A governadora Raquel Lyra definiu sua programação nesta quarta (19) em Arcoverde, na agenda institucional que terá no interior do estado.
Às 14h30 Raquel chega a Arcoverde onde se encontra com o prefeito Wellington Maciel no seu gabinete. Às 15h, a comitiva segue em direção ao Distrito de Ipojuca. Às 4 da tarde, Raquel e Wellington visitam a Adutora do Agreste. Após, seguem de volta à sede.
De Arcoverde, Raquel segue para Serra Talhada, onde acompanha a abertura da ExpoBerro, Feira de Caprinos que terá sua primeira edição. Quinta de manhã, recebe prefeitos do Pajeú em agenda capitaneada pela prefeita Márcia Conrado.
Hoje, Raquel segue para Brasília, desta vez para tratar sobre educação e também segurança nas escolas de Pernambuco. Ontem, Raquel esteve na ALEPE, onde pediu autorização para contrair empréstimo da ordem de R$ 3,4 bilhões, destinados para investimentos em obras estruturadoras.
O Secretário de Administração de Carnaíba, Jonas Rodrigues, enviou nota em resposta a indagações do vereador Neudo da Itã. Na sessão da Câmara de Carnaíba, Neudo criticou pagamentos referentes a publicidade institucional da Prefeitura em blogs da região. “A publicidade institucional é amparada por lei e a Prefeitura de Carnaíba não comete nenhum ato de infração […]
O Secretário de Administração de Carnaíba, Jonas Rodrigues, enviou nota em resposta a indagações do vereador Neudo da Itã.
Na sessão da Câmara de Carnaíba, Neudo criticou pagamentos referentes a publicidade institucional da Prefeitura em blogs da região.
“A publicidade institucional é amparada por lei e a Prefeitura de Carnaíba não comete nenhum ato de infração da legislação ao fazer chegar à população as notícias sobre as ações e obras realizadas pela instituição”.
Segue: “a ampla divulgação das ações realizadas pela gestão pública é um direito constitucional do cidadão”.
“As notícias veiculadas dizem respeito exclusivamente as ações da Prefeitura de Carnaíba. Contudo, os blogueiros e jornalistas são independentes para expressar sua opinião sobre os assuntos que julgarem necessários, não tendo a Prefeitura de Carnaíba nenhuma gerência, nem sendo responsável pelo ponto de vista de nenhum blogueiro e/ou jornalista”.
Diz ainda que todos os pagamentos são realizados de forma legal, com emissão de nota fiscal, especificando os serviços prestados e estão disponíveis no Portal da Transparência.
“Os valores gastos com publicidade em nada afetam os serviços prestados a população, isso fica visível na quantidade de obras sendo executadas, além dos serviços prestados na saúde, educação e assistência social, serviços esses comprovados pela população e que vem sendo aprovados e reconhecidos por instituições legitimadas para tal”.
O tradicional Desfile dos Pagangus de Bezerros arrastou, neste domingo de Carnaval (07.02), uma multidão pelas ladeiras do município do Agreste. Ao lado de secretários de Governo e do prefeito Severino Otávio, o governador Paulo Câmara acompanhou de perto a irreverência dos foliões, que se vestiram com suas fantasias e máscaras para se entregar, com […]
O tradicional Desfile dos Pagangus de Bezerros arrastou, neste domingo de Carnaval (07.02), uma multidão pelas ladeiras do município do Agreste. Ao lado de secretários de Governo e do prefeito Severino Otávio, o governador Paulo Câmara acompanhou de perto a irreverência dos foliões, que se vestiram com suas fantasias e máscaras para se entregar, com muita paz e tranquilidade, à folia de Momo.
Admirador das expressões culturais do Estado, Paulo destacou que a festa vista hoje em Bezerros reflete bem a pluralidade da folia pernambucana. “Pernambuco tem Carnaval do Litoral ao Sertão. E nós nos empenhamos para divulgar essa riqueza para outras partes do País. O Desfile dos Papangus é especial, um retrato da nossa riqueza cultura”, afirmou o governador, frisando também: “Entramos com a estrutura, e o povo com a alegria”.
O clássico desfile cruzou a cidade e foi acompanhado por orquestras de frevo e carros de som. Além dos blocos de rua, os foliões que estiverem em Bezerros podem ainda curtir shows e apresentações culturais. Este ano, são mais de 60 atrações. Durante todo o trajeto, Paulo Câmara cumprimentou os brincantes que faziam a festa nas ruas de Bezerros e visitou o Camarote da Acessibilidade, espaço que assegura uma visão privilegiada da festa para cadeirantes .
“É uma tradição prestigiar a alegria do Carnaval promovido aqui em Bezerros. O Governo do Estado apoia a folia de Momo na cidade, pois os Papangus já fazem parte da nossa cultura. A gente fica feliz em poder prestigiar essa explosão cultural do Interior, após uma bonita festa que foi o Galo da Madrugada, ontem, no Recife”, avaliou o governador.
Falando do carnaval nas outras cidades, em meio e essas realidade, Câmara admitiu dificuldades, mas destacou que os pólos foram atendidos. “A Fundarpe e Empetur tiveram restrição mas conseguiram montar os pólos, privilegiando artistas da terra. Vai ser um carnaval bonito, porque é o povo que faz.
O governador disse ao blog que os demais pólos deverão ser visitados pelo vice, Raul Henry. O prefeito do Recife Geraldo Júlio também falou em criatividade no carnaval, respondendo a este bogueiro sobre a crise.
“Sem dúvida. precisamos suar a camisa, fazer um esforço grande pra fazer o carnaval com parcerias e patrocínios pra o folião brincar, se divertir. O carnaval tem muita gente se divertindo, mas muita gente trabalhando também”, gerando renda.
Em 2016, o Governo de Pernambuco investiu R$ 15,5 milhões no Carnaval. Além dos 14 polos espalhados por todas as regiões do Estado, 60 municípios realizam eventos durante o período, movimentando o turismo e a economia. Além de promover o Desfile dos Papangus em Bezerros, o Estado apoia apresentações culturais em Nazaré da Mata, Timbaúba, Paudalho e Chá de Alegria, na Mata Norte; Tamandaré, Vitória de Santa Antão e Catende, na Mata Sul; Surubim, no Agreste; Belém de São Francisco e Triunfo, no Sertão; em Ipojuca e Itamaracá, na Região Metropolitana.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, divulgou neste domingo (13) uma carta pública em que rebate críticas internacionais e reafirma a atuação da Corte diante dos ataques ao Estado Democrático de Direito nos últimos anos. O documento é uma resposta a sanções anunciadas por um parceiro comercial do Brasil no […]
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, divulgou neste domingo (13) uma carta pública em que rebate críticas internacionais e reafirma a atuação da Corte diante dos ataques ao Estado Democrático de Direito nos últimos anos. O documento é uma resposta a sanções anunciadas por um parceiro comercial do Brasil no último dia 9 de julho, com base em uma “compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país”, segundo Barroso.
Na carta, o ministro destaca que a reação inicial caberia ao Executivo e à diplomacia, mas que, passado o momento imediato, considera seu dever esclarecer os acontecimentos recentes e a atuação do STF. “Foi necessário um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições, como ocorreu em vários países do mundo”, afirmou.
Barroso elencou uma série de episódios ocorridos a partir de 2019, como tentativas de atentado contra o STF e outras instituições, ameaças a ministros, acusações falsas de fraude eleitoral e acampamentos em frente a quartéis pedindo intervenção militar. Ele também citou a denúncia do Procurador-Geral da República, que apontou um plano de golpe de Estado que incluiria o assassinato de autoridades.
O ministro defendeu o papel do STF na condução dos processos relacionados aos atos antidemocráticos. Segundo ele, todas as ações seguem os princípios do devido processo legal, com sessões públicas, acompanhamento da imprensa e garantia de ampla defesa. “O STF vai julgar com independência e com base nas evidências. Se houver provas, os culpados serão responsabilizados. Se não houver, serão absolvidos”, escreveu.
Barroso também fez um contraponto à ditadura militar, relembrando períodos de cerceamento de liberdades e perseguição a juízes. “No Brasil de hoje, não se persegue ninguém. Realiza-se a justiça, com base nas provas e respeitado o contraditório”, afirmou.
Na avaliação do presidente da Corte, o STF tem cumprido seus três papéis institucionais: assegurar o governo da maioria, preservar o Estado democrático de direito e proteger os direitos fundamentais. Ele defendeu ainda a atuação do tribunal em temas como liberdade de expressão e regulação das plataformas digitais.
Barroso finaliza o texto destacando que, diante das dificuldades, é necessário reafirmar valores que sustentam a democracia: “soberania, liberdade, justiça e democracia. Como as demais instituições do país, o Judiciário está ao lado dos que trabalham a favor do Brasil e está aqui para defendê-lo”. Veja íntegra da carta:
Em 9 de julho último, foram anunciadas sanções que seriam aplicadas ao Brasil, por um tradicional parceiro comercial, fundadas em compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos. Cabia ao Executivo e, particularmente, à Diplomacia – não ao Judiciário – conduzir as respostas políticas imediatas, ainda no calor dos acontecimentos. Passada a reação inicial, considero de meu dever, como chefe do Poder Judiciário, proceder à reconstituição serena dos fatos relevantes da história recente do Brasil e, sobretudo, da atuação do Supremo Tribunal Federal.
As diferentes visões de mundo nas sociedades abertas e democráticas fazem parte da vida e é bom que seja assim. Mas não dão a ninguém o direito de torcer a verdade ou negar fatos concretos que todos viram e viveram. A democracia tem lugar para conservadores, liberais e progressistas. A oposição e a alternância no poder são da essência do regime. Porém, a vida ética deve ser vivida com valores, boa-fé e a busca sincera pela verdade. Para que cada um forme a sua própria opinião sobre o que é certo, justo e legítimo, segue uma descrição factual e objetiva da realidade.
Começando em 1985, temos 40 anos de estabilidade institucional, com sucessivas eleições livres e limpas e plenitude das liberdades individuais. Só o que constitui crime tem sido reprimido. Não se deve desconsiderar a importância dessa conquista, num país que viveu, ao longo da história, sucessivas quebras da legalidade constitucional, em épocas diversas.
Essas rupturas ou tentativas de ruptura institucional incluem, apenas nos últimos 90 anos: a Intentona Comunista de 1935, o golpe do Estado Novo de 1937, a destituição de Getúlio Vargas em 1945, o contragolpe preventivo do Marechal Lott em 1955, a destituição de João Goulart em 1964, o Ato Institucional nº 5 em 1968, o impedimento à posse de Pedro Aleixo e a outorga de uma nova Constituição em 1969, os anos de chumbo até 1973 e o fechamento do Congresso, por Geisel, em 1977. Levamos muito tempo para superar os ciclos do atraso. A preservação do Estado democrático de direito tornou-se um dos bens mais preciosos da nossa geração. Mas não foram poucas as ameaças.
Nos últimos anos, a partir de 2019, vivemos episódios que incluíram: tentativa de atentado terrorista a bomba no aeroporto de Brasília; tentativa de invasão da sede da Polícia Federal; tentativa de explosão de bomba no Supremo Tribunal Federal (STF); acusações falsas de fraude eleitoral na eleição presidencial; mudança de relatório das Forças Armadas que havia concluído pela ausência de qualquer tipo de fraude nas urnas eletrônicas; ameaças à vida e à integridade física de Ministros do STF, inclusive com pedido de impeachment; acampamentos de milhares de pessoas em portas de quarteis pedindo a deposição do presidente eleito. E, de acordo com denúncia do Procurador-Geral da República, uma tentativa de golpe que incluía plano para assassinar o Presidente da República, o Vice e um Ministro do Supremo.
Foi necessário um tribunal independente e atuante para evitar o colapso das instituições, como ocorreu em vários países do mundo, do Leste Europeu à América Latina. As ações penais em curso, por crimes diversos contra o Estado democrático de direito, observam estritamente o devido processo legal, com absoluta transparência em todas as fases do julgamento. Sessões públicas, transmitidas pela televisão, acompanhadas por advogados, pela imprensa e pela sociedade.
O julgamento ainda está em curso. A denúncia da Procuradoria da República foi aceita, como de praxe em processos penais em qualquer instância, com base em indícios sérios de crime. Advogados experientes e qualificados ofereceram o contraditório. Há nos autos confissões, áudios, vídeos, textos e outros elementos que visam documentar os fatos. O STF vai julgar com independência e com base nas evidências. Se houver provas, os culpados serão responsabilizados. Se não houver, serão absolvidos. Assim funciona o Estado democrático de direito.
Para quem não viveu uma ditadura ou não a tem na memória, vale relembrar: ali, sim, havia falta de liberdade, tortura, desaparecimentos forçados, fechamento do Congresso e perseguição a juízes. No Brasil de hoje, não se persegue ninguém. Realiza-se a justiça, com base nas provas e respeitado o contraditório. Como todos os Poderes, numa sociedade aberta e democrática, o Judiciário está sujeito a divergências e críticas. Que se manifestam todo o tempo, sem qualquer grau de repressão. Ao lado das outras instituições, como o Congresso Nacional e o Poder Executivo, o Supremo Tribunal Federal tem desempenhado com sucesso os três grandes papeis que lhe cabem: assegurar o governo da maioria, preservar o Estado democrático de direito e proteger os direitos fundamentais.
Por fim, cabe registrar que todos os meios de comunicação, físicos e virtuais, circulam livremente, sem qualquer forma de censura. O STF tem protegido firmemente o direito à livre expressão: entre outras decisões, declarou inconstitucionais a antiga Lei de Imprensa, editada no regime militar (ADPF 130), as normas eleitorais que restringiam o humor e as críticas a agentes políticos durante as eleições (ADI 4.1451), bem como as que proibiam a divulgação de biografias não autorizadas (ADI 4815). Mais recentemente, assegurou proteção especial a jornalistas contra tentativas de assédio pela via judicial (ADI 6792).
Chamado a decidir casos concretos envolvendo as plataformas digitais, o STF produziu solução moderada, menos rigorosa que a regulação europeia, preservando a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, a liberdade de empresa e os valores constitucionais. Escapando dos extremos, demos um dos tratamentos mais avançados do mundo ao tema: conteúdos veiculando crimes em geral devem ser removidos por notificação privada; certos conteúdos envolvendo crimes graves, como pornografia infantil e terrorismo devem ser evitados pelos próprios algoritmos; e tudo o mais dependerá de ordem judicial, inclusive no caso de crimes contra honra.
É nos momentos difíceis que devemos nos apegar aos valores e princípios que nos unem: soberania, democracia, liberdade e justiça. Como as demais instituições do país, o Judiciário está ao lado dos que trabalham a favor do Brasil e está aqui para defendê-lo.
O Brasil e o mundo enfrentam a maior crise sanitária do século 21 por causa do enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em decorrência disso, muitas famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoal são as mais atingidas. Diante desse cenário, a Fundação Terra lançou um plano […]
O Brasil e o mundo enfrentam a maior crise sanitária do século 21 por causa do enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (Covid-19), segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em decorrência disso, muitas famílias em situação de vulnerabilidade social e pessoal são as mais atingidas.
Diante desse cenário, a Fundação Terra lançou um plano emergencial que permite levar alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal, filtros de barro, caixas d’água e calhas de captação de águas pluviais para famílias que vivem em situação de vulnerabilidade e extrema vulnerabilidade, em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco, a 250 km do Recife.
“A maioria das pessoas que vive em comunidades muito carentes não têm uma dieta equilibrada. Muitas crianças e adultos são desnutridos e não possuem condições imunológicas para combater uma doença tão grave. No Sertão de Pernambuco, muitas famílias vivem com a escassez de água e produtos de higiene pessoal. Além disso, são frequentes os casos de tuberculose, pneumonia e outras doenças nas comunidades. Portanto, essas pessoas são mais propensas a desenvolverem a forma mais grave do novo coronavírus”, explica Chames Balladares, coordenadora de mobilização de recursos da Fundação Terra.
A instituição realiza um trabalho que vai além das atividades já desenvolvidas nas regiões periféricas das áreas urbana e rural de Arcoverde. “Apoiar essas famílias mais vulneráveis significa que, em um primeiro momento estaremos salvando vidas, mas estaremos também prevenindo que outros problemas de graves consequências ocorram. Com recursos escassos e sem condições de subsistência, as tensões familiares podem aumentar e os riscos de violência doméstica e de exploração sexual infantil também. Por estes e outros fatores é que nós, da Fundação Terra, convidamos que uma família ajude a outra família que esteja em situação de vulnerabilidade”, convida Chames.
No total, 6.300 famílias em situação de risco serão beneficiadas, por mês, com esse plano emergencial durante a pandemia. Outras ações também fazem parte do projeto: distribuição de máscaras faciais reutilizáveis e de álcool em gel, auxílio nas orientações e cadastramento no programa de Auxílio Emergencial do Governo Federal (devido às dificuldades de acesso à internet), intensificação dos cuidados com os idosos residentes no Lar Domus Christi (que a instituição mantém), entre outras medidas.
“Como muitas pessoas estão em casa, muitas delas estão sem condições de trabalhar, vamos levar alimentos, produtos de limpeza, produtos de higiene pessoal, além de adquirir filtros de barro, caixas d’água e calhas para captação de águas pluviais, contemplando toda essa população vulnerável”, completa a coordenadora. Com os recursos arrecadados, as compras serão realizadas na região para estimular o comércio local. A distribuição será feita pela equipe de assistência social da organização com os líderes comunitários.
Para ajudar a Fundação Terra a cumprir o plano emergencial e a levar esperança a milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social, o interessado pode acessar o www.fundacaoterra.org.br e doar qualquer quantia.
Durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Salgueiro, o vereador Erivaldo Pereira (PSB) criticou a falta de empenho do governador Paulo Câmara (PSB) em relação ao seu município. Segundo o blogueiro Alvinho Patriota a declaração foi dada após ele mencionar que o prefeito Marcones Sá foi ao Palácio do Campo das Princesas reivindicar […]
Durante a sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Salgueiro, o vereador Erivaldo Pereira (PSB) criticou a falta de empenho do governador Paulo Câmara (PSB) em relação ao seu município.
Segundo o blogueiro Alvinho Patriota a declaração foi dada após ele mencionar que o prefeito Marcones Sá foi ao Palácio do Campo das Princesas reivindicar ações em prol da população salgueirense.
“Somos base do governo aqui em Salgueiro e o governador tem que ter compromisso. Disse ontem ao prefeito: seis anos de Paulo Câmara e seis anos de inexistência em nossa cidade de Salgueiro”, reclamou.
“Eu sou do PSB, mas acho que no mapa do nosso governador, que foi tão bem aceito pela população de Salgueiro, ele podia imaginar que no mapa de Pernambuco, Salgueiro é a cidade mais central do Nordeste. Pernambuco não termina em Serra Talhada”, completou.
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