União entre Sebastião Oliveira e Carlos Evandro é rejeitada por parte dos aliados. Entenda porque

Quem não é de Serra Talhada e acompanhou a notícia de aproximação entre Carlos Evandro e Sebastião Oliveira noticiada ontem não está compreendendo porque alguns aliados de um lado e outro ainda “olham de banda”, rejeitando o ajuntamento. São as mesmas lideranças que evitaram que isso já tivesse ocorrido em 2014.
Carlos e Sebastião foram adversários ferrenhos em 2012, quando o então prefeito decidiu apoiar o petista Luciano Duque para disputar a prefeitura.
Depois de acirradíssima disputa, contando com uma virada ao curso da campanha, como aferiu o Múltipla ao blog, o petista venceu Sebastião com 53,93% dos votos, derrotando também Inocêncio Oliveira. Nos arquivos recentes, não faltam declarações nada republicanas de um em relação ao outro. Isso criou na militância de ambos um clima de semi-hostilidade.
Exemplificando o que representa a conversa, vamos comparar com outras realidades no Pajeú: seria o mesmo que em Afogados, unir Patriota e Zé Negão ou no passado, Totonho e Giza Simões.
Em Tabira, seria como aliar Josete Amaral a Dinca Brandino. Em Flores, imagine Soraya Murioca e Marconi Santana abraçados. Em Sertânia, Guga e Ângelo, ou Romério e Evandro Valadares em São José do Egito.



Bandidos furtaram um Fiat Uno placas PFX 1625 da Prefeitura de Brejinho em frente à Casa de Apoio do município.


* Nome histórico do PT e um dos fundadores da legenda, Fernando Ferro é ex-deputado federal.












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