retomar os altos percentuais de proteção.
Diante do cenário de baixas coberturas vacinais, desabastecimento, risco de epidemias de poliomielite e sarampo, além da queda de confiança nas vacinas, o Ministério da Saúde realizou ao longo do mês de janeiro uma série de reuniões envolvendo outros ministérios.
É importante ressaltar que para todas as estratégias de vacinação propostas, as ações de comunicação e de comprometimento da sociedade serão essenciais para que as campanhas tenham efeito. A população precisa ser esclarecida sobre a importância da vacinação e os riscos de adoecimento e morte das pessoas não vacinadas.
Os principais parceiros do Ministério da Saúde no Programa Nacional de Vacinação 2023 são o Ministério da Educação e os governos estaduais e municipais.
“A gente tem o maior programa de imunização do mundo e sempre fomos exemplo. A comunicação, sem dúvidas, será fundamental para que possamos recuperar a confiança nos imunizantes”, diz a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel.
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