Tuparetama realiza cadastramento de agricultores para o Seguro Safra 2017/2018
Por André Luis
Secretário de Agricultura de Tuparetama, Paulo de Souza, em ação do BNB na cidade de Tuparetama em julho de 2017. Foto: Fábio Rocha
Secretário de Agricultura de Tuparetama, Paulo de Souza, em ação do BNB na cidade de Tuparetama em julho de 2017. Foto: Fábio Rocha
O secretário de Agricultura de Tuparetama, Paulo de Souza, está visitando as associações rurais para fazer o cadastramento dos agricultores para o Garantia Safra 2017/2018. Na quinta-feira (24) a visita vai ser nas zonas rurais de São Sebastião às 8hs, Consulta às 13hs e no distrito de Santa Rita às 9hs, nas demais associações acompanhe as datas na lista. “Os critérios para o cadastramento continuam os mesmo”, falou o secretário.
Este trabalho está sendo feito em parceria com o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), o Conselho de Desenvolvimento Rural e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR). “O cadastramento não é feito aqui na sede da secretaria, apenas na zona rural. E informo também que o poder executivo já efetuou o pagamento de todas as parcelas do Seguro Safra 2017/2018”, falou Paulo.
O Garantia Safra 2017/2018 é um auxílio da Secretaria Especial da Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário do Governo Federal (Sead) em parceria com as prefeituras. Este auxílio 2017/2018 é de R$ 850,00. Receberam o cadastramento no dia 22 de agosto de 2017 as zonas rurais do Cantinho, Brauninha, Barriguda, Unidos Venceremos e Santo Agostinho.
Dia e local dos próximos cadastramentos
Dia 25: As associações rurais do Cajueiro e Xiquexique às 8hs, Jardim às 13hs, Serrinha I às 14hs e Serrinha II às 16hs.
Dia 29: As associações rurais do Assentamento do Riachão às 8hs, Redonda às 10hs, Carnaúba I às 13hs, Carnaúba II às 14hs e Logradouro às 15hs.
Dia 30: As associações rurais do Seixo às 8hs, Bom Sucesso às 10hs e Vila Bom Jesus às 13hs.
O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com […]
O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), revela os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde.
As informações veem na esteira da divulgação de pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha, e que, dentre outros pontos revelou: para 77% da população brasileira, o dinheiro destinado ao SUS não é bem administrado. Mais da metade dos entrevistados também acreditam o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos.
Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “A administração dos recursos da saúde tem sido preocupação recorrente dos Conselhos de Medicina. A população brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos estão sendo bem aplicados. No caso da saúde, isso é ainda mais proeminente, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, médicos e outros profissionais de saúde enfrentam todos os dias”, declarou Vital.
No período apurado, cerca de R$ 1,2 trilhão foi autorizado para o Ministério da Saúde no Orçamento Geral da União (OGU). Os desembolsos, no entanto, chegaram a pouco mais de R$ 1 trilhão. Em 2014, apesar do maior orçamento já executado na história da pasta – quase R$ 107 bilhões –, o valor efetivamente gasto representou 91% do que havia sido previsto.
Ao que os dados do próprio governo indicam, o Governo também está longe de executar os recursos previstos para este ano – cerca de R$ 121 bilhões. Deste total, até agosto, R$ 69,4 bilhões (57% do valor) haviam sido efetivamente gastos, incluindo os restos a pagar quitados – compromissos assumidos em anos anteriores transferidos para os exercícios seguintes. Se considerada a projeção média de gastos mensais da pasta, atualmente em R$ 8,7 bilhões, serão desembolsados até dezembro pouco mais de R$ 104 bilhões, isto é, quase R$ 17 bilhões a menos que o montante previsto.
O presidente da autarquia também lembrou que, apesar dos avanços do SUS, um de seus grandes gargalos é o subfinanciamento. “O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde pública universal e, ao mesmo tempo, vê o mercado privado e as famílias gastarem diretamente mais dinheiro do que o Estado. Aqui, o gasto público representa 46% do total aplicado em saúde, o que contraria o que acontece em muitos países de sistemas semelhantes ao brasileiro, onde a média de investimento público supera 70%”.
Falta de investimentos em obras e equipamentos – Outro termômetro do mau desempenho no uso dos recursos disponíveis está nos investimentos. Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, dos recursos autorizados no orçamento do Ministério da Saúde entre 2003 e agosto de 2015, mais de R$ 96,4 bilhões deveriam ter sido destinados a melhoria da infraestrutura (realização de obras e aquisição de equipamentos) em saúde. No entanto, apenas R$ 35,5 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 60,9 bilhões deixaram de ser investidos.
Para este ano, a dotação prevista para o gasto nobre da administração em saúde é de quase R$ 10,4 bilhões. No entanto, até 31 de agosto, R$ 1,9 bilhão (18%) foi efetivamente pago pelo Ministério da Saúde. Neste ritmo de aproximadamente R$ 234 milhões por mês, a expectativa é de que, ao final do ano, apenas R$ 2,8 bilhões sejam realmente investidos.
Com recursos escassos, menos unidades de saúde serão dotadas de infraestrutura e equipamentos em quantidade e qualidade suficientes para prover assistência à população. “Mesmo considerando os contingenciamentos, se não houver um esforço para priorizar a Saúde, a população brasileira certamente será ainda mais prejudicada pela falta de infraestrutura e equipamentos fundamentais para a assistência”, avalia Carlos Vital, presidente do CFM.
O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota teve agenda cheia ontem (08.01), em Brasília. O gestor está em busca de parcerias para realização da XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais Latino-americanos (Cumbre 2020), que será no Centro de Convenções de Pernambuco, entre os dias 17 e 20 de março. Na […]
Presidente da Amupe, José-Patriota e Niki Fabiancic, coordenador residente da ONU no Brasil. Foto: Divulgação
O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota teve agenda cheia ontem (08.01), em Brasília. O gestor está em busca de parcerias para realização da XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais Latino-americanos (Cumbre 2020), que será no Centro de Convenções de Pernambuco, entre os dias 17 e 20 de março.
Na capital federal, Patriota, que também é prefeito de Afogados da Ingazeira, se reuniu com o coordenador residente da ONU no Brasil, Niki Fabiancic e com embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybánez.
Ybánez é presença confirmada no evento, pois vai lançar um projeto de inovação, junto à Confederação Nacional dos Municípios (CNM), no segundo dia de trabalho da Cumbre 2020, denominado Inova Juntos.
Para o presidente José Patriota “hoje, o mundo tecnológico, o mundo da economia criativa, exige de nós, gestores e técnicos, cada vez mais uma ação inovadora para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Devemos começar a pensar em projetos que devem ajudar as famílias. Queremos, com muito prazer, receber a todos, inclusive organismos internacionais como a ONU, já que estamos na missão de implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, os ODS, até 2030”, concluiu.
A XIII Cúpula Hemisférica de Prefeitos e Governos Locais Latino-americanos
Será a primeira vez que o Nordeste receberá o evento, desta vez com o tema “Cidades Inovadoras para as Pessoas”. Esta Cúpula promoverá avanços na construção de políticas públicas locais e vai fomentar a parceria entre os diversos setores da sociedade, além de reunir autoridades locais, academia, empreendedores do setor produtivo, sociedade civil organizada. As inscrições estão abertas e podem ser feitas através do site amupe.org.
Geraldo Alckmin empataria tecnicamente com ex-presidente em um confronto direto Com o objetivo de acompanhar as opiniões da população sobre o cenário político brasileiro para apoiar suas análises, o IBOPE Inteligência incluiu algumas perguntas sobre a disputa eleitoral de 2018 no Bus, uma pesquisa mensal que reúne questões de diferentes clientes, sendo que cada um […]
Geraldo Alckmin empataria tecnicamente com ex-presidente em um confronto direto
Quando o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, substitui Aécio Neves ou José Serra, a disputa com Lula fica em empate técnico.
Com o objetivo de acompanhar as opiniões da população sobre o cenário político brasileiro para apoiar suas análises, o IBOPE Inteligência incluiu algumas perguntas sobre a disputa eleitoral de 2018 no Bus, uma pesquisa mensal que reúne questões de diferentes clientes, sendo que cada um deles recebe apenas os resultados dos seus questionamentos.
Em um dos cenários testados, o senador mineiro Aécio Neves recebe 50% das intenções de votos, contra 31% do ex-presidente Lula. Votos brancos e nulos somam 15% e 4% não sabem ou preferem não responder. Em junho, quando esse cenário também foi testado, a vantagem de Aécio era de 15 pontos percentuais (o peessedebista tinha 48%, enquanto Lula era mencionado por 33% dos eleitores).
Quando o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, substitui Aécio Neves, a disputa com Lula fica em empate técnico, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. O governador paulista é citado por 41% dos entrevistados (aparecia com 40% em junho) e o ex-presidente, por 37% (pesquisa anterior obteve 39% das menções). Brancos e nulos totalizam 18% e 5% não sabem ou não respondem.
No terceiro cenário testado, com a inclusão de José Serra como candidato do PSDB, Lula também sai derrotado. O senador paulista aparece com 43% das menções, enquanto Lula é citado por 36% dos entrevistados. Brancos e nulos chegam a 17% e 4% não sabem ou preferem não responder.
A pesquisa mostra também que 51% dos entrevistados que declaram ter votado em Dilma Rousseff no segundo turno de 2014 têm a intenção de votar em Lula na disputa contra Aécio. Nos cenários contra Alckmin e Serra esse percentual sobe para 56% e 57%, respectivamente.
Vale ponderar que esses resultados refletem a opinião da população neste momento e que esse pensamento pode mudar ao longo do tempo de acordo com os fatos políticos que surgem, bem como o desempenho e nível de conhecimento dos candidatos.
Sobre a pesquisa
A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 19 de agosto, com 2.002 pessoas de 16 anos ou mais, em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
A cake designer Poliana Pires surpreendeu de novo. Depois de chamar a atenção das redes sociais com seu bolo reproduzindo a Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, ela mais uma vez se superou, ao fazer uma réplica de noiva para homenagear a organizadora e idealizadora da Liplig, Eurides na II Exponoivas, que aconteceu noite […]
A cake designer Poliana Pires surpreendeu de novo. Depois de chamar a atenção das redes sociais com seu bolo reproduzindo a Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios, ela mais uma vez se superou, ao fazer uma réplica de noiva para homenagear a organizadora e idealizadora da Liplig, Eurides na II Exponoivas, que aconteceu noite passada.
Poliana confeccionou o bolo medindo 1,55 metro, mostrando sua capacidade profissional invejável, conforme registro do Blog do Finfa. Segundo Poliana, foram sete dias de trabalho. “Foram gastos 45 quilos de açúcar”, diz. Aliás, o evento foi um sucesso. Até amanhã, teremos fotos exclusivas no blog.
Foto: imagem ilustrativa A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), a Operação Contrassenso, objetivando investigar possível prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, falsidade ideológica e organização criminosa através de contratações realizadas pela Secretaria de Educação da Prefeitura de Petrolina. As penas dos crimes investigados alcançam 31 anos de […]
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (13), a Operação Contrassenso, objetivando investigar possível prática dos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, fraude em licitação, falsidade ideológica e organização criminosa através de contratações realizadas pela Secretaria de Educação da Prefeitura de Petrolina. As penas dos crimes investigados alcançam 31 anos de reclusão.
As investigações apontam irregularidades no fornecimento de kit escolar, entre o final do ano de 2015 até o ano de 2020, com emprego de recursos federais oriundos do FUNDEB, verba sob fiscalização da União. A investigação é uma decorrência da análise do material apreendido na denominada Operação Casa de Papel, deflagrada pela Polícia Federal no ano passado.
Cerca de 150 policiais federais e auditores da Controladoria Geral da União – CGU participam do cumprimento de 33 (trinta e três) mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça Federal em Petrolina. As buscas estão sendo realizadas em sedes de órgãos da Prefeitura de Petrolina, bem como na região metropolitana do Recife e no Estado de Minas Gerais.
As investigações apontam pagamento de possível propina através de transferências bancárias em favor de terceiros, indicada por um dos servidores investigados, além de demonstrar um frequente contato entre os servidores públicos e os líderes do grupo econômico, principalmente em atos referentes ao pagamento da prefeitura às empresas do grupo. A CGU realizou auditoria em parte das contratações, apontando evidências dos artifícios utilizados pelo grupo empresarial para burlar os processos licitatórios, em especial o uso de empresas de fachada criadas em nome de interpostas pessoas (laranjas).
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