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Triste recorde: 3.668 mortes por Covid em 24 horas

Por Nill Júnior

G1

O Brasil bateu um novo recorde com 3.668 mortes por Covid registradas nas últimas 24 horas e totalizou nesta terça-feira (30) 317.936 óbitos.

Com isso, a média móvel de mortes no país nos últimos 7 dias chegou a 2.728, nova pior marca no índice pelo 5º dia consecutivo.

Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +34%, indicando tendência de alta nos óbitos pela doença.

É o que mostra novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h de terça.

A um dia do fim do mês, março já tem quase o dobro de mortes por Covid registradas em julho de 2020, que era o pior mês da pandemia —até ser superado pelo mês atual.

De acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa, julho teve 32.912 óbitos pela doença. Até aqui, foram registradas 62.918 mortes em março no país.

Outras Notícias

Sebastião Oliveira joga fichas em Cybele Roa

Em Arcoverde, o Avante, do deputado federal Sebastião Oliveira, o Sebá, vai firme com a aposta eleitoral para prefeita na vereadora Cibely Roas, a mais votada nas eleições passadas. A informação é do Blog do Magno. Segundo Sebá, pesquisas internas apontam a vereadora numa posição bastante confortável pelo fato de ser uma parlamentar atuante, identificada […]

Em Arcoverde, o Avante, do deputado federal Sebastião Oliveira, o Sebá, vai firme com a aposta eleitoral para prefeita na vereadora Cibely Roas, a mais votada nas eleições passadas. A informação é do Blog do Magno.

Segundo Sebá, pesquisas internas apontam a vereadora numa posição bastante confortável pelo fato de ser uma parlamentar atuante, identificada com os problemas da população, com forte inserção na área de saúde, a mais precária da gestão de Madalena.

quem aposte numa composição de Cybele com o delegado Israel Rubis, mas isso dependerá de um entendimento entre os partidos PP e Avante em nível estadual. “Temos hoje o melhor quadro para oferecer a Arcoverde. Cybele é preparadíssima e tem amplas chances de ser eleita”, disse o parlamentar.

Novo salário mínimo, de R$ 880, vale a partir desta sexta-feira

O novo salário mínimo brasileiro passa a valer nesta sexta-feira (1º). O valor, de R$ 880, representa um aumento de 11,7% em relação ao que estava em vigor em 2015 (R$ 788). O reajuste deve injetar R$ 57 bilhões na economia, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com […]

dinheiro

O novo salário mínimo brasileiro passa a valer nesta sexta-feira (1º). O valor, de R$ 880, representa um aumento de 11,7% em relação ao que estava em vigor em 2015 (R$ 788).

O reajuste deve injetar R$ 57 bilhões na economia, segundo estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

De acordo com o Dieese, 48,3 milhões de pessoas têm rendimento baseado no salário mínimo. O aumento deve causar um impacto total de R$ 30,2 bilhões às contas públicas em 2016.

Por lei, o  salário mínimo deve ser reajustado em percentual equivalente à inflação do ano anterior, medida pelo INPC, mais a variação do PIB de dois anos antes.

Em 2014, o PIB teve alta de 0,1%. O INPC acumula nos 12 meses até novembro alta de 10,97% (o valor fechado do ano ainda não foi divulgado).

O salário mínimo de 2016 foi projetado em R$ 871 no projeto aprovado pelo Congresso Nacional para o Orçamento de 2016, mas o valor final, que é definido pelo governo, ficou acima do previsto.

Witzel responsabiliza Bolsonaro por mortes e diz que governo atuou contra governadores

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Protegido por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI da Pandemia nesta quarta-feira (16), mas sua presença no colegiado durou cerca de 4 horas e 30 minutos e nem todos os senadores presentes puderam fazer perguntas. Durante o depoimento, Witzel insinuou que o presidente […]

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Protegido por um habeas corpus, o ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel compareceu à CPI da Pandemia nesta quarta-feira (16), mas sua presença no colegiado durou cerca de 4 horas e 30 minutos e nem todos os senadores presentes puderam fazer perguntas.

Durante o depoimento, Witzel insinuou que o presidente Jair Bolsonaro seria o responsável pelas mais de 450 mil mortes por covid-19. O governador cassado disse também que o governo federal criou uma narrativa para fragilizar os governadores por terem tomado medidas restritivas.

— Como é que você tem um país em que o presidente da República não dialoga com um governador de estado? E o presidente deixou os governadores à mercê da desgraça que viria. O único responsável pelos 450 mil mortos que estão aí tem nome, endereço e tem que ser responsabilizado aqui, no Tribunal Penal Internacional, pelos fatos que praticou.

Witzel acusou o governo federal de agir de caso pensado para deixar governos estaduais em situação de vulnerabilidade, sem condições de comprar insumos e respiradores.

— Os governos estaduais ficariam em situação de fragilidade, porque não teriam condições de comprar os insumos, respiradores e, inclusive, atender os seus pacientes no Sistema Único de Saúde, que, embora seja um excelente sistema para um país como o nosso, tem dificuldades. Como é que eu vou requisitar ao governo da China receber respirador? Isso é uma negociação internacional, e não foi feita — assinalou Witzel.

O intuito do Executivo, disse o ex-governador fluminense, foi se livrar das consequências econômicas da pandemia.

— A narrativa que foi criada foi a narrativa de que “os governadores vão destruir os empregos”, porque sabia o senhor presidente da República que o isolamento social traria consequências graves à economia.

Segundo Witzel, os governadores tentaram se reunir diversas vezes com o presidente Jair Bolsonaro para planejar uma ação conjunta durante a pandemia de covid-19, mas ficaram desamparados. Ele afirmou que o governo federal politizou a pandemia.

— Os governadores, prefeitos de grandes capitais, prefeitos de pequenas cidades, ficaram totalmente desamparados do apoio do governo federal. Isso é uma realidade inequívoca, que está documentada em várias cartas que nós encaminhamos ao presidente da República. Nas poucas reuniões (salvo engano foram duas reuniões que nós tivemos com o presidente), foram reuniões em que o que se percebeu foi a politização da pandemia, o governador Doria foi frontalmente atacado — apontou.

Para o senador Humberto Costa (PT-PE), o governo federal e o presidente da República são os responsáveis pela tragédia vivida pelo país.

 — A gestão que esse governo deu teve o objetivo claro de descompromisso com a saúde da população — apontou.

Em resposta a Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Witzel criticou parlamentares ligados a Jair Bolsonaro que invadiram hospitais de campanha e comandaram carreatas e outras ações contra as medidas restritivas decretadas pelo governo do estado para reduzir a propagação da doença. Sobre os mais de 600 leitos fechados em hospitais federais no estado do Rio de Janeiro, ele relatou que pediu ao governo federal que cedesse a administração dos hospitais, com as respectivas verbas, mas não foi atendido.

— Não fui atendido e durante a pandemia também não fui atendido — disse Witzel, ao afirmar que a medida teria garantido mais leitos durante a crise sanitária e seria mais econômica do que construir hospitais de campanha.

Com base no habeas corpus, Witzel pediu para se retirar após sua declaração inicial e depois de responder o relator Renan Calheiros (MDB-AL) e a alguns dos senadores inscritos. Durante questionamentos de Eduardo Girão (Podemos-CE) sobre investigações de superfaturamento enquanto Witzel foi governador do Rio de Janeiro, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), comunicou o encerramento do depoimento a pedido do depoente.

O senador Jorginho Mello (PL-SC) criticou a retirada de Witzel: “Não contribuiu em nada”, apontou.

Fonte: Agência Senado

Mais cobrança da sociedade: grupo de zap, movimento de empresários e MP cobram recuo dos vereadores sobre aumento

Mais movimentos puxados pela opinião pública estão cobrando uma posição da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira por conta do aumento de salários aprovado pela Mesa Diretora em resolução, para o período 2017-2010. Ontem, um grupo de WhattsApp batizado de “Contra o Aumento”, foi criado. Já conta com mais de cem participantes. O grupo […]

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Mais movimentos puxados pela opinião pública estão cobrando uma posição da Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira por conta do aumento de salários aprovado pela Mesa Diretora em resolução, para o período 2017-2010.

Ontem, um grupo de WhattsApp batizado de “Contra o Aumento”, foi criado. Já conta com mais de cem participantes. O grupo discute alternativas de pressão junto aos vereadores para que recuem da decisão tomada em agosto.

Também esta semana, o promotor Lúcio Luiz de Almeida Neto enviou ofício à Câmara de Vereadores solicitando informações à luz do princípio da transparência, considerando a importância da participação popular em determinadas matérias, para que, no prazo de dois dias, a Câmara de Vereadores informe qual foi o fundamento normativo do aumento.

Ontem, um grupo de empresários e de setores da população, que passou a ser batizado de Movimento Fiscaliza Afogados, se reuniu para provocar e debater o tema. Prometem estar segunda na Rádio Pajeú para discutir e amadurecer  algumas ideias a respeito do aumento do salário dos vereadores. Obviamente, questionam a forma e o próprio aumento.

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Ontem , a presidente da Associação dos Professores de Afogados da Ingazeira, Leila Albuquerque, criticou duramente a Câmara. “Quando foi para discutir o pagamento dos nossos quinquênios, à calada da noite encaminharam um documento que tirava nosso direito. Agora, para aprovar aumento para eles é assim. Imagine se o professor pudesse dizer nosso aumento será de tantos por cento e encaminhar só para Veratânia Morais assinar”.

Ela disse que sentiu-se enojada com a votação. “Só votam pedido de quebra-molas”. A Diretora do Sindrac’s, Maria Auxiliadora, também prometeu pressionar os vereadores.

Assessoria de Luciano Duque nega herança maldita a Márcia

Sob o comando de Divonaldo Barbosa, com as presenças dos advogados Miguel Duque e Renato Godoy, a assessoria do Deputado Estadual Luciano Duque apresentou sua versão para rebater os questionamentos do vereador Gin Oliveira. A coletiva de imprensa foi acompanhada pelos vereadores aliados Saúde. No último dia 26, Gin disse ao blog que teria como […]

Sob o comando de Divonaldo Barbosa, com as presenças dos advogados Miguel Duque e Renato Godoy, a assessoria do Deputado Estadual Luciano Duque apresentou sua versão para rebater os questionamentos do vereador Gin Oliveira.

A coletiva de imprensa foi acompanhada pelos vereadores aliados Saúde.

No último dia 26, Gin disse ao blog que teria como comprovar um passivo de quase R$ 25 milhões de herança da gestão Luciano para o governo Márcia.

O maior passivo apresentado seria de débitos na Educação (R$ 18,4 milhões), Fundo de Saúde (R$ 3 milhões), prefeitura (R$ 2 milhões).

Os aliados de Luciano acusaram o vereador de ter agido com ignorância, dizendo não acreditar em má fé.

Segundo eles, apresentando documentos e também uma planilha, a gestão Luciano deixou mais de R% 14 milhões de saldo para o governo da ex-aliada.

Divonaldo explicou que os dados apresentados por Gin eram de restos a pagar. Mas que Duque entregou a gestão com saldo de mais de R$ 21 milhões em conta. Após quitação de débitos, o saldo teria sido de quase R$ 14,5 milhões.

Também que se usassem da mesma régua para mediar a gestão Márcia, os débitos seriam de mais de R$ 45 milhões. Mas que não acham correto avaliar com a mesma metodologia. Ainda que prova do equilíbrio são as copntas aprovadas nos órgãos de controle.

Como o Blog noticiou na Coluna do Domingão, Um aliado de Luciano Duque rebateu os questionamentos do vereador Gin Oliveira, que acusou em matéria do blog a gestão Luciano Duque de um rombo de R$ 25 milhões deixado como herança para Márcia Conrado. Comparou a planilha de Gin ao Power Point de Deltan Dalagnol contra Lula. “A verdade vai aparecer e vai expor muita gente”, disse, em tom profético. Veja uma das telas apresentadas na coletiva: