Totonho diz confiar em “condução responsável” da sucessão por José Patriota
Por Nill Júnior
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e pré-candidato Totonho Valadares (MDB) foi o convidado do Debate das Dez do programa Manhã Total da Rádio Pajeú.
Totonho alternou moderação e mais contundência. Foi moderado ao falar de sua condição de pré-candidato e da relação com o prefeito José Patriota, do PSB.
Ele disse deve ter uma conversa hoje com o prefeito e que eles não tem se encontrado como ele gostaria pela agenda do gestor, que ainda tem Amupe e sua saúde para cuidar.
Valadares mostrou confiança de que Patriota conduza como sempre aconteceu o processo sucessório em Afogados da Ingazeira. E reclamou que a Frente não se reuniu mais. “A última vez foi para escolher o vice”. Também destacou a “responsabilidade” de Patriota no processo.
Sobre a pesquisa Opinião, que movimentou o cenário local, disse que continua avaliando positivamente pois não tem mandato a sete anos, ao tempo que o vice-prefeito Alessandro Palmeira “pelo que noticia a imprensa”, vive ocupando protagonismo na agenda.
Totonho ainda falou sobre ações que considera paradas, citando o sistema de saneamento da cidade, a falta de laboratório para o curso de engenharia do IFPE e a sequência do Sistema Viário de contorno. Mas disse que “cada um tem seu estilo”.
Reclamou que não houve referência a Mendonça Filho, seu candidato ao Senado, na assinatura da ordem de serviço da nova escola Dom Mota. E disse que o fato de ter votado em Bolsonaro não terá influência no debate local. “Temos é que unir forças”.
Sobre o governo Paulo Câmara, disse que a levar em conta as críticas feitas em alguns programas na Rádio Pajeú, é uma gestão péssima. Citou a demora para concluir as entradas da cidade, que garante terem sido pactuadas no fechar de seu apoio a Waldemar Borges.
O que se temia foi confirmado em nota do vereador Joel Gomes: As obras da Barragem de Ingazeira com aproximadamente 75% concluídas, sofreram um duro baque: as empresas que cuidam da obra estão fazendo o que se chama de desmobilização da obra. O processo é pior que a já problemática paralização, porque representa muito trabalho […]
O que se temia foi confirmado em nota do vereador Joel Gomes: As obras da Barragem de Ingazeira com aproximadamente 75% concluídas, sofreram um duro baque: as empresas que cuidam da obra estão fazendo o que se chama de desmobilização da obra.
O processo é pior que a já problemática paralização, porque representa muito trabalho e retirada da montagem da infraestrutura necessária para a obra, como vias de acesso, locais para a instalação dos escritórios e áreas de vivência, além do equipamento utilizado para o transporte de materiais.
As empresas consorciadas Gmec e Novatec, sem comunicação ao Dnocs, alegando falta de repasses, já havia demitido cem funcionários. Agora, sem a conclusão das obras e com a desmobilização, perderam esperança de retomar as atividades.
“Desabilitam assim o sonho de todos nós desde 21 de junho de 1941, quando o Presidente Getúlio Vargas assinou o primeiro decreto de desapropriação das terras que seriam cobertas pelo Lago da Barragem de Ingazeira”, diz Joel.
Joel emitiu ofício ao Deputado Federal Gonzaga Patriota para tentar pressionar Dnocs e Ministério da Interação. Agora, uma nova retomada levará ainda mais tempo pela necessidade de nova montagem da mobilização dos canteiros.
Reunião debate o tema sábado: O Ministério Público e a Comissão Parlamentar do Pajeú organizam dia 13, sábado, no Ginásio de Esportes de Itapetim às 09h uma reunião para lutar contra o movimento. Além dos atuais vereadores e prefeitos, estão sendo convocados candidatos(as) ao cargo no próximo pleito.
O pedido da parlamentar aconteceu após a deputada federal Alê Silva (PSL-MG) ter solicitado proteção policial alegando ter recebido ameaças do ministro Estadão Conteúdo A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL/SP) pediu neste sábado (13), em sua conta no Twitter, a demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O pedido ocorre após a deputada federal […]
O pedido da parlamentar aconteceu após a deputada federal Alê Silva (PSL-MG) ter solicitado proteção policial alegando ter recebido ameaças do ministro
Estadão Conteúdo
A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL/SP) pediu neste sábado (13), em sua conta no Twitter, a demissão do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. O pedido ocorre após a deputada federal Alê Silva (PSL-MG) ter solicitado proteção policial alegando ter recebido ameaças do ministro, segundo reportagem do jornal Folha de São Paulo.
“Todo meu apoio à Deputada Federal Alê Silva. E agora, Presidente? O Ministro do Turismo fica? A Deputada Federal eleita também estaria mentindo? Exijo a demissão do Ministro! Não tem que esperar conclusão de inquérito nenhum!”, disse.
A ameaça de morte à deputada Alê Silva teria ocorrido em uma reunião do ministro com correligionários em março, em Belo Horizonte. A parlamentar prestou depoimento espontâneo na última quarta-feira à Polícia Federal relatando esquema de candidaturas de laranjas no PSL, comandado por Álvaro Antônio. Ela deve prestar depoimento nas próximas semanas.
Segundo Janaína, o afastamento do ministro não implicaria atribuição de culpa, “apenas um sinal de que o presidente se importa com as mulheres de seu partido”.
Telefonei para a Deputada, que não para de chorar! Como é que pode uma situação dessas e o Presidente não tomar providências? Não pode! O afastamento do Ministro não implicará atribuição de culpa, apenas um sinal de que o Presidente se importa com as mulheres de seu partido.
Do G1 As pesquisas Quaest divulgadas na última semana de abril de 2026 traçam um mapa da corrida pelos governos estaduais em onze estados brasileiros. O cenário varia de favoritismos consolidados, como no Paraná, até disputas acirradas e alta indefinição em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Na Bahia, o atual governador Jerônimo Rodrigues […]
As pesquisas Quaest divulgadas na última semana de abril de 2026 traçam um mapa da corrida pelos governos estaduais em onze estados brasileiros. O cenário varia de favoritismos consolidados, como no Paraná, até disputas acirradas e alta indefinição em Minas Gerais e no Rio de Janeiro.
Na Bahia, o atual governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) aparecem tecnicamente empatados na liderança. Em um dos principais cenários testados, ACM Neto soma 41% das intenções de voto, contra 37% de Jerônimo.
Apesar da disputa apertada, o governador petista mantém indicadores positivos de gestão: 56% dos eleitores aprovam seu governo, e 51% afirmam que ele merece um novo mandato.
Ainda assim, Jerônimo enfrenta um índice elevado de rejeição (42%), superior ao de seu principal adversário (32%).
O cenário baiano é fortemente impactado pela política nacional: quase metade do eleitorado (47%) afirma preferir um governador alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 16% dizem optar por um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
No Ceará, os números mostram uma disputa condicionada principalmente à escolha do PT entre dois nomes: o senador Camilo Santana (PT) desponta como o candidato governista mais competitivo, liderando um confronto com Ciro Gomes (PSDB) por 40% a 33%.
Já em um cenário em que o governador Elmano de Freitas (PT) enfrenta Ciro, o pré-candidato do PSDB leva vantagem, com 41%, contra 32% do petista.
Elmano, no entanto, registra boa avaliação administrativa: 53% aprovam a gestão dele, 30% a desaprovam, e 50% consideram que ele merece a reeleição.
Nas simulações de segundo turno, Camilo Santana venceria Ciro Gomes por 44% a 39%, enquanto Ciro superaria Elmano de Freitas por 46% a 35%. Assim como na Bahia, o alinhamento nacional pesa: 43% dos cearenses preferem um governador aliado a Lula, frente a 18% que optam por um aliado de Bolsonaro.
No Espírito Santo, o principal cenário testado aponta um empate técnico entre quatro pré-candidatos. O ex-governador Paulo Hartung (PSD) aparece numericamente à frente, com 19% das intenções de voto, seguido de perto pelo prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini (Republicanos), com 18%. Logo atrás estão o vice-governador Ricardo Ferraço (MDB) e o senador Magno Malta (PL), ambos com 15%. O deputado federal Helder Salomão (PT) surge mais distante, com 7%.
Quando o nome de Hartung é retirado das simulações, o cenário muda: Ricardo Ferraço passa a liderar numericamente, com índices que variam entre 24% e 32%, dependendo da combinação testada.
O levantamento também revela um obstáculo relevante para alguns pré-candidatos. Magno Malta registra a maior rejeição, com 46%, seguido por Hartung (36%) e Helder Salomão (33%). A disputa, no entanto, ainda é bastante incerta: 60% dos eleitores afirmam que podem mudar de voto até o dia da eleição.
Em Goiás, o cenário é mais favorável à continuidade do grupo atualmente no poder. O governador Daniel Vilela (MDB), que assumiu o cargo após a saída de Ronaldo Caiado (PSD) para disputar a Presidência da República, lidera as intenções de voto com 33%, seguido pelo ex-governador Marconi Perillo (PSDB), com 21%.
O desempenho de Vilela está associado ao legado de Caiado, cujo governo terminou com 84% de aprovação.
Segundo os resultados da Quaest, em uma eventual disputa de segundo turno, Daniel Vilela venceria Marconi Perillo com ampla margem: 46% a 27%. O tucano, por sua vez, é o nome mais rejeitado entre os testados, com 50% de rejeição.
Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) lidera a disputa em todos os cenários testados, com intenções de voto que variam entre 30% e 37% no primeiro turno.
Ele é seguido pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT), que registra entre 14% e 18%, e pelo senador Rodrigo Pacheco (PSB), com índices entre 8% e 12%. O atual governador, Mateus Simões (PSD), que assumiu o cargo após a renúncia de Romeu Zema (Novo) em março para concorrer à Presidência, aparece com 3% a 5%.
Cleitinho possui os eleitores mais decididos, com 56% de seus apoiadores afirmando que o voto é definitivo. Em simulações de segundo turno, ele venceria todos os adversários testados. No entanto, a incerteza ainda é alta no estado, com 60% do eleitorado afirmando que pode mudar de candidato.
A disputa no Pará é marcada por um empate técnico entre Dr. Daniel Santos (Podemos) e a atual governadora, Hana Ghassan (MDB), no 1º turno. Em um dos cenários, Daniel Santos aparece com 22% contra 19% de Hana; em outro, ele tem 24% contra 22% dela. Hana Ghassan assumiu o governo após a renúncia de Helder Barbalho (MDB), que deixou o cargo para concorrer ao Senado.
Apesar do empate, Hana Ghassan conta com o potencial apoio de Barbalho, que teve 63% de aprovação em sua gestão. No entanto, apenas 33% dos eleitores já associam Hana como a candidata do ex-governador. O nível de indecisão no Pará é alto, atingindo até 33% no primeiro turno.
Em uma simulação de segundo turno, os dois candidatos permanecem tecnicamente empatados, com Daniel Santos registrando 34% e Hana, 29%
No Paraná, o senador Sergio Moro (PL) aparece como favorito na corrida eleitoral. Ele lidera todos os cenários testados pela Quaest e, no principal deles, soma 35% das intenções de voto, abrindo vantagem sobre Requião Filho (PDT), que tem 18%, e sobre o ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca (MDB), com 15%.
O bom desempenho de Moro ocorre em um contexto de forte aprovação do atual governador Ratinho Junior (PSD), que encerra o segundo mandato com 80% de aprovação.
Apesar de não poder disputar a reeleição, Ratinho Junior mantém grande influência: 64% dos eleitores afirmam que ele merece eleger um sucessor.
No campo nacional, 44% do eleitorado paranaense defende um governador independente, 34% prefere um aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro e 17% opta por um nome próximo ao presidente Lula.
Em Pernambuco, a corrida eleitoral é marcada pela disputa entre o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) e a atual governadora, Raquel Lyra (PSD). João Campos lidera as intenções de voto com 42%, contra 34% de Raquel.
Em uma simulação de segundo turno, Campos mantém vantagem, vencendo por 46% a 38%.
Apesar de aparecer atrás nas pesquisas eleitorais, a governadora apresenta indicadores positivos de gestão: a administração é aprovada por 62% dos eleitores, um avanço em relação a levantamentos anteriores, e 57% consideram que ela merece ser reeleita.
O fator nacional é decisivo no estado: 47% dos pernambucanos dizem preferir um governador aliado ao presidente Lula. Nesse aspecto, João Campos leva clara vantagem, já que 47% dos eleitores o identificam como o candidato apoiado por Lula, enquanto 12% fazem essa associação com Raquel Lyra.
No Rio de Janeiro, a liderança é do ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD). Ele aparece à frente em todos os cenários testados, com intenções de voto que variam entre 34% e 40%.
Bem atrás, surge o deputado estadual Douglas Ruas (PL), com índices entre 9% e 11%, seguido pelo ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), que marca 8%.
A disputa fluminense é influenciada pelo desgaste da gestão anterior: o ex-governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo em março de 2026 e foi declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O governo Castro terminou com 47% de desaprovação, o que se reflete no desejo do eleitorado por mudança: 43% dos entrevistados afirmam querer que o próximo governador altere completamente o trabalho que vinha sendo realizado.
No Rio Grande do Sul, a pesquisa aponta um cenário aberto, com equilíbrio entre os nomes da oposição e elevado índice de indecisos.
No principal cenário de primeiro turno, há um empate técnico entre a deputada estadual Juliana Brizola (PDT), com 24%, e o deputado federal Luciano Zucco (PL), que aparece com 21% das intenções de voto. Mais atrás estão o vice-governador Gabriel Souza (MDB), com 6%, Marcelo Maranata (PSDB), com 2%, e Rejane Oliveira (PSTU), com 1%.
A indefinição do eleitorado gaúcho chama atenção: 34% dos entrevistados se dizem indecisos, e 68% afirmam que ainda podem rever sua escolha, um dos índices mais altos entre os estados pesquisados.
Em relação ao governo atual, o governador Eduardo Leite (PSD) mantém 51% de aprovação e 39% de desaprovação.
Apesar de a maioria aprovar a gestão de Leite, o capital político do governador não se transfere automaticamente: 49% dos eleitores afirmam que ele não merece eleger um sucessor.
No contexto político estadual, Eduardo Leite confirmou que permanecerá no cargo até o fim do mandato, após o PSD definir o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado como pré-candidato do partido à Presidência da República.
Em São Paulo, o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera a corrida com 38% a 40% das intenções de voto. O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) aparece em segundo lugar, variando entre 26% e 28%. Outros candidatos, como Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), pontuam com 5% cada.
A gestão de Tarcísio conta com 54% de aprovação, e ele venceria Haddad em um eventual segundo turno por 49% a 32%.
Por outro lado, Haddad enfrenta o maior índice de rejeição, com 58% dos eleitores paulistas afirmando que não votariam nele, enquanto a rejeição de Tarcísio é de 38%. A decisão de voto no estado está dividida: 48% dizem ser definitiva e 51% afirmam que podem mudar.
A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, nomeou nesta segunda-feira (14) a nova secretária de Assistência Social, Zulmira Cavalcanti. Funcionária pública estadual formada em Matemática com Especialização em Educação Especial, Zulmira Maria de Lima Cavalcanti, tem um extenso currículo com experiência na Gerência Regional de Educação – GRE. Foi técnica, gestora da Divisão de Ensino, gestora […]
A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, nomeou nesta segunda-feira (14) a nova secretária de Assistência Social, Zulmira Cavalcanti.
Funcionária pública estadual formada em Matemática com Especialização em Educação Especial, Zulmira Maria de Lima Cavalcanti, tem um extenso currículo com experiência na Gerência Regional de Educação – GRE.
Foi técnica, gestora da Divisão de Ensino, gestora da Escola Polivalente, coordenadora Pedagógica e professora do Erema. Além disso, foi diretora da Fundac (na época se chamava Centro de Internação Provisória – Cenip) e coordenou o Programa Pernambuco no Batente. Ultimamente, trabalhava como secretária Executiva da Secretaria de Educação de Arcoverde.
Ela informou que pretende fazer parcerias com outras secretarias municipais e desenvolver ações com várias instituições públicas e privadas.
A Prefeitura de Afogados vai inaugurar nesta sexta-feira (17), às 16h30, a pavimentação em paralelo da Rua João de Deus Neri, no conjunto residencial Laura Ramos. Foram pavimentados 1.841 m2 da rua, em um investimento de R$ 187 mil, parceria com o Governo de Pernambuco. A ação faz parte da 41ª semana da maratona de […]
A Prefeitura de Afogados vai inaugurar nesta sexta-feira (17), às 16h30, a pavimentação em paralelo da Rua João de Deus Neri, no conjunto residencial Laura Ramos.
Foram pavimentados 1.841 m2 da rua, em um investimento de R$ 187 mil, parceria com o Governo de Pernambuco.
A ação faz parte da 41ª semana da maratona de inaugurações e entregas promovida pela Prefeitura de Afogados.
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