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Vasilhames de vidro proibidos na Expoagro

Por Nill Júnior

A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, em parceria com o 23º BPM e o Ministério Público, irá proibir a entrada de recipientes de vidro, assim como sua comercialização, no interior do centro desportivo municipal, onde ocorrerão as festividades da XV Expoagro. A medida visa diminuir os riscos de acidente e garantir a segurança para quem for curtir as atrações da festa.

Haverá uma fiscalização nas entradas e na área interna do centro desportivo. As pessoas que forem ao evento portando coolers ou isopores, terão os mesmos revistados. As bebidas das garrafas de vidro devem ser acondicionadas em garrafas plásticas adquiridas pelo próprio consumidor.

No caso dos barraqueiros, as bebidas deverão ser vendidas em doses. Cerveja só em lata. Caso o cliente queira adquirir o chamado “litro”, a bebida só poderá ser vendida mediante transferência do seu conteúdo para o recipiente plástico, vendido pelo barraqueiro ou levado pelo próprio cliente.

Para facilitar o acesso e não criar filas nas entradas, a entrada de quem estiver portando cooler/isopor será feita pela portaria da Rua Joaquim Nazário, nas imediações da Escola de música. Nesse local, a Prefeitura instalará um posto de coleta dos vasilhames de vidro.

Outras Notícias

João Campos fecha chapa com Marília, Humbeto Costa e Carlos Costa, diz blog

Segundo publicado nesta quarta-feira (18), pelo Blog do Elielson, o prefeito do Recife e pré-candidato ao governo do estado, João Campos, bateu o martelo de sua chapa. Elielson afirma que, segundo informações, a composição terá a ex-deputada Marília Arraes como candidata ao Senado, ao lado do senador Humberto Costa, que tentará a reeleição. Ainda segundo […]

Segundo publicado nesta quarta-feira (18), pelo Blog do Elielson, o prefeito do Recife e pré-candidato ao governo do estado, João Campos, bateu o martelo de sua chapa.

Elielson afirma que, segundo informações, a composição terá a ex-deputada Marília Arraes como candidata ao Senado, ao lado do senador Humberto Costa, que tentará a reeleição.

Ainda segundo o blog, outro nome que surge nesse desenho é o de Carlos Costa, irmão do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, como vice.

O blog do Elielson foi o primeiro a trazer a informação dessa chapa que está se concretizando hoje.

Elielson afirma ainda que João foi comunicar a decisão ao PT nacional.

A oito quilômetros de aterro, Tabira prefere mandar lixo para área a 200 quilômetros

Ouvintes do Debate das Dez questionaram porque a gestão Nicinha Melo em Tabira não aderiu ainda ao Aterro Sanitário de Afogados da Ingazeira. “Sou de Tabira e gostaria de saber porque o lixo do município não está indo para o aterro?” – questionou a ouvinte Thalita Silva. O lixo na gestão Nicinha Dinca está indo […]

Ouvintes do Debate das Dez questionaram porque a gestão Nicinha Melo em Tabira não aderiu ainda ao Aterro Sanitário de Afogados da Ingazeira.

“Sou de Tabira e gostaria de saber porque o lixo do município não está indo para o aterro?” – questionou a ouvinte Thalita Silva. O lixo na gestão Nicinha Dinca está indo para o Piancó e o custo fica muito mais alto, sem atender o princípio da economicidade.

Relatos que chegaram ao programa indicam motivação meramente política e de interesse, principalmente do ex-prefeito.

Outra desvantagem é que sem aderir a um aterro no estado, a cidade perde o ICMS ambiental. MP e TCE certamente vão questionar porque a gestão não aderiu a um aterro com 380 quilômetros, considerando ida e volta de distância a menos.

Sinézio Rodrigues defende desfiliação de petistas pró Duque em Serra Talhada

Nesta segunda-feira (23), o Secretário de Meio Ambiente de Serra Talhada, Sinézio Rodrigues, participou de uma entrevista no Programa Frequência Democrática na Rádio Vilabela. Durante a conversa, Rodrigues abordou diversos pontos relevantes sobre a situação política no município. Um dos temas destacados na entrevista foi a suposta divisão no Partido dos Trabalhadores (PT) de Serra […]

Nesta segunda-feira (23), o Secretário de Meio Ambiente de Serra Talhada, Sinézio Rodrigues, participou de uma entrevista no Programa Frequência Democrática na Rádio Vilabela. Durante a conversa, Rodrigues abordou diversos pontos relevantes sobre a situação política no município.

Um dos temas destacados na entrevista foi a suposta divisão no Partido dos Trabalhadores (PT) de Serra Talhada, especialmente no que diz respeito ao nome de Marcia Conrado como candidata. Sinézio enfatizou que não acredita nessa divisão e esclareceu que o partido, em uma plenária, aprovou por unanimidade o nome de Marcia Conrado como a candidata oficial.

Ao ser questionado por Francys Maya sobre o partido dos Trabalhadores ter alas que podem não ir com Márcia Conrado, o Secretário do Meio Ambiente do município foi enfático em sua posição, afirmando que se houver uma ala dentro do PT que opte por apoiar o ex-prefeito Luciano Duque e fazer oposição ao nome de Marcia Conrado, essas pessoas deveriam considerar a desfiliação do Partido dos Trabalhadores. Ele ressaltou a importância da unidade dentro do partido e a necessidade de respeitar as decisões tomadas em conjunto.

“Se existe esta ala (Duquista), ela precisa pedir desfiliação do partido dos trabalhadores, porque acredito que o partido dos trabalhadores tem que ter posição, e a posição é votar no candidato que é do partido” declarou ele.

Sinézio Rodrigues também salientou que o PT deve manter uma posição coesa e que, nesse caso, a posição do partido é apoiar o candidato oficial do PT, que é Marcia Conrado. Ele reforçou que todos os membros do partido têm enfatizado essa posição de unidade em torno do candidato escolhido pelo PT.

“E se por acaso aqui ou ali existir alguém que não apoie a candidatura da prefeita Márcia Conrado, está convidado a sair do Partido dos Trabalhadores antes que seja expulso,” finalizou ele. As informações são da Vilabela FM.

Eleições municipais podem ser ”laboratório” para 2018

Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias […]

Da Agência Estado
Da Agência Estado

Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial

A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias de corrupção, promete transformar a forma de se fazer campanha e, por consequência, a percepção dos eleitores a respeito dos partidos e dos candidatos. E pode servir de “laboratório” para a próxima eleição.

Cientistas políticos ouvidos pelo “Broadcast Político”, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial, ao menor tempo de campanha, ao desempenho de nomes que têm apoio de possíveis presidenciáveis e ao provável enfraquecimento de partidos envolvidos na Lava Jato.

Sem receber doações de empresas, as candidaturas terão à disposição apenas os recursos do Fundo Partidário ou doados por pessoas físicas. Os candidatos, além disso, terão menos contato com os eleitores, já que o tempo de campanha nas ruas e nos palanques caiu de 90 para 45 dias. No rádio e na televisão, a redução foi de 45 para 35 dias. As restrições, afirmam os analistas, devem prejudicar principalmente os nomes desconhecidos, que terão mais dificuldade para se apresentarem ao eleitorado.

“A crise política poderia fazer surgir novas figuras, mas os grandes partidos não vão querer apostar nesses, porque não há dinheiro nem tempo suficiente para fazê-los despontar”, avalia Humberto Dantas, cientista político associado da 4E Consultoria. Sairão na frente, portanto, os candidatos que já possuem uma história política relevante. “Tive a oportunidade de analisar as pesquisas de intenção de voto em 22 capitais. Em todas, os três primeiros colocados são prefeitos, ex-prefeitos ou deputados e senadores”, disse.

Podem fugir à regra os candidatos que, apesar de pouco conhecidos, dispõem de recursos próprios para bancar a campanha. É o caso do empresário João Doria, que não tem um passado político, mas é a aposta do PSDB para a disputa em São Paulo. Dono de um grupo de empresas, o tucano terá o desafio de derrotar o deputado federal Celso Russomanno (PRB), a ex-prefeita e senadora Marta Suplicy (PMDB), a ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina (PSOL) e o prefeito Fernando Haddad (PT), os quatro primeiros colocados, nesta ordem, nas últimas pesquisas de intenção de voto.

Embora continuem como favoritos na maioria das cidades, os grandes partidos devem eleger menos prefeitos e vereadores nesta eleição, esperam os analistas. Não só em razão dos desdobramentos da Operação Lava Jato, mas também porque falharam em produzir novas lideranças. “Assim, a pulverização das instâncias de mando, a começar com as prefeituras, trará uma inédita perda da fé pública, e os candidatos à Presidência em 2018, não possuindo os recursos milionários do passado recente para gastar em propaganda, precisarão como nunca das alianças que lhes garantem horário de rádio e TV”, prevê o professor Roberto Romano, que leciona Filosofia e Ética na Unicamp.

Romano, no entanto, ressalta que as pequenas siglas também não abrigam políticos com capacidade de cativar eleitores que perderam a fé na política, como ocorreu com Fernando Collor em 1989, à época no inexpressivo PRN. Com isso, ele teme que o vácuo de lideranças seja ocupado por figuras autoritárias, que, independentemente do partido, prometam resolver a crise por meio da força ditatorial, a exemplo do que tem feito Donald Trump em sua campanha para presidente dos Estados Unidos. “A ausência de grandes lideranças é problema de quase todas as democracias de hoje”, lamenta o professor.

“Enquanto pensam em eleição, a gente trabalha”, alfineta Raquel 

Durante agenda oficial nesta sexta-feira (1º), no município de Iguaracy, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), aproveitou o momento para criticar setores da oposição que, segundo ela, estariam mais preocupados com o jogo político do que com os problemas reais do povo pernambucano. “A gente tira da frente aquelas pessoas que estão pensando só […]

Durante agenda oficial nesta sexta-feira (1º), no município de Iguaracy, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), aproveitou o momento para criticar setores da oposição que, segundo ela, estariam mais preocupados com o jogo político do que com os problemas reais do povo pernambucano.

“A gente tira da frente aquelas pessoas que estão pensando só em eleição. Tem gente que acorda e dorme pensando em eleição todo dia”, afirmou a governadora, durante discurso ao lado do prefeito Pedro Alves.

Sem citar nomes, Raquel insinuou que há atores políticos torcendo contra o êxito do governo estadual, com foco exclusivo em disputas partidárias. Para ela, enquanto alguns articulam bastidores, seu governo se mantém firme nas entregas e nos compromissos com a população.

“A gente trabalha enquanto as pessoas pensam em eleição, discutem partido político, trabalham para que as coisas não deem certo”, declarou.

Raquel também destacou o trabalho conjunto com lideranças municipais e a importância de manter o foco no que realmente importa: melhorar a vida de quem mais precisa.

“Pra gente, tem pessoas como vocês, que acordam cedo todo dia para fazer o bem para quem mais precisa. É isso que move o nosso governo”, completou.