Os professores da rede Municipal de Tabira fizeram um protesto em frente ao prédio da prefeitura, na sexta-feira (11).
A categoria cobra uma série de reivindicações a exemplo de reajuste do piso salarial, autorizado pelo governo federal em 33,24%.
A comissão não foi recebida nem na Secretaria de Educação, nem por algum integrante do governo municipal, apenas vários homens da Guarda Municipal que estavam em frente ao prédio do poder executivo promovendo a segurança.
As manifestações foram pacificas e com palavras de ordem, como: “Queremos nosso direito!”, “Cadê a Prefeita?” e “Fora Miguelito!”, em alusão ao contador do município chamado Miguelito.
Antes da parada em frente a prefeitura, os professores percorreram as principais ruas da cidade em carreata.
Em assembleia que acontece ainda na manhã desta sexta-feira, na Câmara Municipal de Vereadores, a categoria irá deliberar os novos passos a serem seguidos. A informação de greve ainda não foi confirmada, no entanto, não está descartada.
A Coordenadora Geral do Sindicato Único dos Profissionais do Magistério Público das Redes Municipais de Ensino no Estado de Pernambuco – SINDUPROM, Dinalva Lima Pereira Vieira de Mello, informou ao Blog Tabira Hoje que uma nova reunião foi marcada com o governo Nicinha Dinca para a próxima terça-feira (15).
Por Bela Megale/Jornal O Globo A ordem é minimizar, mas, em reservado, aliados de Jair Bolsonaro — de dentro e de fora do Congresso — afirmam que se assustaram com o tamanho das manifestações realizadas em diversas cidades do Brasil contra a PEC da Blindagem e a anistia neste domingo (21). O projeto aprovado na […]
A ordem é minimizar, mas, em reservado, aliados de Jair Bolsonaro — de dentro e de fora do Congresso — afirmam que se assustaram com o tamanho das manifestações realizadas em diversas cidades do Brasil contra a PEC da Blindagem e a anistia neste domingo (21). O projeto aprovado na Câmara dificulta a abertura de ações penais contra parlamentares e é um retrocesso de mais de 20 anos na legislação.
O local que mais impressionou os bolsonaristas foi a Avenida Paulista, em São Paulo. A imagem de milhares de manifestantes nas ruas foi apontada como “similar” aos atos realizados pela direita em defesa do ex-presidente e causa preocupação por confrontar o argumento de que a esquerda não teria capacidade de mobilização.
Aliados do capitão reformado apontam que, com a PEC da Blindagem, os parlamentares do PL que votaram em peso pela aprovação da medida “empurram para o colo” da esquerda e do governo Lula a pauta anticorrupção, que acreditavam ter o monopólio.
Os dados do Monitor do Debate Político, da USP, mostra que o ato deste domingo na Avenida Paulista reuniu 42.379 pessoas. Visualmente, a manifestação preencheu ao menos três quarteirões da avenida no meio da tarde. Ao comparar os números de público do mesmo monitor da USP, a presença é semelhante à do último ato realizado por bolsonaristas no local, em 7 de setembro, que levou 42,2 mil pessoas à avenida e foi considerado um sucesso de público pelas lideranças bolsonaristas.
O fato da urgência do projeto de anistia aos golpistas de 8 de janeiro — que também busca beneficiar Bolsonaro — ter sido aprovada na Câmara dos Deputados no dia seguinte à PEC da Blindagem passou a ser criticado pelos aliados do ex-presidente, que veem dificuldades para a pauta avançar, ainda mais diante das mobilizações populares deste domingo (21).
Integrantes do governo Lula celebraram o resultado das manifestações, como o advogado-geral da União, Jorge Messias. “Neste domingo, o Brasil voltou a mostrar ao mundo a força de sua democracia. As ruas de várias grandes cidades se encheram em defesa soberana de nossas conquistas democráticas. O povo expressou sua posição firme pela integridade do nosso Estado Constitucional. Com paz no coração e serenidade, nosso povo desenhou, nas praças e avenidas, o mapa de suas esperanças e as prioridades que espera de seus representantes. Seguiremos juntos, com coragem e, cada vez mais, esperança! A democracia é sempre caminho e nunca ponto de chegada. Temos muito a construir”, escreveu o ministro nas redes sociais.
Congresso em Foco Há um mês fora do governo de Jair Bolsonaro, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo fez um desabafo no Twitter neste sábado (1°) com críticas ao que, segundo ele, se tornou o governo de Jair Bolsonaro. “Um governo popular, audaz e visionário foi-se transformando numa administração tecnocrática sem alma nem ideal. Penhoraram o […]
Há um mês fora do governo de Jair Bolsonaro, o ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo fez um desabafo no Twitter neste sábado (1°) com críticas ao que, segundo ele, se tornou o governo de Jair Bolsonaro.
“Um governo popular, audaz e visionário foi-se transformando numa administração tecnocrática sem alma nem ideal. Penhoraram o coração do povo ao sistema. O projeto de construir uma grande nação minguou no projeto de construir uma base parlamentar”, afirma.
Ernesto deixou o comando do Itamaraty em 29 de março, após semanas de pressão pela sua demissão e de críticas à forma como conduzia o ministério em meio ao agravamento da pandemia de covid-19. “Já vai tarde”, comemoraram parlamentares quando a demissão foi confirmada.
Na rede social, Ernesto afirma que assistiu angustiado e inconformado ao processo de transformação do governo Bolsonaro em uma administração “sem alma nem ideal”, também em alusão às alianças com o Centrão no Congresso Nacional.
Com camisas e cartazes em apoio à presidente Dilma Rousseff e em defesa dos direitos trabalhistas, diversos movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda realizam uma manifestação na tarde desta quinta-feira (20). O ponto de concentração dos manifestantes foi na Praça do Derby, na área central do Recife. O ato segue em direção à Praça […]
Com camisas e cartazes em apoio à presidente Dilma Rousseff e em defesa dos direitos trabalhistas, diversos movimentos sociais, estudantis e partidos de esquerda realizam uma manifestação na tarde desta quinta-feira (20).
O ponto de concentração dos manifestantes foi na Praça do Derby, na área central do Recife. O ato segue em direção à Praça da Independência, no Centro.
As manifestações acontecem em todo o País e é uma resposta à onda de protestos que aconteceram no último domingo (16) contra o governo. Nesta quinta, muitos militantes estão com camisas pedindo o retorno do ex-presidente Lula à presidência em 2018.
A deputada estadual Teresa Leitão, presidente do PT no Estado, afirmou que a oposição se encontra sem rumo e que não faz sentido um eventual impeachment de Dilma. “Um pedido de renúncia é ridículo”, disse. Um grupo também levou cartazes pedindo a saída do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
Os “panelaços” promovidos contra os discursos da presidente também foram alvo dos manifestantes, que criticaram o ato. O ex-prefeito do Recife, João da Costa (PT), também estava no local e foi festejado por simpatizantes do movimento.
Sertanejos no ato: alguns sertanejos radicados em Recife também participam da manifestação. Tabirense, o presidente estadual da CUT Carlos Veras é um dos que encabeçam o ato. Outros nomes, como o do petista afogadense Emídio Vasconcelos, Amintas Figueiredo, ex-secretário de Agricultura local e outros nomes sertanejos estão no ato. “É contagiante a base social do PT. Colocar tanta gente na rua numa quinta-feira é impressionante”, diz.
Amintas Figueiredo, Emídio Vasconcelos e Joaquim de Paulo, que disputou eleição de 2012 a prefeito de Porteiras-CE
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) informou que não está sendo possível realizar os repasses integrais e regulares para a Operação Carro-Pipa federal (OCP) em decorrência do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021 (PLOA) ainda não ter sido aprovado pelo Congresso Nacional. Nos meses de janeiro e fevereiro, a Pasta – por meio da Defesa […]
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) informou que não está sendo possível realizar os repasses integrais e regulares para a Operação Carro-Pipa federal (OCP) em decorrência do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021 (PLOA) ainda não ter sido aprovado pelo Congresso Nacional. Nos meses de janeiro e fevereiro, a Pasta – por meio da Defesa Civil Nacional – conseguiu realizar o repasse emergencial de R$ 89,7 milhões, que foram descentralizados ao Exército Brasileiro (EB), responsável pela execução do serviço.
Em decorrência do atraso no repasse, 260 municípios já tiveram o atendimento suspenso e, a partir de 1º de março, a Operação poderá ter suas atividades paralisadas em 100% dos municípios. O MDR e o Ministério da Economia buscam alternativas no âmbito do governo federal para possibilitar a execução da Operação em sua integralidade e evitar prejuízos à população.
A OCP Federal é executada em toda a região rural do semiárido, abrangendo os estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e Espírito Santo. No ano de 2020, a média mensal de atendimento foi de cerca de 2 milhões de pessoas em 600 municípios, o que equivale a uma média de 4,2 mil carros-pipa contratados por mês. No total, foram investidos R$ 603 milhões para o serviço.
Hoje na Gazeta FM, ao lado do parceiro Erbi Andrade, apresentei o último programa dessa temporada do Debate do Sábado, depois de mais um período exitoso na Gazeta FM. Aproveitei para agradecer ao Grupo Fênix de Comunicação, em nome de Paulo André e Gilberto Rodrigues, e à toda a família Gazeta, especialmente Jéssica Souza e […]
Hoje na Gazeta FM, ao lado do parceiro Erbi Andrade, apresentei o último programa dessa temporada do Debate do Sábado, depois de mais um período exitoso na Gazeta FM.
Aproveitei para agradecer ao Grupo Fênix de Comunicação, em nome de Paulo André e Gilberto Rodrigues, e à toda a família Gazeta, especialmente Jéssica Souza e o próprio Erbi, em nome da equipe, pelo trato fraterno e parceiro nesse período.
Como sugestão, a ideia de manutenção do projeto sobre novo comando e, quem sabe, uma possível volta mais a frente, após esse período.
É isso, a vida tem seus ciclos. Esse especialmente é o ciclo para cuidar do maior evento do calendário anual da radiodifusão, no meu fechar de ciclo na ASSERPE. Sigamos!
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