Sustentabilidade ganha espaço de discussão na segunda tarde de Congresso
Por André Luis
O meio ambiente e as mudanças climáticas ganharam destaque no debate da segunda tarde do 6º Congresso Pernambucano de Municípios. Governo e organização não governamental estiveram juntos enriquecendo a discussão sobre sustentabilidade.
“Quais são os desafios das cidades e dos governos locais relacionados à questão climática? Cada vez mais, a gente vem discutindo a necessidade de mudança de hábito. É importante que os governos trabalhem em função de fazer uma política que tenha o diagnóstico de emissão de gases do efeito estufa, que conheça a realidade do território, fazendo análise de risco e vulnerabilidade com um plano estratégico de ação climática”, explicou Keyla Ferreira, coordenadora de baixo carbono e resiliência do ICLEI.
A presidenta da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC/PE), Suzana Montenegro, também participou da discussão. “O Estado vem atuando de forma estruturadora com a questão da variação climática e o efeito das mudanças, principalmente com relação aos recursos hídricos e à ocorrência de eventos extremos. Preservamos o uso racional para garantir para as gerações futuras a segurança hídrica. Somos um estado que tem uma região carente de recursos hídricos, como o agreste, com uma grande demanda da população e da indústria pelo abastecimento. Nós temos a escassez em algumas regiões, mas também o excesso de água em outras áreas que causam as enchentes urbanas, por exemplo”, pontuou.
Desafios das cidades – “Energia e água são temas muito preocupantes.” Foi assim que o pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Pedro Rosas, iniciou sua palestra, na tarde desta terça-feira (29.08). “A geração de energia nas cidades e a mobilidade elétrica são temas que merecem nossa atenção. Apesar de vivermos num país onde a matriz energética vem das hidrelétricas, temos fontes de energias renováveis, como eólica e solar, que apresentam um crescimento na nossa sociedade”, assegurou o professor.
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, lamentou na manhã desta segunda-feira que a má gestão esteja prejudicando instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Petrobras e as agências reguladoras. Para Marina, o erro na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) prejudica a credibilidade “de uma instituição […]
A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, lamentou na manhã desta segunda-feira que a má gestão esteja prejudicando instituições como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Petrobras e as agências reguladoras. Para Marina, o erro na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) prejudica a credibilidade “de uma instituição tão importante para o planejamento das políticas públicas”.
“Lamento que indicações políticas que muitas vezes não obedecem a critérios técnicos dentro das agências, da Petrobras e do IBGE possam causar prejuízos”, criticou a candidata após participar de um evento na Associação Nacional de Educação Católica no Brasil, em Brasília.
Ontem, a presidente Dilma Rousseff (PT) classificou os erros na Pnad como “banais”, o que foi rebatido hoje por Marina. “Não acho que se deva atribuir esses problemas todos como se fossem banais. Eles devem ser tratados com o nível de preocupação que o problema requer”, afirmou a candidata, enfatizando que, em um eventual governo do PSB, os cargos são preenchidos com base em critérios “técnicos e éticos”, com auxílio de um comitê de busca.
Questionada sobre o uso do Palácio do Alvorada pela adversária do PT para conceder coletivas de campanha, Marina culpou o sistema de reeleição por causar, em sua visão, uma “confusão” sobre o uso institucional de prédios públicos no exercício da campanha. “Essa é uma ambiguidade que será resolvida com o fim da reeleição”, defendeu. Marina aproveitou para ressaltar que cumprirá um só mandato de quatro anos, se eleita, e enviará uma proposta de reforma política ao Congresso para que os cargos do Executivo sejam restritos a um mandato de cinco anos.
Sobre a possibilidade de seus adversários manterem a estratégia de ataques ao seu programa de governo, Marina afirmou que vai continuar debatendo suas propostas e promovendo o debate. Durante o evento, a candidata do PSB voltou a repetir que não acabará com programas como o Bolsa Família e que pretende aprofundar projetos como ProUni, Fies e Pronatec. “Estão dizendo por aí que eu vou acabar com tudo e com o resto”, brincou a candidata. De acordo com Marina, as insinuações de seus adversários ferem “o bom senso e a inteligência dos brasileiros.”
Marina também criticou a política “perversa de juros altos” e foi questionada sobre a governabilidade em um eventual. Ela insistiu na necessidade de criação de um sistema em que a governabilidade é programática e não “em função da troca de pedaços do Estado”. “A própria presidente Dilma, que tem 400 parlamentares na sua base, não consegue aprovar as coisas importantes”, lembrou.
Em votos válidos, Lula 53% e Bolsonaro, 47% Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (14), encomendada pela Globo e pela “Folha de S.Paulo”, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 44%. O novo levantamento foi feito […]
Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (14), encomendada pela Globo e pela “Folha de S.Paulo”, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 49% de intenção de votos no segundo turno e que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tem 44%.
O novo levantamento foi feito nesta quinta-feira (13) e nesta sexta, e os resultados se referem à intenção de voto no momento das entrevistas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
De acordo com o instituto, o cenário de segundo turno continua estável. Se eleição fosse hoje, Lula teria 53% dos votos válidos, e Bolsonaro, 47%. É o mesmo cenário da pesquisa divulgada dia 7 de outubro.
Foram entrevistadas 2.898 pessoas, em 180 municípios, nos dias 13 e 14 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BR-01682/2022.
A Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente de Arcoverde publicou nota na noite desta segunda-feira (20) para informar que o trecho entre a Rádio Agnus Dei e a Praça do São Cristóvão está às escuras. Segundo a nota, publicada nas redes sociais da Secretaria e da Prefeitura, o motivo do trecho está sem a […]
A Secretaria de Serviços Públicos e Meio Ambiente de Arcoverde publicou nota na noite desta segunda-feira (20) para informar que o trecho entre a Rádio Agnus Dei e a Praça do São Cristóvão está às escuras.
Segundo a nota, publicada nas redes sociais da Secretaria e da Prefeitura, o motivo do trecho está sem a devida iluminação, foi o furto de cabos da rede de iluminação pública.
Ainda de acordo com a nota, a conclusão do serviço está prevista para esta terça-feira (21).
Confira a nota:
“A Prefeitura de Arcoverde informa à população que o trecho da Avenida José Bonifácio, nas proximidades da Rádio Agnus Dei até a Praça do São Cristóvão, encontra-se temporariamente no escuro devido ao furto de cabos da rede de iluminação pública.
Nossa equipe já está em campo desde o início da ocorrência, trabalhando para resolver a situação. No entanto, como houve a subtração dos cabos, será necessário um tempo maior para reposição e reinstalação, com a conclusão do serviço prevista para esta terça-feira (21).
Pedimos a compreensão da população e reforçamos que estamos tomando todas as providências para restabelecer a iluminação no menor tempo possível.
Também solicitamos que casos suspeitos sejam denunciados, vandalismo e furto ao patrimônio público prejudicam toda a cidade”.
Quando é apoio? Quando é encosto? A movimentação dos políticos essa semana na discussão de apoios para o segundo turno em Pernambuco levantou um debate. Que apoios realmente agregam às candidaturas de Marília Arraes e Raquel Lyra? E quais tem efeito contrário, de prejudicar quem os recebe? Nos dois casos, algumas certezas. No caso de […]
A movimentação dos políticos essa semana na discussão de apoios para o segundo turno em Pernambuco levantou um debate.
Que apoios realmente agregam às candidaturas de Marília Arraes e Raquel Lyra? E quais tem efeito contrário, de prejudicar quem os recebe?
Nos dois casos, algumas certezas. No caso de Marília, o apoio de PT e PSB pernambucanos joga pra ela mais desafios para justificar a arrumação do que certeza do capital eleitoral que isso agrega. Isso porque a candidata do Solidariedade representou a antítese da campanha de Danilo Cabral.
A vinculação que ela soube explorar da aliança PT-PSB com o desgaste que as pesquisas apontaram em relação ao governo Paulo Câmara, somados à vitimização por como foi tratada pelo PT, geraram o caldeirão que a identificou mais com o lulopetismo que Danilo.
Quem votou nela também deu um recado de que não queria a continuidade do projeto socialista, onde o PT de Humberto e Doriel estavam com os dois pés. Registre-se, a opção de PT e PSB do ponto de vista político era a mais coerente. Mas ficaram muitas feridas abertas. E a campanha de Raquel Lyra ganhou de bandeja o discurso de que PSB e PT querem se manter no poder via Marília. Se ela já pagava um preço por ter em seu palanque nomes com alguma rejeição estadual, como Sebastião Oliveira, ganhou mais um problema para justificar.
No caso de Raquel Lyra, sua campanha tem tentado a todo custo se livrar da pecha de “candidatura de Bolsonaro”. Tá difícil, com a maioria até agora dos que se declararam nas redes sociais casando o voto com ela e o capitão. Nomes como Alberto Feitosa e Anderson Ferreira sinalizam neutralidade. Mas Miguel Coelho, horas depois de declarar o apoio a Raquel, apareceu confirmando voto Bolsonaro.
No mais, a a tendência natural do eleitor bolsonarista é votar em Raquel para derrotar Marília e Lula. Impossível não associar. Só um apoio crítico ou, chame como quiser, de Raquel a Lula, mudaria isso. Mas ela optou mesmo por manter a neutralidade, alegando que o debate é sobre Pernambuco.
Apoios formais nesse segundo turno mudam pouca coisa, com prefeitos pouco ligando para o que dizem seus partidos, sem somar tempo no guia ou agregando valor para o eleitorado.
O que vai decidir essa eleição é o convencimento de um dos dois projetos: o de Raquel, de mudança do establishment, da ordem política no estado, levando Pernambuco mais ao centro, ou do alinhamento com o ex-presidente Lula e sua capacidade de, se eleito, favorecer o estado com políticas públicas casadas com o que prega a campanha de Marília. O resto, é encosto…
Recado dado
Sem esperar pelo anúncio da prefeita Márcia Conrado, auxiliares já estão espalhando material pedindo votos para Lula e Raquel Lyra. O material circulou essa semana por grupos de secretarias. Inventaram até um “agora é Luquel“. Mais claro, impossível.
O ungido
Paulo Jucá não quis abrir toda a caixa de ferramentas, mas deixou evidente bronca com Paulo Câmara e o PSB. “O prefeito de Ingazeira sinalizou me apoiar, o Palácio interviu. O prefeito de Solidão quis me apoiar, o Palácio interviu”. Luciano Torres e Djalma Alves apoiaram José Patriota.
Pra onde vão
Na conta rápida, a avaliação é de que Djalma Alves, Zeinha Torres e o irmão Luciano podem apoiar Raquel Lyra. Adelmo Moura deve seguir o PSB e ir de Marília, já que Anderson Lopes, seu opositor, apoia Raquel. Por fidelidade a Sebastião Oliveira, Luciano Bonfim apoia Marília, assim como Joelson.
Pra onde vai
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, do PSB, vota em Marília Arraes ou em Raquel Lyra? Ele deve responder nesta quarta no Debate das Dez, da Rádio Pajeú, quando faz uma avaliação da sua participação nas Eleições 2022.
Os sem
Dentre os que ficaram órfãos de deputados, Evandro Valadares (Paulo Jucá e Tadeu Alencar), Ângelo Ferreira (Gonzaga Patriota) e Diogo Morais) e Sávio Torres (Ricardo Teobaldo e Tiago Pontes).
Empolgado
Nos bastidores do Debate das Dez em que avaliou a sua votação e consequente mandato na Alepe, José Patriota soltou que, dada a votação que tiveram, Zé Negão e Evângela Vieira podem se unir, mas não farão frente à reeleição de Sandrinho Palmeira. “Podem juntar”, soltou.
No ataque
Diretor Clínico do Hospital Regional Emília Câmara, o médico Jair Flávio, até então mais comedido, assumiu em redes sociais a campanha pela reeleição de Jair Bolsonaro. O corpo diretivo da unidade é quase todo adepto do capitão e crítico do lulismo.
Frase da semana:
“Sou Lula, sou povo e sou a liberdade de optar pelo melhor para a vida dos serra-talhadenses. E assim seguirei, lutando pelo meu povo”.
Da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, defendendo a liberdade de escolher seu nome para governadora, independente do que quer seu partido, o PT. Para muitos, se apertar a tecla SAP, sai um “sou Raquel, e daí?”
O município de Ingazeira sediou nesta segunda-feira (7) uma reunião do REAGRO (Rede de Articulação para a Gestão da Informação Agropecuária), com a participação de representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) e da Secretaria Municipal de Agricultura. O encontro teve como principal objetivo realizar um levantamento […]
O município de Ingazeira sediou nesta segunda-feira (7) uma reunião do REAGRO (Rede de Articulação para a Gestão da Informação Agropecuária), com a participação de representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) e da Secretaria Municipal de Agricultura.
O encontro teve como principal objetivo realizar um levantamento detalhado da produção agropecuária local, visando aprimorar a base de dados do município e subsidiar políticas públicas voltadas ao fortalecimento da agricultura familiar e do desenvolvimento rural sustentável.
Representando a Secretaria de Agricultura de Ingazeira, o secretário adjunto Antônio Carlos destacou a importância da integração entre os órgãos envolvidos. “Essa parceria é fundamental para termos um diagnóstico mais preciso da realidade do campo, o que nos permite planejar ações mais efetivas e direcionadas às necessidades dos produtores rurais do município”, afirmou.
Durante a reunião, foram discutidos critérios metodológicos para a coleta de informações, identificação de áreas produtivas e estratégias para ampliar a participação dos agricultores no processo de mapeamento e atualização dos dados.
A presença da equipe técnica do IBGE garantiu a orientação sobre os instrumentos de registro e sistematização das informações, enquanto o STR contribuiu com sua experiência de base e conhecimento da realidade dos trabalhadores do campo.
Você precisa fazer login para comentar.