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Vereadores cobram execução de emendas impositivas por gestão Sandrinho

Por Nill Júnior

O Debate das Dez do programa Manhã Total ouviu os vereadores Gal Mariano, Sargento Argemiro e Douglas Eletricista. Eles falaram sobre as perspectivas das eleições 2024 e a tendência de renovação ou não dos mandatos.

Da atual Câmara, três não disputarão a reeleição: além do presidente Rubinho do São João, Toinho da Ponte e Sargento Argemiro.

Provocados a falar da gestão Sandrinho, foram unânimes ao dizer que o governo vai bem. Argemiro chegou a dizer que Afogados era “um canteiro de obras”, citando inaugurações semanais da gestão.

Mas foi duro ao criticar o gestor pela falta de execução das emendas impositivas. “Vou aprovar LDO e orçamento, mas as emendas impositivas não estão sendo cumpridas. Destinei para os postos de saúde do Sobreira, São Braz e Queimada Grande. Mas pra mim mesmo, não saiu.Também para reparou na Waldecyr Xavier de Menezes”.

Em Afogados, o percentual de execução é de 1,2% do orçamento anual.

Douglas Eletricista fez analíse similar. “Tem feito muito, mas precisa melhorar em questões como água à zona rural, estradas. Sobre emandas impositivas eu esperei até o ultimo dia e fiz indicação. Mas realmente a gente fica triste. Esse é o ponto negativo”.

Gal reafirmou que dialogou sobre o tema com o prefeito. “Ele garantiu a execução. Sabe das questões que pode ocasionar a não  realização dessas emendas. Ele disse que já tinha um relatório para entregar e será apresentado aos vereadores. A gente vê que antes já havia dificuldades. Mas defini que, enquanto a resposta não vem a contento, vou dizer que fiz minha parte indicando as emendas. Se foi ou não executada, nã compete à gente”.

Outras Notícias

Geraldo Freire passa bem após cirurgia

O comunicador Geraldo Freire fez uma cirurgia em um hospital do Recife. “Estou saindo da sala de cirurgia. O doutor Álvaro retirou a minha vesícula. Estou agradecendo a todos que cuidaram de mim no hospital, em especial o as doutoras da anestesia”. Geraldo, que já fez uma cirurgia de redução de estômago ano passado, disse […]

O comunicador Geraldo Freire fez uma cirurgia em um hospital do Recife.

“Estou saindo da sala de cirurgia. O doutor Álvaro retirou a minha vesícula. Estou agradecendo a todos que cuidaram de mim no hospital, em especial o as doutoras da anestesia”.

Geraldo, que já fez uma cirurgia de redução de estômago ano passado, disse que tem um problema nas vias aéreas que é o pavor de todos os médicos em procedimentos cirúrgicos.

“Chorei muito antes da agulhada porque vi a preocupação com os riscos que me rondavam. Senti que poderia ser meu último sono”, brincou ao seu estilo.

“Mas acordei bem e deu tudo certo”, concluiu.

“Não, obrigado”. Paulo Manu garante que Frente das Oposições tem bons nomes, desde que não seja ele

Mesmo afirmando que o próximo prefeito precisa dar um freio de arrumação em Tabira e apresentando sugestões para mudar sua cidade, o empresário Paulo Manu reafirmou em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que não será o candidato da Frente das Oposições. Ele agradeceu pelo gesto do PSB de retirar quatro nomes de […]

Paulo-ManuMesmo afirmando que o próximo prefeito precisa dar um freio de arrumação em Tabira e apresentando sugestões para mudar sua cidade, o empresário Paulo Manu reafirmou em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que não será o candidato da Frente das Oposições.

Ele agradeceu pelo gesto do PSB de retirar quatro nomes de pré-candidatos em seu favor e disse muito obrigado a todos os pretendentes que também sinalizaram apoio ao seu nome. “Não posso assassinar minhas empresas dando as costas a elas. Gosto das coisas organizadas”.

Manu assegurou que o Grupão tem gente com perfil para governar e mudar Tabira. Disse que pelo que conhece Josete Amaral, o ex-prefeito não voltará a integrar o palanque do Prefeito Sebastião Dias.

Sobre os pré-candidatos Elias Manu e Zé Amaral, que passaram para o grupo governista, Paulo disse que eles podem voltar.

Brasil assina acordo que permite aos EUA lançar satélites da base de Alcântara

G1 Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira (18) em Washington (EUA) um acordo de salvaguardas tecnológicas (AST) para permitir o uso comercial do centro de lançamento de Alcântara, no Maranhão. Na prática, o acordo prevê que os Estados Unidos poderão lançar satélites e foguetes da base maranhense. O território […]

G1

Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos assinaram nesta segunda-feira (18) em Washington (EUA) um acordo de salvaguardas tecnológicas (AST) para permitir o uso comercial do centro de lançamento de Alcântara, no Maranhão.

Na prática, o acordo prevê que os Estados Unidos poderão lançar satélites e foguetes da base maranhense. O território continuará sob jurisdição brasileira.

O acordo foi assinado em uma cerimônia na Câmara Americana de Comércio. Do lado do Brasil, assinaram o acordo os ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia). O presidente Jair Bolsonaro acompanhou a assinatura.

Bolsonaro está em visita oficial aos EUA e terá um encontro nesta terça-feira (19) com o presidente norte-americano Donald Trump.

O compromisso entre os países é um dos principais atos previstos para a viagem de Bolsonaro. Até a última atualização desta reportagem, o conteúdo do acordo ainda não havia sido divulgado.

Para entrar em vigor, o acordo exige a aprovação do Congresso Nacional, de acordo com o embaixador do Brasil em Washington, Sérgio Amaral.

O acordo de salvaguardas tecnológicas entre Brasil e EUA é negociado desde os anos 2000, chegou a ser assinado, porém foi rejeitado pelo Congresso brasileiro. O compromisso tem cláusulas que protegem a tecnologia usada pelos dois países.

CDL sobe o tom e diz que comércio não pode ser responsabilizado pelo aumento de casos de covid-19

Fala vai em direção a apreensão de um novo fechamento do comércio. Por André Luis A CDL demonstrou apreensão com a notícia de que a região teve alta no número de casos e quando o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, disse que estava avaliando pra quem sabe, poder tomar outras medidas restritivas. No […]

Fala vai em direção a apreensão de um novo fechamento do comércio.

Por André Luis

A CDL demonstrou apreensão com a notícia de que a região teve alta no número de casos e quando o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, disse que estava avaliando pra quem sabe, poder tomar outras medidas restritivas.

No Debate das Dez da Rádio Pajeú desta terça-feira (01.09), representantes da CDL de Afogados da Ingazeira e NDL de Carnaíba, afirmaram que o comércio não pode ser responsabilizado pelo aumento de casos de covid-19.

O vice-presidente, Darlan Quidute, a conselheira fiscal, Ilma Quidute – também representante da NDL e o consultor, Glauco Queiroz, estiveram nos estúdios da emissora e disseram que caso o comércio volte a fechar, será uma injustiça.

Eles também destacaram que a CDL tem feito de tudo para combater a propagação do novo coronavírus e que não podem pagar o preço, quando é a sociedade que está fazendo tudo errado. 

Darlan Quidute, disse que a CDL vem fazendo estudos para apresentar sugestões para um enfrentamento assertivo da pandemia. Dentre elas ações como a “Blitz do Comércio”, que faz parte da campanha “No meu comércio covid não entra”.

“Desde o mês de julho, a CDL vem elaborando um plano de sugestões para apresentar para as autoridades e a população em geral. Fizemos um levantamento gigantesco de pesquisa com o comércio em geral para entender a necessidade das pessoas. Fizemos um levantamento da taxa de circulação de pessoas em cada modalidade de comércio, dividimos em categorias. Cada tipo de empresa. Por exemplo, a taxa de circulação de um banco é de 2.500 pessoas por dia aqui na cidade”, destacou Darlan.

Já o consultor da CDL, Glauco Queiroz, subiu o tom e disse que no que depender da CDL o comércio não fecha em Afogados da Ingazeira. Ele justificou dizendo que quando foi preciso, CDL e comerciantes apoiaram o fechamento no início da pandemia.

“Tínhamos um ‘Liquida Afogados’ já engatilhado pra soltar. Eu recomendei à CDL que não fizesse, e que a gente ia obedecer. O Estado não tinha estrutura nenhuma para enfrentar o monstro que estava vindo pra cima da gente. Passamos exatos 84 dias de portas fechadas de olho nos números de leitos disponíveis no estado” destacou Glauco.

“Tivemos uma solidariedade total com o Governo do Estado quando lá estava colapsando, fomos totalmente solidários em, justamente, ajudar e ficar fechado. Hoje no estado existem 954 leitos de UTI, desses, 292 estão livres, então no momento que foi pra ser solidário, nós fomos e no momento que a gente precisa, não se pode usar esses leitos de UTI?”, desabafou Glauco, emendando: “não estou falando que o Estado está negando leito, e sim que isso sirva de base para que possamos continuar funcionando e desenvolvendo as nossas atividades. Claro, a fiscalização tem que ser endurecida” destacou.

Para Glauco, o aumento de casos é comprovadamente um resultado do aumento das testagens na região. “Se a gente pegar a relação de testagem, antes se testava pouco, agora está se testando mais, é claro que os casos vão começar a pipocar”, justificou.

“Se o negócio desandar, mesmo não sendo culpa do comércio e perceber que o Estado não tem suporte pra dar ao município de Afogados da Ingazeira, pode ter certeza, vamos fechar. Mas o que vemos hoje é o Estado com suporte ainda de uma certa forma considerável pra atender ao município. Essa conversa de que está dentro da Macrorregião, me desculpe, mas não caio mais nesse conto de sereia, vimos uma série de coisas serem tomadas aqui sem uniformidade, então só na hora de fechar que vai usar essa uniformidade?”, questionou o consultor.

Glauco também questionou o modelo adotado para decidir quais as atividades que são essenciais e que não irão aceitar o modelo de fechamento usado anteriormente. 

“Aquele modelo de fechamento, não vamos concordar. É pra fechar? Qual o modelo que propomos, e que inclusive já foi apresentado para as autoridades: fecha tudo, fica só no delivery, a única coisa que somos a favor que fique aberto, são os postos de combustível para abastecer o que é essencial, como os carros de Polícia, da Companhia Pernambucana de Água, Companhia Energética e serviços de internet, que é uma ferramenta que dependemos pra tudo. Porque fazer da forma como estava, meia dúzia aberta…” pontuou.

Prefeita eleita de Sertânia se reúne com reitor da UFPE

Na tarde da segunda-feira (21), a prefeita eleita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSDB), se reuniu com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professor Alfredo Gomes, para conversar sobre a implantação do Centro Acadêmico do Sertão (CAS). Nesse sentido, o novo núcleo universitário está previsto para começar a funcionar em Sertânia a partir de […]

Na tarde da segunda-feira (21), a prefeita eleita de Sertânia, Pollyanna Abreu (PSDB), se reuniu com o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), professor Alfredo Gomes, para conversar sobre a implantação do Centro Acadêmico do Sertão (CAS). Nesse sentido, o novo núcleo universitário está previsto para começar a funcionar em Sertânia a partir de 2025, com seis cursos.

Durante a reunião também estiveram presentes o vice-reitor professor Moacyr Araújo, bem como o chefe de gabinete professor Fernando Nascimento. Ainda, o chefe de gabinete adjunto Manoel Moraes bem como o coordenador da equipe de transição de governo em Sertânia, o advogado Estevan Lins.

Pollyanna Abreu ouviu as informações atualizadas pelo reitor e, dessa forma, destacou que a Prefeitura de Sertânia será uma parceira estratégica na concretização do projeto. Iniciativa, portanto, que promete ampliar as oportunidades de acesso ao ensino superior na região. “Esse é o nosso primeiro encontro de muitos que virão. E, dessa forma, quero dizer que já estamos à disposição para colaborar com a implantação do Centro Acadêmico do Sertão, o nosso querido Campus de Sertânia. A UFPE pode contar com nosso total apoio a partir de 1º de janeiro de 2025”, afirmou a prefeita eleita.

Expansão no interior

O Centro Acadêmico do Sertão faz parte dos esforços da UFPE para expandir sua atuação no interior do estado. Dessa forma, promovendo educação de qualidade e desenvolvimento regional.