Tarifa branca barateia conta de luz a partir de hoje
Por Nill Júnior
A partir de hoje (1º/1) uma nova modalidade tarifária de energia elétrica estará disponível para consumidores com média mensal superior a 500 quilowatt/hora (kWh) e para novas ligações.
É a tarifa branca, que mostra a variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo e será oferecida para unidades consumidoras que atendidas em baixa tensão, como residências e pequenos comércios.
Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todas as distribuidoras do país deverão atender aos pedidos de adesão à tarifa branca das novas ligações e dos consumidores com média mensal superior a 500 kWh.
A tarifa branca dá ao consumidor a possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana em que a energia elétrica é consumida. Se o consumidor usar a energia elétrica nos períodos de menor demanda, como pela manhã, início da tarde e de madrugada, por exemplo, o valor pago pela energia consumida será menor.
Se o consumidor, porém, achar que a tarifa branca não apresenta vantagem, ele pode solicitar sua volta à tarifa convencional. A distribuidora terá 30 dias para atender o pedido.
Todavia, se voltar à tarifa branca, o consumidor terá um período de carência de 180 dias. Por isso, é importante que, antes de optar pela tarifa branca, o consumidor examine seu perfil de consumo para ver qual tarifa lhe atende melhor.
De acordo com a Aneel a tarifa branca não é recomendada para quem concentra o consumo nos períodos de ponta e intermediário porque o valor da fatura pode subir.
Para ter certeza do seu perfil, o consumidor deve comparar suas contas com a aplicação das duas tarifas. Isso é possível por meio de simulação com base nos hábitos de consumo e equipamentos.
A tarifa branca não se aplica aos consumidores residenciais classificados como baixa renda, beneficiários de descontos previstos em Lei, e à iluminação pública.
Para mais informações sobre a tarifa branca, o consumidor pode consultar o site da Aneel.
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de Flores, Monsenhor João Carlos Acioly Paz criticou a falta de ação de políticos no Estado e região sobre questão pontuais que tem estado presentes na pauta do Pajeú. Foi ao falar das metas da Campanha da Fraternidade 2015 na sua Paróquia e na Diocese. “Estamos aí numa […]
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de Flores, Monsenhor João Carlos Acioly Paz criticou a falta de ação de políticos no Estado e região sobre questão pontuais que tem estado presentes na pauta do Pajeú. Foi ao falar das metas da Campanha da Fraternidade 2015 na sua Paróquia e na Diocese.
“Estamos aí numa situação de estrada precária daqui pra Sertânia (PE 292), a situação da saúde não é boa, na educação as coisas estão mais paradas. Esse é momento para refletir e convidar nossa classe política para olhar os mais pobres”, cobrou.
Sem citar nomes, o sacerdote criticou políticos que tem tido um discurso e na prática agem diferente na defesa da comunidade. “Quem tem discurso adiantado e progressista una isso a uma prática mais eficaz para o povo. Devem servir à comunidade. Quem ganha melhor nesse país são os políticos”, desabafou.
Segundo ele, o período da quaresma é penitencial mas também de nos voltarmos para melhorar serviços básicos em diversas áreas como educação, saúde e segurança. “Em Flores são tantos assaltos a supermercados, mas pouquíssimos policiais. Um município daquele coberto com apenas quatro policiais”, denuncia.
A troca de declarações tendo como pano de fundo a administração de Luciano Duque em Serra Talhada é só um exemplo simples de como será complexo o desafio de unir o grupo das lideranças que fazem oposição a Luciano Duque, que, mesmo enfrento dificuldades e pressões, podse ser beneficiado pelo jogo de egos de alguns […]
A troca de declarações tendo como pano de fundo a administração de Luciano Duque em Serra Talhada é só um exemplo simples de como será complexo o desafio de unir o grupo das lideranças que fazem oposição a Luciano Duque, que, mesmo enfrento dificuldades e pressões, podse ser beneficiado pelo jogo de egos de alguns nomes do palanque adversário.
O capítulo da vez começou com uma declaração do pré-candidato Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião Oliveira, Secretário de Transportes, que tirou das costas de Duque parte do peso das dificuldades gerenciais na Capital do Xaxado. Para o advogado, a culpa é do PT em nível nacional e do governo Dilma.
Outro pré-candidato, o doutor Francisco Anselmo, conhecido por Dr. Nena disse entender a crise que toma o país, mas divergiu de Oliveira ao afirmar que, apesar disso, há problemas caracterítsticos da gestão Duque, que poderiam ser enfrentados.
“Mesmo diante do caótico quadro da saúde, em que estamos vivendo, ele em um bairro da periferia prometeu instalar um mini-hospital. Como?” – reclamou ao Caderno 1.
Já o ex-prefeito Carlos Evandro lamentou a declaração do advogado Waldemar. Neste governo não estamos vendo nada ser feito”, criticou Carlos.
Números disponibilizados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio do Portal da Transparência, mostram que os gastos públicos com apresentações artísticas nos municípios pernambucanos ultrapassaram a marca de R$ 819 milhões entre 2024 e 2026. A informação é do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Escada, a partir de informações do MPPE. Na […]
Números disponibilizados pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio do Portal da Transparência, mostram que os gastos públicos com apresentações artísticas nos municípios pernambucanos ultrapassaram a marca de R$ 819 milhões entre 2024 e 2026.
A informação é do Sindicato dos Professores da Rede Municipal de Escada, a partir de informações do MPPE.
Na liderança estão os dois principais municípios do Interior: Caruaru (no Agreste) e Petrolina (no Sertão). O que chama a atenção é que ambos estão muito à frente da capital, Recife.
No total, o levantamento contabiliza 17.093 apresentações e 9.443 contratações de artistas ao longo do triênio:
O montante refere-se apenas aos cachês artísticos. Custos com infraestrutura — como palco, som, iluminação, decoração, fogos de artifício e publicidade — não estão incluídos nestes valores. Ou seja, a conta passa fácil de R$ 1,5 bilhão.
Tecnologia criada inicialmente para o saneamento básico pode superar gargalos hídricos do Sertão para a criação de novos arranjos produtivos bioeconômicos através da planta e seu reflorestamento dentro do estado De hoje (10) até quarta-feira (12), engenheiros do Instituto Nacional do Semiárido (Insa) visitam Pernambuco para participarem de atividades pedagógicas e práticas no Sertão do […]
Sistema de Tratamento comunitário de água de esgoto para o reuso agrícola a ser instalado na escola em Ibimirim. Foto: Felipe Lavorato/INSA
Tecnologia criada inicialmente para o saneamento básico pode superar gargalos hídricos do Sertão para a criação de novos arranjos produtivos bioeconômicos através da planta e seu reflorestamento dentro do estado
De hoje (10) até quarta-feira (12), engenheiros do Instituto Nacional do Semiárido (Insa) visitam Pernambuco para participarem de atividades pedagógicas e práticas no Sertão do Moxotó, região do bioma Caatinga. Os especialistas promoverão uma oficina sobre tratamento comunitário de água de esgoto para o reuso agrícola. Na sequência, a partir da água usada na cozinha de uma escola em Ibimirim, será implantado no local o sistema de tratamento dessa água para ser usada na irrigação do cultivo de umbu a fim de potencializar a criação de novas cadeias produtivas bioeconômicas através do reflorestamento de plantas nativas no estado.
Propriedades nutricionais, alimentares e farmacológicas do umbuzeiro, comprovadas pelo departamento de Bioquímica da UFPE, têm trazido a possibilidade da criação de arranjos produtivos a partir dos agricultores familiares. Com o umbu, após beneficiado, pode-se fazer até cerveja. E, nesta perspectiva, centenas de mudas de umbu foram distribuídas pelo Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA) no Moxotó há poucos dias. 600 já foram plantadas na Serra do Giz, em Afogados da Ingazeira, na última semana. Além dessas mudas, o IPA já semeou mais 1,8 mil para novas doações em outros cidades e já há outras 2 mil sendo semeadas.
A iniciativa é da Rede Nacional de Pesquisadores (Ecolume), financiada pelo CNPq e liderada pela coordenadora do Laboratório de Mudança do Clima do IPA, Francis Lacerda. O Ecolume atua em busca da segurança alimentar, energética e hídrica como forma de enfrentamento aos efeitos da alteração climática no bioma Caatinga. O Insa é uma das instituições parceiras, assim como a UFPE e a escola Serta em Ibimirim. O Insa tem atuado na questão hídrica no semiárido. “É um prazer ser parceiro desta rede que busca sustentabilidade socioambiental da região, sobretudo no âmbito da agricultura familiar”, diz Salomão Medeiros, diretor-geral do Insa.
Mateus Mayer, um dos engenheiros do Insa e responsável pelo sistema hídrico de tratamento comunitário para reuso agrícola a ser instalado no Serta, antecipa que ele terá capacidade de tratar até 5 mil litros da água do escoto da escola por dia, deixando-a qualificada para fins de irrigação nas proximidades. “A tecnologia usada é um sistema combinado de tranque céptico, reator Uasb e de lagoas de polímeros. Com ele, preservamos os nutrientes da água para as plantas e eliminamos os patógenos e uma grande quantidade de matérias orgânicas que as prejudicariam”, explica.
“Ao invés de desperdiçar a água usada na cozinha e refeitório da nossa escola de Agroecologia, será transformada com a tecnologia e reusada em nossos canteiros pedagógicos pela irrigação por gotejamento. Assim potencializa o cultivo de umbu e de outras plantas nativas da Caatinga”, diz o coordenador do Serta, Sebastião Alves. A iniciativa evidencia todo o ciclo virtuoso do uso da água e a relevância de um modelo pertinente para o saneamento básico rural adaptado com as condições semiáridas.
Através dessa tecnologia do Insa, a água, que é um bem hídrico valioso para as populações sertanejas, pode-se potencializar o plantio do umbu e outras espécies nativas com potencialidades bioeconômicas na região.
“O recaatingamento do Bioma poderá contribuir na distribuição de renda para pequenos agricultores através da preservação e beneficiamento da planta em forma de diversos produtos, como alimentos e bebidas”, conta Francis. Ademais, diz a pesquisadora, ao recuperar a cobertura vegetal da Caatinga, ocorre outro processo virtuoso, o hidrológico, ocorrendo através da manutenção da umidade do solo e a sua evapotranspiração pelas plantas para atmosfera, contribuindo no microclima da localidade. A pesquisadora lembra também que as plantas usam gás carbônico para realizar a fotossíntese, contribuindo assim na absorção do CO² do ar e ajudando na redução do efeito estufa do planeta, diminuindo o aquecimento global.
O Governo Federal promoverá nesta segunda-feira (21/12), em Floresta (PE), visita técnica à segunda Estação de Bombeamento (EBV-2) do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, direcionada aos jornalistas interessados em conhecer a obra. Durante o evento, as equipes de reportagem conhecerão de perto o ciclo de funcionamento da EB e seus […]
O Governo Federal promoverá nesta segunda-feira (21/12), em Floresta (PE), visita técnica à segunda Estação de Bombeamento (EBV-2) do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco, direcionada aos jornalistas interessados em conhecer a obra.
Durante o evento, as equipes de reportagem conhecerão de perto o ciclo de funcionamento da EB e seus componentes. As equipes poderão realizar imagens em todos os pontos, com o acompanhamento de um técnico do Ministério da Integração Nacional (MI).
O Governo Federal entregará a EBV-2 na terça-feira (22/12), com o acionamento de uma motobomba, com a presença da Presidenta Dilma Roussef.
As estações de bombeamento são responsáveis por impulsionar a água de um terreno mais baixo para outro mais alto. Com o funcionamento da estrutura, a água do Rio São Francisco avançará até o reservatório Mandantes, o terceiro do Eixo Leste, percorrendo 32,4 quilômetros.
Você precisa fazer login para comentar.