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Violência na Praça Sérgio Magalhães: como combatê-la?

Por Nill Júnior

Serra Talhada discute como combater pequenos, médios e até maiores delitos no entorno da Praça Sérgio Magalhães, a maioria tendo como pano de fundo a participação de usuários de drogas que ficam em seu entorno.

A situação ganhou um novo capítulo nesta semana com um caso de agressão mostrado à luz do dia.

O que ocorre na Praça replica em proporção mínima o princípio do que ocorre na Cracolândia,  em São Paulo.  Usuários de drogas realizam delitos para alimentar o uso de drogas e de álcool.

Como a retirada compulsória é proibida por lei, há outros caminhos que envolvem vigilância permanente, ação efetiva nos casos de delitos, com suporte de MP e Judiciário,  mais oferta de programas de apoio a quem quer ajuda. O que não pode é continuar como está.

Veja comentário para o Sertão Notícias,  da Cultura FM:

Outras Notícias

Apresentador do ABTV é vítima de bala perdida. Estado é grave

Na noite deste sábado (16) o jornalista Alexandre Farias, que apresenta o ABTV 2ª Edição, foi vítima de uma bala perdida. Segundo o G1, o fato aconteceu bairro no Alto do Moura, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O jornalista tinha apresentado o telejornal e quando saiu foi jantar num supermercado da cidade. Ele ia […]

Na noite deste sábado (16) o jornalista Alexandre Farias, que apresenta o ABTV 2ª Edição, foi vítima de uma bala perdida.

Segundo o G1, o fato aconteceu bairro no Alto do Moura, em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O jornalista tinha apresentado o telejornal e quando saiu foi jantar num supermercado da cidade.

Ele ia para a casa dele, que fica no Alto do Moura, quando foi atingido por um disparo. De acordo com informações da Polícia, assaltantes estavam em um carro roubado, quando houve perseguição e troca de tiros.

Na fuga, os bandidos ainda atropelaram os socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que estavam em uma ocorrência no local. Uma das auxiliares de enfermagem chegou a ser atropelada.

Alexandre Farias foi socorrido em estado grave para o Hospital Regional do Agreste (HRA) e transferido para hospital Unimed, também em Caruaru.

Coluna do Domingão: quando a campanha começa pra valer em Pernambuco?

A disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 tem uma característica curiosa: ao contrário de outros estados, ela parece ter três etapas bem definidas. A primeira foi a da “pré-pré-campanha”, iniciada praticamente no dia seguinte às eleições municipais de 2024 e que ganhou força no fim de 2025. Naquele momento, embora ninguém admitisse formalmente, já […]

A disputa pelo Governo de Pernambuco em 2026 tem uma característica curiosa: ao contrário de outros estados, ela parece ter três etapas bem definidas.

A primeira foi a da “pré-pré-campanha”, iniciada praticamente no dia seguinte às eleições municipais de 2024 e que ganhou força no fim de 2025. Naquele momento, embora ninguém admitisse formalmente, já estava claro que a governadora Raquel Lyra e o então prefeito do Recife, João Campos, caminhavam para um confronto direto. Movimentos administrativos, agendas no interior, fortalecimento de bases políticas e estratégias de comunicação passaram a ser observados sob a ótica de 2026.

A segunda etapa é a que vivemos agora: a pré-campanha propriamente dita. João Campos amplia sua presença estadual e busca consolidar a imagem de principal alternativa ao atual governo. Raquel Lyra, por sua vez, utiliza a força da máquina administrativa e aposta na entrega de obras, programas e ações para melhorar sua avaliação e reduzir resistências.

Mas há uma terceira fase que ainda não começou: a da campanha eleitoral para valer. E ela deve ganhar intensidade apenas após a Copa do Mundo, quando o eleitor médio passará a dedicar mais atenção ao debate político. É nesse momento que televisão, rádio, redes sociais, marketing, alianças e confronto de narrativas tendem a redefinir percepções. Um fato pode causar uma reviravolta.

As pesquisas divulgadas até aqui mostram um cenário de forte polarização. Levantamentos recentes apontam João Campos liderando, mas com vantagem reduzida sobre Raquel Lyra, ou virada com empate técnico pró governadora. A mais recente pesquisa Real Time Big Data registrou 45% para João e 40% para Raquel no principal cenário de primeiro turno, enquanto o segundo turno aparece igualmente apertado.

O dado mais relevante, porém, talvez não seja a liderança de um ou de outro. O principal aspecto é que houve uma redução da distância observada em pesquisas anteriores, quando João aparecia com margens mais confortáveis. Em abril, por exemplo, levantamentos indicavam diferenças mais amplas entre os dois. Isso sugere que a disputa está longe de encerrada.

João Campos quer chegar à reta decisiva com alto índice de conhecimento, forte presença digital, herança política consolidada e uma marca eleitoral associada ao “lado bom do PSB”, legenda que governou Pernambuco por quase duas décadas, a partir do governo do seu pai, Eduardo Campos.

Raquel Lyra, entretanto, possui um ativo igualmente importante: o cargo de governadora. Se conseguir transformar entregas administrativas em percepção positiva para o eleitorado, poderá liquidar a fatura. A experiência brasileira mostra que governadores candidatos à reeleição frequentemente crescem durante a campanha oficial. E Raquel têm crescido.

Outro fator relevante é que a eleição ainda não foi submetida ao teste do confronto direto. Até agora predominam agendas positivas e movimentos estratégicos. Na campanha oficial, surgirão comparações de gestões, cobranças, exploração de vulnerabilidades e disputas por narrativas. É nessa etapa que podem aparecer fatos novos capazes de alterar o cenário.

Além disso, o histórico pernambucano recomenda cautela. O Estado já testemunhou campanhas que pareciam definidas meses antes do voto e acabaram assumindo rumos inesperados.

Por isso não há ainda como definir um nome que seja favorito nato. A conclusão mais prudente é que Pernambuco ainda não entrou na fase decisiva da eleição.

A pré-pré-campanha passou. A pré-campanha está em andamento. Mas a campanha de verdade começa depois da Copa. E é justamente nessa etapa que as maiores surpresas costumam acontecer. Vai ser a hora da onça beber água.

Pra pensar

A fortuna de Elon Musk é estimada em US$ 1,1 trilhão (o que equivale a cerca de R$ 6 trilhões), marca alcançada após a abertura de capital (IPO) da SpaceX na bolsa Nasdaq, tornando-o o primeiro e único trilionário da história da humanidade.

...e refletir

Estima-se que seria necessário um investimento de US$ 40 bilhões a US$ 267 bilhões por ano até 2030 para erradicar a fome global. O valor varia dependendo da estratégia, cobrindo desde ações emergenciais de distribuição de alimentos até reformas estruturais e agrícolas sustentáveis. Ou seja, a fortuna de Elon Musk daria pra acabar a fome no mundo e ainda sobraria o suficiente para ele não conseguir gastar até sua morte…

Diferença

Há um semana, o Peru conta os votos de sua eleição presidencial,  com 27 milhões de eleitores aptos. E ainda há quem questione a votação no Brasil,  por urna eletrônica, com a população sabendo o resultado até duas horas depois. Aqui, somos 158 eleitores aptos.

Guarda a data?

Caso haja uma eleição suplementar em Afogados da Ingazeira, elas podem ocorrer em 8 de novembro ou 6 de dezembro. O bloco de Danilo Simões acredita que sim, haverá novo pleito a partir de manutenção da cassação de Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares pelo TRE. Já a Frente Popular de Sandrinho Palmeira diz que não: o TRE reformará a decisão de primeira instância e manterá mandatos e direitos políticos.

Romperam x não romperam

Debate os prefeitos e ex-prefeitos que já romperam no Pajeú estão Zeinha Torres e Pedro Alves (Iguaracy), Luciano Duque e Márcia Conrado (Serra Talhada). Dos que seguem unidos, Marconi Santana e Giba Ribeiro (Flores), Anchieta Patriota e Berg Gomes (Carnaíba), Djalma Alves e Mayco da Farmácia,  João Batista e Luciano Bonfim (Triunfo) e Adelmo Moura e Aline Karina (Itapetim). Da série “estão ainda”, Diógenes Patriota e Sávio Torres, de Tuparetama.

Pode e não pode

Segundo João Batista, especialista em Direito Municipalista, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) proíbe terminantemente o uso do dinheiro da concessão parcial fa Compesa no custeio de despesas do dia a dia, exigindo que estes valores sejam aplicados estritamente em investimentos públicos duradouros. Sob a ótica do artigo 44 da lei fiscal, fica vedada a utilização desses recursos para o pagamento de folha de pessoal, faturas ordinárias de água, energia ou telefone de prédios públicos, compra de materiais administrativos de consumo diário ou serviços de manutenção urbana de rotina.

Lula vai gravar

O Metrópoles noticiou que o presidente Lula planeja gravar, nas próximas semanas, vídeo de apoio ao prefeito do Recife e candidato ao governo de Pernambuco, João Campos, após ruído envolvendo o palanque que fará no estado. Segundo a Coluna de Milena Teixeira, Segundo apurou a coluna, Lula planeja realizar a gravação de apoio João Campos, nome que o PT irá apoiar na eleição para o estado, até o período das festas juninas.

Raquel reforça discurso de palanque amplo

Em entrevista à Veja, disse Raquel: “o que temos é uma aliança em favor de Pernambuco. Tenho apoios do PSOL ao PL de pessoas que compreendem que não se trata de partido, mas de um projeto de transformação que está dando certo. Não é sobra próxima eleição. Se aprovo projetos com o voto de quem está no PL ou no PSOL, é pouco relevante para a população. Sobre eleição, vamos nos posicionar no momento correto”. O discurso é muito parecido com o de quatro anos atrás.

Pão e circo de Coco

O prefeito de Tavares (PB), Coco de Odálio, confirmou a contratação do cantor Xand Avião como a grande atração da tradicional Festa de Setembro de 2026. O cachê gira em torno de R$ 1 milhão. Tavares tem indicadores ruins nas áreas de Emprego e Renda, Infraestrutura Econômica e no Índice de Desenvolvimento Humano Municipal , com histórico de fragilidade na infraestrutura básica, ausência de uma Política Municipal de Saneamento Básico estruturada, dentre outros problemas.

Lá vem pesquisas

Três pesquisas foram registradas para o Governo de Pernambuco e serão divulgadas nos próximos dias. Uma do instituto Múltipla, a ser divulgada pelo blog um mês após o levantamento de 18 de maio. Também registraram o Ipespe para a Folha de Pernambuco e o Imape. Haja coração.

Frase da semana:

“Tentaram abreviar meu mandato”.

Da governadora Raquel Lyra,  sobre o embate com a Assembleia Legislativa,  colocando o pedido de impeachment e entraves da casa contra sua gestão na conta da misoginia.

 

Danilo Simões no Debate

O pré-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, é o convidado do Debate das Dez de hoje. O Debate, que já estava marcado há alguns dias, acontece um dia após Danilo anunciar que disputará a prefeitura de Afogados da Ingazeira pela oposição. Danilo responde a perguntas desse jornalista, dos blogueiros da região e […]

O pré-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Danilo Simões, é o convidado do Debate das Dez de hoje.

O Debate, que já estava marcado há alguns dias, acontece um dia após Danilo anunciar que disputará a prefeitura de Afogados da Ingazeira pela oposição.

Danilo responde a perguntas desse jornalista, dos blogueiros da região e dos ouvintes.

O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total.

Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.

Ainda pode assistir no Youtube.com/RadioPajeu ou no Facebook.com/RadioPajeu .

Câmara aprova projeto que muda correção do FGTS

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18), em votação simbólica, o projeto de lei que aumenta a correção do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), equiparando-a ao rendimento da poupança. A proposta é considerada mais um item da “pauta-bomba”, criticada pelo Planalto porque tem impacto nos cofres públicos. A matéria […]

fgts1A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18), em votação simbólica, o projeto de lei que aumenta a correção do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), equiparando-a ao rendimento da poupança. A proposta é considerada mais um item da “pauta-bomba”, criticada pelo Planalto porque tem impacto nos cofres públicos. A matéria segue agora para o Senado.

Atualmente, o rendimento do FGTS é de 3% mais a Taxa Referencial (TR), que, normalmente, fica perto de 0%. O texto aprovado estabelece que a remuneração do fundo aumente de forma gradual até chegar a cerca de 6%. Na prática, a proposta permite que o dinheiro do trabalhador renda mais.

Pelo texto, no primeiro ano, o FGTS será corrigido em 4% mais TR; no segundo ano, 4,75% mais TR; no terceiro ano, 5,5% mais TR; e no quarto ano, terá as mesmas regras da poupança. A nova taxa, que ainda precisará ser aprovada no Senado, valerá para os depósitos feitos a partir de 2016.

A votação foi concluída minutos após a aprovação do texto-base. Diversas sugestões de mudança no texto principal chegaram a ser apresentadas, mas acabaram retiradas pelos seus autores. Um único destaque, que impedia que fosse realizada qualquer operação que caracterizasse empréstimo ao BNDES, acabou rejeitado.

fgts2O Executivo é contrário à proposta por entender que ela pode comprometer os programas habitacionais custeados pelo fundo, como o Minha Casa, Minha Vida. O argumento do governo é que o aumento do rendimento das contas do FGTS obrigará a elevar também os juros nas parcelas cobradas dos beneficiados pelo programa.

Segundo o líder do governo, José Guimarães (PT-CE), a proposta do Palácio do Planalto é que o escalonamento fosse aplicado em oito anos, e não em quatro, para minimizar o impacto dessa correção. Diante disso, ele já adiantou que o governo poderá vetar partes do projeto.

O texto aprovado também fixa que nos próximos quatro anos até 60% do lucro do FGTS seja destinado ao Minha Casa, Minha Vida. O relator do projeto, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que esse percentual irá garantir a manutenção do programa. (G1)

Bancada do PSB protocola projetos de lei que criam alternativas para arrecadação da União

Em meio às discussões sobre a Reforma da Previdência e a busca pelo equilíbrio das contas públicas, a bancada do PSB protocolou, nesta quarta-feira (3), dois projetos de lei que visam criar alternativas para a arrecadação da União. O primeiro institui o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) e o segundo propõe volta da tributação dos […]

Foto: Lucyenne Landim

Em meio às discussões sobre a Reforma da Previdência e a busca pelo equilíbrio das contas públicas, a bancada do PSB protocolou, nesta quarta-feira (3), dois projetos de lei que visam criar alternativas para a arrecadação da União. O primeiro institui o Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) e o segundo propõe volta da tributação dos lucros e dividendos pelo Imposto de Renda. O presidente nacional do partido, Carlos Siqueira, também esteve presente.

“A Reforma do governo não combate privilégios, ela ataca os trabalhadores e não mexe no andar de cima. Nós achamos que a solução da crise é cobrar de quem mais pode contribuir e não dos mais vulneráveis”, afirma o deputado Danilo Cabral, autor das propostas, incorporadas por todo o partido. O parlamentar acrescenta que as duas proposições projetam uma arrecadação de R$ 125 bilhões por ano, valor superior aos R$ 100 bilhões que governo pretende com a Reforma da Previdência.

O projeto de taxação pelo Imposto sobre Grandes Fortunas (IGF) estabelece que serão considerados como grandes fortunas o conjunto de todos os bens e direitos do contribuinte acima de R$ 20 milhões. O IGF, então, incidirá, anualmente, à alíquota de 5% sobre o valor excedente a R$ 20 milhões. “Dessa forma, poderemos gerar uma arrecadação tributária de cerca de R$ 38,9 bilhões por ano”, informa Danilo Cabral. O deputado exemplifica que, se um cidadão tem o patrimônio de R$ 25 milhões, o imposto incidirá sobre os R$ 5 milhões.

De acordo com dados da Receita Federal, existem 25.785 declarantes (0,09% do total) com renda acima de 320 salários mínimos mensais que declararam bens e direitos líquidos (já deduzido o valor das dívidas e ônus) no montante total de R$ 1,294 trilhão, o que corresponde a um patrimônio médio de cerca de R$ 50,2 milhões por pessoa. Esse mesmo estrato da população declarou uma renda média anual de R$ 11,152 milhões, dos quais R$ 7,549 milhões (cerca de 68%) ficaram completamente isentos do Imposto de Renda, em grande parte devido à isenção sobre o recebimento de lucros e dividendos ainda vigente no país.

“Ou seja, além de possuir vultoso patrimônio que supera, em média, R$ 50,2 milhões por pessoa, este estrato possui elevadíssima capacidade contributiva, mas não tem contribuído para o Estado de acordo com essa capacidade”, explica Danilo Cabral. O deputado destaca que há um dispositivo, o art. 153, inciso VII, da Constituição que combate privilégios, mas, em 30 anos, nunca foi regulamentado. “Nossa iniciativa quer acabar esta injustiça e assegurar o aumento os recursos orçamentários da União”, diz.

Já o segundo projeto de lei determina a revogação de isenção de cobrança de imposto sobre lucros e dividendos. A proposta isenta o recebimento de até R$ 240 mil a fim de preservar os pequenos empreendedores e estabelece alíquota adicional de 15% para rendimentos tributáveis acima de R$ 320 mil mensais (R$ 3,84 milhões anuais).

Existem, no Brasil, 19.063 recebedores de lucros e dividendos (apenas 0,07% do total de 28 milhões de declarantes do país) com renda acima de 320 salários mínimos mensais, segundo os últimos dados disponibilizados pela Receita Federal, referentes ao Ano Calendário de 2016. Este estrato recebeu uma renda média anual de R$ 8,367 milhões por declarante em 2016, que ficou completamente isenta do Imposto de Renda Pessoa Física. Ou seja, este estrato possui altíssima capacidade contributiva, mas não contribui de acordo com essa capacidade.

 “Faz-se, portanto, necessário revogar tal isenção, sancionada em 1996, para que os beneficiários de grandes lucros distribuídos passem a ser tributados de acordo com a tabela de incidência das pessoas físicas”, justifica Danilo Cabral. Segundo o parlamentar, a estimativa de aumento da arrecadação tributária com a tributação dos lucros e dividendos, com a incidência da alíquota adicional proposta, de acordo com o PL, é de cerca de R$ 85 bilhões anuais.

Na manhã de hoje (3), o PSB reuniu a bancada na Câmara Federal para discutir a Reforma da Previdência. Foi unanimidade, entre os parlamentares, a posição de o projeto do governo não faz o combate aos privilégios e prejudica os mais pobres. Na ocasião, então, os deputados Alessandro Molon (RJ), Aliel Machado (PR), Bira do Pindaré (MA), Camilo Capiberibe (AP), Denis Bezerra (CE), Elias Vaz (Go), Heitor Schuch (RS), João Campos (PE), Julio Delgado (MG), Lídice da Mata (BA), Rodrigo Coelho (SC), Tadeu Alencar (PE), Ted Conti (ES) subscreveram os projetos de Danilo Cabral, além de Orlando Silva (PCdoB-SP).