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Tuparetama: prefeitura reforma UBS de Santa Rita

Por Nill Júnior

O governo municipal de Tuparetama informou em nota que, através da Secretaria de Obras e Infraestruturas do Município está realizando melhorias como construção de garagem, muro, fossa e reforma na UBS do Distrito de Santa Rita.

Na manhã desta quarta-feira (14), Sebastião Sales, vice-prefeito e Secretário de Obras e Infraestruturas de Tuparetama esteve vistoriando o andamento da reforma.

A UBS recebeu uma ambulância Fiorino e uma L200 em 6 de outubro de 2018.  “Esta reforma e os veículos foram conseguidos com recurso de emenda parlamenta do Deputado Federal Ricardo Teobaldo (PODE-PE)”, disse o prefeito Sávio Torres.

Segundo Sebastião, na reforma do PSF haverá ainda o reparo e a pintura de todo o prédio que devem ser finalizados nos próximos 30 dias. “Esta reforma vai ser feita nas UBS Sede, do Bairro Bom Jesus, das Zonas Rurais do Cajueiro e do Jardim”, disse Sebastião.

Outras Notícias

Carlos Evandro testa negativo para Covid-19

O médico e ex-prefeito de Serra Talhada, informou pelas suas redes sociais, que testou negativo para o novo coronavírus. Segundo a jornalista Juliana Lima, em conversa com o comunicador André Luis, durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (19). Evandro resolveu fazer o teste visto que um dos seus […]

O médico e ex-prefeito de Serra Talhada, informou pelas suas redes sociais, que testou negativo para o novo coronavírus.

Segundo a jornalista Juliana Lima, em conversa com o comunicador André Luis, durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, desta terça-feira (19). Evandro resolveu fazer o teste visto que um dos seus filhos que também é médico, testou positivo para a Covid-19.

Na postagem, Carlos Evandro fez uma foto segurando o resultado do exame.

“Boa tarde meus amigos. Realizei o teste para a Covid-19 e trago aqui o resultado para todos vocês. Hoje estou de plantão no Hospital Regional de Afogados, trabalhando normalmente como sempre fiz, um grande abraço a todos”, escreveu ele junto a foto.

Sicoob PE implanta programa Cooperativa Mirim em escola de São José do Egito

O Sicoob Pernambuco assinou um termo de parceria com a Secretaria Municipal de São José do Egito – PE e o Instituto Sicoob para implantar o programa Cooperativa Mirim na Escola Municipal Mundo Novo. A ideia foi recebida com entusiasmo por toda a comunidade escolar e contou com o apoio dos pais dos alunos.   No […]

O Sicoob Pernambuco assinou um termo de parceria com a Secretaria Municipal de São José do Egito – PE e o Instituto Sicoob para implantar o programa Cooperativa Mirim na Escola Municipal Mundo Novo. A ideia foi recebida com entusiasmo por toda a comunidade escolar e contou com o apoio dos pais dos alunos.  

No dia 19 de outubro em comemoração ao dia Internacional do Cooperativismo de crédito, Cleiry Michelle, especialista em Investimento Social e Estratégico do Sicoob Pernambuco em conjunto com o Sr. Adalberto Teixeira, conselheiro da OCB-PE, e Jane Erica, representante da Agência Sede do Sicoob Pernambuco em São José do Egito realizaram um bate papo sobre Cooperativismo e sua importância para a transformação da comunidade.  

DESENVOLVENDO VALORES DE COOPERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO NA EDUCAÇÃO

Com finalidade educacional e amparada no Estatuto da Criança e do Adolescente – Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, e na Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional de Cooperativismo, o Programa Cooperativa Mirim incentiva e apoia, sob a orientação de um Professor Orientador, a formação de cooperativas em escolas públicas, privadas, cooperativas educacionais e demais instituições de atendimento a crianças e jovens, entre a faixa etária de 8 a 17 anos.

O Programa Cooperativa Mirim

Cooperativa mirim é uma associação de alunos que, sob a orientação de um Professor Orientador, se unem voluntariamente visando satisfazer aspirações e necessidades econômicas, sociais e culturais comuns, por meio da vivência e prática do cooperativismo.

O Programa, cujo objetivo é desenvolver uma educação comprometida com valores de cooperação e participação, promotores de cidadania, promove, a partir de pressupostos cooperativistas, aprendizagens que favoreçam a iniciativa, a comunicação, a sociabilidade, a liderança e a reflexão dos estudantes sobre a sua prática.

Com 10 anos de execução e com uma metodologia apoiada em práticas pedagógicas que disseminam os princípios do cooperativismo, as Cooperativas Mirins preparam uma nova geração e geram transformação.

https://www.institutosicoob.org.br/programas/eixo-cooperativismo-e-empreendedorismo/cooperativa-mirim.html 

https://cooperativamirim.institutosicoob.org.br/ 

Câmara mantém decisão do TCE e rejeita contas de Deva Pessoa, diz grupo de Sávio

O ex-prefeito Deva Pessoa sofreu hoje mais uma nova derrota, segundo nota do grupo do prefeito Sávio Torres . Afirma que depois do Tribunal de Contas julgar irregular as contas do seu exercício financeiro de 2015, a Câmara Municipal manteve a rejeição com 5 votos a favor da manutenção da decisão do TCE pela rejeição […]

O ex-prefeito Deva Pessoa sofreu hoje mais uma nova derrota, segundo nota do grupo do prefeito Sávio Torres .

Afirma que depois do Tribunal de Contas julgar irregular as contas do seu exercício financeiro de 2015, a Câmara Municipal manteve a rejeição com 5 votos a favor da manutenção da decisão do TCE pela rejeição das contas.

O processo do TCE n° 16100058-7, aguardava apreciação da Câmara desde o final do ano passado. Dentre as irregularidades apontadas , um déficit de execução orçamentária de mais de um milhão e setecentos mil reais, além de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias (FUPRETU) de aproximadamente meio milhão.

O tribunal também identificou distorções na Lei Orçamentária Anual (LOA) com superestimação de receitas e abertura excessiva de créditos suplementares de quase 8 milhões. Segundo os vereadores que mantiveram a decisão, as falhas ultrapassam, e muito, o limite da boa gestão e zelo do dinheiro público.

“A prestação de contas foi julgada em Sessão Extraordinária convocada pela maioria dos vereadores sendo presidida pela vereadora Vandinha da Saúde, membro da mesa diretora, como previsto no regimento interno uma vez que o presidente Danilo Augusto não presidiu os trabalhos”, diz a nota, afirmando que a votação foi legal.

Como a rejeição por colegiado tem como consequência a inelegibilidade,  Deva Pessoa poderá desfalcar a oposição,  onde era o único nome visto com poderio para enfrentar o prefeito e candidato a reeleição Sávio Torres, caso a sessão seja validada. 

Itapetim compra nova ambulância

Itapetim agora conta com uma nova ambulância. O veículo foi comprado pela Prefeitura de Itapetim.  O Governo do Estado repassou R$ 60 mil, através de emenda parlamentar destinada pelo deputado estadual Rodrigo Novaes, e o município pagou R$ 28.438,52. O prefeito Adelmo Moura realizou a entrega na Unidade Mista Maria Silva ao lado da secretária […]

Itapetim agora conta com uma nova ambulância. O veículo foi comprado pela Prefeitura de Itapetim. 

O Governo do Estado repassou R$ 60 mil, através de emenda parlamentar destinada pelo deputado estadual Rodrigo Novaes, e o município pagou R$ 28.438,52.

O prefeito Adelmo Moura realizou a entrega na Unidade Mista Maria Silva ao lado da secretária de Saúde, Jussara Araújo, do diretor de Transportes, João Ilton, do diretor do Hospital, Alysson Magno, e de Aline, da Saúde. 

“Seguimos trabalhando em prol da saúde do nosso município. Agradeço ao deputado Rodrigo Novaes pela emenda”, disse Adelmo Moura.

Datafolha: brasileiros consideram saúde o principal problema do país

Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda […]

Percentual dos que respondem assim subiu oito pontos em seis meses; em seguida, aparece o desemprego e a crise econômica

Os brasileiros consideram a saúde o principal problema do país, no ano em que quase 200 mil morreram e pelo menos 7,3 milhões foram infectados pela Covid-19 —considerada a subnotificação, os números provavelmente são ainda maiores. A matéria é de Thaiza Pauluze da Folha de S. Paulo.

A área foi citada por 27% dos entrevistados pelo Datafolha, quando consideradas as de responsabilidade do governo federal.

Em junho, esse índice era de 19%. Mais recentemente, no entanto, ganhou força a chamada “guerra da vacina”, a disputa entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), em torno dos imunizantes contra o novo coronavírus.

Por enquanto, o Brasil está atrasado na corrida mundial por vacinação e assiste a outros países aplicarem as primeiras doses, inclusive vizinhos sul-americanos e centro-americanos.

Os dados também mostram que o casos e mortes vêm aumentando em todas as regiões brasileiras e devem explodir após as festas de fim de ano.

Durante o pico da pandemia, não havia quantidade suficiente de respiradores, leitos de terapia intensiva, pessoal qualificado e testes diagnósticos para fazer frente ao vírus em várias capitais. Pacientes morreram à espera de UTIs, enquanto o presidente chamava a doença de “gripezinha”, se recusava a usar máscara e exaltava remédios comprovadamente sem eficácia.

O Datafolha ouviu 2.016 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todos os estados entre 8 e 10 de dezembro (desde 7 de dezembro, mais de 13 mil pessoas morreram de Covid no país).

A margem de erro é de dois pontos percentuais e a amostra é considerada representativa da população.

Os entrevistados consideraram como segundo principal problema o desemprego (13%) e o terceiro, a crise econômica (8%).

Em novembro, o desemprego bateu novo recorde, atingindo 14 milhões de brasileiros, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Desde maio, no início da pandemia e do isolamento social, aumentou em 4 milhões o número de brasileiros sem emprego, uma alta de aproximadamente 40%.

O auxílio emergencial, aprovado pelo Congresso e pago pelo governo federal, virou a única renda de 36% das famílias que receberam pelo menos uma parcela do benefício este ano.

Mas o valor deve ser cortado em janeiro, o que deve deixar milhões de brasileiros sem nenhuma fonte renda, embora a quarentena esteja sendo reforçada.

Também foram citados como principal problema brasileiro a corrupção (7%), a educação (6%), a política (5%), a violência (4%), a inflação (2%) e a fome (2%). Curiosamente, a pandemia do coronavírus, especificamente, foi citada por apenas 3%.

A saúde foi mais lembrada pelas mulheres (34%) do que pelos homens (20%), por quem tem entre 45 e 59 anos, e por aqueles com renda de até dois salários mínimos.

As porcentagens foram praticamente iguais em todas as regiões do país, assim como entre quem vive na região metropolitana e no interior e entre brasileiros brancos, pardos e pretos.

Mas foi maior entre aqueles que estão saindo de casa apenas quando inevitável (31%) e uma preocupação bem menor entre os brasileiros que estão vivendo normalmente em meio à pandemia (13%) —esses últimos criticaram mais a corrupção e o desemprego.

Entre os que consideram a gestão de Jair Bolsonaro ótima ou boa, 23% apontaram a saúde como principal problema. O índice cresce entre quem considera o governo federal regular (30%) e quem classifica como ruim ou péssimo (29%).

Quando separados os que já se infectaram com o coronavírus, 25% mencionam a saúde como maior problemática. O índice aumenta entre quem diz estar com muito medo de contrair a Covid-19 (32%) e diminui para os que afirmam não ter medo (22%).

Há uma diferença grande entre quem diz acreditar que a pandemia esteja acabando (20% consideram a saúde o principal problema) e entre quem acha que está piorando (30%) ou nem melhorando nem piorando (28%).

A saúde continua sendo o principal problema inclusive para quem pediu auxílio emergencial (30%) e para quem o benefício foi a única fonte de renda durante o isolamento (27%).

Mesmo em meio à pandemia, o percentual geral dos brasileiros que citam a saúde como o principal problema neste ano (27%) é menor do que no primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Em março de 2011, 31% dos brasileiros colocavam a saúde no topo deste ranking em pesquisa do Datafolha. O índice chegou a 48% em junho de 2013 e, no fim do mandato, em dezembro de 2014, estava em 43%. Em seguida, era citada a violência e, em terceiro, a corrupção.

No segundo mandato de Dilma, a corrupção foi alçada a líder dos problemas, seguida pela saúde e o desemprego.

Já no governo de Michel Temer (MDB), a saúde voltou ao primeiro lugar, com o maior percentual (33%) em dezembro de 2016. A vice-liderança era da educação, seguida pelo desemprego.

A área prosseguiu sendo a mais criticada durante todo o governo de Jair Bolsonaro.