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Subcomandante do 23º BPM apresenta balanço da Operação Carnaval

Por André Luis

O subcomandante do 23º Batalhão de Polícia Militar, Major Julierme, apresentou nesta sexta-feira (24), durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, o balanço da Operação Carnaval realizada pela corporação durante os cinco dias da festa de Momo. 

Apesar do tamanho da festa, principalmente em Afogados da Ingazeira, segundo o Major, durante todo o período festivo, apenas 13 ocorrências foram atendidas em focos de folia. Em Afogados da Ingazeira foram 11. 

Para o subcomandante, o povo atendeu ao chamado das autoridades e saíram de casa com o espírito de paz. “Queriam verdadeiramente brincar o carnaval”, destacou.

O 23º BPM é responsável por 12 cidades da região do Pajeú. Mas se tratando de carnaval, os dois polos principais são Afogados da Ingazeira e Tabira. Também teve festa em Itapetim e Ingazeira, mas proporcionalmente menor que nos dois primeiros polos citados.

Detalhando as ocorrências, Major Julierme informou que foram duas de violência contra a mulher. “Mesmo com toda a conscientização que fizemos aqui na rádio no pré-carnaval, inclusive com a presença da delegada Andreza Gregório, ainda tivermos duas ocorrências de violência contra a mulher em focos de animação”, destacou. 

Ele também listou duas ocorrências de porte de arma branca (faca), algumas ocorrências de desacato e resistência, três de pertubação de sossego, duas relacionadas a menor e bebidas alcoólicas e ainda porte de entorpecente, objeto perdido e uma por direção perigosa.

O subcomandante chamou a atenção para a necessidade de uma estrutura maior com relação à segurança para o carnaval do próximo ano. Para ele, Afogados se credenciou como um polo carnavalesco estadual, o que pode fazer com que a cidade tenha mais brincantes no próximo carnaval, entre turistas e moradores que podem deixar de procurar outros destinos para ficar na cidade.

Outras Notícias

Comupe assina acordo de cooperação com UFPE

O presidente do Consórcio dos Municípios Pernambucanos (Comupe) Luiz Aroldo e o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Alfredo Gomes assinaram nesta segunda-feira (28/08) durante a abertura do 6º Congresso Pernambucano de Municípios, realizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), um termo de cooperação técnica que vai viabilizar o licenciamento ambiental via consórcio, ação […]

O presidente do Consórcio dos Municípios Pernambucanos (Comupe) Luiz Aroldo e o reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) Alfredo Gomes assinaram nesta segunda-feira (28/08) durante a abertura do 6º Congresso Pernambucano de Municípios, realizado pela Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), um termo de cooperação técnica que vai viabilizar o licenciamento ambiental via consórcio, ação pioneira em Pernambuco. 

“O Comupe já nasce com seu estatuto prevendo a gestão e apoio técnico do licenciamento ambiental dos municípios consorciados. Após um longo período de estudos técnicos prévios, diálogo e levantamento de dados iniciamos a fase de implantação do programa de licenciamento ambiental. O municipalismo precisa andar de mãos dadas com a Universidade, o conhecimento compartilhado transforma realidades”, contou o presidente do Comupe, Luiz Aroldo, que também é prefeito de Águas Belas. 

Por outro lado, a UFPE se compromete em compartilhar corpo técnico nas áreas de Engenharia Civil, Engenharia Química, Engenharia de Minas, Química Industrial, Geologia, Arquitetura e Urbanismo e Ciências Biológicas para apoiar a análise dos procedimentos de licenciamento ambiental no Comupe. A UFPE também vai realizar ações de educação ambiental e capacitação dos agentes públicos municipais.

“Executar o licenciamento ambiental de impacto local tem sido um grande desafio para os municípios desde que a Lei Complementar no 140/2011 definiu essa como uma possibilidade jurídica. É um desafio em especial para os municípios de menor porte, em razão do necessário esforço de ter profissionais habilitados à sua disposição, órgão específico e conselho de meio ambiente paritário. O financiamento por consórcio viabiliza essa ação, uma vez que todos os municípios consorciados pelo Comupe dividirão os custos do processo”, concluiu a advogada especialista em direito ambiental, Anne Cabral. 

Para o deputado estadual José Patriota, um dos idealizadores do Comupe, “o programa de licenciamento ambiental municipal através de consórcio é estratégico para que os municípios de menor porte possam exercer sua competência para licenciar ambientalmente, isso deve atrair eficiência, pois com o custo compartilhado, municípios de menor porte poderão contar com rigoroso padrão ambiental a partir do apoio de universidades e por outro lado, será uma ação que desafogará o também o órgão estadual de licenciamento ambiental”, concluiu.

Prefeito de Vitória de Santo Antão congela seu próprio salário

O prefeito de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, Paulo Roberto (MDB), sancionou duas leis que congelam, pelos próximos quatro anos, o seu próprio salário, o do vice-prefeito, Edmo Neves, e dos 19 vereadores da Casa Diogo de Braga. A informação é do Blog Ponto de Vista. As leis 4.460/2021 e 4.459/2021 já […]

O prefeito de Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, Paulo Roberto (MDB), sancionou duas leis que congelam, pelos próximos quatro anos, o seu próprio salário, o do vice-prefeito, Edmo Neves, e dos 19 vereadores da Casa Diogo de Braga. A informação é do Blog Ponto de Vista.

As leis 4.460/2021 e 4.459/2021 já estão em vigor e foram assinadas pelo gestor após aprovação da Câmara, com efeitos retroativos à 1º de janeiro de 2021.

Para Paulo Roberto, a iniciativa tem por objetivo conter gastos e garantir o equilíbrio financeiro da cidade. 

“Essa medida pra mim é muito sensata, pois o nosso foco exclusivamente é investir em melhorias para os vitorienses, com projetos de saneamento, iluminação, educação e em outras áreas essenciais da cidade”, pontuou o prefeito.

Para o vice-prefeito, Edmo Neves, com o congelamento haverá uma economia importante para os cofres municipais. “É um tipo de economia que só nos permitirá desenvolver ações planejadas, pois os reflexos poderão ser sentidos de maneira significativa mais à frente”, finalizou.

Afogados e mais três cidades do Pajeú beneficiados por programa de irrigação

Demais são São José do Egito, Carnaíba e Itapetim Afogados da Ingazeira é um dos quatro municípios do Pajeú selecionados para participar do Programa Hídrico para a pequena produção – os outros foram São José do Egito, Carnaíba e Itapetim. Em Pernambuco, serão trinta os municípios beneficiados. O anúncio foi feito na última reunião do […]

Demais são São José do Egito, Carnaíba e Itapetim

Afogados da Ingazeira é um dos quatro municípios do Pajeú selecionados para participar do Programa Hídrico para a pequena produção – os outros foram São José do Egito, Carnaíba e Itapetim. Em Pernambuco, serão trinta os municípios beneficiados.

O anúncio foi feito na última reunião do Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural – COMDRUR, eu contou com a presença do Vice-Prefeito de Afogados, Alessandro Palmeira, que aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Assistência Social.

O programa é uma parceria da Prefeitura de Afogados com os Governos de Pernambuco e a União. O principal objetivo é incrementar a produção agrícola no Agreste e Sertão de Pernambuco, através do uso sustentável da água sob a forma de irrigação de gotejamento de baixa pressão.

Segundo o Secretário Municipal de Agricultura de Afogados, no município serão beneficiadas cinquenta famílias, que receberão quites contendo tubos para irrigação do sistema de gotejamento e uma caixa d’água de mil litros.

“Esse é um projeto muito importante, que irá atender agricultores que estejam enquadrados nos critérios exigidos pela Secretária de Agricultura, e que irá melhorar a qualidade de vida dessas famílias. Também tivemos a colaboração do Deputado Federal eleito, João Campos, que nos apresentou o projeto e contribuiu para que Afogados fosse um dos municípios contemplados,” declarou Alessandro Palmeira.

As inscrições para adesão ao projeto podem ser realizadas na Secretaria Municipal de Agricultura, no prédio da antiga CAGEPE, no período de 02 a 15 de Janeiro de 2019, de 7h às 13h. Após as inscrições, uma equipe da secretaria irá visitar as famílias para verificar se elas atendem aos critérios exigidos.

Fachin diz que não há indícios claros de que ex-procurador foi ‘cooptado’ pela J&F

Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Edson Fachin justificou em um despacho divulgado neste domingo (10) o motivo de ter negado o pedido de prisão do ex-procurador da República Marcello Miller. Na decisão, o magistrado alega que não são “consistentes” os indícios de que Miller tenha sido “cooptado” por organização […]

Relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Edson Fachin justificou em um despacho divulgado neste domingo (10) o motivo de ter negado o pedido de prisão do ex-procurador da República Marcello Miller. Na decisão, o magistrado alega que não são “consistentes” os indícios de que Miller tenha sido “cooptado” por organização criminosa.

Apesar de afirmar que não há consistência para acatar o pedido de prisão temporária do ex-procurador da República, Fachin argumenta que há indícios de que Miller pode ter praticado delitos.

Na mesma decisão em que rejeitou a prisão de Marcelo Miller, o relator da Lava Jato mandou prender o empresário Joesley Batista – um dos sócios da holding J&F – e o diretor de Relações Institucionais do grupo empresarial, Ricardo Saud.

Joesley e Ricardo Saud se apresentaram na superintendência da Polícia Federal (PF), em São Paulo, no início da tarde deste domingo (10).

Segundo Fachin, Joesley e Saud omitiram informações que eram obrigados a prestar. O ministro do STF destaca que isso pode levar à suspensão de parte dos acordos celebrados com a Procuradoria Geral da República (PGR), que havia assegurado imunidade penal aos delatores da J&F.

O magistrado também explicou no despacho que a prisão dos dois executivos tem a finalidade de “angariar eventuais elementos de prova que possibilitem confirmar os indícios sobre os possíveis crimes ora atribuídos a Marcello Miller”.(G1)

FGTS: Saque adicional vai beneficiar 10,1 milhões de pessoas

A Caixa Econômica Federal aguarda a sanção da lei que autoriza os saques do FGTS para liberar até o Natal R$ 2,6 bilhões para 10,1 milhões de trabalhadores que terão direito a um saque adicional nas suas contas do fundo. O valor complementar se deve à mudança que o Congresso fez no texto da medida […]

A Caixa Econômica Federal aguarda a sanção da lei que autoriza os saques do FGTS para liberar até o Natal R$ 2,6 bilhões para 10,1 milhões de trabalhadores que terão direito a um saque adicional nas suas contas do fundo. O valor complementar se deve à mudança que o Congresso fez no texto da medida provisória (MP),  que autorizou o saque.

A proposta original fixou limite de R$ 500  por conta e o  projeto aprovado pelo Congresso  permite a retirada de todo o saldo para quem tinha  até um salário mínimo na conta (R$ 998) em 24 de julho, data da edição da MP.  Segundo dados oficiais, 12,3 milhões de contas serão beneficiadas.

A Caixa já está preparada para fazer os pagamentos e aguarda a sanção do projeto pelo presidente Jair Bolsonaro. Diferentemente do cronograma de saque em andamento, as retiradas poderão ser feitas, de uma só vez, independentemente da data de nascimento do trabalhador, segundo fontes da equipe econômica. Também será possível sacar os recursos nas agências lotéricas. Quem tem conta poupança no banco terá o crédito automático.

A proposta aprovada pelo Congresso manteve o limite de R$ 500 para quem tinha saldo na conta vinculada superior a um salário mínimo. O objetivo da mudança foi beneficiar os trabalhadores mais pobres.

O projeto foi aprovado pelo Congresso em 12 de novembro, mas demorou 16 dias para ser enviado ao Palácio do Planalto. A expectativa é que o presidente sancione a MP na próxima semana

O atraso na sanção da MP  também está prejudicando a elaboração e aprovação do orçamento do FGTS  para 2020  pelos conselheiros do Fundo. A regra do Fundo determina que o orçamento seja aprovado em outubro, mas até agora isso não ocorreu. A última reunião do Conselho Curador do FGTS do ano está marcada para o dia 10 de dezembro.

O texto aprovado pelo Congresso fez várias mudanças na destinação dos recursos do Fundo, como limite para os subsídios (descontos a fundo perdido), para beneficiários do programa Minha Casa Minha Vida). Também permite o uso do recursos do FGTS na compra de imóvel acima de R$ 1,5 milhão fora do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), o que pode reduzir a disponibilidade de recursos.

Além do saque emergencial, que vai injetar na economia R$ 46,6 bilhões, incluindo os valores complementares e da cota do Pis/Pasep, a MP cria uma nova modalidade de retirada: os cotistas poderão retirar todo ano um parcela do saldo  na data do aniversário.