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Venturosa: Kelvin tem 45%, Adriano do Posto 32% e Ernandes, 13%, diz Múltipla

Por Nill Júnior

O pré-candidato governista à prefeitura de Venturosa, Kelvin Cavalcanti, lidera as intenções de voto para a prefeitura de Venturosa.

Ele tem 45% das intenções de voto, contra 32% dos candidatos oposicionistas Adriano do Posto e 13% de Ernandes da Farmácia. Neste cenário estimulado, 2% disseram que vão votar branco ou nulo e 8% se dizem indecisos ou não opinaram.

Na pesquisa espontânea, onde não são citados os nomes dos pré-candidatos, Kelvin tem 40% contra 26% de Adriano do Posto e 7% de Ernandes da Farmácia. Se declararam no voto branco ou nulo, 4% e outros, indecisos ou os que não opinaram, foram 23%.

Rejeição

Quando o tema é rejeição, aquele candidato em que a população diz não votar de jeito nenhum, Adriano do Posto tem 40%, contra 30% de Kelvin e 26% de Ernandes da Farmácia.

Rejeitam todos 3%, não rejeitam nenhum 16% e não opinaram 2%. Nesse cenário o entrevistado podia rejeitar até dois candidatos.

A pesquisa tem o número de identificação PE 09654/2024, contratada pelo blog. Os dados foram coletados dia 28 de junho, com 250 entrevistas. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro de 6,2% para mais ou menos.

Fonte pública para realização da pesquisa – Censo 2010/2022 e TSE (maio/24)

Localidades pesquisadas – Cidade: Centro, Boa Vista, Campo Grande, Loteamento Barroso, Mutirão, Vila Delmiro, COHAB, Rua Nova, Bacurau, Rio dos Bois, Zona Rural: Grotão, Vila Tará, Lagoa do Pé de Serra, Ouro Branco, Pedra Fixe, Tarazinho, Simão 2, Carrapateira, Areias, Pedrinhas, Riacho da Luzia, Barbado, Corredor, Amarelo, Ingazeira, Azevem, Goiabeira, Olho D’Água 1 e 2, Caco, Capim, Morro e Macaco.

Outras Notícias

Luciana Santos prestigia aula inaugural do Projeto Patrulheiro Mirim

A iniciativa é uma ação da Polícia Militar de Pernambuco junto às famílias e à comunidade Na manhã desta quarta-feira (25), a governadora em exercício Luciana Santos prestigiou a aula inaugural da nova turma do Patrulheiro Mirim, projeto coordenado pelo 11° Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco. A iniciativa atende cerca de 30 crianças, entre […]

Foto: Hélia Scheppa/SEI

A iniciativa é uma ação da Polícia Militar de Pernambuco junto às famílias e à comunidade

Na manhã desta quarta-feira (25), a governadora em exercício Luciana Santos prestigiou a aula inaugural da nova turma do Patrulheiro Mirim, projeto coordenado pelo 11° Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco. A iniciativa atende cerca de 30 crianças, entre 10 e 14 anos, da comunidade Chagas Ferreira, que agrega moradores dos bairros de Dois Unidos e Linha do Tiro, no Recife.

O objetivo principal é complementar a formação escolar dos participantes, contribuindo na formação de jovens responsáveis e comprometidos com a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. “Particularmente, uma das coisas que pude aprender desde cedo foi o exercício da cidadania e o respeito ao próximo. São conceitos básicos que devemos aprender desde muito jovens. E aqui, essas crianças vão ter a oportunidade de acesso a ensinamentos como esses, através do diálogo entre escola, família e Polícia Militar”, afirmou Luciana Santos.

Com duração de três meses, o programa prevê atividades voltadas para a capacitação dos jovens, além de promover a integração da instituição militar com a sociedade civil. Entre os temas trabalhados estão: atribuições das Forças Armadas e da Polícia Militar, educação física, relações interpessoais, educação ambiental e de trânsito, prevenção contra drogas e violência doméstica, estatuto da criança e do adolescente, além de dicas de segurança preventiva e campanhas educativas do Alerta Celular e de combate à dengue.

“Gostaria de agradecer a todos os colaboradores desse projeto, porque ele é uma benção nas nossas vidas. Torço para que outras comunidades também possam ter acesso a programas assim, que só acrescentam coisas positivas na vida dos nossos filhos”, declarou dona Rosângela, mãe de um dos patrulheiros da nova turma.

Toffoli rejeita pedido para tirar Sérgio Moro caso do sítio de Atibaia

G1 O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para suspender na Justiça Federal do Paraná processo contra o ex-presidente sobre a reforma de um sítio em Atibaia (SP). A defesa fez o pedido baseada em decisão da semana passada da Segunda Turma do STF, que […]

G1

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou pedido da defesa de Luiz Inácio Lula da Silva para suspender na Justiça Federal do Paraná processo contra o ex-presidente sobre a reforma de um sítio em Atibaia (SP).

A defesa fez o pedido baseada em decisão da semana passada da Segunda Turma do STF, que determinou retirar do juiz Sérgio Moro, da Justiça Federal do Paraná, trechos da delação de ex-executivos da construtora Odebrecht sobre Lula.

A maioria dos ministros considerou que as informações dadas pelos delatores da Odebrecht a respeito do sítio de Atibaia e do Instituto Lula não têm relação com a Petrobras e, portanto, com a Operação Lava Jato, conduzida por Moro. O caso do sítio, no entanto, continuou sob a responsabilidade o juiz.

Ao negar a solicitação da defesa, Toffoli disse que o pedido ultrapassa o que foi decidido pela Segunda Turma do Supremo e, portanto, não tem “plausibilidade jurídica”.

“A presente reclamação, neste exame preliminar, ao pretender submeter diretamente ao controle do Supremo Tribunal Federal a competência do juízo de primeiro grau para ações penais em que o reclamante figura como réu, cujo substrato probatório não foi objeto de exame na PET nº 6.780 [petição que deu origem à decisão da Segunda Turma], parece desbordar da regra da aderência estrita do objeto do ato reclamado ao conteúdo da decisão supostamente afrontada. Nesse contexto, por não vislumbrar plausibilidade jurídica para sua concessão, indefiro o pedido de medida liminar”, decidiu.

Toffoli citou ainda que a decisão de remeter depoimentos da Odebrecht para a Justiça de São Paulo foi isolada. O ministro ressaltou que a turma não tirou a competência de Sérgio Moro para o caso do sítio.

“Dessa feita, determinou-se o encaminhamento isolado de termos de depoimento que originariamente instruíam procedimento em trâmite no Supremo Tribunal Federal à Seção Judiciária de São Paulo, bem como que, em relação a esses termos de depoimento – e não em relação a ações penais em curso em primeiro grau – fossem oportunamente observadas as regras de fixação, de modificação e de concentração de competência”, afirmou o ministro.

O ministro também escreveu na decisão que o Ministério Público ainda pode tentar argumentar que as delações da Odebrecht sobre o sítio em Atibaia têm ligação com os desvios na Petrobras.

“Em suma, não se subtraiu – e nem caberia fazê-lo – do Ministério Público o poder de demonstrar o eventual liame – a ser contrastado pelo reclamante nas instâncias ordinárias e pelas vias processuais adequadas – entre os supostos pagamentos noticiados nos termos de colaboração e fraudes ocorridas no âmbito da Petrobras, bem como em momento algum se verticalizou a discussão sobre a competência do juízo reclamado para ações penais em curso em desfavor do reclamante, máxime considerando- se que essa matéria jamais foi objeto da PET nº. 6.780.”

Depois da decisão da Segunda Turma do STF, os advogados pediram para Moro enviar o processo contra Lula para São Paulo, mas o juiz rejeitou. Na segunda (30), a defesa de Lula entrou no Supremo para que o tribunal obrigasse o envio do processo. A defesa protocolou uma reclamação, tipo de processo usado para pleitear o cumprimento de uma decisão tomada pelo STF, seja em turma ou plenário.

Os advogados de Lula alegaram que a decisão de Moro foi uma “clara afronta” ao entendimento da Segunda Turma.

No entanto, Toffoli não reconheceu no ato de Moro uma eventual afronta ao STF. “Neste juízo de delibação, não vislumbro a apontada ofensa à autoridade do Supremo Tribunal Federal”, escreveu o ministro.

Petrobras corre risco de não ter exclusividade na exploração do pré-sal, alerta Humberto

Mais um passo foi dado para um novo golpe no Brasil. Dessa vez o alvo é a Petrobras. Deputados do PSDB, PMDB e DEM votaram na última quarta-feira (05), o mérito do Projeto de Lei 4567/16 que flexibiliza as regras do pré-sal retirando a obrigatoriedade da estatal de participar de todas as extrações. “A Petrobras […]

image1Mais um passo foi dado para um novo golpe no Brasil. Dessa vez o alvo é a Petrobras. Deputados do PSDB, PMDB e DEM votaram na última quarta-feira (05), o mérito do Projeto de Lei 4567/16 que flexibiliza as regras do pré-sal retirando a obrigatoriedade da estatal de participar de todas as extrações. “A Petrobras é um dos grandes patrimônios brasileiros que sempre tivemos orgulho em ter. Não vamos deixar que esse projeto avance aqui no Senado, iremos perder milhões em investimentos caso a estatal não tenha a prioridade em explorar o pré-sal”, alertou o líder do PT no Senado, Humberto Costa.

O PL altera a Lei 12.351/10 que institui um regime de partilha. Hoje a lei prevê que a Petrobras precisa participar em todos os consórcios de exploração de blocos licitados na área do pré-sal com um mínimo de 30% e também na qualidade de operadora. Esse operador é responsável direta ou indiretamente pela condução da execução de todas as atividades de avaliação, exploração, desenvolvimento, produção e desativação das instalações.

“Do jeito que esse PL está e foi votado na Câmara ficaremos completamente vulneráveis à entrada de empresas estrangeiras que poderão atuar livremente lucrando em cima de um capital que deveria ser nosso. Vou lutar até o fim para que um projeto desse não passe no Senado Federal e furte nossas riquezas”, afirmou Humberto.

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) já se manifestou contra o PL 4567. Uma nota foi enviada revelando toda a insatisfação da federação. “Além de um crime contra a soberania, o que aconteceu em Brasília é o primeiro passo para acabar com o regime de partilha, que conquistamos a duras penas para que o Estado pudesse utilizar os recursos do petróleo em benefício da população. É a fatura do golpe, que foi articulado em comum acordo com os interesses dos setores empresariais e de mídia, que nunca admitiram que a exploração do Pré-Sal fosse uma prerrogativa do Estado brasileiro”, consta no comunicado da FUP.

A votação completa do texto precisa ser efetivada na Câmara dos Deputados. Faltam sete emendas de destaque que ainda podem alterar todo o PL e barrar o que o atual governo Temer quer fazer com a Petrobras. “Ainda temos chances de deter essa proposta estapafúrdia que esse presidente golpista está tentando implantar no país. Ele já deu inúmeras provas que o objetivo é vender, a preço de banana, todas as nossas riquezas”, reiterou o líder petista.

Carro saiu de Afogados, fez zigue-zague na PE-320 e causou acidente com 6 feridos

Blog Júnior Campos Um grave acidente de trânsito foi registrado na madrugada desta segunda-feira (6), na rodovia PE-320, nas proximidades do Sítio Saquinho, logo após o município de Carnaíba, na divisa com Flores, no Sertão de Pernambuco. A colisão frontal envolveu dois veículos e deixou seis pessoas feridas. Segundo informações de testemunhas, um Fiat Siena, […]

Blog Júnior Campos

Um grave acidente de trânsito foi registrado na madrugada desta segunda-feira (6), na rodovia PE-320, nas proximidades do Sítio Saquinho, logo após o município de Carnaíba, na divisa com Flores, no Sertão de Pernambuco. A colisão frontal envolveu dois veículos e deixou seis pessoas feridas.

Segundo informações de testemunhas, um Fiat Siena, que seguia de Afogados da Ingazeira com destino a Flores, trafegava em zigue-zague quando invadiu a pista contrária e colidiu frontalmente com outro automóvel.

No Siena estavam Gustavo Pereira, morador da comunidade de Pereiros do Saco, e Fábio Henrique, ambos naturais de Flores. Os dois ficaram feridos e foram socorridos pelas equipes de resgate.

No outro veículo viajavam quatro integrantes de uma mesma família, naturais de Carnaíba e residentes na Bahia. Todos sofreram ferimentos. Uma das vítimas teve fratura exposta, enquanto o motorista ficou preso às ferragens, sendo necessário o trabalho de desencarceramento realizado pelo Corpo de Bombeiros Militar.

A ocorrência mobilizou uma grande força-tarefa, com a participação de equipes do SAMU de Flores, UTI Móvel de Flores, UTI Móvel de Tabira, SAMU de Carnaíba e Corpo de Bombeiros Militar. O motorista do Siena recebeu atendimento ainda no interior do veículo devido à gravidade dos ferimentos, sendo estabilizado com suporte respiratório antes de ser encaminhado para uma unidade hospitalar.

Para retirar o condutor preso às ferragens, os bombeiros utilizaram equipamentos hidráulicos de desencarceramento, garantindo a remoção da vítima com segurança.

As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes. Até o momento, o estado de saúde das seis vítimas não foi divulgado oficialmente.

Evandro quer empréstimo junto ao FINISA, mas depende da Câmara de Vereadores

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), confirmou ao Debate do Sábado que pedirá autorização à Câmara para um empréstimo que deve variar entre R$ 25 a 30 milhões. O empréstimo tem como financiador o FINISA, Financiamento à Infraestrutura e Saneamento da Caixa. Dentre os investimentos,  o Canal do Ipiranga. “Mas não  […]

O prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares (PSB), confirmou ao Debate do Sábado que pedirá autorização à Câmara para um empréstimo que deve variar entre R$ 25 a 30 milhões.

O empréstimo tem como financiador o FINISA, Financiamento à Infraestrutura e Saneamento da Caixa. Dentre os investimentos,  o Canal do Ipiranga.

“Mas não  vamos usar tudo. Vai ficar muita coisa para o próximo gastar ainda”, disse.  Problema é que o projeto tem que passar pela Câmara,  onde hoje, depois da arrumação pela reeleição de João de Maria, a oposição tem maioria.

Os vereadores já sinalizaram que não vão aprovar a autorização. “Se não for aprovado, tá claro que são do quando pior, melhor”, esbravejou  Evandro.

No projeto,  Evandro disse que haverá aquisições que irão favorecer a economia para pagar as parcelas com caçambas de luxo no lugar das locadas, por exemplo. Também pode entrar uma estação de tratamento.

“Se eles não aprovarem depois se virem com a população”, disse.

Evandro ainda criticou o dinheiro devolvido pela gestão João de Maria, inclusive um recentemente anunciado de R$ 5 mil se comparado a outras cidades da região,  onde os valores oscilam até R$ 200 mil, como foi em Tabira.