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Vereadores farão visita ao HR Emília Câmara

Por Nill Júnior
Aconteceu na noite desta segunda-feira (20/3) a 7ª sessão ordinária da Câmara Municipal de Afogados da Ingazeira. Estiveram presentes os vereadores Igor Mariano, Franklin Nazário, Daniel Valadares, Augusto Martins, Raimundo Argemiro, Cancão, Rubinho do São João, Welinton JK, Cícero Miguel, Renaldo Lima, Raimundo Lima e Luiz Bisorão.

Vários assuntos foram discutidos no plenário Cirene de Lima Alves, destaque para o Projeto de Lei 03/2017 de autoria do vereador Daniel Valadares que dá nome de Ernesto Mariano de Lima para a tribuna da Câmara de Vereadores.

Foi discutida, através de proposta do vereador Welington JK a criação de uma Comissão para identificar os pontos onde não existe Iluminação Pública no município, “Vários moradores tem reclamado de pontos escuros, muita gente paga Iluminação pública sem ter direito a usufruir”, destacou JK. Foi aprovado também documento que será enviado aos Deputados Pernambucanos cobrando o voto contrário ao atual texto da Reforma da Previdência, “Queria parabenizar o Presidente, o documento ficou muito bem elaborado”, destacou o vereador Augusto Martins.

Aproveitando a terceira e última parte, o vereador Luiz Bisorão propôs que os parlamentares realizem uma visita a Unidade do Hospital Regional Emília Câmara, “O Governador Paulo Câmara estará no município esta semana, vamos fazer um levantamento de algumas demandas in loco e entregar pessoalmente a ele”, destacou Bisorão. A visita ficou agendada para próxima quarta-feira às 9h.

Dia Municipal dos Blogueiros – O Presidente da Casa, vereador Igor Mariano, propôs, através do Projeto de Lei 06/2017 a criação do Dia Municipal do Blogueiros em Afogados da Ingazeira – PE, a ser comemorado anualmente no dia 20 de março, “As mídias digitais ajudam e muito no desenvolvimento local, na inclusão digital, na geração de emprego e renda e na ampliação de acesso a informação”, destacou Mariano. A data de 20 de março já comemora de forma extraoficial a data, caso seja aprovado o projeto passará a vigorar na forma de lei em Afogados da Ingazeira. A próxima sessão ficou marcada para o dia 29 de março (quarta-feira).

Outras Notícias

CGU deve perder status de ministério e ter a atribuição divididas

Dois dias depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) começar a fatiar a Operação Lava-Jato, o Executivo avalia entregar ao Ministério da Justiça a análise sobre os acordos de leniência, em negociação por empreiteiras implicadas nas denúncias do petrolão. A estratégia, segundo o Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon), passaria […]

Controladoria-Geral da União deve perder status de ministério e ter a atribuição repartida entre três pastas. Sindicato e especialistas atacam proposta e veem retrocesso histórico na fiscalização de repasses da União e transparência do Estado
Controladoria-Geral da União deve perder status de ministério e ter a atribuição repartida entre três pastas. Sindicato e especialistas atacam proposta e veem retrocesso histórico na fiscalização de repasses da União e transparência do Estado

Dois dias depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) começar a fatiar a Operação Lava-Jato, o Executivo avalia entregar ao Ministério da Justiça a análise sobre os acordos de leniência, em negociação por empreiteiras implicadas nas denúncias do petrolão. A estratégia, segundo o Sindicato Nacional dos Analistas e Técnicos de Finanças e Controle (Unacon), passaria pelo fatiamento das funções da Controladoria-Geral da União (CGU), que seriam distribuídas entre outras duas pastas. “De uma hora para a outra, acabar com o órgão é desesperador, é desalentador num país que tem cobrado ações nessa área”, diz o presidente da Unacon, Rudinei Marques. A reforma administrativa em análise pelo governo deve ser anunciada na semana que vem.

Procurados, CGU, Casa Civil e Ministério do Planejamento não negaram a existência do texto, nem da discussão sobre a divisão da controladoria. Para o sindicalista, o interesse é político e não de redução de despesas. “Quem é que está apurando os desvios da Lava-Jato? Justamente a Corregedoria. (Dizem:) ‘Vamos rifar para o Ministério da Justiça e aí a coisa está sob controle’”, reclama Marques. O ex-ministro da controladoria Jorge Hage afirmou ao Correio que apoia o movimento e não descarta a discussão de uma medida para reduzir os poderes do órgão que comandou de 2006 até o ano passado. “Não duvido que exista a proposta porque eu não tenho a menor dúvida de que tem muita gente no governo que não gosta do controle, portanto não gosta da CGU”, aponta. Mas ele duvida que Dilma assine uma medida provisória com esse teor. “Entendo ser um grande equívoco, um retrocesso inaceitável pelo que o Brasil já evoluiu. Teria repercussão da pior espécie, inclusive nos foros internacionais.”

A diretora da Transparência Brasil, Nathália Paiva, afirma que a entidade vê “com profunda preocupação” as notícias sobre o esvaziamento da instituição. Ela disse ao jornal que não se poupa dinheiro reduzindo ainda mais os gastos com a CGU, responsável por garantir bilhões de reais bem aplicados ou devolvidos aos cofres públicos. “É um claro retrocesso. Não traz grandes benefícios do ponto de vista financeiro. É uma medida burra.”

Num eventual fatiamento do órgão, ela se pergunta quem cuidará dos bancos de dados de empresas punidas, quem aplicará sanções a agentes públicos, quem decidirá sobre recursos da Lei de Acesso à Informação e quem fechará acordos de leniência. “Outras partes do governo não estão nem aí para a cultura de transparência.” Segundo Nathália, a controladoria fiscalizava os gastos de 400 prefeituras em 2004. Hoje, apenas 60. O ex-ministro da CGU Waldir Pires também apoiou o movimento contra o rebaixamento. “Isso representaria o enfraquecimento do principal órgão de controle do governo”, disse ele em nota.

Sintepe debate piso salarial do magistério e o direito dos contratados

O segundo episódio do PodEducar, podcast do Sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), que foi ao ar nesta quinta-feira (25), debateu o Piso salarial do Magistério e o direito dos professores, professoras e contratados de receberem o Piso. A Senadora Teresa Leitão (PT-PE), o presidente da CNTE, Heleno Araújo e a […]

O segundo episódio do PodEducar, podcast do Sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras em Educação de Pernambuco (Sintepe), que foi ao ar nesta quinta-feira (25), debateu o Piso salarial do Magistério e o direito dos professores, professoras e contratados de receberem o Piso.

A Senadora Teresa Leitão (PT-PE), o presidente da CNTE, Heleno Araújo e a presidenta do Sintepe, Ivete Caetano exploraram a história, a importância e os desafios enfrentados na luta pelo reconhecimento e cumprimento dessa legislação e as nuances dessa questão fundamental para os educadores e a sociedade.

A luta pelo piso salarial do magistério não é recente. Ela remonta a décadas de esforços para garantir a valorização dos profissionais da educação. Desde os primórdios da educação em Pernambuco, a categoria tem enfrentado desafios significativos para assegurar direitos que deveriam ser garantidos por lei.

Em 2008, a legislação que institui o piso salarial foi finalmente aprovada, mas a sua implementação tem sido objeto de constantes batalhas. A senadora Teresa Leitão destacou que a luta pelo piso começou antes mesmo da criação do Sintep, com a mobilização de outros sindicatos e entidades. 

A lei 11.738/2008 estabelece que nenhum professor deve receber menos do que um determinado valor para uma jornada de 40 horas semanais, sendo essa uma conquista importante para a valorização da profissão.

Apesar da existência da lei, muitos desafios permanecem. A resistência de gestores públicos em cumprir a legislação é uma realidade que afeta profundamente os profissionais da educação. Heleno Araújo, presidente da CNTE, ressaltou que a desvalorização salarial é uma constante, e a falta de diálogo entre as entidades representativas e os gestores públicos dificulta a implementação do piso.

Os sindicatos desempenham um papel crucial na luta pelo piso salarial do magistério. O Sintepe, por exemplo, tem se mobilizado de maneira incansável para garantir que todos os professores, sejam efetivos ou contratados temporariamente, recebam o que é de direito. Ivete Caetano, presidenta do Sintepe, destaca que a luta é contínua e não faz distinções entre os profissionais da educação.

A ação do Sintepe em favor do piso salarial não é apenas uma questão de justiça, mas também um reconhecimento do trabalho realizado por todos os professores. A luta pelo pagamento do piso deve incluir todos os que atuam na educação, independentemente do regime de contratação.

Os convidados destacaram que a mobilização da categoria é fundamental para garantir que os direitos sejam respeitados. A participação dos educadores em manifestações e campanhas de conscientização é essencial. A união da categoria fortalece a luta e pressiona os gestores a cumprirem a legislação.

Eles lembraram que a não implementação do piso salarial do magistério tem consequências diretas na qualidade da educação e na vida dos profissionais. Professores que não recebem o piso estão muitas vezes desmotivados e desvalorizados, o que afeta diretamente a qualidade do ensino. Além disso, a falta de um salário digno pode levar à evasão de profissionais talentosos da carreira.

A senadora Teresa Leitão ressaltou que a valorização do professor é essencial para garantir um ensino de qualidade. Um professor bem remunerado é um profissional que se sente motivado a aprimorar suas práticas pedagógicas e a investir no desenvolvimento de seus alunos.

O que está em jogo na luta pelo piso salarial do magistério é mais do que uma questão financeira. É uma questão de dignidade, respeito e reconhecimento do trabalho dos educadores. A educação é um pilar fundamental para o desenvolvimento de qualquer sociedade, e os professores são os responsáveis por moldar o futuro das próximas gerações.

Coligação Por Uma Nova Tabira: “a democracia merece respeito”

No último domingo assistimos a um verdadeiro desrespeito às normas eleitorais e sanitárias na convenção do pré-candidato Flávio Marques. A coligação Por uma Nova Tabira externou o seu repúdio aos atos organizados e praticados pelo grupo situacionista nesse dia. A campanha iniciou no momento errado e de maneira equivocada, desrespeitando os limites da justiça e […]

No último domingo assistimos a um verdadeiro desrespeito às normas eleitorais e sanitárias na convenção do pré-candidato Flávio Marques.

A coligação Por uma Nova Tabira externou o seu repúdio aos atos organizados e praticados pelo grupo situacionista nesse dia.

A campanha iniciou no momento errado e de maneira equivocada, desrespeitando os limites da justiça e da legalidade.

No auge de um momento delicado de saúde pública vimos aglomerações, pessoas sem máscaras e fogos em excesso. Percebemos uma preocupação exacerbada com a demonstração de poder e nenhum tipo de respeito com o povo tabirense.

Não se pode alegar a existência de um ato democrático pois não há democracia na ilegalidade e no abuso de poder. O espaço democrático exige respeito à saúde do povo e o cuidado com a população.  Embora a eleição seja a festa da democracia, constituir-se como governo do povo exige muito mais que festejar, exige seriedade e respeito.

A pré-candidata Maria Nelly destacou que o fazer política exige homens e mulheres de responsabilidade. Da mesma forma, a sua equipe jurídica afirma que já tomou e continuará tomando as providências necessárias pelos meios legais adequados.

Além disso, a polêmica continua em virtude do post feito por integrante do alto escalão do poder no Município, onde faz referência à ação impetrada contra a coligação pelas irregularidades da convenção e afirmando que continua orgulhoso dos seus atos.

As advogadas Hérica Nunes e Tassiana Bezerra afirmaram que embora um agente público deboche dos instrumentos legais, continuarão agindo no espaço de legalidade, únicos meios legítimos para se trabalhar.

Ainda, reafirmaram a confiança no judiciário e no Ministério Público: Acreditamos na justiça e sabemos que a resposta virá.

Coligação Por Uma Nova Tabira

Augusto Cesar declara apoio a Silvio Costa Filho

O ex-deputado estadual Augusto Cesar declarou apoio ao deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) para as eleições deste ano. Augusto Cesar foi deputado estadual por cinco mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco e é ex-prefeito de Serra Talhada. A informação foi confirmada por Silvio Costa Filho, que cumpriu agenda no Sertão do Pajeú, onde se reuniu com […]

O ex-deputado estadual Augusto Cesar declarou apoio ao deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) para as eleições deste ano. Augusto Cesar foi deputado estadual por cinco mandatos na Assembleia Legislativa de Pernambuco e é ex-prefeito de Serra Talhada.

A informação foi confirmada por Silvio Costa Filho, que cumpriu agenda no Sertão do Pajeú, onde se reuniu com lideranças e entregou equipamentos. “Tenho um apreço muito grande por Silvio Costa Filho. Um amigo que construí na vida pública. Tive o privilégio de exercer um mandato de deputado estadual ao lado de Silvio. Tenho acompanhado o seu trabalho em defesa dos municípios e do povo de Pernambuco no Congresso Nacional. Estou integrado ao seu projeto e vamos juntos trabalhar pelo sertão do estado”, declarou Augusto.

No Sertão do Pajeú, Silvio Costa Filho ainda passou por Santa Cruz da Baixa Verde e Mirandiba. Em Santa Cruz ele debateu o cenário político com os ex-prefeitos Tassio Bezerra e Zé Bezerra; além de vereadores e lideranças locais.

Finalizando a agenda pelo Sertão, Silvio Costa Filho entregou nas mãos do ex-candidato à prefeito Natinho do Sindicato um trator em Mirandiba para ajudar nas obras estruturadoras da região. “Quero agradecer o carinho e a confiança do meu amigo deputado Augusto Cesar. Augusto sempre fez política com seriedade e compromisso com o Sertão de Pernambuco. Por onde passou deixou sua marca de trabalho e de espírito público”.

Pedro Alves discute liberação de licenças ambientais para nova creche em Iguaracy

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou nesta quarta-feira (8) de uma reunião voltada à liberação das licenças ambientais necessárias para o início da construção de uma nova creche no município. O encontro contou com a presença do vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, e de representantes da Agência Estadual de […]

O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, participou nesta quarta-feira (8) de uma reunião voltada à liberação das licenças ambientais necessárias para o início da construção de uma nova creche no município. O encontro contou com a presença do vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marcos Melo, e de representantes da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH), entre eles o diretor-presidente José de Anchieta dos Santos.

De acordo com a Prefeitura, o objetivo da reunião foi agilizar os trâmites legais que permitirão o início das obras. A nova unidade deve ampliar a oferta de vagas na educação infantil e atender à demanda crescente do município.

“O investimento em infraestrutura educacional é fundamental para o desenvolvimento das nossas crianças e para o fortalecimento da economia local”, afirmou o prefeito Pedro Alves.

O secretário e vice-prefeito, Marcos Melo ressaltou que o diálogo com os órgãos estaduais é essencial para garantir o avanço dos projetos municipais “com segurança e dentro da legalidade ambiental”.

Também participou da reunião Rinaldo Albuquerque, assessor do deputado estadual Kaio Maniçoba, que atualmente responde pela Secretaria de Turismo e Lazer de Pernambuco.