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Val do Bar é o novo Secretário de Relações Institucionais do governo Sebastião Dias

Por Nill Júnior

1a4f91ed4e0a42e2b366a77612cf0427-600x337Por Anchieta Santos

Nas voltas que a política dá, muita coisa pode mudar… Que o diga o vereador tabirense Val do Bar (PRB). Inicialmente, mesmo com o apoio determinante para sua vitória, do empresário Téa da Damol, que votou no Candidato a prefeito Marcílio Pires (PDT), o então candidato Val do Bar, subiu no palanque do adversário Sebastião Dias (PTB).

Com o poeta eleito, Val mudou e iniciou uma forte oposição ao gestor, incluindo por dois anos no seu vocabulário, muitos ataques pessoais. No 3º ano, se “acertou” com a Administração Municipal e foi elevado a condição de “Líder do Governo”.

E agora para “arrumar” um lugar para o suplente de vereador Mário Amaral, que foi secretário de Obras e deixou a pasta batendo no Prefeito Sebastião Dias, Val do Bar ganhou um gabinete ao lado do gestor e um cargo na equipe de governo, como Secretário de Relações Institucionais.

Traduzindo:  Val do Bar será a “cabeça pensante” do governo do famoso cantador. Tadeu Sampaio, que era o titular do cargo, foi transferido para a condição de Assistente de Saúde. Mário já deve tomar posse na Câmara na sessão da próxima segunda feira.

Outras Notícias

Coluna do Domingão

Eleição unificada em 2022: tese perde força para pequeno adiamento e pleito ainda esse ano Essa foi mais uma semana de debates sobre o futuro das eleições 2020, que na pior das  hipóteses terá seu calendário adiado. O que vai acontecer? Cumprimento do calendário, adiamento com realização ainda em 2020, realização em 2021 ou unificação […]

Eleição unificada em 2022: tese perde força para pequeno adiamento e pleito ainda esse ano

Essa foi mais uma semana de debates sobre o futuro das eleições 2020, que na pior das  hipóteses terá seu calendário adiado. O que vai acontecer? Cumprimento do calendário, adiamento com realização ainda em 2020, realização em 2021 ou unificação em 2022? Esses dias, ouvimos de tudo.

Eleito novo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luís Roberto Barroso defendeu que, se for necessário adiar as eleições 2020 por causa da pandemia de coronavírus, que elas aconteçam no menor adiamento possível. Ele descartou levar as disputas municipais para 2022.

Barroso disse que as eleições são vitais para a democracia e que estará em articulação com o Congresso Nacional sobre as possíveis mudanças no calendário eleitoral.

Outra possibilidade ventilada foi a de que adiar as eleições deste ano pode levar juízes ao comando das prefeituras do país. A decisão seria postergar as eleições  e assim a linha sucessória prevê que o juiz responsável pela comarca da cidade assuma a administração local provisoriamente em caso de ausências de prefeito, do vice e do presidente de Câmara Municipal. Com as mesas lotadas de processos, falta de juízes em algumas comarcas e falta de trato administrativo em alguns casos, ninguém explica como esse dispositivo vai se materializar.

O respeitado jurista Walber Agra diz que a discussão atinente ao adiamento das eleições municipais que ocorrerão no próximo dia 04 de outubro se mostra como espécie de debate típico de sistema jurídico periférico, em que interesses tópicos e voluntaristas vêm à baila em momentos difíceis do ponto de vista social, político e econômico. “A seriedade do assunto conclama, por isso mesmo, um período de maior maturação sobre as consequências institucionais da massificação dessas possibilidades teratológicas”.

Ele diz que na seara do Poder Legislativo, já foram recebidas três propostas de emenda à Constituição (PEC) para adiar as eleições municipais deste ano para 2022 e estender os mandatos de prefeitos e vereadores até 1º de janeiro de 2023. “Pelo artigo 29, inciso II, da Carta Magna, as eleições para os cargos de prefeitos e vereadores acontecem de quatro em quatro anos, no primeiro domingo de outubro e, se houver segundo turno, no último domingo do referido mês. Portanto, com base nesse pedestal normativo, apenas uma emenda constitucional poderia vir a alterar esse panorama”.

O caso de adiamento das eleições municipais de 2020 apenas seria possível se houvesse um caso fortuito ou motivo de força maior que impedisse a população de se  manifestar na data marcada. “O adiamento só poderia ocorrer se houvesse um suporte fático específico, apto a conferir ao surto de contágio do coronavírus uma posição em destaque no espectro de incidência de um caso fortuito ou motivo de força maior”, diz.

“Na situação atual, onde as possibilidades de alcance do coronavírus ainda não estão definidas, aventar um adiamento das eleições significaria uma nítida fraude à Constituição, incidindo nos seus pilares mais indeléveis, que seriam a soberania popular, o processo democrático e a segurança jurídica. A precipitação na tentativa de lançar investidas contra a previsibilidade e a normalidade na realização do pleito, além de fragilizar as instituições, pode aumentar ainda mais a crise econômica e política na qual o Brasil está imerso”, acrescenta em artigo.

Pelo resumo da ópera, no cabo de guerra das possibilidades, a de unificação do pleito em 2022 perdeu força para o adiamento das eleições mas com realização ainda em 2020. Parece, de momento, o cenário mais provável no momento. Ao fim, tudo depende do comportamento do coronavirus no Brasil nos próximos meses. Só ele , e com ele está a resposta para a decisão que vale de verdade. E não dá para ouvi-lo a respeito. Não tem assessoria de imprensa, costuma agir silenciosamente, não dá pistas sequer do que pensa sobre o tema. E não adianta insistir…

Por que saiu? Saiu por quê?

Ninguém ainda entendeu a saída de Aron Lourenço da Secretaria Executiva de Saúde de Serra Talhada. Ele costumava falar com a mesma autonomia e liderança de Márcia Conrado. Era o preferido dela inclusive para assumir a titularidade após sua desincompatibilização. Só pode ter relação com a discordância de uma ou outra medida para enfrentamento da Covid-19 na cidade.

Fechou?

Uma reunião entre Dinca Brandino, Mano, Marcos Crente e Sebastião Ribeiro teria fechado a chapa da oposição com Nicinha Brandino e Nelly Sampaio para enfrentar Flávio Marques como  governista e Zé Amaral na terceira via. Dinca insiste, mas não vai por estar enquadrado na Lei da Ficha Limpa.

Ou não fechou?

Nelly Sampaio não confirma o acordo. Não estava no encontro. E pessoas ligadas a ela garantem que não houve reunião, apenas um encontro informal sem força para bater martelo.

Quando eu soltar a minha voz…

Em Afogados, o movimento dos comerciantes que quer reabertura gradativa, com regras de segurança sanitária existe, tem discutido um posicionamento e não está nada satisfeito com a queda vertiginosa de receita. Falta-lhe um ou mais porta-vozes para interlocução com as autoridades e uso de espaços na imprensa fazendo-se ouvir, o que é um direito.

Revoltados, uni-vos!

A fala de unidade com Totonho Valadares feita por José Patriota na Rádio Pajeú foi direcionada principalmente a Totonhistas que não o engolem ou não engolem Sandrinho e a aliados que alfinetavam Totonho nas redes sociais. A luta é evitar que esse bloco vá para a oposição que ainda será formada.

Quem fica do outro lado

Já a oposição teve especulações da candidatura de Zé Negão ou o filho Edson com o ex-vereador Renon de Ninô (PTB) compondo a chapa na vice. À Coluna, Zé, hoje no Podemos, disse que o pré-candidato é ele. “Pode até ser uma chapa com eu e Renon. Vou esperar Totonho falar para me posicionar. O povo já tava com raiva, ficou com mais raiva ainda (da aliança)”, disse, garantindo que já conversou de Capitão Sidney ao PT.

Suspeita

Uma das profissionais médicas que atendeu o paciente positivo para Covid -19 em São José do Egito apresentou sintomas de febre e síndrome gripal. Foi afastada e aguarda resultado de exame laboratorial que deve sair essa semana.

Frase da semana:  “Abrir o comércio é um risco que eu corro: se agravar, vai cair no meu colo”. Do Presidente Jair Bolsonaro, na posse do novo Ministro da Saúde, Nelson Teich. Disse ainda que sabe que não tem poderes pra isso sozinho, depois da decisão do Supremo dando autonomia a estados e municípios.

Sanharó: Rannya Freitas, 18 anos, é a vereadora eleita mais jovem do Brasil

Foto: Reprodução/Instagram “Precisamos acreditar na política que transforma as realidades e muda nossa sociedade” NE 10 A estudante de Direito Rannya Oliveira Aquino de Freitas, 18 anos, é a vereadora eleita mais jovem do Brasil. Em 2021, ela assumirá uma vaga na Câmara Municipal de Sanharó, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o Tribunal Superior […]

Foto: Reprodução/Instagram

“Precisamos acreditar na política que transforma as realidades e muda nossa sociedade”

NE 10

A estudante de Direito Rannya Oliveira Aquino de Freitas, 18 anos, é a vereadora eleita mais jovem do Brasil. Em 2021, ela assumirá uma vaga na Câmara Municipal de Sanharó, no Agreste de Pernambuco. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a idade mínima para assumir o cargo de vereador é de 18 anos. Rannya Freitas (PSB) é segue os passos da família, que está inserida na política do município.

Com 832 votos, a jovem foi a segunda vereadora mais votada da cidade, e a única mulher a ser eleita na Câmara. Com 11 parlamentares, a cidade tem quase 27 mil habitantes.

Para a estudante, é uma grande responsabilidade ser a mais jovem eleita no País. Desde cedo, ela participava de movimentos políticos em Sanharó e segundo ela, a vontade de disputar o cargo eletivo veio de indagações feitas ao longo de sua trajetória.

Quando estudava no Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Rannya se questionava porque precisava se deslocar para outra cidade para ter acesso a uma educação técnica profissionalizante.

“A cidade, comparada a outras da região, não tem um desenvolvimento proporcional. E a única resposta [para mudar], o único caminho é a política, entendendo política como transformação, que gera oportunidades”, declarou, em entrevista à TV Jornal Interior.

A partir disto, nasceu a vontade de participar ativamente do processo. “A gente precisa gerar essa esperança, a gente precisa acreditar nessa política com ‘P’ maiúsculo, baseada em evidências, que traz projetos, que transforma as realidades e que muda completamente a nossa sociedade”, destacou a jovem.

UFPE abre seleção com 50 vagas e salários de até R$ 5,8 mil

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) abriu uma seleção simplificada para professor substituto em diversos cursos, com 50 vagas e salários que variam entre R$ 2.459,95 e R$ 5.831,21. As inscrições começam na segunda-feira (18) e podem ser feitas até o dia 27 de outubro, pela internet. Há vagas para os regimes de trabalho de 20 […]

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) abriu uma seleção simplificada para professor substituto em diversos cursos, com 50 vagas e salários que variam entre R$ 2.459,95 e R$ 5.831,21.

As inscrições começam na segunda-feira (18) e podem ser feitas até o dia 27 de outubro, pela internet.

Há vagas para os regimes de trabalho de 20 e de 40 horas semanais. É preciso pagar uma taxa de inscrição de R$ 75, mas é possível pedir isenção até o dia 25 de outubro, no caso de candidatos que comprovem baixa renda.

Para se inscrever, é preciso anexar no site documento de identificação, CPF, cópia do diploma do curso de graduação ou pós-graduação e currículos vitae e Lattes. Do total de vagas, 5% são destinadas a pessoas com deficiência. Além disso, 20% das oportunidades são para pessoas negras.

As vagas são para o Centro de Artes e Comunicação (CAC), Centro de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN), Centro de Ciências Jurídicas (CCJ), Centro de Ciências Médicas (CCM), Centro de Ciências da Saúde (CCS), Centro de Ciências Sociais Aplicadas (CCSA), Centro de Educação (CE), Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), Centro de Tecnologia e Geociências (CTG), Centro Acadêmico do Agreste (CAA), Centro Acadêmico de Vitória (CAV) e Colégio de Aplicação (CAp).

Missa celebra legado de Monsenhor João Acioly um ano após sua morte

Foi realizada na manhã deste sábado, 15 de abril, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a Celebração de um ano de falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz. O Monsenhor João Carlos foi Vigário Geral da Diocese, Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios (Rádio Pajeú), Diretor Presidente da Autarquia Educacional […]

Foi realizada na manhã deste sábado, 15 de abril, na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, a Celebração de um ano de falecimento do Monsenhor João Carlos Acioly Paz.

O Monsenhor João Carlos foi Vigário Geral da Diocese, Presidente da Fundação Cultural Senhor Bom Jesus dos Remédios (Rádio Pajeú), Diretor Presidente da Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira e Presidente do Tribunal Eclesiástico da CNBB NE2.

Atuou como sacerdote nas paróquias do Senhor Bom Jesus dos Remédios, em Afogados da Ingazeira; São Sebastião, em Iguaracy; Nossa Senhora da Conceição, em Flores; e Sagrado Coração de Jesus, em Tuparetama.

Ao falecer tinha 61 anos de vida. Destes, exerceu a sua vocação sacerdotal por mais de 37 anos. A sua morte se deu a um quadro de câncer de pâncreas que apresentou complicações depois de dois anos de tratamento.

A Celebração Eucarística em memória do sacerdote teve presidência do bispo diocesano dom Egidio Bisol, e contou com a presença do Pe. Josenildo Nunes, Pe. Luís Marques, Pe. Erinaldo Sultério, Pe. Mairton Marques, Pe. Daniel Gomes, Pe. José Cícero, Pe. Antônio Orlando, Pe. Aldo Guedes, Pe. Jorge Adjan, Pe. Alison Maciel e Pe. Edilberto Aparecido.

Na homilia,  o padre Josenildo Nunes destacou que João Acioly ficou marcado pelo bem que semeou nas obras e nas pessoas com as quais conviveu. O sacerdote fez um belo relato das relações pastorais e de amizade nutridas pelo Monsenhor.

Ao final, familiares do Monsenhor lembraram seu legado e história. Fizeram uso da palavra as irmãs Maria José e Edleuza Acioly e o sobrinho Pedro Acioly.  Eles lembraram o falecimento esta semana da mãe e avó,  Leonila Paz Acioly,  Dona Cordeira.

Emocionada, Maria José noticiou que enquanto acontecia a celebração,  nascia em Recife, nascia a neta Isadora, terceira filha do casal Marília Acioly, arquiteta urbanista e o marido e o também arquiteto,  Eliseu. “Não substitui mas nos fortalece. É um sinal de vida que se sobrepõe à morte”.

À noite, a Celebração ocorreu na Matriz do Sagrado Coração de Jesus,  em Tuparetama, última paróquia conduzida pelo Monsenhor João Carlos Acioly Paz.

Arcoverde: a vergonhosa situação do Cemitério do São Miguel

  Se o governo LW sofre questionamentos com o tratamento aos vivos nas áreas periféricas, o que dizer dos mortos? O vereador Rodrigo Roa, do AVANTE, esteve no cemitério do São Miguel e verificou uma a situação absurda. Caixões acumulados, túmulos abertos, documentos jogados, bagunça e muita sujeira sem nenhuma fiscalização. “É necessária a presença […]

 

Se o governo LW sofre questionamentos com o tratamento aos vivos nas áreas periféricas, o que dizer dos mortos?

O vereador Rodrigo Roa, do AVANTE, esteve no cemitério do São Miguel e verificou uma a situação absurda.

Caixões acumulados, túmulos abertos, documentos jogados, bagunça e muita sujeira sem nenhuma fiscalização.

“É necessária a presença do poder público e Vigilância Sanitária. Como também atenção com o local do depósito que é uma estrutura antiga com muito risco de cair e provocar acidente”, denuncia.

As imagens são estarrecedoras e não há nenhuma fiscalização.  “Estou Fazendo o meu papel que foi outorgado pelo povo, fiscalizar”, diz o parlamentar. Com a palavra a gestão LW.