O prefeito em exercício do município de Patos, no Sertão paraibano, Sales Júnior (PRB), renunciou ao cargo ontem, terça-feira (20). A carta renúncia foi protocolada durante a tarde na Câmara de Vereadores. Sales Júnior é o terceiro prefeito de Patos que passou pelo cargo desde a eleição municipal de 2016.
Na carta de renúncia, Sales Júnior disse que sentia-se “com o sentimento de impotência, não pelo clima de instabilidade política e jurídica, mas devido à ausência de dotações orçamentárias já em algumas secretarias”, diz. Com essa saída de Sales Júnior, quem deve assumir a prefeitura é a presidente da Câmara de Vereadores de Patos, Valtide Paulino Santos (PMDB), conhecida como Tide Eduardo.
Caso ela não queira assumir o cargo, a Câmara de Vereador vai abrir uma eleição indireta, com votação interna. Se isso ocorrer, enquanto a eleição indireta não acontecer, quem assume a prefeitura provisoriamente é o secretário de finanças Jonas Guedes.
Sales Júnior é a terceira pessoa que havia assumido a prefeitura de Patos, desde as últimas eleições municipais em 2016. Naquela eleição, o prefeito eleito foi Dinaldo Medeiros Wanderley Filho (PSDB), que foi afastado do cargo pela Justiça, por suspeita de corrupção na investigação da operação “Cidade Luz” deflagrada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB).
A operação denunciou cerca de 13 pessoas processadas por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, desvio de recursos públicos, fraude em licitação e lavagem de capitais. Por causa disso, Bonifácio Rocha (PPS), que foi o vice-prefeito eleito, assumiu o cargo de prefeito. Mas, em abril deste ano, Bonifácio Rocha renunciou ao cargo também. Foi então que Sales Júnior, que era presidente da Câmara de Vereadores, acabou assumindo o cargo. Agora, ele também renunciou.
Três novos diretores passaram a integrar, a partir de ontem (1), a estrutura da Companhia Pernambucana de Saneamento-Compesa. A solenidade de posse da nova diretoria para o biênio 2019 a 2021, foi realizada na tarde de ontem (01), em breve cerimônia, comandada pelo presidente da estatal, Roberto Tavares, na sede administrativa da empresa, no bairro […]
Três novos diretores passaram a integrar, a partir de ontem (1), a estrutura da Companhia Pernambucana de Saneamento-Compesa.
A solenidade de posse da nova diretoria para o biênio 2019 a 2021, foi realizada na tarde de ontem (01), em breve cerimônia, comandada pelo presidente da estatal, Roberto Tavares, na sede administrativa da empresa, no bairro de Santo Amaro, Recife.
O economista Leonardo Bacelar de Araújo assumiu a diretoria Regional Metropolitana, a administradora Camila Andrada de Godoy Brito, natural de Serra Talhada, a diretoria de Articulação e Meio Ambiente e o economista José Cavalcanti Carlos Júnior será o titular da diretoria de Gestão Corporativa.
Ao dar boas-vindas aos novos diretores, o presidente da Compesa Roberto Tavares, destacou a renovação da diretoria da empresa em busca de novos desafios e conquistas.
Sobre o vazamento registrado na manhã deste sábado (10) em um trecho do canal do Eixo Leste do Projeto São Francisco, o Ministério da Integração Nacional vem a público esclarecer que: 1. O vazamento, que ocorreu próximo ao reservatório Copiti, entre Sertânia e Custódia (PE), já foi totalmente controlado. 2. Equipes das empresas responsáveis trabalham […]
Sobre o vazamento registrado na manhã deste sábado (10) em um trecho do canal do Eixo Leste do Projeto São Francisco, o Ministério da Integração Nacional vem a público esclarecer que:
1. O vazamento, que ocorreu próximo ao reservatório Copiti, entre Sertânia e Custódia (PE), já foi totalmente controlado.
2. Equipes das empresas responsáveis trabalham no local desde ontem para realizar o reparo na drenagem interna da estrutura, que deve ser concluído em até 72 horas;
3. Não há nenhuma vítima e nenhuma casa de comunidades da região foi atingida, já que a água seguiu por um riacho até chegar ao rio Moxotó. Foram registrados apenas danos de pequenas proporções em cercas, estradas vicinais e bueiros. Ontem mesmo as equipes de programas ambientais do Projeto São Francisco foram mobilizadas para levantar os danos e programar a recuperação;
4. Nesta fase de pré-operação quaisquer problemas são rapidamente solucionados. Equipes do Ministério da Integração Nacional estão sempre de prontidão para agir rapidamente quando necessário.
5. Será realizada uma análise técnica para averiguar o motivo do vazamento.
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), inaugurou ao lado do governador Paulo Câmara (PSB) e da primeira-dama, Rejane Maciel, a Delegacia da Mulher. “Hoje podemos comemorar essa conquista em defesa das mulheres, no momento em que os casos de feminicidio estão cada vez mais em evidência. Agradeço ao governador Paulo Câmara, ao deputado federal […]
O prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel (MDB), inaugurou ao lado do governador Paulo Câmara (PSB) e da primeira-dama, Rejane Maciel, a Delegacia da Mulher.
“Hoje podemos comemorar essa conquista em defesa das mulheres, no momento em que os casos de feminicidio estão cada vez mais em evidência. Agradeço ao governador Paulo Câmara, ao deputado federal Danilo Cabral e ao deputado federal Fernando Monteiro, a Deputada Glayde Ângelo, presentes ao evento, a nossa bancada de vereadores, a secretária da Mulher My Valério, ao empenho da primeira dama Rejane Maciel e a todos que contribuíram para essa conquista”, disse Wellington relembrando uma luta de 30 anos que se concretizou agora em seu governo.
Criada esse ano, a Delegacia Especializada de Atendimento a Mulher contará com uma equipe de seis agentes, escrivão, comissário e da delegada Cristina Gomes dos Santos, funcionando a partir das 08h, de segunda a sexta-feira.
A luta pela Delegacia da Mulher vem de 1990, quando entre 1° de janeiro e 1° de fevereiro três mulheres foram assassinadas em Arcoverde desencadeando a cobrança pela instalação da unidade. Prometida em vários governos, a delegacia só virou realidade agora, no segundo ano do governo do prefeito Wellington Maciel.
Presentes também ao evento a Presidente da OAB, Marcela Macedo; o Prefeito de Buique, Arquimedes Valença; o vice-prefeito, Túlio Monteiro; as ex-prefeitas Madalena Britto e Rosa Barros; vereadores Luciano Pacheco, Sargento Brito, João Taxista, Luiza Margarida, João Marcos e Everaldo lira; secretários, assessores e lideranças comunitárias.
Por André Luis – Pajeú Radioweb Na próxima sexta-feira (03), haverá um grande mutirão de limpeza do Rio Pajeú que, ao longo dos anos vive um processo de degradação graças à poluição pelos esgotos, não só de Afogados da Ingazeira, mas de toda a região. Soma-se a isso o descarte de metralhas, a especulação imobiliária, […]
Na próxima sexta-feira (03), haverá um grande mutirão de limpeza do Rio Pajeú que, ao longo dos anos vive um processo de degradação graças à poluição pelos esgotos, não só de Afogados da Ingazeira, mas de toda a região. Soma-se a isso o descarte de metralhas, a especulação imobiliária, a demora nos projetos de saneamento global como o de Afogados que está emperrado, a falta de conscientização da população que contribui jogando lixo na calha do rio, da omissão das autoridades quando poderiam e deveriam exercer o papel de polícia e uma série de outros fatores.
Participando do Debate das Dez da Rádio Pajeú nesta terça-feira (31), o vereador e membro do grupo Fé e Política Augusto Martins, Afonso Cavalcanti da Diaconia e também do grupo Fé e Política e a coordenadora da Vigilância Sanitária de Afogados da Ingazeira Aline Alves, fizeram um debate ambiental, falando sobre a ação da próxima sexta-feira e da importância de se preservar o rio.
O gesto de limpeza do Rio Pajeu, vai além do aspecto prático. É também uma ação simbólica para despertar o sentimento da sociedade. Falando sobre o real sentido da ação, Augusto disse que iniciou o movimento recentemente porque já vem sonhando com esta ação ha muito tempo.
“No primeiro mandato de vereador, que foi de 93 a 96 eu fiz um Projeto de Lei que virou Lei, mas uma lei que nunca foi à prática, Afogados tem uma Lei de revitalização do rio do Pajeú”, informou Augusto. Que ainda disse acreditar na possibilidade da revitalização do rio.
Como dificultadores para o êxito da despoluição do rio Pajeú, Augusto elencou o esgoto bruto que é derramado no rio, as metralhas (restos de construção), que na sua maioria são descartadas na calha do rio e o lixo jogado pela população.
Augusto disse que não há a pretensão de limpar o rio por completo com esta ação, mas acredita que é um ponta pé inicial. Augusto também acredita que a partir desta ação, o projeto vai ganhar corpo e se espalhar para todo o Pajeú. “Nos queremos levar esse trabalho para todo o Pajeú, vamos marcar encontros com prefeitos e eu acredito que isso não vai ficar apenas na retirada das plantas invasoras no leito, mas vai ter outros desdobramentos, eu confio e acredito nisso”, disse.
Afonso disse que existem muitas pautas ambientais, e que ao lado do desmatamento, o ponto mais preocupante para os moradores desse território é a poluição do rio Pajeú.
“Os rios foram nos séculos que se passaram, algo de muito concreto na vida das pessoas, a vida moderna que a gente têm hoje, tem desprezado essa importância, embora logo, logo em um tempo muito curto ai no futuro, nos vamos fazer uma releitura dessa nossa forma de ocupação territorial e partir para ações mais concretas”, disse Afonso.
Afonso disse que do ponto de vista da importância da ação, simbolicamente é muito grande, pelo fato de mexer com as pessoas, consegue mobilizar os cidadãos e cidadãs. Lembrou que em conversas com prefeitos propôs uma caminhada pelo rio. Disse que é uma ação de responsabilidade também da população, do setor produtivo, do comércio de Afogados da Ingazeira, que tem uma responsabilidade muito grande com o rio.
“Eu acho que esse movimento que Augusto inicia com um grupo de outras pessoas, ela é muita importante se ele conseguir fazer essa leitura dessa realidade e conseguir fazer o debate”, disse Afonso.
Augusto informou que a ação vai começar pela margem direita, depois da ponte Hortêncio Alves, que liga o centro ao bairro São Francisco e que isso se dá pelo fato de que se a barragem sangrar vai afetar primeiro as plantas que ficam nessa margem, mas lembrou que o projeto é que se caminhe o rio todo, desde o paredão da Barragem de Brotas até o bairro São Cristóvão.
Aline Alves falou sobre o papel do poder público na ação. Ela informou que entrarão com a parte de infraestrutura. Haverá participação de garis para ajudar na retirada de algum material no leito.
Aline também informou que será feito um trabalho de orientação sanitária sobre o descarte do lixo no rio. Informou ainda que estão trabalhando na identificação de alguns materiais jogados no leito pra poder chegar à pessoa que está jogando o lixo para fazer um trabalho de conscientização. Você pode ouvir o debate no link que está na página da Pajeú.
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o mais longevo no comando da economia do país, de 2006 a 2014, quebrou um silêncio de três anos sem dar entrevistas. Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, Mantega desabafou sobre as mudanças em sua vida ocorridas desde que passou a ser alvo de acusações feitas por Marcelo Odebrecht […]
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, o mais longevo no comando da economia do país, de 2006 a 2014, quebrou um silêncio de três anos sem dar entrevistas. Em entrevista à colunista Mônica Bergamo, Mantega desabafou sobre as mudanças em sua vida ocorridas desde que passou a ser alvo de acusações feitas por Marcelo Odebrecht e outros delatores.
“Praticamente perdi a minha reputação, com mentiras, diga-se de passagem. A minha vida virou um inferno”, afirmou.
“Eu me sinto terrível porque minha reputação foi colocada por água abaixo. A repercussão foi péssima, péssima. Passei a ter problemas em restaurantes, no hospital. Não posso ter uma vida normal. É uma humilhação ser chamado de ladrão. Eu poderia ter começado a dar palestras, consultorias. Criei um nome lá fora, fiz o Brasil ser respeitado. E acabei jogado nessa vala. A essa altura dos acontecimentos, depois de trabalhar tantos anos para o governo, depois de ter tantos resultados, eu não esperava. Realmente eu não esperava”, disse,
Mantega diz que as delações de Marcelo Odebrecht e outros delatores são peças de ficção, e diz que eles precisaram acusar autoridades para conseguirem fechar os acordos.
“Porque, para você conseguir uma delação, tem que entregar pessoas do alto escalão do governo. Um ou dois presidentes [da República] e um ou dois ministros. De certa forma é uma exigência. E aí fala do ministro sem provas. Porque não faz sentido essa questão do Refis.
E menos ainda R$ 50 milhões que diz que pedi num bilhetinho. Que bilhetinho? Mostra o bilhetinho! Ele tinha que montar uma história para dizer que tinha propina e inventou essa. Mas foi infeliz porque esse Refis foi feito para Deus e o mundo.”
Aos 68 anos, casado com Eliane, 56, que desde 2011 enfrenta tratamento contra um câncer no intestino, disse que tem medo de ser preso.
“Sim, tenho temor. Eu sou a principal pessoa que cuida da minha mulher, que dá sustentação psicológica para ela. Temo o que aconteceria com ela se eu fosse preso. Se você olhar as acusações, as provas, elas são frágeis, não se sustentam. Eu espero que a Justiça faça justiça.”
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