Decreto publicado ontem, segunda-feira, dia 20, tornou obrigatório o uso de máscaras em todos os espaços públicos e estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços no município de Tabira.
Segundo especialistas, o uso das máscaras diminui a chance de contágio pelo novo coronavírus. A recomendação já havia sido feita pelo Ministério da Saúde e pela OMS, ainda que com ressalvas.
Antes não evidenciado, até não recomendado, o uso de máscaras hoje é tido como essencial para reduzir a curva de contaminação do novo coronavirus, pois protege da transmissão e contágio. Outras cidades como Rio, Florianópolis e Belo Horizonte já tomaram decisões parecidas.
O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, é considerado por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um nome praticamente certo para integrar o ministério do quarto mandato. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo neste sábado (31), em meio às articulações para a formação do próximo governo. […]
O ex-prefeito do Recife e presidente nacional do PSB, João Campos, é considerado por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) um nome praticamente certo para integrar o ministério do quarto mandato. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo neste sábado (31), em meio às articulações para a formação do próximo governo.
Segundo a reportagem, a expectativa de um auxiliar de Lula é que o nome de João Campos seja apresentado na primeira reunião formal entre o PSB e o presidente para discutir a participação do partido na nova composição ministerial.
Ainda não existe definição sobre qual pasta o ex-prefeito poderia assumir. Uma das possibilidades consideradas nos bastidores é o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, atualmente comandado pela pernambucana Luciana Santos (PCdoB).
O ministério também tem uma ligação com a trajetória política da família Campos. Eduardo Campos, pai de João, comandou a pasta entre 2004 e 2005, durante o primeiro governo Lula.
João Campos ficou sem mandato após ser derrotado pela governadora Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo Governo de Pernambuco. No primeiro turno, Raquel foi reeleita com 53,27% dos votos válidos, enquanto o candidato do PSB recebeu 44,82%.
Mesmo depois da derrota estadual, João participou da campanha de Lula no segundo turno da eleição presidencial. O presidente do PSB esteve em agendas políticas e acompanhou a apuração dos votos ao lado do petista.
Na reta final da campanha, Lula também participou de um ato político com João Campos no Recife. Durante boa parte da disputa estadual, o presidente havia evitado agendas presenciais em Pernambuco, onde Raquel Lyra não declarou apoio a nenhum dos candidatos à Presidência.
O PSB integra a aliança política de Lula e abriga o vice-presidente Geraldo Alckmin, reeleito na chapa presidencial. A participação da legenda no próximo governo deverá ser discutida nas negociações sobre a distribuição dos ministérios.
De acordo com O Globo, aliados do presidente afirmam que Lula deverá começar a definir a composição ministerial somente depois de 16 de novembro, quando retornar de viagens internacionais à Turquia e às Filipinas.
Apesar de ser tratado como um nome certo por interlocutores do governo, João Campos ainda não recebeu uma indicação oficialmente anunciada. A eventual nomeação dependerá das decisões de Lula e das negociações com os partidos aliados.
Fonte: O Globo
Foto: Reprodução
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O deputado federal eleito por Pernambuco Gilson Machado Neto (Podemos), ex-ministro do Turismo, criticou as movimentações de setores da direita após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele defendeu que Jair Bolsonaro continue sendo a principal referência política do grupo. Na gravação, Gilson comentou a saída […]
O deputado federal eleito por Pernambuco Gilson Machado Neto (Podemos), ex-ministro do Turismo, criticou as movimentações de setores da direita após a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele defendeu que Jair Bolsonaro continue sendo a principal referência política do grupo.
Na gravação, Gilson comentou a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil, com destino aos Estados Unidos, e questionou a postura de pessoas que, segundo ele, estariam tentando assumir o protagonismo no campo conservador.
“Direita sem Bolsonaro é oportunismo”, afirmou o deputado federal eleito. Em seguida, reforçou sua posição: “Não existe direita sem Jair Messias Bolsonaro”.
Na legenda da publicação, Gilson também escreveu: “Direita sem Bolsonaro não é direita. Direita sem Bolsonaro é oportunismo”.
O ex-ministro utilizou ainda uma comparação para criticar as movimentações políticas. “Não deixaram nem o defunto esfriar e já querem a viúva. O detalhe é que todos ainda estão vivos”, publicou.
Embora tenha afirmado que seus seguidores saberiam a quem ele estava se referindo, Gilson não mencionou nomes de possíveis alvos das críticas.
Eleito deputado federal pelo Podemos nas eleições de outubro, Gilson Machado recebeu 156.754 votos em Pernambuco. Sua posse está prevista para fevereiro de 2027.
A manifestação ocorre em meio às discussões sobre a reorganização da direita após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Clique no link abaixo e confira, em nosso Instagram, o vídeo com as declarações de Gilson Machado Neto.
Gestor afirma que votou em Lula, mas disse que posições individuais da família merecem ser respeitadas O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, defendeu em nota que a democracia tem como um de seus principais fundamentos o respeito à liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política de cada cidadão, independentemente de suas convicções partidárias. […]
Gestor afirma que votou em Lula, mas disse que posições individuais da família merecem ser respeitadas
O prefeito de Tuparetama, Diógenes Patriota, defendeu em nota que a democracia tem como um de seus principais fundamentos o respeito à liberdade de pensamento, de expressão e de escolha política de cada cidadão, independentemente de suas convicções partidárias.
Sem comentar a fala da esposa Roseane Gomes, que afirmou que o processo foi fraudado, o gestor reafirmou a importância de compreender que as diferenças de opinião fazem parte do processo democrático e devem ser respeitadas, inclusive no ambiente familiar.
Voto em Lula
Diógenes afirmou que no segundo turno das eleições presidenciais optou pelo voto em Luiz Inácio Lula da Silva, mas “entende que sua escolha pessoal não impede o respeito às posições de outras pessoas, sejam familiares, amigos ou cidadãos que tenham votado em candidatos diferentes”.
Para o prefeito, “a democracia não pode ser defendida apenas quando as opiniões são semelhantes. É justamente na convivência com pensamentos diferentes que se demonstra o verdadeiro compromisso com os valores democráticos”.
O gestor também considera fundamental separar as convicções individuais de cada integrante de uma família. “O direito à livre escolha política é uma garantia de todos os brasileiros”.
À frente da Prefeitura de Tuparetama, Diógenes reafirmou que seu compromisso “é com toda a população, independentemente de preferências eleitorais, ideológicas ou partidárias”.
Uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Rio de Janeiro pede a suspensão do salário e de outras verbas públicas destinadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pedido foi apresentado após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, depois da derrota na eleição presidencial. O processo foi distribuído à 6ª […]
Uma ação popular apresentada à Justiça Federal do Rio de Janeiro pede a suspensão do salário e de outras verbas públicas destinadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O pedido foi apresentado após o parlamentar deixar o Brasil e viajar para os Estados Unidos, depois da derrota na eleição presidencial.
O processo foi distribuído à 6ª Vara Federal do Rio de Janeiro. Os autores da ação, os advogados Leonardo Nicolau Passos Marinho e Rodrigo da Silva Roma, argumentam que a permanência do senador no exterior compromete o exercício do mandato e pode provocar prejuízos aos cofres públicos.
A solicitação inclui a interrupção do pagamento do salário parlamentar, da verba de gabinete, do auxílio-moradia e da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar dos Senadores (CEAPS), utilizada para custear despesas relacionadas ao mandato.
Segundo os advogados, a manutenção desses pagamentos, sem o efetivo desempenho das funções legislativas, poderia contrariar o princípio da moralidade administrativa e representar desvio de finalidade na utilização de recursos públicos.
A ação também menciona a declaração de Flávio de que pretende liderar a oposição ao governo Lula a partir dos Estados Unidos. Para os autores, essa manifestação, associada à ausência do senador nas atividades parlamentares, levanta questionamentos sobre a continuidade do exercício de suas funções.
Os advogados solicitam uma decisão liminar para suspender os pagamentos. Também pedem que o Senado preste informações sobre a situação funcional do parlamentar e que seja avaliada a eventual devolução de recursos, caso a Justiça reconheça irregularidades.
Flávio deixou o Brasil após o segundo turno das eleições presidenciais e uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que entregasse seus passaportes à Polícia Federal.
O senador afirmou anteriormente que a decisão de viajar foi tomada em conjunto com a esposa e que pretende continuar atuando politicamente a partir do exterior.
A apresentação da ação popular não significa que os pagamentos tenham sido suspensos. O pedido depende de análise judicial, e não há decisão informada determinando a interrupção dos vencimentos.
A Agência Brasil informou que procurou a assessoria de Flávio Bolsonaro para obter um posicionamento e manteve espaço aberto para manifestação.
Fonte: Agência Brasil
Foto: Reprodução
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O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já procurou o partido para discutir uma possível aproximação no quarto mandato do presidente. Segundo o dirigente, a relação poderá se aprofundar caso o Planalto adote medidas econômicas e amplie o diálogo com o centro político. Em […]
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, afirmou que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já procurou o partido para discutir uma possível aproximação no quarto mandato do presidente. Segundo o dirigente, a relação poderá se aprofundar caso o Planalto adote medidas econômicas e amplie o diálogo com o centro político.
Em entrevista ao jornal O Globo, Kassab explicou que a posição do PSD dependerá das diretrizes adotadas pelo próximo governo, especialmente na condução da economia. Ele defendeu o equilíbrio fiscal e afirmou que Lula precisará ampliar sua base de apoio político.
“Se medidas econômicas forem adotadas, estaremos mais próximos”, declarou o dirigente, ao admitir a possibilidade de uma relação mais próxima entre o PSD e o governo federal.
Durante o terceiro mandato de Lula, o PSD ocupou três ministérios, mas não integrou formalmente a base governista. Kassab lembrou que, em 2023, o partido decidiu permitir que seus filiados aceitassem convites para participar da administração federal, sem estabelecer um compromisso coletivo de apoio.
Na avaliação do presidente do PSD, Lula precisará conciliar os compromissos sociais assumidos durante a campanha com medidas capazes de transmitir segurança à economia. Ele citou os ex-ministros Antonio Palocci e Henrique Meirelles como referências de uma política econômica voltada à estabilidade e ao equilíbrio das contas públicas.
Questionado sobre a possibilidade de assumir um ministério no quarto mandato, Kassab afirmou que não trabalha com essa perspectiva, mas também não descartou um eventual convite.
“Não está no meu horizonte, já fui de duas pastas. Mas é claro que é muito honroso ser e não descarto voltar mais uma vez”, respondeu.
O dirigente também comentou o resultado das eleições presidenciais. Para Kassab, a derrota de Flávio Bolsonaro (PL) foi influenciada por erros da própria campanha, enquanto o PT conseguiu explorar as fragilidades do adversário.
Segundo ele, a escolha de Flávio como candidato da direita dividiu a disputa pelo eleitorado de centro. Kassab avaliou ainda que as declarações do senador sobre possíveis mudanças na Constituição e sua atuação nos debates contribuíram para a rejeição à candidatura.
O presidente do PSD também afirmou que a polarização política permanece no país. Na avaliação dele, Ronaldo Caiado, candidato do partido à Presidência, não conseguiu atrair uma parcela significativa dos eleitores que rejeitavam tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro.
Kassab defendeu ainda maior atenção dos partidos ao combate à corrupção, afirmando que o tema continua mobilizando o eleitorado brasileiro.
Apesar da aproximação relatada pelo dirigente, não há anúncio de acordo formal entre o PSD e o governo Lula nem definição sobre uma eventual participação da legenda na composição ministerial do próximo mandato.
Fonte: Diario de Pernambuco
Foto: Reprodução
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