Tabira sem representação em reunião sobre Barragem
Por Nill Júnior
A cidade de Tabira foi a única sem representação formal das que tem populações atingidas pela falta de luz e acesso à Barragem da Ingazeira.
A Prefeita Nicinha Melo, não foi à reunião no DNOCS e nem enviou representante.
De acordo com sua assessoria de imprensa, “Dona Nicinha não foi pois tinha outros compromissos já pré agendados, mas houve comunicação prévia ao DNOCS sobre as necessidades de Tabira”.
Segundo informações do MP, inclusive, o maior número de famílias atingidas é de Tabira.
Participaram do encontro o Presidente do CIMPAJEÚ e prefeito da Ingazeira, Luciano Torres, Paulo Jucá (São José do Egito), Joel Gomes e Winicius Torres (Tuparetama) Juarez Ferreira e Gustavo Veras (Ingazeira), o advogado Roberto Morais e o engenheiro do DNOCS Marcos César.
A representação de políticos da área da Barragem da Ingazeira se reuniu com o coordenador do DNOCS em Pernambuco, Coronel Edilson Monteiro buscando soluções para o problema elétrico e de acesso da área. Já são dez dias com cerca de 50 famílias sem energia elétrica e mais tempo sem acesso.
Pesquisa PoderData realizada de 19 a 21 de junho de 2022 mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou a vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de 2º turno. O petista tem 52% das intenções de voto, contra 35% do atual presidente. A distância é de 17 pontos percentuais. Essa é […]
Pesquisa PoderData realizada de 19 a 21 de junho de 2022 mostra que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou a vantagem sobre Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa de 2º turno. O petista tem 52% das intenções de voto, contra 35% do atual presidente. A distância é de 17 pontos percentuais.
Essa é a 1ª vez em 4 meses que a diferença de Lula para o chefe do Executivo cresceu fora da margem de erro de 2 pontos. Na rodada de 13 a 15 de fevereiro, o ex-presidente tinha 50% das intenções e Bolsonaro, 35%. A partir daí, a distância vinha sendo encurtada –chegou ao mínimo de 9 p.p. nas rodadas de 10 a 12 de abril e 24 a 26 de abril. As informações são do Poder360.
No levantamento anterior do PoderData, Lula (50%) e Bolsonaro (40%) estavam a 10 pontos de distância. O atual presidente caiu 5 pontos percentuais nos últimos 15 dias. A diferença máxima entre os 2 pré-candidatos foi registrada na rodada feita do final de agosto ao início de setembro de 2021, quando estava em 25 p.p.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 19 a 21 de junho de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.000 entrevistas em 302 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-07003/2022.
Para chegar a 3.000 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, são mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
1º TURNO
O cenário para o 1º turno permaneceu estável, registrando oscilações na margem de erro de 2 pontos percentuais. Hoje, Lula tem 44% das intenções. Bolsonaro pontua 34%. Em relação à rodada de 5 a 7 de junho, o petista variou 1 ponto para cima, enquanto o chefe do Executivo oscilou 1 p.p para baixo.
Passado quase 1 mês da desistência do ex-governador João Doria (PSDB) da corrida presidencial, o quadro geral indica efeito nulo para tracionar as pré-candidaturas de 3ª via. Ciro Gomes (PDT) manteve 6% dos votos. André Janones (Avante) marcou 2%. Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (União Brasil) e José Maria Eymael (DC) tiveram 1% cada.
Luiz Felipe d’Avila (Novo), Sofia Manzano (PCB), Pablo Marçal (Pros), Leonardo Péricles (UP) e Vera Lúcia (PSTU) não somaram menções suficientes para pontuar. Brancos e nulos são 5%, e 4% não souberam responder.
Com 44%, o petista tem 1 ponto percentual a menos do que todos os demais candidatos somados (45%), segundo o PoderData. Embora haja um empate técnico, a margem indica que o ex-presidente fica mais próximo de poder faturar a eleição no 1º turno.
Uma vitória direta em 2 de outubro exige ao menos 50% mais 1 dos votos válidos –ou seja, os que são dados aos candidatos. Votos em branco ou nulos não são considerados nessa conta.
ESTRATIFICAÇÃO
O desempenho de Lula no 1º turno é melhor na faixa etária de 16 a 24 anos (46%), entre o público feminino (49%) e com quem recebe até 2 salários mínimos (47%). Bolsonaro pontua mais entre os homens (43%), os que têm de 45 a 59 anos (38%) e os que cursaram até o ensino médio (39%). No recorte por região, o petista lidera com larga vantagem no Nordeste (58% a 25%). No Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, os 2 estão empatados tecnicamente.
No recorte por região, o petista lidera com larga vantagem no Nordeste (58% a 25%). No Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, os 2 estão empatados tecnicamente.
As autoridades indonésias anunciaram nesta terça-feira (13) ter recuperado a caixa-preta com os registros de voz da cabine do avião da AirAsia, que caiu no Mar de Java há duas semanas com 162 pessoas a bordo. “A caixa com os registros de voz foi encontrada e retirada do mar”, disse um responsável envolvido nas buscas, […]
As autoridades indonésias anunciaram nesta terça-feira (13) ter recuperado a caixa-preta com os registros de voz da cabine do avião da AirAsia, que caiu no Mar de Java há duas semanas com 162 pessoas a bordo.
“A caixa com os registros de voz foi encontrada e retirada do mar”, disse um responsável envolvido nas buscas, que pediu anonimato.
A caixa-preta com os registros do voo foi recuperada pelos mergulhadores nessa segunda-feira (12).
O Airbus A320-200 da companhia malaia de baixo custo decolou, em 28 de dezembro, da cidade indonésia de Surabaia com destino a Cingapura, onde deveria ter chegado cerca de duas horas depois, mas caiu no Mar de Java, com 162 pessoas a bordo, cerca de 40 minutos após a decolagem.
A presidente Dilma Rousseff fez na tarde desta segunda-feira (14) um balanço da Copa do Mundo e aproveitou para mandar mais recados para a seleção brasileira. “Dizíamos que teríamos a Copa das Copas e tivemos a Copa das Copas”, disse a presidente durante pronunciamento no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) nacional da Copa, […]
A presidente Dilma Rousseff fez na tarde desta segunda-feira (14) um balanço da Copa do Mundo e aproveitou para mandar mais recados para a seleção brasileira.
“Dizíamos que teríamos a Copa das Copas e tivemos a Copa das Copas”, disse a presidente durante pronunciamento no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) nacional da Copa, ao lado de 16 ministros, em Brasília.
“Tivemos um problema que foi a nossa partida, o nosso jogo contra a Alemanha, no entanto eu acredito que tudo na vida é superação”, disse a presidente ao relembrar a letra do samba de Paulo Vanzolini que diz “levante, sacode a poeira e dá a volta por cima”. Após a derrota da seleção brasileira para a alemã por sete a um, na semifinal, a presidente já havia usado a letra do samba para mandar uma mensagem para os jogadores e torcedores, por meio do Twitter. “Um provérbio chinês diz que a derrota é mãe de todas as vitorias”, continuou a presidente.
“Isso demonstra que o Brasil mostrou uma grande dignidade ao ter esse revés em um jogo. Mostrou que tem dignidade, e é preciso inclusive atitude para saber perder. O povo brasileiro demonstrou isso, que era capaz de não só fazer a Copa das Copas mas enfrentar o desafio do que aconteceu de cabeça erguida”, afirmou Dilma.
A presidente comemorou os resultados, que seriam apresentados a seguir, e agradeceu o povo brasileiro pela ajuda na realização do Mundial.
“Fizemos uma festa fantástica e o povo brasileiro mostrou sua capacidade de bem receber”, disse a presidente.
“Somos um país que demonstrou sua capacidade de organização. Vocês sabem que os vatícinios, os prognósticos que se fazia sobre a copa, eram os mais terríveis possível. Iam de não vai ter Copa até ‘teremos a Copa do caos’. Derrotamos sem duvida essa previsão pessimista e com a ajuda do povo brasileiro fizemos a Copa das Copas”, disse a presidente.
Dilma ainda lembrou que antes do Mundial recebeu dezenas de mensagens de líderes religiosos do mundo todo, e que a Copa foi o Mundial que marcou o combate ao racismo e a qualquer tipo de discriminação. (Uol)
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira oficializou ontem (27) a disciplina “Poesia Popular, Repente e Cordel”, na grade curricular da rede municipal de ensino. O anúncio foi feito pelo Prefeito Sandrinho Palmeira, durante solenidade no CS eventos, em Brotas. Em um verdadeiro encontro de poetas, com as presenças de Dedé Monteiro, Diomedes Mariano, Antônio José, […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira oficializou ontem (27) a disciplina “Poesia Popular, Repente e Cordel”, na grade curricular da rede municipal de ensino. O anúncio foi feito pelo Prefeito Sandrinho Palmeira, durante solenidade no CS eventos, em Brotas.
Em um verdadeiro encontro de poetas, com as presenças de Dedé Monteiro, Diomedes Mariano, Antônio José, Alexandre Moraes, Elenilda Amaral, dentre outros, o evento reuniu gestores e gestoras das escolas da rede municipal de ensino.
A disciplina entra na grade de ensino após aprovação do Projeto de Lei N° 1.175/2026, de 19 de fevereiro de 2026, na Câmara de Vereadores do município, e será aplicada do 6° ao 9° ano do Ensino Fundamental II, de forma gradativa pelo 6° e 7° ano.
A disciplina será ensinada por professores de formação e também por professores que também são poetas, como Elenida Amaral e Erivoneide Amaral. A coletânea de livros que será trabalhada nas salas de aula é de autoria dos poetas Vinícius Gregório e Lindoaldo Campos.
A disciplina tem a proposta de valorizar a cultura popular nordestina, desenvolver a leitura, escrita e oralidade. E também integrar a educação com as práticas culturais do Sertão do Pajeú.
“Esse é um momento histórico para Afogados da Ingazeira. A implementação, em sala de aula, de uma das nossas maiores tradições culturais, a essência poética do Pajeú. Valorizando e perpetuando a nossa cultura e despertando novos valores poéticos,” afirmou Sandrinho.
A cerimônia contou com as presenças da Secretária de Educação, Wivianne Fonseca, sua adjunta, Aparecida Teotônio, vereador César Tenório, além de diversos outros poetas e poetisas de Afogados e da região.
G1 Quatro dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram a favor de limitar somente para atos ligados ao cargo o chamado foro privilegiado, direito que parlamentares e ministros têm de serem investigados e processados criminalmente apenas na Corte. O julgamento, porém, foi interrompido nesta quinta-feira (1º) pelo ministro Alexandre de Moraes, que pediu […]
Quatro dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votaram a favor de limitar somente para atos ligados ao cargo o chamado foro privilegiado, direito que parlamentares e ministros têm de serem investigados e processados criminalmente apenas na Corte.
O julgamento, porém, foi interrompido nesta quinta-feira (1º) pelo ministro Alexandre de Moraes, que pediu mais tempo para analisar o assunto. Não há data para a continuidade do julgamento e uma decisão final do STF que venha a mudar a atual regra.
Até a interrupção, já haviam votado pela restrição do foro os ministros Luís Roberto Barroso (relator do caso), Marco Aurélio Mello, Rosa Weber e Cármen Lúcia. A alteração da regra depende de ao menos seis votos dentre os 11 ministros.
Ainda faltam votar, além de Moraes, os ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello.
Atualmente, qualquer ocupante de cargo de ministro no governo ou mandato parlamentar só pode ser investigado ou processado criminalmente no STF, por atos que tenha praticado em qualquer tempo, mesmo se não relacionados ao cargo.
A proposta em discussão no STF limita o foro somente para os casos em que os fatos investigados estejam diretamente relacionados ao exercício do cargo ocupado pela autoridade e que tenha ocorrido durante o mandato.
Relator da proposta, o ministro Luís Roberto Barroso disse que, com essa nova regra, mais de 90% dos processos e inquéritos sobre políticos atualmente em trâmite no STF seriam enviados a instâncias inferiores.
Relator do processo, Luís Roberto Barroso, que votou nesta quarta, voltou a defender nesta quinta o limite ao foro. Para ele, a mudança não deve ocorrer por uma suposta ineficiência do STF, mas por uma questão de princípio.
“Se alguém tem proteção do foro por prerrogativas fora das situações em que esteja desempenhando função pública, aí passa a ser um privilégio pessoal”, disse o ministro.
Depois, disse que, se o foro privilegiado não fizesse diferença na vida dos investigados, não haveria disputa por cargos no governo para obter o direito.
“Se não fizesse diferença, se não assegurasse impunidade, não haveria disputa por cargos. Manter a jurisdição no Supremo é benção, a meu ver com acerto, porque supõe-se que vai haver mais celeridade na primeira instância. Não há argumento capaz de desfazer realidade óbvia que, por lei, medida provisória, se quer assegurar foro no Supremo e há de haver alguma razão para isso”, afirmou.
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