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Trump promete expulsar dois a três milhões de imigrantes “imediatamente”

Por Nill Júnior

1088074Donald Trump está preparado para expulsar imediatamente dos Estados Unidos dois a três milhões de imigrantes sem documentos.

A revelação foi feita pelo Presidente eleito dos EUA, numa entrevista que vai ser emitida neste domingo pela CBS News.

O Presidente-eleito norte-americano diz ainda que o muro que pretende construir na fronteira com o México pode ser parcialmente uma vedação, como foi sugerido por alguns congressistas republicanos.

“Em algumas áreas sim, mas noutras é mais apropriado construir um muro”, afirmou Trump, ao programa 60 Minutes. “Sou bom nesta área, chama-se construção”, disse o empresário do sector do imobiliário e construção civil, citado pela CBS News.

Longas extensões da fronteira dos EUA com o México, que tem mais de 3200 km, já estão demarcadas com uma vedação.

O projeto de construir um muro, ou vedação, para fechar a fronteira entre os dois países para travar a imigração ilegal não nasceu com Trump: tem muitos anos, mas pô-lo em prática tem-se mostrado difícil e caro.

Outras Notícias

Treze partidos na convenção de Flávio Marques em Tabira

Uma convenção híbrida, presencial e online pelo Facebook do PT. Assim será o evento que vai homologar o nome do advogado Flávio Marques (PT), como candidato a Prefeito de Tabira no próximo domingo dia 13. A Convenção acontece no Garden Recepções, no horário de 9h às 17h.  Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade […]

Uma convenção híbrida, presencial e online pelo Facebook do PT. Assim será o evento que vai homologar o nome do advogado Flávio Marques (PT), como candidato a Prefeito de Tabira no próximo domingo dia 13. A Convenção acontece no Garden Recepções, no horário de 9h às 17h. 

Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, Flávio declarou que 13 partidos farão a convenção conjunta. São eles: PT, PSB, PTB, Rede, PSD, PC do B, Patriota, Solidariedade, Avante, Pros, Republicanos, Podemos e PSDB. 

Confirmaram presenças os deputados Carlos Veras e Doriel Barros. Foram convidados Antônio Morais, Ricardo Teobaldo e André de Paula. 

Flávio garantiu que todas as regras sanitárias serão observadas e até 100 pessoas estarão no espaço. 

A respeito da escolha do vice, o pré-candidato, enalteceu o processo de discussão dentro do bloco governista. Disse acreditar que até amanhã o nome poderá ser revelado. 

Provocado a falar sobre o nível da campanha que já dá sinais de baixo nível nas redes sociais e até em jingle de quem já fez convenção, Flávio garantiu não fazer parte do seu perfil. “Faremos uma campanha propositiva, bem diferente da velha política”. 

Além de dirigir palavras de elogios a atuação do deputado Carlos Veras e a sua importância para o futuro governo tabirense, ele se mostrou otimista com a parceria com o Governo Paulo Câmara. 

Falou sobre o que o desgaste da gestão Sebastião Dias pode afetar em sua campanha e até sobre a atuação da Guarda Municipal.

“A guarda que hoje bem aparelhada é referência para muitas outras cidades pela sua atuação em defesa do cidadão, já viveu momentos horríveis. Numa época, era utilizada para espancar as pessoas que discordavam da gestão e em outra para acompanhar o governante, lhe dando segurança em seu tour etílico”.

Defesa do União Brasil rechaça acusação de fraude à cota de gênero

Os investigados por suposta fraude à cota de gênero reagiram com veemência às acusações que pairam sobre suas candidaturas. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta por adversários políticos, aponta que o partido União Brasil teria recorrido a candidaturas femininas fictícias para preencher os 30% exigidos por lei. “No entanto, o que se observa […]

Os investigados por suposta fraude à cota de gênero reagiram com veemência às acusações que pairam sobre suas candidaturas.

A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta por adversários políticos, aponta que o partido União Brasil teria recorrido a candidaturas femininas fictícias para preencher os 30% exigidos por lei. “No entanto, o que se observa nos autos é um cenário muito mais complexo, e que pode revelar não uma fraude, mas uma tentativa de judicialização excessiva da política local”, defendem os nomes do União Brasil.

“Ao longo do processo, o que se acumulou foram depoimentos e documentos que, longe de comprovar qualquer irregularidade, indicam o contrário: que as candidatas mencionadas na ação participaram, cada uma a seu modo, do processo eleitoral. Seja em carreatas, com adesivos no carro, panfletagem ou até mesmo no corpo a corpo com eleitores, os relatos convergem para uma realidade de campanha que, embora modesta, foi real”.

A candidata Diolinda Marques, apontada como uma das supostas “laranjas”, admitiu em seu depoimento que contratou duas pessoas para distribuir material de campanha, além de ter o apoio direto do marido, que adesivou o carro com sua imagem. “Américo deu dinheiro para eles trabalharem pra mim”, disse. Sua nora e seu enteado também confirmaram os atos de campanha. Não por acaso, uma testemunha declarou que ela “se empenhou”, tendo inclusive participado de visitas a eleitores junto com o grupo de campanha. “Eu vi sim adesivo dela no carro. Ela ia para as carreatas”, declarou Laudemir Lucena, testemunha do próprio autor da ação.

Outro ponto que chama atenção, diz a defesa dos vereadores, é o depoimento de Rafaela Ferreira. Em vez de negar a candidatura, ela reforça que foi uma decisão pessoal, motivada pelo interesse na política e pela convivência com figuras públicas. Rafaela relatou que foi procurada por um interlocutor político que tentou convencê-la a assinar uma declaração de que não teria feito campanha — um indício de que a acusação pode ter raízes mais estratégicas do que jurídicas. “Ele mandou uma mensagem dizendo que eu ia ser acusada, e que eu precisava assinar uma declaração. Eu disse: não vou assinar nada. Eu fiz campanha”, contou, em tom indignado.

“A terceira candidata envolvida, Mayara de Chôta, teve desempenho eleitoral expressivo, superando ao menos 16 outros candidatos. Também afirmou que a candidatura partiu dela própria, e não do partido, e que atuou diretamente nas visitas, panfletagens e mobilização do eleitorado. Segundo depoimentos, sua campanha era estruturada dentro das limitações do cenário local, com presença em redes sociais e forte articulação familiar, comum em cidades do interior”.

“É importante destacar que, em cidades pequenas como São José do Egito, a dinâmica política não segue os mesmos padrões das capitais. A ausência de comícios grandiosos, lives ou sites profissionais não pode ser confundida com inatividade ou inexistência de campanha. A realidade do sertão é marcada por estratégias mais simples — visitas de casa em casa, conversas diretas, apoio comunitário. Exigir os mesmos critérios de campanhas milionárias urbanas seria desprezar a cultura política local e abrir margem para injustiças”, acrescentam.

Testemunhas ouvidas no processo, inclusive da própria acusação, foram categóricas ao confirmar que as três mulheres citadas participaram do processo eleitoral, afirmam. Um dos principais articuladores do partido, Augusto Valadares, relatou que todas as candidatas manifestaram interesse em concorrer com quase um ano de antecedência. Em suas palavras, “todos os 15 candidatos me procuraram espontaneamente”.

“Outro aspecto delicado é a proximidade entre os envolvidos. A relação familiar entre algumas das candidatas e outros postulantes não configura, por si só, indício de fraude. Em pequenos municípios, é comum que familiares se engajem politicamente em diferentes frentes. Isso por vezes gera desconfianças, mas não pode, por padrão, ser tratado como prova de ilicitude”.

“O que os autos revelam, na prática, é um conjunto de candidaturas femininas que, embora não tenham alcançado grande votação, participaram sim do processo democrático com os meios e recursos que tinham à disposição. A votação modesta, por si só, não é critério legal para deslegitimar uma candidatura. Se assim fosse, boa parte dos que concorrem, sobretudo os novatos e menos conhecidos, estariam em risco de terem suas intenções questionadas a cada eleição”.

Diante do que foi produzido ao longo da instrução, o processo que pretendia revelar uma fraude pode acabar expondo outra face: a do uso do sistema de Justiça como campo de prolongamento de disputas políticas, acusam. “Não é incomum que ações eleitorais surjam como instrumentos de vingança pós-urna. E é exatamente por isso que a análise criteriosa das provas e das circunstâncias locais se faz ainda mais necessária”.

O julgamento ainda está por vir, mas dizem, os elementos colhidos até aqui sugerem que, ao contrário do que se tentou pintar, houve sim candidaturas autênticas, ainda que com campanhas modestas. A democracia, afinal, não se mede pela estrutura de campanha, mas pela intenção real de participar do processo político e disputar o voto popular — ainda que ele não venha em grande número.

“Em um tempo em que a participação feminina na política ainda enfrenta barreiras culturais e institucionais, o cuidado com o julgamento de candidaturas de mulheres deve ser redobrado. Há uma linha tênue entre a fiscalização legítima da lei e o desestímulo à representatividade. Que o debate seja jurídico, mas também sensível à realidade. E que a justiça, se vier, venha sem lentes ideológicas”, concluem. Os advogados do grupo do Umião Brasil no caso são Marcos Lira e Carlos Porto (ex-conselheiro do TCE).

Secretária vai dizer no rádio que festa respeitou Igreja em Tabira e ouvintes dizem que não

A Secretária de Cultura de Tabira, Gracinha Paulino falou ontem a Anchieta Santos no programa Cidade Alerta, da Cidade FM,  avaliando o nível das atrações na Festa de Nossa Senhora dos Remédios contratada pela Prefeitura. Perguntada pelo comunicador se as atrações, principalmente bandas, haviam respeitado a orientação da Diocese de não executar músicas que agridam […]

gracinhaA Secretária de Cultura de Tabira, Gracinha Paulino falou ontem a Anchieta Santos no programa Cidade Alerta, da Cidade FM,  avaliando o nível das atrações na Festa de Nossa Senhora dos Remédios contratada pela Prefeitura.

Perguntada pelo comunicador se as atrações, principalmente bandas, haviam respeitado a orientação da Diocese de não executar músicas que agridam a família e os valores cristãos, a Secretária afirmou que sim. “A gente conversou com todas as bandas para ter cuidado no repertório e graças a Deus foi tudo bem”.

Em seguida, ouvintes começaram a ligar para o programa desmentindo a informação e perguntando se a Secretária de fato esteve acompanhando a festa. “A música que mais tocou lá foi uma tal de Taca Taca”, disse um dos ouvintes. Outro disse, “Anchieta, não é Taca Taca não, é Bumbum Granada. Uma esculhambação”.

Uma outra opinião registrou que a música “Malandramente”, de gosto tão duvidoso quanto tocou a fole. “Essa Taca Taca perto de Infinca é um Ilariê”, disse mais um.

Houve também quem elogiasse a programação ou dizendo que esculhambado era o repertório das boates na cidade.

Acuada, a secretária não teve outra saída. Recorreu ao clássico “tem que agradar a todos os gostos”. Subtende-se, a orientação da Diocese, a quem as Paróquias estão submetidas, motivo maior do evento festivo, fica em segundo plano a contar da posição da Secretária. Então tá.

Vice-governadora do Ceará estava em área do terremoto

O terremoto de magnitude 6,8 que atingiu o Marrocos, nesta sexta-feira (8), foi sentido também pela comitiva do Governo do Ceará que está no país. A vice-governadora Jade Romero usou as redes sociais para informar que a comitiva cearense está bem e em local seguro. “Aqui em Marrakesh, no Marrocos, fomos surpreendidos com um terremoto de magnitude […]

O terremoto de magnitude 6,8 que atingiu o Marrocos, nesta sexta-feira (8), foi sentido também pela comitiva do Governo do Ceará que está no país.

A vice-governadora Jade Romero usou as redes sociais para informar que a comitiva cearense está bem e em local seguro.

“Aqui em Marrakesh, no Marrocos, fomos surpreendidos com um terremoto de magnitude 7, de acordo com o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências. Toda nossa comitiva do Governo do Estado do Ceará está bem e em local seguro, seguindo os protocolos de segurança”, tranquilizou Jade.

A vice-governadora cumpre agenda oficial no país africano para participar da X Conferência Internacional de Geoparques da Unesco, que se realizará em Marrakech. O evento vai servir para o Ceará apresentar a candidatura do Araripe Geopark Mundial para sediar a XI Conferência Internacional de Geoparques Mundiais, no Cariri. O evento congrega participantes de 195 geoparques, de 48 países.

O terremoto aconteceu a uma profundidade de 18,5 quilômetros, segundo o USGS. Na rede social X (Twitter), há relatos de pessoas correndo para as ruas e prédios tremendo.

Policiais de Pernambuco são acusados de espionar secretário em Recife

O Domingo Espetacular da Record trouxe uma reportagem de nove minutos indicando que Policiais civis de Pernambuco monitoraram Gustavo Monteiro, secretário de administração de Recife, e seu irmão Eduardo, assessor na prefeitura gerida por João Campos. Mensagens revelam que um rastreador foi instalado no carro de Eduardo. A operação “nova missão” compartilhava informações em um […]

O Domingo Espetacular da Record trouxe uma reportagem de nove minutos indicando que Policiais civis de Pernambuco monitoraram Gustavo Monteiro, secretário de administração de Recife, e seu irmão Eduardo, assessor na prefeitura gerida por João Campos.

Mensagens revelam que um rastreador foi instalado no carro de Eduardo. A operação “nova missão” compartilhava informações em um grupo de agentes e delegados.

Estado nega abuso

A secretaria de defesa social alegou ter recebido uma denúncia anônima sobre recebimento de propina por parte de um servidor, mas que não houve inquérito devido à falta de evidências de crime.

Prefeitura do Recife repudia arapongagem

A prefeitura de Recife repudiou o uso indevido das forças policiais, considerando a ação ilegal. Gustavo Monteiro, visivelmente abalado, classificou o monitoramento como um absurdo e cogita acionar a Polícia Federal.

Sindicato dos Policiais Civis diz que membros são pressionados

O sindicato dos policiais afirmou que seus membros são pressionados a seguir ordens ilegais, apesar do risco de retaliações.

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