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Temer diz que seria “covardia” não tentar reeleição; aprovação do emedebista é de 4%

Por André Luis
Foto: Beto Barata / Presidência da República

Do Congresso em Foco

Em entrevista à revista IstoÉ, o presidente Michel Temer (MDB) afirmou que seria “covardia” não tentar a reeleição nas eleições de outubro. Na entrevista publicada nesta sexta-feira (23), o emedebista disse aos jornalistas Carlos José Marques, Sérgio Pardellas, Germano Oliveira e Rudolfo Lago que a ideia de concorrer à reeleição foi tomada no último mês, após o que classificou como “ataques morais” e “desconstrução” do que considera de seu legado no governo.

Quando chegou à presidência, em maio de 2016, Temer se comprometeu, em troca de apoio político e diante de uma base de sustentação instável, a não disputar a corrida presidencial. Agora, ele diz ser “natural que quem preside a Nação dispute a eleição”.

Temer afirmou ter ouvido de aliados que seria “covardia” não disputar a reeleição, afirmação com a qual concordou. O emedebista disse ainda que recuperou um país que estava quebrado, se orgulha de seu governo e irá se candidatar para defender suas ações . “Se eu não tiver uma tribuna o que vai acontecer é que os candidatos sairão e vão me bater. E eu vou ter que responder. Só que não vou ter tribuna.”

4% de aprovação

A admissão de Temer sobre uma campanha à reeleição vem na esteira da nova pesquisa Pulso Brasil do Barômetro Político Estadão-Ipsos, divulgada na manhã de hoje (sexta, 23). O índice de aprovação da atuação do emedebista está estacionada em menos de 5% há quase um ano. Na primeira pesquisa após o decreto de intervenção federal na área de segurança pública do Rio de Janeiro – que já definiu como uma “tacada de mestre” -, Temer não viu sua aprovação sequer oscilar, se mantendo nos mesmos 4% do mês anterior.

A última vez que Temer, que é alvo de quatro inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), dois deles temporariamente suspensos, registrou aprovação na casa dos dois dígitos foi em abril de 2017, quando tinha 10% na pesquisa Pulso Brasil. Para o presidente, os baixos índices de popularidade são resultado de uma “campanha difamatória” da qual foi alvo.

Questionado se não considerava a popularidade de apenas 6% um índice muito baixo para quem deseja se candidatar, o emedebista afirmou que “já dobrou 100%: de 3% para 6%”. “Agora, se aumentar de 6% para 9%, já aumenta 50%”, disse. Os índices citados pelo presidente são da última pesquisa CNI/Ibope, divulgada no fim do ano passado. Na tentativa de reverter o quadro, Temer deve visitar diversos estados para “realçar suas realizações” e tentar se aproximar do eleitor.

Para justificar os índices baixos, Temer cita a gravação que integra a delação premiada dos ex-executivos da JBS e assume uma personificação da Presidência da República. “A Presidência da República é uma coisa honrosa especialmente pelo que fizemos pelo país. Mas é muito desonroso a destruição da sua reputação moral. E isso foi o que tentaram”. Para ele, a tentativa de destruir essa moral influencia a impopularidade, uma vez que as pessoas “têm vergonha de dizer que apoiam”.

Segundo Temer, seu partido já trabalha em uma proposta para emplacar sua candidatura, com o “Ponte para o Futuro 2”, que está sendo elaborado com a ajuda de correligionários como Moreira Franco, intelectuais do MDB e a Fundação Ulysses Guimarães.

Para ele, o ideal para a eleição presidencial deste ano tivesse, no máximo “três ou quatro” candidatos na corrida presidencial, com “uma candidatura de centro, uma candidatura de extrema-direita, se for o caso, uma candidatura de esquerda”. Ele também aposta na sua habilidade de diálogo com o Congresso na empreitada à reeleição.

Outras Notícias

Preso acusado de homicídio em Afogados

Mais dois foram presos por tráfico ilícito de entorpecente e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito  A equipe da 167º Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira, com apoio de policiais civis da 20ª DESEC e da 13ª DEAM, bem como de policiais militares do 23ª BPM, cumpriu mandados de busca domiciliar […]

Mais dois foram presos por tráfico ilícito de entorpecente e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito 

A equipe da 167º Delegacia de Polícia de Afogados da Ingazeira, com apoio de policiais civis da 20ª DESEC e da 13ª DEAM, bem como de policiais militares do 23ª BPM, cumpriu mandados de busca domiciliar e de prisão preventiva em desfavor de JMSF, investigado pela prática do homicídio de Euden Gustavo Goes Silva, o Gugão, ocorrido em 25 de abril.

No episódio, segundo nota da Polícia Militar, no bairro São Brás, dois indivíduos em uma motocicleta chegaram na residência da vítima e efetuaram disparos de arma de fogo, o atingindo na cabeça, depois fugiram em uma moto com destino ignorado. Imagens da vítima circularam nas redes sociais.

O crime aconteceu na Travessa Janete Clair, Bairro São Brás, em Afogados da Ingazeira. Preliminarmente, o crime teria relação com o tráfico de drogas.  Ainda segundo a nota, Gustavo era ex-presidiário.

Na ocasião do cumprimento da ordem judicial foram encontradas duas armas de fogo, uma espingarda com o cano serrado e um revólver calibre 38, além de uma quantidade de maconha em uma das residências elencadas na decisão.

Dois indivíduos foram encaminhados à sede da Unidade Policial e lavrado Auto de Prisão em Flagrante Delito em desfavor de LHS e AJS, vulgo Recife, pela prática de tráfico ilícito de entorpecente e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Ao todo foram encaminhados para Audiência de Custódia dois indivíduos presos em flagrante e um alvo de prisão preventiva.

A coordenação da operação ficou a cargo do Delegado da 167ª CIRC – Afogados da Ingazeira, Lucas Carvalho Sampaio, com participação dos agentes e policiais civis Inário Rafael, Paulo Maychrovicz, Damião Canuto, Marcelo Alves e Marcelo Oliveira.

O fato e a foto: vereadores explicam protesto por água no Debate das Dez

Vereadores da Copap (Comissão Parlamentar do Pajeú) iniciaram um protesto fechando a entrada da empresa MRM responsável pelas obras da segunda etapa Adutora do Pajeú. Eles cobraram celeridade nas obras que promete acabar com o drama da crise hídrica que vive cidades como Iguaracy, Tuparetama, Ingazeira e São José do Egito. Uma comissão formada por Joel […]

Foto: André Luiz/Portal Pajeú Radioweb
Foto: André Luiz/Portal Pajeú Radioweb

Vereadores da Copap (Comissão Parlamentar do Pajeú) iniciaram um protesto fechando a entrada da empresa MRM responsável pelas obras da segunda etapa Adutora do Pajeú. Eles cobraram celeridade nas obras que promete acabar com o drama da crise hídrica que vive cidades como Iguaracy, Tuparetama, Ingazeira e São José do Egito.

Uma comissão formada por Joel Gomes, Sávio Pessoa e Tanta (Tuparetama), Antônio de Pádua e Djalma Nunes (Ingazeira) e Augusto Martins (Afogados da Ingazeira) esteve no Debate das Dez da Rádio Pajeú esclarecendo à população os motivos que os levaram a realizar o protesto e quais serão as próximas medidas adotas por eles.

Na semana passada o vereador Joel Gomes já tinha denunciado a situação nas estações elevatórias. Na de Afogados da Ingazeira, por exemplo, o transformador está a 15 dias no chão, sem ser instalado. Quanto à EE de Tabira, os cabos estão pendurados no poste e o restante não dá sinais de celeridade.

Os vereadores confirmaram que foram lá cobrar celeridade nas obras e se queixaram dos prazos que a todo o momento mudam. “Mais de 30 dias sem a população receber água. O compromisso era de maio pra junho chegar água da Adutora. A Compesa já resolveu a questão da energia investindo R$ 275 mil e a gente não tem nenhum compromisso de que dia vai chegar a água”, disse Sávio Pessoa.

Os vereadores informaram que o protesto foi encerrado  após encaminhamento que  caso dia 20 de novembro as obras não estejam concluídas, será realizado um novo e grande protesto, com maior representação, fechando a empresa e a PE 292, entre Afogados e Iguaracy.

Ouça o Debate na íntegra ouvindo o Portal Pajeú Radioweb, clicando aqui.

Quebra de sigilo sobre MasterGate continua nas mãos de Mendonça, que só libera o que quiser

Não é “libera geral”, como muita gente imaginou Ontem à noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte. Só que, primeiro, segundo o pedido do presidente, fica em sigilo o que não prejudicar as investigações para futuras operações […]

Não é “libera geral”, como muita gente imaginou

Ontem à noite, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, solicitou a retirada do sigilo das investigações do caso Master que tramitam na Corte.

Só que, primeiro, segundo o pedido do presidente, fica em sigilo o que não prejudicar as investigações para futuras operações sobre o caso.

Segundo, como relator, Mendonça é quem tem de por fim ao sigilo dos documentos envolvendo a investigação do caso Master. Por isso, o presidente do Supremo não determinou que se levante o sigilo, mas pediu que Mendonça o faça.

O define que parte do material deve seguir protegido, definindo a extensão do fim do sigilo. Ou seja, muito pouco ou quase nada muda.

Agora, sabe-se que Fachin e Mendonça combinaram a quebra seletiva, para dar uma falsa impressão de que a questão estava resolvida. Ele têm sido criticado por supostamente blindar Flávio Bolsonaro, que também apareceria nas investigações.

 

Coluna do Domingão

O incrível Lula A mais recente pesquisa Datafolha indica que o presidente Lula (PT) lidera com folga a corrida presidencial para 2026. Na sondagem espontânea — quando o eleitor responde em quem votaria sem que nomes sejam apresentados — o petista tem 20% das menções. Outros 1% responderam “no atual presidente” e mais 1% disseram […]

O incrível Lula

A mais recente pesquisa Datafolha indica que o presidente Lula (PT) lidera com folga a corrida presidencial para 2026.

Na sondagem espontânea — quando o eleitor responde em quem votaria sem que nomes sejam apresentados — o petista tem 20% das menções. Outros 1% responderam “no atual presidente” e mais 1% disseram “no PT” ou “no candidato do PT”. Bolsonaro, mesmo inelegível, aparece com 14%. Tarcísio de Freitas (Republicanos) é citado por 1%. A maioria, 52%, afirma não saber em quem votar.

No cenário estimulado sem Jair Bolsonaro, Lula aparece com 35% das intenções de voto. Em seguida, surge um bloco de nomes da direita: Tarcísio tem 15%, Pablo Marçal (PRTB) marca 11%, Ratinho Junior (PSD) tem 5%, Eduardo Leite (PSDB) e Romeu Zema (Novo) aparecem com 3% cada, e Ronaldo Caiado (União Brasil), 2%. Brancos, nulos e “nenhum” somam 16%, e 2% não souberam responder.

Quando a disputa é simulada entre Lula, Michelle Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, o petista se mantém à frente com 35%. Michelle atinge 15%, e Eduardo marca 11%. Ambos empatam tecnicamente, mas ficam distantes do ex-presidente. Marçal, Ratinho, Zema, Leite e Caiado permanecem entre 10% e 3%.

Entre eleitores que se declaram fortemente bolsonaristas, 41% votariam em Michelle em um cenário sem Tarcísio nem Eduardo. Caso o nome da vez fosse Eduardo, ele teria 30% desse grupo. Já Tarcísio, sem Michelle ou Eduardo na disputa, atrairia 40% dos bolsonaristas convictos.

Num cenário com Lula, Tarcísio e Marçal, o petista lidera com 43%, seguido por Tarcísio com 24%. Marçal aparece com 15% e ficaria fora de um eventual segundo turno.

Em outra simulação, com 36% das intenções de voto, Lula supera Bolsonaro (30%), Ciro Gomes (12%), Pablo Marçal (7%) e Eduardo Leite (5%).

Por fim, no confronto direto entre Lula e Jair Bolsonaro, o petista aparece com 36% e o ex-presidente, com 30%. Marçal tem 7%, Eduardo Leite 5% e os votos brancos e nulos somam 9%. Outros 2% não souberam responder.

O levantamento foi feito com 3.054 pessoas em 172 municípios, entre os dias 1º e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa mostra que o presidente voltou a crescer nas intenções de voto e parou de sangrar na avaliação de governo.

Lula venceria Jair Bolsonaro (PL) e também qualquer herdeiro político da direita.

A pesquisa vem na mesma semana em que a pesquisa Quaest mostrava um cenário de avaliação de governo mais preocupante com avaliação negativa de 56%. Ainda assim, também mostrou Lula batendo todos os seus adversários.

Agora, na avaliação do governo do Datafolha, Lula subiu de 24% para 29% de ótimo/bom, mas ainda é superado pelos que consideram sua gestão ruim ou péssima (38%). Ou seja: estancou a queda, mas ainda não virou o jogo completamente.

Segundo o Blog do Esmael, algumas explicações para o início da reversão do que se considera o fundo do poço: a leitura no Palácio do Planalto é de que a mudança na Secom, com Sidônio Palmeira no comando, começa a dar frutos.

A campanha “Brasil dando a volta por cima”, o aumento do salário mínimo, a promessa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil e os programas sociais voltaram à vitrine.

Mas nem tudo são flores. “A gente ainda não acertou a narrativa”, confessou o próprio Lula a senadores, segundo Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), relatou.

No Congresso, a base quer mais resultados e menos ruídos. E teme os efeitos econômicos das medidas protecionistas de Donald Trump, caso ele volte ao poder nos EUA.

De toda forma, impressiona a resiliência política do presidente de 79 anos. Em um momento, chegamos a nos perguntar se era o fim da era Lula. Poucos nomes da política nacional teriam capacidade de recuperação em um cenário tão adverso. De longe, não é o mesmo Lula dos governos anteriores por vários fatores. O mundo é outro. Mas é certo dizer que não há nenhum nome hoje no seu espectro político com essa capacidade de renascer mesmo no cenário mais adverso.

Cem dias

Os novos prefeitos, em linhas gerais, tem ocupado a imprensa para avaliação positiva dos cem dias, que terá marco temporal dia 10. Nomes como Flávio Marques (Tabira), Pollyana Abreu (Sertânia), Fredson Britto (São José do Egito), Aline Karina e Berg Gomes (Carnaíba) tem falado em avanços. A diferença é que os três primeiros questionam a herança dos antecessores Nicinha, Evandro Valadares e Ângelo Ferreira.  E os dois últimos, defendem o legado dos antecessores Adelmo Moura e Anchieta Patriota.

Defesa

Falando a Alberes Xavier, Anchieta Patriota defendeu o deputado estadual Diogo Moraes, também do PSB, com que mantém parceria política/eleitoral. “Diogo tem um mandato popular, em defesa de justiça social e dos direitos das pessoas. Tem forte atuação em nossa região e estamos fechados com ele.  Está preparado para ser o representante do Pajeú na Assembleia Legislativa”.

Debate

O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, faz avaliação dos cem dias do seu governo 2.0 quinta, dia 10, no Debate das Dez do programa Manhã Total. Claro, além da pauta administrativa, trata da pauta política e das articulações em torno de 2026 e 2028.

Amém?

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, também está em meio à multidão que segue o Frei Gilson, o religioso famoso por acordar milhões de pessoas às quatro da manhã para uma corrente de oração.  O curioso é que o Frei virou alvo da esquerda por orações que pediam pra Deus livrar o Brasil do petismo e do comunismo.

Desenha

Da série “vai entender”: o deputado estadual Izaías Régis, decidiu ficar no PSDB mesmo após Álvaro Porto passar a liderar a legenda. Jornalistas deram como certo que, ao ficar no PSDB,  ele ficaria com Álvaro. Mas, garante, vai continuar com a governadora Raquel Lyra. O parlamentar garantiu lealdade a ex-tucana. É a decisão do tipo “vivendo com o inimigo”. Como isso vai se sustentar?

Barbeiragem

Chega a impressionar o ato de improbidade da gestão Nicinha e Dinca, convocando aprovados em um concurso que não tinha mais validade, expirada em setembro de 2022. Agora, o promotor Rennan Fernandes notificou a gestão Flávio Marques que certamente vai ter que cancelar os atos. E Nicinha, deverá responder pelo ato de improbidade.

Sem Lula

Segundo o Datafolha, Ciro Gomes (PDT) aparece na frente com 19% das intenções de voto, seguido pelo atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 16%, e por Fernando Haddad (PT), que comanda no momento o Ministério da Fazenda – com 15% das intenções de voto.

Colado

Pré-candidato a Deputado Estadual, o prefeito Adelmo Moura (PSB) colou ao lado de nomes como Sandrinho Palmeira e Mayco da Farmácia do prefeito e Pré-candidato ao governo, João Campos.  Adelmo sabe que precisa de espaços inclusive no Recife para ter chances de ficar com uma das vagas à ALEPE.

Trunfos

Socialistas vibraram com a presença de Álvaro Porto no Congresso do PSB em Recife.  Também acharam bom ver Teresa Leitão desejando sucesso a Sileno Guedes, reconduzido à presidência do PSB de Pernambuco, e a João Campos, que assumirá a presidência nacional da legenda. Acreditam que podem juntar petistas e tucanos no mesmo palanque.

O esquema

Segundo a Polícia Civil, Cacique Marcos teria direcionado concorrências para retribuir o apoio financeiro recebido durante a campanha de 2020. Cacique era Secretário do antecessor aliado, Bal de Mimoso.  “No período investigado, de janeiro de 2021 até setembro de 2022, 15 certames foram fraudados, gerando um dano ao patrimônio público de R$ 15,7 milhões”, afirmou o delegado Jeová Miguel, da Delegacia de Combate à Corrupção de Caruaru.

A interina

Tem 41 anos, é do PT e com história no movimento sindical a prefeita interina Cilene Martins de Lima, a Cilene do Sindicato. Aliada de nomes como Carlos Veras, ainda não se manifestou sobre o período de interinidade. A dúvida sempre é se espera o desfecho ou se já dá sua cara ao governo.

E como fica?

A regra é clara: se os crimes tiverem relação exclusiva com as eleições de 2020 e Cacique Marcos for condenado, Cilene assume definitivamente a gestão.  Se houver ramificação e interferência nas eleições de 2024 na esfera eleitoral, além da ação civil, se condenados, cai a chapa toda e são convocadas novas eleições.  Até lá, o presidente da Câmara, hoje Guila Araújo, assume. Mas o cenário é tido como absolutamente incerto.

Frase da semana:

“Tenho certeza que a união que vai tirar Pernambuco do atraso vai começar hoje aqui”.

De Álvaro Porto, do PSDB, mordido com Raquel Lyra, no Congresso do PSB, em Recife.

Arcoverde e Camaragibe também proíbem fogueiras no período junino

No uso de suas atribuições legais, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, torna público através do Decreto n° 257/2020, de 10/06/2020, a proibição no município do acendimento de fogueiras e queima ou comercialização de fogos de artifício, em locais públicos ou privados, enquanto perdurar a situação de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19. A proibição […]

No uso de suas atribuições legais, a prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, torna público através do Decreto n° 257/2020, de 10/06/2020, a proibição no município do acendimento de fogueiras e queima ou comercialização de fogos de artifício, em locais públicos ou privados, enquanto perdurar a situação de calamidade pública decorrente da pandemia da Covid-19.

A proibição do acendimento de fogueiras e queima ou comercialização de fogos de artifício em Arcoverde acata à Recomendação PGJ n° 29/2020, do Ministério Público de Pernambuco – MPPE, direcionada aos prefeitos municipais do Estado de Pernambuco, com o intuito dar conhecimento à população em geral, a fim de possibilitar ao cidadão denunciar ao Promotor de Justiça local e demais órgãos de fiscalização a respeito de eventual descumprimento.

A Recomendação também considera que a tradição junina de acender fogueiras e queimar fogos de artifício naturalmente provoca aglomerações, comprometendo a eficácia do isolamento social como medida de contenção da pandemia, além de elevar os riscos de problemas respiratórios e de acidentes, podendo agravar a superlotação da rede hospitalar disponível.

Em Camaragibe, a prefeitura também atendeu o vereador Paulo André, que fez um pedido para que fosse proibida a queima de fogueiras e de fogos de artifício no período junino. Paulo André informou que o motivo do pedido se diz pelo fato da fumaça provocada pela queima das toras de madeiras e dos fogos e é prejudicial a saúde das pessoas, durante esse período de pandemia do novo coronavírus.

A Covid-19 atinge o sistema respiratório, e um dos principais sintomas é a falta de ar, além de tosse que pode ser agravada com a inalação de fumaças. Com o intuito de prevenir a saúde dos camaragibenses, o vereador pediu para que esse ano não tenha a tradicional queima das fogueiras juninas.